Lusa quer contratar 15, mas avisa que não tem grana

Do Blog do Menon

José Roberto Fonseca Jr, vice-presidente de futebol da Portuguesa, é dono de um sinceridade impressionante. Para falar comigo ou com empresários. “Tenho 38 anos e era responsável pela base do clube. Por que você acha que fui escolhido, com um currículo simples e pouca idade para um cargo tão importante? Ninguém queria. Eu aceitei e vou fazer um bom trabalho”.

A ideia é manter dez jogadores do atual elenco, contratar outros 15 e completar a lista de 28 exigida pela Federação Paulista com mais três jovens da base. Ele pretende ter 24 nomes definidos até 6 de janeiro, possibilitando ao treinador Aílton Silva um bom tempo de trabalho até a estreia no Paulistão, dia 31 de janeiro ou 1 de fevereiro.

Tudo certinho, mas e o dinheiro? “Consegui já uma verba para pagar os atrasados dos dez que pretendo manter. Estou conversando com eles”. E como contratar sem dinheiro? ”A camisa da Portuguesa é muito respeitada. Tenho falado isso com vários empresários. Qual vitrine pode ser melhor que a Portuguesa. E, como sou sincero, falo também que vou fazer tudo o que for possível para que não haja atraso de pagamento, mas que não é certeza. Sinceramente, tenho quase certeza que não vai acontecer, mas não quero enganar ninguém.”

Roberto brinca e diz que sente uma certa inveja quando lê sobre valores manejados por clubes grandes em contratações. “Ah se eu tivesse metade do que eles tem, seria tão fácil trabalhar”. Na verdade, ele, que não cita números nem sob tortura, tem 5% do que o São Paulo tem, por exemplo, em relação a folha salarial, que não vai ultrapassar R$ 500 mil mensais.

A meta é ter um time unido e forte, que fique longe do pesadelo de um novo rebaixamento e que, eventualmente, possa chegar á segunda fase, entre os oito classificados. Para isso, confia muito no treinador Aílton Silva. “Ele não tem grandes resultados, mas vai fazer o trabalho da vida dele. É um treinador muito bom, que muda o posicionamento tático do time sem fazer substituições. Ele conhece muitos jogadores do interior e que disputaram a Serie C. São jogadores alternativos e que vão render bem”. Roberto desmente que Aílton fosse o plano C do presidente Ilídio Lico. “Ele nunca me falou isso. E está contente com a definição do Aílton Silva”.

Além dos “alternativos” de Aílton, Roberto tem procurado clubes grandes para a cessão de jogadores que não são utilizados. A Portuguesa se propõe a pagar uma parcela do salário, desde que não extrapole o magro orçamento. “Não queremos também jogadores que estejam parados. Fizemos isso em 2014 e não deu certo. O time ficou na mão”.

Ele lamenta a perda do lateral Bruno Ferreira, que fez algumas boas partidas no final do ano e se transferiu para o Vasco. “Temos de ter mais cuidado com a base. Não podemos deixar para resolver renovação de contrato quando está acabando. Fizemos isso com o Bruno e ainda teve uma certa malandragem do empresário que prometeu renovar e sumiu. Com uma situação assim, indefinida, nunca deveriam ter escalado o garoto. Aproveitou a vitrine, jogou bem e foi embora. Se não tivesse sido escalado, ainda estaria aqui.”

Roberto promete novidades para terça-feira. “Já teremos nomes para anunciar. Estamos trabalhando muito”.

Viva o Furacão da Copa!

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Jair Ventura Filho, ídolo do Botafogo e artilheiro da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1970, completa hoje 70 anos de idade. Um dos maiores craques da história do Fogão, merece todas as homenagens pela data. Legítimo sucessor de Mané Garrincha pelo lado direito do ataque, consagrou-se nos campos do México e ganhou o apelido de Furacão da Copa.

Cine Clube – “Umberto D”, de Vittorio De Sica

Um clássico do neorealismo italiano, filmado em 1952 e um dos pontos altos da carreira do grande Vittorio De Sica na abertura desta nova seção do blog. Narra a história de um homem idoso e solitário, que sai vendendo objetos pessoais para não ser despejado da pensão onde mora. A Itália do pós-guerra retratada em preto-e-branco e na crueza das relações humanas carcomidas pela desconfiança e a indiferença. Um filme que marcou minha formação.

Brasil é a maior economia da América Latina

O Brasil se classificou como a maior economia da região da América Latina em 2014 e em sétimo lugar no que diz respeito ao mundo todo, à frente da Itália e atrás da França, apontou ranking divulgado pelo britânico Centro de Pesquisas Econômicas e de Negócios (CEBR, na sigla em inglês). A lista, intitulada “Tabela da Liga das Economias Mundiais” (The World Economic League Table, em inglês) analisa profundamente as estatísticas das diferentes economias do mundo e prevê mudanças até 2030.
De acordo com pesquisa, em 2029 o Brasil deve estar em quinto lugar, a frente de Alemanha, Reino Unido, Coreia do Sul e França. O México, segunda maior economia latino-americana e 15ª mundial, à frente de Argentina (29) e Colômbia (30), deve subir para o 13º posto neste mesmo período. A economia argentina, por sua vez, deve deixar os “Top 30”, enquanto a colombiana subirá duas colocações. (ANSA)

Fabrício fecha acordo para defender o Remo

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O meio-campista Fabrício, ex-Tuna, confirmou ao DOL (Diário On-Line) que fechou acordo com a diretoria do Remo para defender o clube na temporada 2015. O jogador deve assinar contrato com o Leão nesta segunda-feira, 29. Depois de ser revelado pelo Paissandu, Fabrício defendeu várias equipes, inclusive do exterior. Criticado no começo da carreira pela conduta extra-campo, nos últimos dois anos jogou pelo Paragominas e pela Tuna, sempre com destaque. Neste ano, com a camisa da Lusa, marcou um golaço em amistoso contra o Remo no estádio Evandro Almeida, encobrindo o goleiro azulino Maicky Douglas com um chute de longa distância. (Foto: MÁRIO QUADROS/Bola)

Jobson não terá vida mansa com Simões

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Jobson não terá vida fácil no Botafogo de René Simões. O novo treinador alvinegro disse que não terá paciência com eventuais atos de indisciplina do atacante na próxima temporada. Segundo René, o jogador de 26 anos terá que provar que está mudado para ter chances na equipe.

– Ele não está encaixado no meu trabalho ainda, terá de provar que mudou. Se não mudou, comigo não resolve nada, não serve para nada. Ele terá de ter uma transformação. Vamos ver se tem capacidade para isso – afirmou o técnico, em entrevista “à Fox Sports”.

Jobson tem contrato com o Botafogo até o fim de junho. René Simões trabalhou com o jogador em 2011, no Bahia, de onde o atacante foi dispensado por atos de indisciplina.

– Tive uma paciência muito grande (com Jobson) no Bahia, que não teria aqui no Botafogo, porque o Botafogo não terá tempo. O Botafogo não pode perder tempo, temos que recuperar o Botafogo. O clube não tem que ser clínica de reabilitação para este ou aquele. “Ah, vou dar chance para este. Ah, vou dar chance para aquele”. Não. O jogador que entrar aqui terá de ter sede e fome para que o Botafogo volte à primeira divisão. É isto que a torcida espera. Então, não tem essa de que faremos uma clínica, que vamos dar um apoio… Nada disso. Ou quer ou não quer. Ponto e basta – disse o técnico.

Na entrevista, René lembrou o episódio do pênalti perdido pelo atacante na partida contra o Friburguense, em São Januário, pelo Campeonato Brasileiro. O Botafogo precisava da vitória para se manter vivo na briga para continuar na elite do Brasileiro, mas a equipe perdeu por 1 a 0.

Na ocasião, o lance desperdiçado por Jobson irritou o então técnico Vágner Mancini, que queria que Murilo tivesse batido o pênalti. O treinador o chamou de irresponsável. Jobson depois se defendeu dizendo que não podia ser crucificado porque perdeu um pênalti.

– Pelo último trabalho do Vagner Mancini, naquela questão do pênalti. Se o treinador determina que um jogador vai bater um pênalti, não é o Jobson que vai lá, pega a bola e vai desautorizar o treinador – disse René.

Histórias do mundo da bola

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O zagueiro John Terry assinando o seu primeiro contrato com o Chelsea, aos 14 anos de idade. Hoje, apesar da tumultuada vida extracampo, é o jogador com mais títulos na história do clube londrino (19).