A seleção de Zidane

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Quando o craque Zinedine Zidane elege sua seleção mundial da temporada é preciso prestar atenção. Segundo o ex-astro do Real Madri e da seleção francesa, o escrete seria assim escalado: Casillas; Daniel Alves, Pepe, Ramos e Marcelo; Modric e Yaya Touré; Cristiano Ronaldo, Messi e Ibrahimovic; Benzema. Predominam os jogadores do Real e surpreende a escolha do brasileiro Daniel Alves, em franco declínio no futebol espanhol.

Leão é o novo campeão paraense de basquete

Com o ginásio Serra Freire lotado, o Clube do Remo conquistou na noite desta segunda-feira o título estadual de basquete adulto. A equipe azulina foi derrotada por 74 a 71, mas jogava com a vantagem de 12 pontos e controlou a partida para alcançar seu objetivo. Com o resultado, o Leão ganhou o segundo turno do campeonato e, como já havia sido o vencedor do primeiro, sagrou-se campeão. É a primeira conquista da gestão Pedro Minowa, embora tenha sido iniciada ainda sob a presidência de Zeca Pirão. A torcida remista fez grande festa no ginásio, carregando os atletas e saudando o retorno triunfal do Leão ao basquete.

Policiais teriam participado de maior assalto do país

O Ministério Público investiga a participação de policiais no roubo milionário aos cofres de uma agência do banco Itaú na Avenida Paulista, ocorrida há três anos em São Paulo. A denúncia foi feita por um suspeito, interessado na delação premiada. Foi o maior assalto do país: pelo menos meio bilhão de reais levados em dinheiro, barras de ouro e joias de cento e setenta cofres particulares da agência, no dia 28 de agosto de 2011. Doze assaltantes teriam participado diretamente da ação, mas até o momento, apenas dois funcionários terceirizados do banco foram condenados.
Uma semana antes do assalto, os ladrões fizeram um teste para evitar o disparo do alarme, cortando cabos de energia da região, mas o gerador do banco garantiu a eletricidade. Eles tiveram então que desconectar os cabos de fibra ótica, enterrados no subsolo da avenida, para invadir o banco.
Uma pessoa que se diz policial civil, e quer fazer um acordo de delação premiada com o Ministério Público, escreveu uma carta em que dá o primeiro nome de outros quatro policiais civis e um policial militar que teriam participado do roubo, protegendo os assaltantes. O informante diz que esses policiais ficaram com R$ 10 milhões cada um.
Dois investigadores teriam investido em imóveis em Miami, nos EUA, e análise dos bens de um dos suspeitos mostra que o denunciante sabe do que está falando. Três meses e meio após o roubo, o investigador passou um imóvel na zona leste de São Paulo para uma empresa dele e de uma parente no Brasil. A sócia abriu então uma companhia nos EUA, em um endereço que fica em um luxuoso condomínio em Miami, o Trump Hollywood, onde o apartamento mais barato custa mais de R$ 7 milhões.
O MP investiga as transações, que equivalem a mais de um século de salário do investigador suspeito, que está sendo denunciado pelo policial que afirma ter recebido apenas uma “merreca” e agora se diz arrependido. (Do UOL)

Um samurai no poder

Por Gerson Nogueira

O Remo finalmente conseguiu eleger seu presidente. Já é um avanço, levando em conta as muvucas que invalidaram o primeiro pleito. Descontado o prejuízo de um mês surrupiado do período de formação do novo time, pode-se dizer que 2015 começa agora para os azulinos. E não será um ano qualquer, pois o clube precisa de novo conquistar em campo um lugar na Série D.

unnamedPedro Minowa, que desta vez venceu com folga, comemorou muito a eleição. E sua alegria tem razão de ser. Apaixonado pelo Remo, batalha há anos pela chance de presidir o clube, mas sempre acabava preterido ou bloqueado em suas pretensões.

E Minowa acabou triunfando logo na primeira eleição direta da história do Remo. Não por coincidência. É claro que foi graças a um novo universo de eleitores que um candidato de oposição teve a chance de vencer, e venceu.

Zeca Pirão foi vítima do sentimento de insatisfação de associados e torcedores do Remo. Não estão insatisfeitos só com Pirão. O voto em Minowa é claramente um brado oposicionista pela mudança de rumos.

Qualquer candidato da situação teria a mesma sorte de Pirão nesta eleição. E olha que o ex-presidente fez mais pelo Remo do que seus dois antecessores. Fez muito diante das imensas dificuldades existentes.

Deu início à reconstrução do estádio Evandro Almeida, que um antigo presidente chegou a depredar de propósito, e ganhou um título estadual que o clube não via há cinco anos. Deu o azar, porém, de fracassar na Série D.

E fracassou porque apostou em conselhos errados e deu carta branca a um técnico fraco, Roberto Fernandes, mais interessado em prestigiar seus jogadores do que valorizar os atletas pertencentes ao Remo.

Minowa assume com um discurso diferente, como era de se esperar. Avisou que vai pagar (até o próximo dia 24) os salários de jogadores da base e funcionários do clube. Já encaminha a contratação de um treinador renomado, provavelmente PC Gusmão. E confirma que o clube vai utilizar o CT do Carajás, em parceria firmada há meses.

O mais importante é que Minowa parece ter resumido numa frase aquilo que torcida e imprensa repetem há décadas e ninguém parece ouvir. Disse, ainda em meio às comemorações pós-eleitorais, que o Remo é uma mina de ouro. Não falava do minério propriamente dito.

Por experiência própria, como torcedor de arquibancada, que a massa azulina constitui o principal patrimônio do clube. Muito mal administrado na maior parte do tempo e pouco contemplado com recompensas nos últimos tempos.

A nova diretoria pretende investir muito no programa de sócio-torcedor e alavancar parcerias que permitam finalizar as obras do Baenão, iniciativa que pode significar a independência financeira do Remo, pois o estádio pode vir a ser usado para jogos de médio porte já no primeiro semestre.

Como todo novo gestor, Minowa terá direito a uma trégua inicial. Deve aproveitar esse período para ganhar a confiança do torcedor, que estava insatisfeito com a antiga diretoria e ainda não sabe se pode acreditar no projeto do presidente recém-eleito.

Medidas de impacto são bem-vindas, até para sacudir o clube, mas sem extravagâncias desnecessárias e sem perder o sentido de realidade.

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Lua-de-mel com prazo de validade

Com a escolha do novo técnico, o Paissandu deu ao final do ano temperos mais serenos. A conquista do acesso também contribuiu para essa lua-de-mel entre diretoria e torcida. É claro que o próprio Sidney Moraes sabe que ambientes de calmaria são raros em clubes de grande popularidade.

O treinador terá o mês de janeiro todo para armar o time do Campeonato Paraense e da Copa Verde. Sem direito a erros, pois o torcedor ainda recorda os sofrimentos vividos ao longo da Série C e teme a repetição desses mesmos problemas na duríssima Série B 2015.

A princípio, a calma demonstrada pelos dirigentes chegou a impacientar setores da torcida, mas aos poucos fica claro que a postura é a mais sensata. Não há motivo para desespero e as contratações devem ser certeiras. Além disso, os salários andam inflacionados demais e a tendência é de que o novo ano torne os negócios mais palatáveis para clubes como o Papão.

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Direto do Twitter

“O governo brasileiro também deveria ser dono dos direitos do futebol brasileiro”.

Por Flávio Gomes

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Mundial começa em ritmo de peladão

Os jogos iniciais do Mundial de Clubes, disputados no Marrocos em estádios vazios e de campos esburacados, não insinuam a menor dificuldade para o San Lorenzo e muito menos para o Real Madri, que chegam com a justificada condição de favoritos para a disputa do título.

Dos clubes que atuaram na sexta-feira, somente o Cruz Azul mexicano inspira algum cuidado, mas sem ostentar a marca inconfundível da zebra. Real e San Lorenzo devem chegar sem sustos à final, com os argentinos depositando no Papa Francisco suas maiores esperanças.

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Torcida grande não segura audiência

Segundo o colunista de TV Daniel Castro, o ano termina com uma novidade nas planilhas de audiência da emissora que transmite os jogos da Primeira Divisão no Brasil. Os números não mentem: o popularíssimo Corinthians foi superado pelos outros três grandes de São Paulo na audiência dos jogos exibidos na temporada.

Não, o Corinthians não deixou de ser o dono da maior torcida em São Paulo. O problema é que nem sua imensa legião de fãs aguentou ver as fracas atuações do time de Mano Menezes ao longo do ano.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta segunda-feira, 15)

Real tira cruz do escudo para agradar árabes

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Apesar de ser o clube mais rico do mundo, o Real Madrid aceitou mudar o seu escudo em favor de um investimento de cerca de R$ 295 milhões. De acordo com reportagem da revista norte-americana “The New Yorker”, a equipe retirou uma pequena cruz que fica sobre a coroa do seu símbolo em deferência ao Banco Nacional de Abu Dhabi, patrocinador de origem muçulmana. Dessa forma, os produtos licenciados vendidos em países islâmicos não contam com a “versão cristã” do emblema.

A revista destaca que o escudo do time merengue foi uma outorga do rei Alfonso XIII, realizada em 1920. Ele consiste em um círculo azul e dourado com as iniciais M.C.F. (Madrid Club de Fútbol), encimado pela coroa espanhola dotada de uma cruz em seu topo. A publicação afirma que o Real é a mais rica equipe de futebol do mundo, avaliada em US$ 3,5 milhões, além de ser uma das mais vencedoras com o novo recorde de 19 vitórias seguidas, com uma diferença de gols de 71-9. (Do Globoesporte.com)