Ônibus gratuito para estudantes pobres. Em S. Paulo

Os vereadores da Câmara Municipal de São Paulo acataram a proposta do Executivo municipal de liberar as catracas dos coletivos da cidade para os estudantes de baixa renda. O Projeto de Lei 384/2014, de autoria do Executivo, foi aprovado nesta quinta-feira (18) em sessão extraordinária. O projeto cria o Programa de Parcelamento Incentivado (PPI), por meio do qual serão concedidos vários benefícios em 2015, como a isenção do Imposto sobre Serviços para cooperativas de cultura, dos cartórios e da tarifa para estudantes, além da realocação de cobradores de ônibus. O projeto segue para a sanção do prefeito Fernando Hadad.

“Não haverá desemprego de cobradores, porque este projeto permite que as empresas requalifiquem os trabalhadores para que sejam reaproveitados em outras funções. Outro objetivo do prefeito é rever a questão da tarifa no transporte para estudantes de baixa renda. É uma injustiça que esses estudantes tenham de pagar para ir à escola ou à faculdade”, disse o líder do governo Arselino Tatto (PT).

Papão fecha com 10, mas Veiga ainda é dúvida

A diretoria segue firme no critério de não revelar nomes de reforços para a temporada, mas é certo que o Paissandu já contratou pelo menos 10 jogadores. Além desses, mais três devem ser contratados ainda neste fim de semana. “Encaminhamos três pré-contratos a atletas, mas até o momento estes documentos ainda não retornaram assinados. Estamos esperando a chegada desses documentos”, disse o presidente Alberto Maia. No total, o clube pretende fechar dezembro com pelo menos 25 jogadores no elenco, contando com os remanescentes da Série C – Augusto Recife, Ricardo Capanema, Pikachu, Djalma e Pablo.

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O atacante Bruno Veiga segue conversando com a diretoria, mas ainda não se decidiu pelo retorno à Curuzu. Segundo Alberto Maia, um problema de ordem pessoal é o único entrave para o acerto com o atacante. Já o zagueiro Fernando Lombardi apresentou proposta considerada muito alta pelo clube. Apesar de ter sido enviada uma contraproposta, é mais provável que o jogador permaneça no São Bernardo (SP) para a disputa do Campeonato Paulista. (Foto: MÁRIO QUADROS/Bola)

Mais de 200 jornalistas presos em todo o mundo

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Do Comunique-se

Em relatório divulgado na tarde dessa quarta-feira, 17, o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) registrou que 220 jornalistas estão detidos em algum lugar do planeta. A China surge no topo da lista, sendo responsável por 44 prisões. Na sequência, o Irã aparece com 32. O Brasil não figura no estudo — o que, segundo a entidade, representa nenhuma detenção de agentes da comunicação.

Editora do CPJ, Shazdeh Omari lembra que, no ano passado, houve troca de comando na dupla de nações que soma o maior número de jornalistas mantidos em cárcere. As alterações no poder não resultaram na liberdade de imprensa. “Juntos, China e Irã estão mantendo presos um terço dos jornalistas aprisionados no mundo todo, apesar das especulações de que os novos líderes que assumiram o poder em ambos os países em 2013 poderiam implementar algumas reformas liberais”.

O estudo do CPJ destaca que o número apresentado neste ano representa o segundo pior desde que a organização passou a mensurar a quantidade de jornalistas aprisionados pelo mundo, a primeira versão foi feita em 1990. O levantamento de 2014 só não é pior do que o de 2012, quando, no momento da divulgação da análise da entidade internacional, 232 profissionais da imprensa estavam presos – com a Turquia responsável por 49 das detenções.

Além de China e Irã, os outros países que estão entre os 10 primeiros em número de jornalistas detidos são: Eritreia (23), Etiópia (17), Vietnã (16), Síria (12), Egito (12), Myanmar (10), Azerbaijão (9) e Turquia (7). Na América Latina, Cuba e México são os dois únicos países que aparecem na lista, com uma prisão cada. Assim como o Brasil, nenhum outro Estado sul-americano aparece no estudo – repetindo o feito do último ano.

Os números referentes às nações americanas chamou a atenção da editora do CPJ. “Nos últimos anos, prisões de jornalistas nas Américas têm se tornado cada vez mais raras, com apenas um caso documentado em 2012 e outro em 2013 [nos Estados Unidos]. Este ano, a região tem duas: um blogueiro cubano foi condenado a cinco anos de prisão, em retaliação por seu blog crítico, e no México um jornalista independente e ativista de causas maias foi acusado de sedição [revolta, perturbação]”, avalia Shazdeh.

Além da situação de jornalistas nas Américas, a representante do Comitê para a Proteção dos Jornalistas destaca mais sete pontos em relação ao levantamento de 2014. Confira:

>>Os 220 jornalistas presos em todo o mundo mostram um aumento relativamente aos 211 casos que o CPJ documentou em 2013. O número de 2014 é o segundo mais elevado, atrás apenas de 2012, quando o CPJ documentou 232 jornalistas presos em relação ao seu trabalho.

>>Em todo o mundo, 132 jornalistas, ou 60 por cento, foram presos sob a acusação de desenvolver atividades anti-Estado, como subversão ou terrorismo. Esse número é muito maior do que qualquer outro tipo de acusação, como difamação ou insulto, mas praticamente em linha com a proporção de acusações de atividades anti-Estado observada em anos anteriores.

>>Vinte por cento, ou 45, dos jornalistas presos em todo o mundo estavam detidos sem acusação divulgada.

>>Jornalistas online corresponderam a mais da metade, ou 119, dos jornalistas presos. Oitenta e três trabalhavam na mídia impressa, 15 em rádio, e 14 na televisão.

>>Cerca de um terço, ou 67, dos jornalistas presos em todo o mundo, eram freelances, a mesma proporção de 2013.

>>O número de presos aumentou na Eritreia, Etiópia, China, Bangladesh, Tailândia, Azerbaijão, Bahrein, Egito, Israel e Territórios Ocupados da Palestina, e na Arábia Saudita.

>>Os países que apareceram no censo de 2014, após não registrarem qualquer prisão de jornalista na pesquisa de 2013, foram: Camarões, Suazilândia, México, Cuba, Myanmar e Belarus.

Ex-bicolor pode acertar com o Remo

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O volante Zé Antonio, ex-capitão do Paissandu na Série C 2014, está muito próximo de firmar contrato com o Remo. Dirigentes do clube negociam com o jogador desde que ele foi liberado pelo Papão. Contatado inicialmente pela chapa da situação, encabeçada por Zeca Pirão, o acordo ficou na dependência do resultado da eleição azulina. Como Pedro Minowa foi eleito presidente, os novos dirigentes do clube retomaram as conversas com Zé Antonio (na foto, ao lado de Pikachu), que teria demonstrado interesse em permanecer em Belém. (Foto: MÁRIO QUADROS/Bola) 

Como o governo do PT banca a pior mídia do planeta

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Por Leandro Fortes, no DCM

O recente levantamento publicado pela “Folha de S.Paulo” sobre despesas de publicidade do governo federal, nos últimos 14 anos, 12 dos quais sob o comando do PT, é, ao mesmo tempo, um espanto estatístico e um desalento político.

Foram 15,7 bilhões de reais despejados, prioritariamente, em veículos de comunicação moralmente falidos e explicitamente a serviço das forças do atraso e da reação. Quando não, do golpe.

O mais incrível é que 10 entre 10 colunistas cães de guarda da mídia não perdem a chance de abrir a bocarra para, na maior cara de pau, acusar blogueiros de receber dinheiro do governo para falar bem do PT.

Ainda que fosse verdade (99% dos blogueiros não recebem um centavo de ninguém), ainda assim, não seria injusto.

Isso porque somente a Globo recebeu 5 bilhões de reais dos cofres públicos para, basicamente, falar mal do PT. Nada menos que 1/3 de todo dinheiro gasto com publicidade pelo governo federal.

E se pode, ainda, colocar mais 1 bilhão de reais por fora, valor atualizado da sonegação de impostos com a qual a Globo está envolvida.

Sem falar na Editora Abril, responsável pelo esgoto da revista Veja.

Apesar do histórico de invencionices, o balcão dos Civita faturou quase 300 milhões (!!) de reais de grana do contribuinte para produzir lixo tóxico disfarçado de jornalismo.

Isso significa que o negócio do jornalismo no Brasil, sempre tão ávido em apontar o dedo para o governo, simplesmente, não vive sem o dinheiro da Viúva.

Esse levantamento reforça a tenebrosa impressão de que os governos do PT foram definitivamente dominados pelos oligopólios da mídia de forma a garantir-lhes renda líquida e necessária, mesmo que a contrapartida seja a fatura conhecida de todos: calúnia, difamação, injúria, mentiras, boatos, assassinatos de reputação e ataques editoriais.

Por essa razão, tornou-se imperiosa a necessidade de se fazer, imediatamente, uma revisão geral dos critérios de aplicação de publicidade oficial nessas máquinas privadas de sucção de dinheiro público.

Em um mundo virtual, onde a comunicação de rede trabalha com audiência de milhões de pessoas em torno de um único post nas redes sociais, tornou-se totalmente obsoleto o tal “critério técnico”, seguido como evangelho pelo governo federal.

Está bem claro quem são os beneficiários dessa armadilha burocrática mantida intacta pelo Palácio do Planalto.

E, é bom que se diga, isso nada tem a ver com regulação da mídia, nem se inclui em qualquer dessas falsas polêmicas relativas a liberdade de imprensa e de expressão – tão caras a moralistas e hipócritas a soldo das empresas de comunicação.

Trata-se de acabar com um sorvedouro de dinheiro público.

Diplomada, Dilma propõe pacto nacional

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Em solenidade de diplomação para seu segundo mandato como presidenta da República, nesta quinta-feira (18), Dilma Rousseff convocou “um grande pacto contra a corrupção” entre a sociedade e todas as esferas de governo. “Esse pacto vai desaguar na grande reforma política que o Brasil precisa promover a partir do próximo ano. Vamos convidar todos os Poderes da República e todas as forças vivas da sociedade para elaborarmos, juntos, uma série de medidas e compromissos duradouros”, declarou.

Dilma reforçou a necessidade do diálogo com a sociedade e instituições numa “guerra contra a corrupção” e saiu em defesa da Petrobras, alvo de recentes denúncias. “Toda vez que, no Brasil, se tentou condenar e desprestigiar o capital nacional estavam tentando, na verdade, dilapidar o nosso maior patrimônio – nossa independência e nossa soberania”, observou a presidenta.

Após o discurso da presidente Dilma Rousseff em sua diplomação, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dias Toffoli, fez uso da palavra e disse que não haverá terceiro turno na Justiça Eleitoral.

“Eleições concluídas são, para o poder Judiciário Eleitoral, uma página virada. Não haverá terceiro turno na Justiça Eleitoral. Que os especuladores se calem. Não há espaço. Já conversei com a corte e é esta a posição inclusive de nosso corregedor geral eleitoral. Não há espaço para terceiro turno que possa vir a cassar o voto destes 54.501.118 eleitores”, disse.