Papão vence últimos duelos do ano contra o rival

O Papão venceu nesta sexta-feira os dois últimos duelos da temporada contra o maior rival. Pela manhã, conquistou o campeonato sub-17 derrotando o Leão por 2 a 1, no estádio Mangueirão. Foi o segundo título dos bicolores no futebol amador em 2014. O primeiro foi na categoria sub-15. Com o triunfo, o Papão está classificado para a Copa São Paulo de juniores, juntamente com a Desportiva, vice-campeã.

À noite, em Altamira, em amistoso envolvendo as equipes sub-20, novo triunfo do Papão, desta feita por 3 a 0. Leandro Carvalho foi o grande nome da partida, assinalando os três gols e fazendo uma grande atuação. O primeiro gol saiu aos 20 minutos do primeiro tempo. Ainda na primeira etapa, Leandro ampliou aos 44. O terceiro tento foi marcado aos 20 do segundo tempo.

Cartola não descarta “ajudar” o Palmeiras

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Da ESPN

Com a possibilidade de definir o destino do Vitória no próximo domingo, o presidente do Atlético-PR, Mario Celso Petraglia, não esconde o seu ressentimento em relação ao clube baiano. Em encontro com a Globo, no último mês de agosto, ele desabafou com os executivos da emissora sobre os conflitos que enfrenta na Justiça com o time rubro-negro por conta de um suposto ‘calote’ e de uma dívida de R$ 400 mil.

A pessoas próximas, Petraglia não nega que a chance do troco pode vir neste fim de semana: em caso de derrota atleticana para o Palmeiras, no Allianz Parque, em São Paulo, a equipe do Barradão estará automaticamente rebaixada para a Série B. Em Salvador, existe o temor de uma possível ‘entregada’ dos paranaenses na última rodada.

A sensação foi reforçada depois do anúncio de que peças chaves do rival como o lateral Sueliton e o atacante Marcelo não irão a campo, segundo divulgado, por “processos cirúrgicos”. Participaram ainda da reunião naquele dia, na capital paulista, representantes de São Paulo, Santos, Bahia e Figueirense.

O desabafo de Petraglia, de acordo com relatos ouvidos pelo ESPN.com.br, surgiu naturalmente, sem qualquer indagação de outro dirigente a respeito do assunto. A Globo, que recebeu os dirigentes ao fim da Copa, inclusive, aproveitou a ocasião para ressaltar que a desunião entre eles é um dos motivos para o atraso nos gramados nacionais “em todas as áreas”.

Preocupado com a postura do Atlético-PR contra o Palmeiras, o Vitória não descarta tomar as medidas cabíveis, dependendo do que acontecer em campo no Allianz Parque.

Em defesa do vôlei mais bonito

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As jogadoras do Volley Stars Thüringen, time da Alemanha, recorreram a uma tradição de fim de ano, os calendários com beldades para os 12 meses seguintes, para arrecadar fundos para o time. No caso, as beldades são elas mesmas. As atletas posaram nuas, da cintura para a cima, para as fotos e pintaram os corpos. Participaram do ensaio as jogadoras Claudia Steger, Martina Jelinkove, Lia-Tabea Mertens, Nikola Nemcova, Lena Gschwendtner, Corina Ssuschke-Voigt, Anika Brinkmann e Christina Speer. A intenção é destinar a verba com a venda do calendário ao pagamento de despesas do time. O preço do calendário é de € 8, o equivalente a R$ 25, sem assinaturas das atletas. Com autógrafos, sobre para € 10 (cerca de R$ 35). A venda é no site do clube (acesse aqui).

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Calendários com atletas com pouca ou sem roupa não são tão raros. No vôlei, no handebol, no ciclismo e em outros esportes já houve casos. Em geral, o dinheiro arrecadado é usado para ajudar o time a pagar despesas da equipe. Há casos também de atletas que competem em esportes individuais que recorrem à iniciativa para arrecadar fundos que lhes permitam investir na preparação para competições.

Na semana passada saiu a notícia de uma iniciativa parecida à das meninas do Volley Stars Thürigen. Só que na França. Jogadoras de vôlei do Racing Cannes posaram também para um calendário. Mas sem pintura no corpo, e em fotos sensuais. É o sétimo ano que o time produz um ensaio com as jogadoras. Desta vez as escolhidas foram Nadia Centoni e Victoria Ravva. O calendário está à venda no site do clube (acesse aqui). (De O Globo) 

Não preciso repetir aqui os princípios do blog quanto às belas causas do esporte. As moças merecem todo o nosso apoio pela coragem de expor esse lado que nem sempre o vôlei revela. 

Exclusivo: Mazola esclarece situação com o Papão

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Por Cláudio Santos – especial para o blog

Bate-papo exclusivo, por telefone, feito com o técnico Mazola Junior nesta amanhã. Ele parecia com pressa, mas atendeu gentilmente. Busquei respostas sobre aspectos das negociações dele com o Paissandu. Esclareceu que pediu um contrato de um ano e que fez uma proposta alta (20% de aumento sobre o salário que recebia, em torno de R$ 50 mil), mas negou que tenha pedido R$ 100 mil. Afirmou que a multa por rescisão era de apenas um salário e meio. Criticou o fato de contratações já estarem sendo feitas sem seu aval. Provocado quanto a um possível convite para dirigir o Remo, repetiu o que já havia dito ao programa Bola na Torre: aceitaria treinar o Leão, desde que o presidente não seja Zeca Pirão.

Abaixo, a transcrição da conversa:

CS – Você queria contrato de 1 ano, ou seja, até 31/12/2015?

MJr.: Perfeito, o ano tem 12 meses… Logo o contrato deve ser até dezembro e não novembro, como foi este ano.

CS – Dizem que você pediu salários de RS 100 mil. Procede?

MJr.: Mentira. Fiz uma proposta alta, pra começar a conversa, após ter consultado alguns técnicos da série B. Veio a contraproposta do PSC: 20% de aumento sobre o que recebia (aproximadamente R$ 50 mil). Coloquei minha contraproposta: 40% de reajuste, pois precisava valorizar meu auxiliar técnico e o meu preparador físico.

CS – É verdade que você teria exigido, em caso de rescisão contratual, uma multa de R$ 400 mil?

MJr.: Nem metade disso. Multa seria de 1 salário e meio. Fiz isso pra não acontecer o que aconteceu este ano, quando tive que ir e voltar, e pelo fato de que coloquei que todas as contratações fossem feitas por mim. E eles já estavam fazendo por conta própria… Tem um jogador que fecharam que eu nunca vi jogar.

CS – Qual seria esse jogador? Rogerinho, Elanardo? 

MJr.: Não, Rogerinho eu conheço muito bem. Não vem ao caso citar o nome do jogador.

CS – Uma outra exigência sua, bastante questionada, foi o pedido de 1 apartamento por conta do clube… 

MJr.: Claro, isso é normal. Qualquer um profissional que vier pro PSC vai exigir isso… Este ano, só pra você saber, morei com meu preparador físico e meu auxiliar numa república.

CS – Dizem que você exigiu premiação por conquistas: Campeonato Paraense (por turnos), Copa Verde, Copa do Brasil (por fases) e Campeonato Brasileiro…

MJr.: Não foi bem assim, não… É isso, amigo, que me magoa muito (pausa)… Foi por conquistas e não turnos. Conquista do Parazão, campeão da Copa Verde, acesso à Série A… E, aí sim, até pela premiação que o clube recebe ser por fases da Copa do Brasil, mas nada que fosse um exagero.

CS – Uma de suas exigências foi fazer da Curuzu um centro de treinamento e jogar todas as partidas no Mangueirão?

MJr.: Não foi uma exigência, foi uma ideia. Pela dificuldade que é treinar no Kasa, pelo deslocamento. É muito complicado. Jogaríamos algumas partidas no Mangueirão.

CS – De tudo que você leu, ouviu e viu, após sua saída do PSC, o que mais lhe deixou magoado?

MJr. Uma machete em um jornal da cidade: “Mazola descartado pelo PSC”.

CS – Sempre digo que pra você vencer em Belém, seja como jogador, técnico, só se consegue isso se agradar aos 2 lados, Remo e PSC. Você treinaria o Remo?

MJr.: Tendo o Sr. Zeca Pirão como presidente, não… Com outro presidente, sim. Tenho um carinho enorme pelo torcedor do Remo, também. Iria, com muito prazer.

CS – Já teve proposta de outro clube?

MJr.: Não, cara, eu tinha tanta certeza que iria renovar com o PSC que não pensei nisso. Mas temos mercado e vou conseguir outro clube, certamente.

Minha opinião: Presidente Alberto Maia, mande um diretor de futebol ir pessoalmente negociar com Mazola. Isso não é feio, não…SP, Santos fazem isso, conversar com quem quer trabalhar de verdade pelo Paysandu. Ajude Mazola e ele ajudará o senhor a soerguer o clube. Continuo confiando na sua competência como presidente e sei que o senhor é uma pessoa do bem. Caso não queira mais o técnico, o que é um direito seu, mande publicar nota de agradecimento no site oficial por tudo que ele fez pelo clube. Aliás, como fazem as grandes agremiações. Combinaria mais com o PSC. Pensamos igual, pelo menos em uma coisa: queremos o bem de um dos maiores clubes do Brasil, O Paysandu Sport Clube. (Cláudio Santos) 

Nelson Motta, farol de uma geração

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Por Edyr Augusto Proença

Nelson Motta completa 70 anos de idade com livro, programa de tv e disco reunindo suas mais famosas músicas. Eu o conheço há muito tempo, mas nunca fomos entrevistados. É um dos faróis da minha geração. A primeira vez em que apareceu foi participando daqueles Festivais da Canção, na segunda metade dos anos 60. Parceiro de Dori Caymmi em “Cantador”, clássico da mpb na voz de Elis Regina. Estava em boa companhia, junto a outros jovens compositores que formaram a nata da nossa música. É um dos autores do tema do Fantástico, que até hoje é repetido, bem como do tema de fim de ano da Globo, que sempre ouvimos nestes dias.

No momento da Tropicália, tinha coluna em jornal onde escrevia sobre as novidades, traduzindo principalmente para mim, que morava e moro longe. Havia o programa do polêmico Flávio Cavalcanti e lá estava ele, jovial, sorridente, ponderado, para argumentar em favor das novidades. Se era música pop, lá estava ele na televisão, mostrando vídeos dos grupos estrangeiros. Amigo de todos, disse uma vez que seu segredo talvez fosse evitar criticar, falar mal de alguma obra. Quando não gostava, não escrevia, não dizia nada. Assim, foi levando a vida, de maneira cordial e cercado por amigos.

Namorou com Elis e está por trás de uma guinada fundamental em sua carreira que estava em um caminho bem conservador. O disco foi “Em pleno verão”, aquele que tem “Vou deitar e rolar”. A discotheque invadiu o mundo, lá estava ele, bolando promoções para o verão carioca. Uma casa de shows, pista de danças, no alto do Pão de Açucar. O nome era Dancing Days. Como garçonetes, cantoras buscando uma chance e que em determinado momento subiam ao palco para fazer show. O nome era Frenéticas, tudo combinado com Caetano Veloso que havia composto “Tigresa” para Sonia Braga, dizendo “frenetic dancing days”. Isso foi para a televisão, novela, Sonia, pista de danças. E então vieram os anos 80 e ele estava como diretor da Warner, revelando Titãs, Lulu Santos, Ira, Barão Vermelho e tantos outros.

8778Sem parar de compor, o parceiro foi Lulu e nem precisamos enumerar os hits, obtidos, também com Guilherme Arantes. Talvez tenha sido nessa década que enfim ganhou bom dinheiro, pois após embarcou para NY onde continuou produzindo artistas. E aí retorna ao Brasil, escreve em O Globo e Folha, romances de sucesso, biografias como a de Tim Maia e programa de rádio sempre mostrando os mais recentes artistas.

Se estava cansado? Começa a produzir e a escrever musicais, a nova febre nas casas de espetáculo do Rio de Janeiro e SP. E completa 70 anos vendo Tim no cinema, mais musicais, biografia, especial de televisão e um disco onde enumera sucessos com nova roupagem dada por figuras como Lenine, Maria Gadu, Marisa Monte e até a nossa Gaby Amarantos a quem coube, justamente, o hino das Frenéticas. Nunca mudou o sorriso, a cordialidade e acima de tudo, a tolerância. Eu o admiro por isso.

Nunca fomos apresentados. Gostaria de um dia conversar com ele. Concordo com praticamente tudo o que pensa. É um farol com luz ainda bem intensa, mostrando os novos caminhos. Tem a curiosidade com o novo que confesso, sempre tive. Foi um dos primeiros a apontar para o nosso “treme”, como algo a se ouvir. Olho para trás e percebo tudo o que me mostrou e gosto de tudo. Parabéns a Nelson Mota.

(Publicado em O Diário do Pará, Caderno TDB, Coluna EDYR, 05.12.14)

De volta à sala de aula

Por Gerson Nogueira

O futebol, como tudo na vida, permite que se aprenda permanentemente. Sempre achei estranho que técnicos digam que não há tempo para exercitar fundamentos com seus atletas, buscando corrigir vícios de origem que muitas vezes se perpetuam ao longo da carreira. O mesmo vale para os próprios treinadores, que deveriam se atualizar no contato direto com outras escolas de futebol. Dos técnicos em atividade, somente Tite tem demonstrado essa preocupação. Os demais parecem convictos de que já sabem tudo.

unnamed (7)Quanto aos jogadores, o raciocínio de que não há tempo para treinar fundamentos não encontra amparo na lógica. Por esse raciocínio, mestre Telê Santana não teria conseguido operar o milagre materializado na figura de Cafu. Daí a importância do anunciado projeto de Tite, que vai visitar e estagiar em clubes da Europa, a título de reciclagem.

O lateral-direito recordista de conquistas, campeão (e capitão) mundial em 2002, era um jogador medíocre, segundo suas próprias palavras. Não dominava fundamentos básicos, como o passe e o cruzamento. Aprendeu a passar e cruzar corretamente pelas mãos de Telê no São Paulo.

Já li relatos de companheiros de Cafu naquele time do Tricolor do Morumbi que atestam o empenho do treinador em ajudar um atleta de grande potencial físico e atlético, mas que tinha o rendimento prejudicado por falhas pontuais quanto a recursos técnicos.

Passar bem e rápido é uma qualidade fundamental para que qualquer atleta tenha êxito na carreira. Cruzar é o desdobramento desse fundamento, pois exige o domínio de força e precisão nos arremates. Cafu foi um aluno aplicado, basta observar o quanto evoluiu depois da passagem do velho mestre pelo São Paulo.

É claro que a insistência de Telê, notoriamente um técnico mal-humorado, não deve ter sido bem recebida pelo jovem lateral ali no começo da carreira. Boleiros costumam se achar meio artistas – e, às vezes, são –, circunstância que compromete a assimilação de ensinamentos, dependendo de quem repassa as lições.

Para sorte de Cafu e do futebol brasileiro, Telê já era um homem respeitado como conhecedor do ofício e cultor da boa técnica. Tivesse ele a mentalidade de alguns técnicos em atividade no Brasil hoje, Cafu certamente seguiria desfilando pelos campos os vícios não corrigidos.

Outro grande craque de sua geração, Ronaldo, sempre admitiu a dificuldade para o cabeceio. Por falta de orientação quando dava os primeiros passos no futebol, terminou prejudicado naquele que é um dos grandes fundamentos disponíveis para jogadores de área, ainda mais aqueles que têm a envergadura de Ronaldo. Com certeza, caso fosse bom cabeceador, teria marcado ainda mais gols em sua vitoriosa carreira.

Ao contrário do Fenômeno, o Rei Pelé sempre foi um exímio cabeceador, fazendo dezenas de gols graças à facilidade de impulsão e a precisão nas testadas. E é bom lembrar que Pelé se tornou futebolista quando as bolas tinham aquele bico por onde o ar era injetado no balão interno.

Em entrevista antiga, o Atleta do Século comentou que seu maior medo era justamente ferir a testa naquela saliência metálica. Por isso, desenvolveu a técnica de cabecear com os olhos bem abertos, o que lhe rendia uma vantagem extra na hora de deslocar a bola do alcance dos goleiros.

São essas lições, pequenas, mas de valor incalculável, que fazem a diferença entre os bons e os fora-de-série. Dentro e fora de campo. Técnicos, como jogadores, não nascem prontos. Precisam aprender mais e mais, até para que possam ensinar também.

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Aberta a temporada das especulações

Sem bola rolando, as torcidas de Leão e Papão se entregam ao exercício de projetar o time dos sonhos para 2015. Mas, apesar do prazer que os boatos despertam, alguns esbarrões na dura realidade se fazem necessários. Na Curuzu, onde a prioridade máxima é a disputa da Série B, o ano começou de verdade quando o técnico Mazola Junior não aceitou a proposta para continuar no clube.

A necessidade de contratar um novo técnico (Ricardinho? Flávio Araújo? Sidney Moraes?) mobiliza os esforços dos dirigentes, que não perdem de vista a busca de reforços para o elenco. Por enquanto, o clube contabiliza mais perdas do que ganhos. Charles, titular absoluto da defesa, optou pelo Ceará. Se o setor já era alvo de preocupações, a partir de agora é motivo de aflição.

Para o meio-de-campo, que perdeu Zé Antonio e Capanema, a diretoria se movimenta para ter Jonathan e Elanardo (ex-Icasa), jogadores que significariam até um incremento em qualidade. Jonathan estaria acertado, esperando apenas a hora do anúncio oficial.

No setor de criação, Rogerinho voltou a ser alvo de especulações e há negociação em andamento com outro meia. No ataque, João Carlos (Macaé) continua nos planos, mas ficou mais difícil. Ruan, que estava confirmado, pode sair.

Nada de tão anormal assim, apesar da pressão que o torcedor faz por novos nomes. A questão é que os dirigentes é que têm a exata medida do que podem ou não fazer, na medida em que o orçamento do clube para a próxima temporada não pode ser comprometido antes de o ano novo começar.

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À espera da decisão nas urnas

No Remo, cuja diretoria exerce mandato-tampão, os problemas são mais sérios. A começar pelo fato de que não é possível firmar contrato com ninguém antes da eleição do próximo dia 13. Sondagens são feitas junto a treinadores, mas tudo depende do resultado das urnas.

Por enquanto, há o confirmado interesse por PC Gusmão, técnico que tem se especializado em dirigir clubes do Nordeste. PC se localiza numa faixa salarial acima dos padrões regionais. Sua contratação significaria um projeto de maior envergadura do clube para a disputa do Parazão, Copa Verde e, possivelmente, Série D.

Quanto a elenco, o atual presidente, Zeca Pirão, acredita em contratações pontuais de impacto e a manutenção de muitos remanescentes da Série D 2014. Em resumo, nada muito diferente do que foi feito este ano, cujo saldo não foi dos mais satisfatórios.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta sexta-feira, 05)

Histórias do mundo da bola

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O encontro histórico entre duas gerações de boleiros. O jovem Cristiano Ronaldo cumprimenta o veterano Zinedine Zidane na semifinal da Copa do Mundo de 2006, entre França e Portugal. CR7 já era aclamado como grande revelação e Zidane era astro consagrado. A França passou por Portugal (treinado por Felipão) e foi decidir o título com a Itália, perdendo nos penais.