Mês: dezembro 2014
Guardiola queria Neymar, mas Bayern preferiu Götze
Por Bruno Secco, do Bayern a Secco
Talvez você não saiba, mas Neymar, principal jogador brasileiro na atualidade e que hoje brilha no Barcelona, já teve grandes chances de atuar no Bayern. Se dependesse de Pep Guardiola, hoje ele seria um bávaro. Esta é uma história que, na época, pegou fogo nos bastidores do Gigante da Baviera, mas que poucos sabem.
Perto do final do ano de 2012, quando Karl-Heinz Rummenigge e Uli Hoeness, então presidente de nosso clube, já tinham ciência de que Jupp Heynckes, nosso então treinador, pensava em se aposentar, ambos começaram a estudar os perfis daqueles que poderiam assumir o seu lugar, e chegaram à conclusão de que Pep era o cara para a vaga.
Começaram-se os contatos e, em janeiro de 2013, Rummenigge viajou à Nova York, onde Pep passava seu ano sabático com a família, para finalizar o acordo. Àquela época, ambas as partes já sabiam que a negociação terminaria com um final feliz, tanto que Guardiola já aprendia alemão por algumas semanas.
Na última viagem de Rummenigge a NY (muitos cravam que foi em 13/1/2013), um dos primeiros pedidos de Guardiola ao nosso CEO foi a contratação de Neymar. Guardiola queria contar com o jogador quando ainda era técnico do Barcelona, mas, por não sentir mais que poderia motivar seu elenco a vencer e por sentir que seu ciclo naquele clube havia acabado, não realizou seu desejo – realizaria se permanecesse no Barcelona, já que desde o final de 2011 existia uma “garantia” (não digo “pré-contrato” pois é um termo ilegal aos olhos da FIFA) de que Neymar iria do Santos para o Barcelona.
Desde o anúncio oficial da contratação de Guardiola, em 16 de janeiro de 2013, o nome de Neymar começou a ser veiculado ao Bayern, com mais intensidade quando ficou confirmado que ele iria rescindir com o Santos. Sem saber daquela “garantia” do Santos ao Barcelona – que veio à tona como um escândalo -, muitos cravavam que a joia do futebol brasileiro iria para o nosso clube.
Vicente Cascione, um dos mais conceituados advogados brasileiros, ex-deputado federal por São Paulo (dois mandatos) e ex-presidente do Conselho Deliberativo do Santos (de 1981 a 1982), dava como certa a negociação. Em 12 de maio de 2013, 13 dias antes da final da Champions League (onde nos sagraríamos pentacampeões), o advogado publicou uma nota no seu site confirmando a suposta contratação.
“Revelo esta notícia em primeira mão para vocês. Já está fechado. Neymar já está contratado pelo Bayern de Munique. Não estou especulando, a informação é indesmentível. A partir de agosto deste ano, o jogador fará parte do elenco do clube. Portanto, o seu destino, como muitos noticiavam, não será a Espanha. Nem Barcelona. Nem Real Madrid. Ele vai para a Alemanha. Quem duvidar aguarde para conferir.”
Embora muitos dessem Neymar como certo no Gigante, pouquíssimos sabiam que a negociação já havia melado desde quando Guardiola havia solicitado a contratação de Neymar. Pouquíssimos mesmo, nem pessoas de dentro do Bayern já tinham essa confirmação. Era assunto somente entre o então futuro treinador e a alta cúpula do clube.
Ao pedir Neymar, Guardiola recebeu uma resposta negativa. Não pelo fato de o jovem não atender às expectativas do clube, muito pelo contrário, seria um grande reforço. Mas o fato de ele ser brasileiro prejudicou (pra não dizer “acabou”) com quaisquer chances de conversas.
Calma, o Bayern não é um clube xenófobo. Alguns brasileiros já fizeram sucesso na Baviera, como Zé Roberto, Paulo Sérgio e o grande Giovane Élber. Porém, uma experiência extremamente negativa com Breno, em 2011 (quando ele colocou fogo na sua casa), fez o Bayern acabar com qualquer especulação envolvendo contratações de brasileiros que joguem aqui. Perceba que, desde os problemas com Breno, o Bayern jamais contratou um brasileiro diretamente do Brasil. A ordem, caso queira contratar jogadores daqui, é que antes eles já tenham uma experiência na Alemanha – casos de Rafinha, Luiz Gustavo e Dante.
Não podendo mais contar com Neymar, Guardiola quis um jogador que possuísse as mesmas características do brasileiro: jovem, inteligente, versátil, com bom toque de bola e chute. E, claro, que estivesse habituado à Alemanha. Foi aí que surgiu o nome de Mario Götze.
Pep estava tão obcecado em contar com um atleta que atendesse a estas características citadas acima que o Bayern, sem pestanejar, pagou a alta multa rescisória de nosso camisa 19 junto ao Borussia Dortmund, que era de 37 milhões de euros (cerca de R$ 110 milhões), se tornando assim a primeira contratação da “Era Guardiola“. Ambos começaram a trabalhar juntos desde julho de 2013 e, pouco mais de um ano depois, conquistaram juntos seis títulos.
É claro que, se o Bayern quisesse investir na contratação de Neymar, provavelmente esbarraria naquela “garantia” do jogador feita pelo Santos ao Barcelona, mas, no final das contas, deixou estar. O que ficou é a seguinte pergunta: será que, caso o Bayern fosse pra cima e Neymar hipoteticamente estivesse “descomprometido”, ele daria certo jogando conosco? Só não digo que esta é uma pergunta que ficará “para sempre sem resposta”, pois Neymar ainda tem mais uns 15 anos de carreira. Mas, por hora, ela fica no ar.
Filho de peixe…
Theo Zidane desponta como legítimo herdeiro futebolístico de seu pai Zinedine Zidane. O garoto, de 12 anos, ganhou neste fim de semana a Chuteira de Ouro de um torneio sub-13 que disputou pelo Real Madri. Theo, que joga como meia-atacante, marcou 24 gols em 32 jogos disputados pelo Real na temporada.
Manaus vai reunir a crônica esportiva internacional
Na última semana de março do próximo ano, de 23 a 27, Manaus será sede de dois eventos da imprensa esportiva: os Jogos desportivos de jornalistas esportivos do continente americano e o Congresso da AIPS (Associação Internacional de Imprensa Esportiva) América. Na ocasião, serão premiados alguns destaques do esporte do continente Americano. Segundo o presidente da Associação de Cronistas e Locutores do Amazonas (Aclea), Eduardo Monteiro de Paula, entre as personalidades que estarão em Manaus está o técnico da Argentina, Tata Martino (foto). Ele receberá o prêmio de melhor seleção, pela campanha dos hermanos na Copa do Mundo (vice-campeão).
Além dele, estará em Manaus a colombiana Caterine Ibarguen, que foi premiada pela medalha de ouro conquistada nos Jogos Centro-americanos e do Caribe na modalidade do salto triplo. Já o compatriota dela, James Rodriguez, que foi escolhido como melhor atleta no masculino, não virá a Manaus. Ele receberá premiação, de acordo com Eduardo Monteiro de Paula, nos jogos internos dos jornalistas da Colômbia, de 4 a 6 de março, em Cali, em seu país.
Outro prêmio que será entregue em Manaus será para o Brasil como melhor centro de imprensa até hoje montado para uma Copa do Mundo. Quem representará o país será o cronista Carlos Castilho, jornalista e comentarista da Rádio Clube do Pará. O presidente da Aclea explicou ainda que as cerimônias serão realizadas no Hotel Tropical, na Zona Oeste de Manaus e que os jogos serão realizados no Clube do Trabalhador (Sesi), na Zona Leste de Manaus. Durante o evento, terão disputas de futsal, sinuca, boliche, xadrez, tênis de mesa e atletismo. (Do Futebol do Norte)
Mundo maravilhoso
Capricho de rei
Por Lúcio Flávio Pinto
O Pará, com oito milhões de habitantes, tem um milhão a mais do que o Maranhão, com seus sete milhões em números redondos. No entanto, o Maranhão possui 30 mil unidades consumidoras de energia a mais do que o Pará. Pelos dados da Aneel, a agência federal de energia elétrica, as UCs atendidas pela Cemar somam exatamente 2.278.898. Já as da Celpa são 2.148.720.
A discrepância, que não é nada misteriosa, pode ser resolvida agora. Tanto a Celpa (com 100% das ações) quanto a Cemar (com 65%) são controladas agora pela Equatorial Energia, empresa com ativo de 15 bilhões de reais e que tem entre os seus acionistas o Burger King, Unidas, PDG. Le Biscuit, Inbrands e outros sócios.
Tanto a Cemar quanto a Celpa estavam em situação de insolvência quando a Equatorial as assumiu. A concessionária maranhense já passou a vizinha do Pará em todos os índices, da qualidade dos serviços à redução de perdas e de inadimplência, faturamento e rentabilidade. O desafio, agora, é a Celpa.
Pelos números comparativos dos dois Estados, dá para constatar que se a Celpa se tornou a pior empresa do setor elétrico brasileiro, chegou a essa situação por péssima gestão e má supervisão pelo governo. Depois de passar pela recuperação judicial durante dois anos, sob o peso de uma dívida de 3,8 bilhões de reais, agora só lhe resta falir de vez e perder a concessão. Ao governo, a intervenção e novo leilão atrás de algum grupo interessado, em reprise negativa.
O momento é delicado. Precisa da atenção e da ação do novo concessionário, da população e das autoridades. Já seria uma tarefa ingrata por si não fora a campanha perniciosa do grupo Liberal, desencadeada por capricho e interesses pessoais contrariados do principal executivo do grupo Liberal, Romulo Maiorana Júnior.
Uma fonte ligada à Celpa disse que será mantida a cobrança do débito da corporação, que protege 150 unidades consumidoras, inclusive muitas residências particulares de alta demanda de energia (como a mansão de Júnior no conjunto residencial de luxo Lago Azul). Os devedores terão que quitar o passado e assumir a conta mensal de energia, que o executivo das Organizações Romulo Maiorana quer transformar integralmente em permuta de publicidade para os seus veículos de comunicação.
Se sua vontade for atendida, a Celpa, que tem orçamento de R$ 3 milhões de publicidade para este ano, teria que programar, só para o grupo Liberal, R$ 8 milhões. Além de bonificar o calote, dando péssimo exemplo para os consumidores sem privilégio, é um absurdo diante da carência de recursos da empresa para suas despesas prioritárias.
Se for obrigada a atender a veleidade de Romulo Maiorana Jr., a Celpa poderá até desistir da concessão, caso sofra pressões mais fortes do que as atuais. É nisso que o cidadão precisa pensar quando se submete à campanha voluntariosa comandada por quem se julga o rei do Pará.
E a Veja finalmente acerta uma
Bonner: “Artista na arte de manipular e omitir fatos”
Explicando definitivamente – tenho 63 anos, 50 de militância política e 46 de jornalismo. O prêmio com o nome de papai foi instituído em 2002, ano em que morreu, e parecia uma homenagem bacana à memória dele. Nada grandioso, nem um pouco espetacular, apenas um prêmio corriqueiro de uma emissora de TV (onde ele trabalhou muitos anos) e destinado a homenagear artistas, principalmente atores.
Nada especial, mas que poderia manter a sua lembrança viva. Bacana. Nunca nos consultaram sobre isso, mas confesso que fiquei profundamente emocionada quando, passados sete meses da morte de papai, foi anunciado o prêmio, com um belo clipping sobre a trajetória dele e dedicado à grande atriz e pessoa de Laura Cardoso.
Durante todos esses anos, o prêmio se manteve em um patamar honesto, com homenagens a diferentes artistas. Ainda que não concordasse com um ou outro, nenhum ofendia a memória de papai; nem na escolha e nem na cerimônia, é importantíssimo registrar.
Mas, desta vez, foi tudo diferente, foi tudo armado e instrumentalizado (como quer o bonner) para fazer da premiação um ato político, de defesa das orientações facciosas da globo e de seu principal (embora decadente) telejornal. Foi uma pretensa maneira de usar o prêmio para abafar as críticas que a partidarização do JN e de seu editor/apresentador vêm recebendo.
Em tudo o prêmio fugiu aos seus propósitos originais. A começar, o Bonner não é um artista, a não ser na arte de manipular e omitir os fatos. O evento virou um circo de elogios instrumentalizados. Enaltecer a “imparcialidade” com que ele e sua parceira conduziram as entrevistas com os presidenciáveis é esquecer que ele não deu espaço para uma só resposta de Dilma Rousseff; é esquecer que ele e sua parceira ocuparam mais da metade do tempo estipulado para a entrevista com a presidenta. É esquecer que esse tratamento não foi dedicado a qualquer outro entrevistado. É esquecer que, mesmo no auge das denúncias sobre os escândalos dos aeroportos de Cláudio e Montezuma, o sr. Aécio não foi pressionado nem um terço do que foi Dilma Rousseff para explicar os flagrantes delitos dos empreendimentos. É esquecer que, mesmo frente às denúncias da ilegalidade do jato de Eduardo Campos, a sra. Marina não teve qualquer questionamento contundente (e viajava, sim, no jato). Isso para não falar de mil e outros atos de atentado à informação praticados no JN, como bem foi demonstrado pelo laboratório da UERJ.
E não parou aí. Ouvir o bonner criticar as redes sociais revirou o meu estômago. Ouvir o bonner chamar os que o criticam, e à Globo, de robôs instrumentalizados é inqualificável. É um atentado à democracia.
Tudo demonstra que o prêmio, criado talvez até por força de uma admiração por meu pai, foi usado este ano politicamente, para proteger com a respeitabilidade e memória de Mário Lago o que não tem respeito, nem nunca terá.
Se a intenção foi política, politicamente me manifestei.
Não poderia ouvir calada todas essas imensas ofensas à memória de meu pai. Mário Lago era um homem político, e assim se manifestava e comportava cotidianamente. Não aceitaria, jamais, ser manipulado por excrecências como essa. Vi meu pai recusar propagandas bem remuneradas por discordar politicamente delas. Sempre trabalhou e ganhou o seu salário com a maior decência.
Por sua postura, mereceu a admiração e o respeito até de homens como Roberto Marinho. No final dos anos 60, o Exército informou à Globo que queria papai como apresentador das Olimpíadas do Exército.
Seria uma maneira de humilhá-lo, de jogar no lixo a sua biografia. Roberto Marinho recusou o pedido, justificando da seguinte forma: “se o Mário recusar, terei que demiti-lo; se o Mário aceitar, perderei o respeito por ele”. Meio século depois, a Globo tentou jogar no lixo a biografia do meu pai. A isso digo não e me manifesto publicamente sobre a imensa farsa montada nesta premiação ao jornalismo mais instrumentalizado e faccioso deste país.
A sentença eterna
Capa do DIÁRIO, edição de domingo, 28
O poderoso irmão de Pep Guardiola
Ele aparece pouco. Não ostenta nem busca o reconhecimento como outros de sua área, mas Pere Guardiola é considerado um dos empresários mais influentes do futebol mundial no momento. E o sobrenome não é coincidência: Pere é irmão de Pep, o mais famoso da família e hoje à frente do Bayern de Munique.
Pere Guardiola trabalha com alguns jogadores conhecidos, mas seu principal cliente é Luis Suárez. Sua participação foi fundamental para a milionária transferência do uruguaio para o Barcelona. Diretores do Liverpool já mostraram mágoa com Pere, e boa parte porque o espanhol costurou toda a transação para o time azul-grená.
O Barcelona tem ótima relação com Pere desde os tempos em que Pep Guardiola era do clube. E depois do escândalo criado com a compra de Neymar, a diretoria catalã contou com a confiança em Pere para evitar boatos sobre comissões e mais detalhes do pagamento de mais de R$ 240 milhões.
Durante a fase de especulações na mídia europeia devido à mordida de Suárez na Copa do Mundo, Barcelona e o staff de Suárez adotaram uma postura discreta, sem grande exposição na mídia. Dias depois, o acordo estava selado.
Mas a relação próxima com o irmão também já gerou questionamentos sobre Pere. Um deles foi quando o Bayern de Munique contratou Thiago Alcântara por cerca de R$ 70 milhões, em negócio que contou com a participação de Pere. O meia começou bem no time alemão, mas passou a sofrer com uma sequência de lesões.
Segundo o The Guardian, Pere também é muito presente nos negócios envolvendo a base do Barcelona, na compra ou venda de garotos. Mas ele intermedeia transações mesmo quando o time espanhol não está diretamente ligado, como aconteceu na ida de Brahim Abdelkader Diaz, de 14 anos e apelidado de “novo Messi”, para o Manchester City.
Na Espanha, o Mundo Deportivo publicou que Pep Guardiola sempre quis Luis Suárez no Barcelona, mas evitou o negócio justamente para não gerar desgaste devido à presença de Pere como agente do uruguaio. Agora, contudo, o técnico do Bayern conta com a ajuda do irmão e seus contatos no futebol para tentar facilitar a contratação de Raheem Sterling, do Liverpool. De futebol a família Guardiola entende. E ganha muito com isso. (Do UOL)
Saiba quem é o “salvador” dos clubes do Rio
Do UOL
Os investidores do futebol brasileiro vivem momento de desconfiança, mas há quem ande na contramão em meio à queda de valores de patrocínio e à revisão dos altos salários pagos a jogadores e treinadores. Uma exceção é Neville Proa, dono da empresa de bebidas Viton 44. O empreendedor aproveita as dúvidas dos concorrentes para abrir parceria com os quatro grandes clubes do Rio de Janeiro. O empresário “salva” o futebol carioca com injeção de R$ 50 milhões, no total, em patrocínio para a temporada 2015.
Além de Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco, Neville Proa também aposta em retorno de marketing ao se unir com o Maracanã. São mais R$ 4 milhões para expor sua marca no estádio e fazer seus produtos ganharem ainda mais espaço no Rio de Janeiro.
“Toda grana que eu coloco volta a mais. O investimento dá um grande retorno. Se não tivesse isso, não colocaria um centavo lá. Eu não sou maluco de rasgar dinheiro. O futebol foi minha grande descoberta para alavancar a empresa. Eu tinha um grande produto e precisava de uma fantástica divulgação. Em termos de marketing, foi muito bom. Consegui”, exaltou o dono da Viton 44, Neville Proa.
O Botafogo abriu as portas para a empresa no futebol carioca em 2011. Com uma verba de R$ 6 milhões pela omoplata – ombro – da camisa, a Viton 44 deu o primeiro passo neste modelo de negócio. Três anos depois, Neville Proa aumentou em 800% a quantia investida no esporte. No início, o patrocínio da empresa era motivo de piada por parte dos rivais, que hoje se beneficiam do acordo.
O UOL Esporte apurou que o novo acordo com o Botafogo ainda não está assinado, pois o empresário espera documentação que comprove a liberação da conta do Botafogo, na qual o empresário deseja efetuar pagamentos de forma direta.
Os dirigentes alvinegros, porém, já conseguiram convencer o empresário em manter o acordo, que acontece desde 2011. Neville Proa cogitava acabar com a ligação por causa dos problemas financeiros do Botafogo nesta temporada. Durante boa parte do ano, o empresário pagou as cotas do patrocínio em juízo e até recebeu visitas de um oficial de justiça que desejava conhecer as fontes de receita alvinegras.
Em contato com a reportagem, Neville Proa adiantou que o negócio ainda não está fechado justamente pelas problemas jurídicos do clube. Caso a assinatura do negócio seja sacramentada, a empresa será patrocinadora master do Botafogo, com a marca sendo exibida no local mais valorizado o uniforme – na frente da camisa.









