Real supera tudo, até a catimba argentina

 

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José Sámano, El País

Nem uma equipe malandra consegue parar o Real Madrid, coroado rei do universo em Marrakech, onde a Fifa colocou esse maquiado Mundial de Clubes, que nada mais é do que a Copa Intercontinental que sempre existiu, entre as melhores equipes da Europa e da América do Sul, com alguns outros coadjuvantes.

San Lorenzo de Almagro, o campeão da Libertadores, quis a glória da equipe modesta no improviso com uma partida azeda, com muitas plantas venenosas e pregos. Deu no mesmo.

Sergio Ramos, imperial nesse ciclo europeu, encerrou uma trajetória célebre: triturou o Bayern de Munique na semifinal da Liga dos Campeões, marcou contra o Atlético de Madrid na final, empinou o Real contra o Cruz Azul e foi o alívio do time contra o San Lorenzo, na reunião mundial no inverno do Marrocos. Ano da Décima, ano de Ramos, esse titã andaluz que se distingue em Chamartín como clone de Pirri, Stielike ou Fernando Hierro.

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