10 comentários em “Enquanto isso, aqui no Pará…

  1. Parece frase de judeu. Não vou votar no Jatene, mas vou escrever uma frase que o Lula gostava muito e que a Dilma também ama: deixa o homem (ela) trabalhar!

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  2. Toda pessoa que pede algo, sempre tenta justificar pra que é, mesmo que não indagado.

    Nessa conversa, a dona Izabela faz isso, pede, e meio que acanhada, solta bem baixinho, “é pro Própaz”, mesmo sem o outro cidadão demonstrar qualquer contrariedade com o pedido.

    E ao que parece não era, e se foi, não foi todo pra lá, e para os mais entendidos, ela não tinha permissão pra essa consulta.

    Mas…como ela é filha do governador, quem vai dizer não?

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  3. Gerson
    na verdade, independente da questão politica a izabela Jatene, no mínimo praticou o chamado crime de trafico de influência, previsto no artigo 332, do código Penal brasileiro.

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    1. Pois é, amigo. A situação é bastante clara e só foi descoberta – o que é raríssimo – por puro acaso, graças a um grampo da Polícia para investigar um outro caso.

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  4. a dúvida que fica é: porque essas coisas só surgem justamente no período eleitoral, com um quadro bastante acirrado?

    Gosto no geral do Diário e costumo comprá-lo em alguns domingos pelo conteúdo e tal, mas em período eleitoral eu paro de comprar porque ele vira um panfleto político, principalmente quando um membro da família está concorrendo às eleições…

    Todo mundo sabe que a tal da imparcialidade no jornalismo é uma grande utopia que não existe, mas o caso do Pará, extrapola todos os limites do bom senso…

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