É lindo o amor…

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Marco Polo Del Nero, presidente eleito da CBF (assume o cargo em abril de 2015), viajou para os Estados Unidos para acompanhar a delegação da Seleção Brasileira nos amistosos contra Colômbia e Equador. Katherine Fontenele, modelo e apresentadora, de 23 anos, apontada como seu affair, esteve ao seu lado durante a viagem. Segundo informações do jornal O Dia, o namoro de Del Nero com Katherine já é de conhecimento dos funcionários da Federação Paulista de Futebol, apesar da larga diferença de idade (50 anos). Katherine capricha nas demonstrações de carinho, postando até foto no Facebook com a legenda “Amor incondicional”.

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Veja aqui os times de cada candidato

Do Blog Pombo sem Asa

A corrida presidencial está a todo vapor. Aproveitando a pegada eleitoral, o blog apresenta hoje mais um post da série que pretende revelar os times de pessoas conhecidas. Já mostramos os clubes de coração de prefeitos, governadores e ministros do Superior Tribunal Federal. A bola da vez está com os candidatos à presidência do Brasil. Com arte de Igor Rodrigues e colaboração de Irineu Tamanini, João Villaverde, Shin Oliva SuzukiLucas Rizzatti, segue abaixo o time de cada um dos 11 postulantes ao cargo mais importante do país.

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Lavagem de roupa suja no São Paulo

Eleito presidente do São Paulo em abril deste ano, Carlos Miguel Aidar detonou a gestão de seu antecessor, Juvenal Juvêncio, aliado político e quem o escolheu a dedo para sucedê-lo no comando do clube.

Em entrevista a “Folha de S. Paulo”, publicada na edição desta quarta-feira, o dirigente de 68 anos relatou, entre outras coisas, ter encontrado a agremiação “muito acostumada a benesses… com R$ 109 milhões de dívida bancária… e jeito de gerir muito ultrapassado”.

O jornal afirma que procurou Juvenal Juvêncio, que segundo Aidar pagava bicho “em dinheiro, no vestiário e com saquinho de pão”, para comentar as declarações de Aidar, mas que o mesmo não atendeu às ligações.

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Gestão 

“Quando era candidato, via o estilo om o qual o São Paulo era gerido. Me levava a uma preocupação: de gestão centralizada, não participativa, sem modelo de mecanismos de controle. Pedi o organograma de controle, não tem. Me deixou bastante aflito.

Encontrei o São Paulo muito pior do que imaginava, acostumado a benesses, com pessoas acostumadas a vantagens. Era comum ver diretor andando pelo clube com pacote de ingressos na mão para show, para jogo, distribuindo para sócios.

Viagens para diretores, conselheiros, passagens, hospedagens. Eu vendi 20 carros. Serviam pra quê? Para buscar pessoas. Diretor com carro e motorista por conta do clube… Meu carro está aí na porta, eu dirijo. O São Paulo parou no tempo.”

Dívida 

“Peguei o São Paulo [em abril] com R$ 109 milhões de dívida bancária. Em julho, tenho R$ 131 milhões de dívida. Aumentei R$ 22 milhões da dívida, que é a contratação do Kardec e imposto sobre ela. Vou compensar agora. Vou receber 5,4 milhões de euros (R$ 16 milhões) pelas vendas de Douglas [para o Barcelona] e Lucas Evangelista [para a Udinese].

O São Paulo é um clube viável? É! Mas gastou mais do que podia. Eu estou fazendo milagre. Pago R$ 2,3 milhões por mês de juros bancários… Até o fim do ano que vem, eu equilibro as finanças do São Paulo. Mas disputando título, porque eu não posso vender o time e brigar para não cair.”

Atrasos
“Salário, eu não atrasei nenhum. Eu tive um problema de imagem com o Pato. Atrasou alguns dias. Eu tenho uma programação de bicho de 10 de agosto a 7 de setembro [premiação pelos jogos entre essas datas ainda não foram pagas]. Vai ser pago na quarta-feira [hoje, dia 10]. É um atraso que para nós é normal, é fluxo, nunca pagamos bicho no dia seguinte.”

‘Saquinho de pão’
“Pagar bicho em dinheiro, no vestiário, em saqunho de pão? Ach que não dá mais. Dirigir o clube em duas, três pessoas… O jeito de ele [Juvenal Juvêncio] gerir é ultrapassado.”

Quem é?
“Estou esperando um relatório da Fundação Getúlio Vargas para fazer uma auditoria de contratos. Porque eu não posso ser surprendido com compromissos que não são conhecidos. Por exemplo, eu descobri, depois que vendi o Lucas Evangelista, que um empresário terá direito a 10% da venda porque ele prestou serviços de avaliação ae intermediação para o Lucas, formado na nossa base.”

Duas demissões e contando
“Duas demissões, por enquanto. Duas da área de comunicação. O clube está sendo tocado com 950 empregados. O diagnóstico do Instituto Áquila [contratado para avaliar o desempenho do clube e propor um modelo de gestão] diz que o que esses 950 fazem, 95 podem fazer. Por quê? São acomodados, despreparados, não compromissados. Não vou [cortar 90%]. Não adianta cortar e o cara não estar preparado para fazer a dele.”

Prazo para Juvenal na base
“A base deveria produzir mais jogadores. A base meio que se isolou do São Paulo, como se fosse um clube separado. O Juvenal [atual diretor da base] tem que se entrosar mais com a gestão atual porque a base é o futuro do São Paulo. Não dá para contratar um Alan Kardec por semestre.

Quando assumi, tinha 320 meninos na base. Cortei para 240. E vai ficar entre 150, 160. Não dá para avaliar 150 moleques todo dia. Estou dando um tempo maior para ele [Juvenal]. Vou [dar um tempo] até o limite do possível. Não dá para contemporizar numa gestão profissional.”

Reforma do Morumbi
“Vou pôr essa reforma de pé. Entra a hipótese de erguer o campo, não do rebaixamento. Levanta o campo e aproxima a arquibancada. Faço a cobertura diferente, vou cobrir até a pista. Fazer a arena multiuso, dois ou três prédos de estacionamento e um hotel.” (Da ESPN/Uol)