Sininho, psicopatas e um Brasil com febre

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Por Walter Falceta

De repente, por conta de intrigas amorosas e ciúmes infantis, desmoronou o castelo de ficções revolucionárias de Sininho, Game Over e Cia. Os depoimentos exibidos em rede nacional são estarrecedores.

Primeiramente, o que chama a atenção é a absoluta ignorância dos “ativistas” acerca dos rudimentos da teoria política. É assustador, por exemplo, como foram capazes de deturpar conceitos claros da luta libertária.

Em segundo lugar, faz pasmar a soberba e a arrogância dos membros, flagradas em suas comunicações telefônicas. Ali, nada há de anarquismo solidário ou de insurgência socialista. Sobra, entretanto, doutrinação de viés religioso, manipulação teatral e um autoritarismo que lembra condutas dos antigos inspetores de alunos.

Por fim, há um traço de maldade vingativa no projeto destrutivo, imaginado como peça de propaganda política. O plano de detonar explosivos nas proximidades do Maracanã, pouco antes do jogo final da Copa do Mundo, exibe o perfil de psicopatas que não merecem o convívio social.

Desde junho de 2013, o Brasil experimenta a contaminação. Está febril. Investimentos se reduziram, empreendedores perderam a confiança e a direita oportunista alvoroçou-se, multiplicando ataques contra as políticas sociais inclusivas.

Se buscamos uma terapia, o problema reside na restrição do foco. Há mais gente ruim, destrutiva e inimiga das causas populares em outros bolsões da sedição. Em São Paulo, na Praça Roosevelt, por exemplo, abundam esses traidores da causa da esquerda, convertidos em parceiros de ocasião do golpe midiático.

Fingem que não têm responsabilidade pelo levante coxinha e pelos funestos efeitos da nova onda reacionária. MPL, Midia Ninja, Fora do Eixo, MTST, PSOL, PSTU, entre outras falanges, chegou a hora de vocês executarem a depuração.

A suspeita é: depois disso, quem sobra?!

6 comentários em “Sininho, psicopatas e um Brasil com febre

  1. É, os citados na postagem são os deletérios, nao há dúvida. Foram momentaneamente contidos pelo governo. Alguns pela policia e pela justiça, como a Sininho e sua troupe. Outros pelas concessões governamentais, como o MTST.

    Mas, é preciso lembrar que as manifestações, deslanchadas a partir de junho do ano passado, foram feitas por pessoas e objetivos que quantitativa e qualitativamente se hospedam para muito além do vandalismo, da depredação, da psicopatia e quejandos. Tanto é verdade que a DR admitiu isso em rede nacional e prometeu buscar reverter ou ao menos minimizar os muitos problemas causados pela ausência estatal. Aliás, foram depois daquelas manifestações que se instaurou o clima que foi aproveitado para viabilizar o Mais Médicos como uma medida minizadora na área da saúde.

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  2. Sim! O programa Mais Medicos, foi *VIABILIZADO depois.
    *a caixa alta é só para destacar o que eu disse no comentário anterior, não é grito.

    Antes havia apenas a intenção já articulada em planejamentos e providências mais ou menos sigilosas para trazer os médicos cubanos para o Brasil, mas que não encontrara ainda a OPORTUNIDADE de se viabilizar, de emplacar, de sair do papel, eis que encontrara resistência, inclusive na base aliada congresso.

    Posso estar enganado, mas a bandeira que havia na seara da saúde era genérica pela elevação do padrão de prestação do serviço a um padrão com o mínimo de dignidade. Não era pelo Mais Medicos especificamente que era um programa que muita gente, da mídia CB, inclusive, sequer sabia que estava sendo gestado já há muito tempo. O Mais Médicos é um programa partidário, e partidos, todos eles, eram non gratos nas manifestações, pelo menos na manifestação da qual participei, e das várias que assisti in loco e pela televisão.

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  3. Interessante pensar (não to querendo dizer que defendo ato terroristas amigos. É apenas uma reflexão simplória), se o planejamento fosse em uma ditadura estaríamos falando de revolucionários. Como o evento foi planejado em uma democracia estamos falando de psicopatas.

    Para mim o mais importante é tentar responder e discutir a seguinte indagação:

    Por que estamos chegando a este ponto? Será que este grupo é o único que pensa desta maneira? Por que será que milhões foram as ruas ano passado? Seriam todos coxinhas? O problema é apenas com Dilma ou estende-se a todo e qualquer político de carreira?

    Eu não tenho as respostas…

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  4. Caro Walter Falceta,seu comentario é analogo a estória(com e, mesmo) da vaca holandesa: “após ser ordenhada com todo carinho,zelo e orgulho por seu fazendeiro,entregando-lhe de suas belissimas e robustas tetas 20,30 litros de leite,esta mesma,da um coice no balde,desajeitadamente!…e lá se vai por terra toda aquela fartura e alegria lactea,da produção do dia”.
    Ao classificar e nivelar de falanges,partidos marxistas,revolucionários e classistas como PSTU,PSOL,e movimentos sociais históricos(recentes) como o MTST,acabas te nivelando por baixo, e pior que o(s) próprio(s) personagem(ns) de teu texto.E revelas teu completo desconhecimento do marxismo e da causa dos trabalhadores e do povo, internacionalmente;e deixas expor ainda tua “orientação ideológica” de centro direita,ou como conceituas,de “coxinha”.
    Lamentável e patética sua posição,tanto como cidadão civil e/ou profissional (se acaso exerces o jornalismo).

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  5. Não se faz mais terrorista como antigamente, foram pegos em nome do amor.
    Não vamos esquecer que ela e seu bando, quebraram patrimônios públicos, deixaram rastros de prejuízos a pessoas que nada tinham a ver, explodiram bancos, acabaram com o sossego de muita gente que só queria ter seu direito de ir e vir, se isso tudo não é ato de terrorista é o que?
    Ela declarou que se alinha com a esquerda, inclusive tem registro no PT, acha a Venezuela uma maravilha e por fim, queria pedir asilo politico na Inglaterra, hahahaheheh, só rindo mesmo.
    Depois de tanta incoerência só me resta achar que ou ela é doente mental, ou ela é terrorista mesmo.
    Lugar de terrorista é na cadeia.

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