Decisão levou 18 mil pagantes ao Mangueirão

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O jogo Paissandu x Brasília teve arrecadação de R$ 733.805,00, com 18.256 pagantes. Descontas as despesas de R$ 155.996,83, coube ao Papão o valor líquido de R$ 577.808,17. Depois da partida, o técnico Mazola Junior comentou em entrevista ao canal Esporte Interativo que esperava uma presença maior da torcida, dada a importância do jogo. Dirigentes do Papão também admitiram que o público foi abaixo do esperado. (Foto: MÁRIO QUADROS/Bola) 

48 comentários em “Decisão levou 18 mil pagantes ao Mangueirão

  1. Concordo que o público ficou bem abaixo do esperado. Acho que o preço de R$50,00 ainda fica caro para o torcedor paraense, bicolor, mas tratava-se de uma final. No Ceará, por exemplo, temos os seguintes preços:Arquibancada superior:
    Preços: R$ 30,00/R$ 15,00 (meia-entrada);
    Arquibancada inferior
    Preços: R$ 40,00/R$ 20,00 (meia);
    Setor especial
    Preços: R$ 50,00/R$ 25,00 (meia);
    Setor premium
    Preços: R$ 60,00/R$ 30,00 (meia).
    E lá já foram vendidos, antecipadamente, mais de 30 mil ingressos.
    Pode ser que como o estádio oferece diferenciados assentos e preços leve o público a compra dos ingressos mais “populares” e dai por diante, porém, tudo indica que estarão esgotados até o final desta manhã.

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  2. Com certeza pois o ingresso para assistir os jogos remistas não passam de 20 paus, quando cobraram 50 contra o Inter quanto foi o público, Valentim?

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  3. Acho que R$50,00 ainda assusta o torcedor paraense que não tem uma renda familiar muito privilegiada. Na decisão da Copa do Nordeste os preços variam de 30 a 60 reais, o mais caro, logo, todos os ingressos vendidos, algo em torno de 35 mil.
    Penso que se ontem o ingresso ficasse na casa dos 40 reais o público seria bem maior. Lembro que o rival quando cobrou 50 reais no jogo contra o Internacional, onde levou a humilhante goleada de 6 x 1, o público foi um fiasco com um público inferior a 8 mil. E ainda tem remista dizendo que levariam 30 mil, é florida mesmo!

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  4. Concordo que o público ficou bem abaixo do esperado. Acho que o preço de R$50,00 ainda fica caro para o torcedor paraense, bicolor, mas tratava-se de uma final. No Ceará, por exemplo, temos os seguintes preços:Arquibancada superior:
    Preços: R$ 30,00/R$ 15,00 (meia-entrada);
    Arquibancada inferior
    Preços: R$ 40,00/R$ 20,00 (meia);
    Setor especial
    Preços: R$ 50,00/R$ 25,00 (meia);
    Setor premium
    Preços: R$ 60,00/R$ 30,00 (meia).
    E lá já foram vendidos, antecipadamente, mais de 30 mil ingressos.
    Pode ser que como o estádio oferece diferenciados assentos e preços leve o público a compra dos ingressos mais “populares” e dai por diante, porém, tudo indica que estarão esgotados até o final desta manhã.

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  5. Miguel ! O blog do amigo Gerson, tem os 3 patetas; Rocildo Oliveira, Anderson e Thiago Corrêa ! Acredito que esse Antônio Valentim, esteja se qualificando para a quarta vaga..

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  6. Cadê os PATETAS que disseram que iriam lotar o Mangueirão???? Não compare o incomparável caro Miguel. Este jogo foi a decisão da copa verde, sem dúvida o principal jogo do ano em casa para o rival.
    Na verdade essa política de preços praticada pelo rival é arrasadora com os torcedores.

    Abs

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  7. Esse Luiz Fernando…rss rss
    Ontem o acesso via J Cesar, Independência, Transmangueirão tava completamente engarrafado e cheguei a pensar que eu perderia pelo menos 15 minutos de jogo e que teríamos perto de 30 mil. Resolvi seguir na Independência e entrar pela A Montenegro, que pra meu espanto, estava livre, livre, inclusive com venda de ingressos sem fila nas bilheterias A. Perdi apenas um minuto de jogo. Arquibancadas B lotadinhas e a A com folga. Torcedor tem que se conscientizar e utilizar as duas entradas em jogos de uma torcida só.

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  8. Quando o campeonato for de maior torcida, o leião terá vez. Do que adianta a torcida cor de funeral lotar o estádio e estar eliminada.

    Até quando essa bobagem de maior torcida vai ser propalada por torcedores do rEMO?

    Taí o Brasília, que não tem torcida e está na final…

    Mudem o disco…

    Quanto ao jogo, o resultado poderia ter sido melhor para o Papão pois foram disperdisadas várias chances claras de gol.

    Se não fosse a boa fase do Charles, as coisas poderiam ser piores.

    Papão vai ter que jogar muito mais do jogou ontem, se quiser ser campeão da Copa Verde.

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  9. Essa torcida do papão é de respeito mesmo, que time no Norte começa seu caixa com 500 mil?

    Fora a receita do ST…qual?

    Aliás o Paysandu com sua torcida este ano lidera colocando os maiores públicos e as maiores rendas.

    Apesar de eu já ter aderido o ST, continuo com alguns pensamentos sobre ele.

    O torcedor que adere tem vantagem, isso é ponto.
    Porém o que não adere e é a grande maioria, conta o prejuízo.
    Muitos não aderem pq não tem tempo de faze-lo.

    Como bem disse o Carlos Castilho, não é qualquer um que tem 50 reais pra pagar num jogo de futebol.

    Portanto o ST é vantajoso, mas pra que ganhe força o clube comete a injustiçacom a grande maioria aumentando o valor do ingresso, que se fosse 30 estaria de bom tamanho.

    Penso que quando o clube alcançar os 8 mil ST’s, a diretoria de forma inteligente deverá equiparar um pouquinho esses valores.

    O ST tem muitas vantagens, uma delas é entrar numa boa no estádio, e ´pra manter a fidelidade dos mesmos, é so criar vantagens, aí com isso não afsta dos estádios o VERDADEIRO SOCIO TORCEDOR, que é aquele que assume sendo um BICOLOR.

    Em resumo, como somos exigentes, esperávamos 30 mil, mas os 20 mil estão de bom tamanho.

    SE não existe, a torcida que foi, é aquela cujo o time lhe honra e ela honra o time e fim de papo.

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  10. Jorge deixa de ser imbecil. O principal jogo do ano para o Papão será o jogo em que vamos subir para a 2ª divisão. Esse sim será o grande jogo do ano. Vai cuidar do teu time sem divisão que não colocou nem 8mil com ingresso a R$ 50,00.

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  11. Passei a mesma situação Maurício. Terrivel o hábito de entrar pelo lado da transmangueirao em dia de clássico. Fiz o mesmo que você… perdi um três minutos… pois fui assistir o jogo do lado que habitualmente usavamos quando disputavamos a série A.

    Penso que com os sócios, tinhamos aproximadamente 24 mil pessoas (sem contar as crianças que não pagam e vão em grande número em jogos de uma só torcida).

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  12. E haja inveja de alguns sem divisão.

    Caro Joseney, ratifico inteiramente seu comentário. Tivesse o Paysandu finalizado melhor,o placar poderia ter sido maior e assim o time teria mais tranquilidade no jogo derradeiro.

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  13. Grande Miguel, certeiro como sempre.

    Gostaria de parabenizar a organização do Sócio Bicolor que ontem chegou aos seis mil associados. Entrada tranquila e fiscalizada por diretores e colaboradores, verdadeiros torcedores do Paysandu que não precisam do clube e que alí estavam por comprometimento com a causa. Poderia citar os nomes, mas sei que eles preferem o anonimato.

    Quanto ao jogo, o que era temido aconteceu. Levamos um gol de bola parada e tivemos momentos ruins durante a partida, mas jogamos o suficiente para conseguir uma vantagem importantíssima.

    Penso que para o jogo de volta o Mazola deva usar o Capanema, Vanderson e o Recife como volantes. O Zé andou muito disperso e errando passes. Não sei se ele pensa que a braçadeiroa o qualifica como lançador. Ledo engano.

    Vamos ter que jogar bem mais do que ontem se quisermos alcançar o objetivo final e eu acredito nisso.

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  14. Valentim, o que o Gerson não fala é que os sócios torcedores não entram na conta como pagantes. ontem na sede bicolor tinha fila de torcedores se cadastrando, escutei que o clube estava muito perto de 6 mil associados.

    Então no publico total de 20 mil pessoas, acrescenta aí uns 4 mil a mais de sócios. Concordo que a torcida deixou um pouco a desejar.

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    1. Andreia, não me venha com esse discurso de mania de perseguição. Os sócios entraram na conta, sim, daí as dúvidas sobre o valor final questionado até pelo pessoal do Canal Interativo. Com ingressos a 50,00 a conta final não batia, mas aí veio a explicação quanto aos valores pagos pelos sócios torcedores. Não seja precipitada, já cometeu outros deslizes e injustiças aqui por conta disso. Paixão é uma coisa, desinformação outra. E se você achou injusto o comentário sobre a presença do torcedor lamento dizer que o próprio Mazola Junior avaliou da mesma forma, ao vivo, na TV. Reclame com ele, por favor.

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  15. Gerson, apesar de concordar com você sobre o fato da torcida não ter comparecido como deveria, ja que trata-se de uma final.

    Gostaria de esclarecer que a colocação da Andreia, sobre o sócio, está pautada na fala de outros veículos de informação que tem repetido incessantemente que o Paissandu não vem divulgando o número de sócio que tem acessado o estádio.

    Assim como ela, venho defendendo esta tese aqui no blog, respeitando sempre sua opinião e a dos colegas e suas respectivas fontes.

    Vale lembrar que em um dos RexPa foi, depois do jogo, divulgado o número de sócios… eles não foram computados como credenciados.

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    1. Eu compreendo perfeitamente, amigo Celira, mas a informação divulgada pelo Canal Interativo ontem após o jogo referenda minha explicação e a informação contida na postagem. De todo modo, mesmo avaliando que 10 mil torcedores (vamos logo projetar por cima) não tenham sido incluídos no borderô ainda assim fica abaixo do que a diretoria esperava, amigo. Foram disponibilizados 32.450 ingressos (já inferior à lotação máxima do estádio). A estranheza, não só minha (do Mazola e do Vandick também), fica por conta da grande importância da partida de ontem, uma final de torneio regional promovido pela CBF e que dá direito a uma competição internacional. Não entro nos méritos das discussões e zoações entre torcedores, que nivelam o debate por baixo, analiso do ponto de vista lógico das coisas.

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    2. Pelas razões expostas, amigo Celira, avalio que a torcida ficou devendo – sim – em relação à expectativa criada pela própria diretoria. Era jogo para lotar o Mangueirão. Nem se pode dizer que é surpreendente, pois a torcida do Papão vem se mostrando cada vez mais arredia em relação ao comparecimento, com exceção apenas a alguns clássicos locais. Por outro lado, fica óbvio que há uma situação nova no comportamento do torcedor, a merecer ampla discussão e análise. Sei que existem (e respeito) opiniões contrárias, mas a política de transmissão de jogos do Parazão pela TV para Belém nos últimos seis anos pode estar na origem dessa acomodação.

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  16. Devemos lembrar que há sócios que entram com ingresso (os que pagam meia) e os que não pegam ingressos (plano campeão dos campeões). Penso que a discrepância esteja neste último…

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  17. Concordo sobre o que escreveste sobre a política de transmissão dos jogos para Belém.

    Ontem, quando errei o caminho (fui pela centenário). Deu vontade de dar meia volta e assistir em casa… ainda mais pelo horário. Todavia, pesei a importância do jogo…

    Sobre o sócio, Miguel falou que foi divulgado, logo retiro o que disse.

    Valeu Gerson.

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  18. É uma tecla que eu insisto em bater. Antes de elevarem os valores dos ingressos a diretoria deveria ter realizado uma pesquisa de campo e que provavelmente nesta iria atestar que a maioria esmagadora da nossa população não tem uma renda tão alta a ponto de você tirar 50 reias todo mês para bancar um sócio torcedor. Sei que existem os planos de 20 reais, mas que dão direito a metade do ingresso.
    No sacrifício, muitos já se associaram pois é mais lucrativo.
    Também me decepcionei pela ausência de público, mas o que argumento é que, sem desmerecer os dois times Paysandú série C e Brasília sem divisão, temos no nordeste uma decisão com um time de série A e B, e lá os ingressos não estão pela hora da morte.
    Penso que o lucro em demasia com um único evento pode sim se virar contra aquele que o promove, ontem, por acaso!
    São coisas que a direção terá que avaliar melhor pois além das entradas ao estádio o que mais dá o Sócio Torcedor?
    Em alguns estados, quem é sócio, tem direito a algum tipo de desconto nas compras de materiais esportivos oficiais nas lojas do clube e mais algumas benesses.
    Querer tapar o sol com a peneira não adianta nada. Fato: o público ficou a quem do esperado e o ingresso muito caro para a realidade paraense!
    É a minha opinião!

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  19. A torcida do Remo tem que entender que os ingressos deles variam de 10 a, no máximo, 30 reais. E quando acharam de cobrar 50, não deu nem 8 mil pagantes. Então, ingressos a preço de dois sacos de rosca é brincadeira se comparado ao ingresso ao valor de um a dois quilos de filé mignon.

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  20. É? E por que não tem “fenômeno” na final? Porque o Paysandu, a mucura malina, tirou vocês da competição.
    Agora fiquem chupando o dedo e vendo o maior do norte disputando outra final nacional pela TV. Papão pela frente é peia na certa. Vão pedir pra disputar a Copa do Nordeste que lá o Papão não está.

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  21. Kd o pajé de Marituba q falou em “33” mil kikikikikiki só quem lota o mangueirão é o Leão seu abestado kikikikikiki cuidado com a brasília

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  22. Sobre Flamengo… Eliminado da libertadores em casa…

    Assunto: renovação com a Caixa.
    Site UOL

    Flamengo e Caixa Econômica Federal estão próximos do acordo para a renovação do contrato de patrocínio por mais um ano. O compromisso atual vence em maio e deve ser prorrogado sem maiores dificuldades. O Rubro-negro tenta fechar a extensão do vínculo nos próximos 20 dias.

    As partes assinaram pela primeira vez em 7 de maio de 2013. Restando 30 dias para o fim do prazo, o Flamengo nem sequer cogita atraso que o deixe por um determinado período com a “camisa limpa” na cota master.

    Inicialmente, a quantia de R$ 25 milhões por ano será mantida. O Rubro-negro não aceita valor menor do que o inicial e ainda busca um reajuste de pelo menos R$ 3 milhões no montante atual. Porém, as partes evitam falar sobre a possibilidade e tratam o tema de forma sigilosa.

    Além da renovação com a Caixa Econômica Federal, o Flamengo também quer um patrocinador para a manga da camisa. O espaço está orçado em R$ 10 milhões, mas ainda não apareceram interessados no objetivo do clube em atingir o valor. O local serve atualmente para divulgar o programa de sócio-torcedor.

    Pergunto: eles tem certidão negativa?

    Duvido muito.

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  23. Celira, acho difícil que o Flamengo não tenha as certidões. A propósito, no caso da dupla re/pa, o tão propalado e explorado politicamente acordo com a CEF acabou empacando exatamente na falta de certidões.

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  24. Não é isso não, Edson (a pequena diferença de 16 mil). Na realidade, é a falta das certidões mesmo. Mais do que a falta das certidões, é o valor que seria necessário despender para fazer o acordo de parcelamento e obter as certidões.

    A dupla re/pa não tem condições de obter as certidões por enquanto, pois não tem o valor necessário. Está aguardando para ver se é aprovada uma lei que minimiza, quase neutralizando, o impacto financeiro necessário para ser fazer o acordo de parcelamento. O trabalho de persuasão do parlamento para aprovação da lei está forte, eis que há muitos clubes grandes pendurados, sem condições de obter as certidões sob as regras atuais. O Vandick já até deu uma entrevista a tal respeito.

    Aliás, recentemente, quando foi à Brasília, é impossível que a dupla a dupla re/pa já não soubesse da impossibilidade de qualquer ajuste com a Caixa nas condições legislativas atuais. Certamente, com objetivos outros, se deixou utilizar junto à imensa galera pelos interesses politiqueiros da turma que foi ao Planalto sob o pretexto nada desinteressado de intermediar ajuda.

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  25. Antônio, penso justamente contrário de você, acerca do Flamengo. Tal clube é um dos mais individados do Brasil. Como poderia ter certidão negativa? Dificil de acreditar…

    Agora, analisando sob uma outra perspectiva, penso ser um absurdo a caixa manter um patrocínio milionário com nosso dinheiro…

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  26. Prefere acreditar em mim, é?! Sei onde você quer chegar. rsrsrsrs Muito esperto da sua parte, Edson. rsrsrsrs. É, mas o Ferreira faz um trabalho sério. Principalmente quando faz certas entrevistas. Rsrsrsrsrs.

    Bom, mas agora falando sério, quanto à impossibilidade do Paysandu fazer o parcelamento e obter a certidão negativa nas condições legislativas atuais em face do valor a despender, esta é uma informação que ouvi proferida mais de uma vez pelo próprio Vandick. Daí eu ter inferido que não se trate de pura e simplesmente preferir apoiar o Banpará, versão que muito provável, acertada e compreensivelmente foi usada para minimizar o desconforto de ter de voltar ao Banpará solicitando o patrocínio, quando declinou o interesse de fechar o negócio com a Caixa.

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  27. Celira, eu, de fato, não sei se o flamengo tem ou não tem as certidões negativas.

    Na realidade, em dois elementos eu arrimo minha OPINIÃO no sentido de que ele tenha as certidões necessárias para a celebração do negócio.

    O primeiro é que acredito que a Caixa não iria formalizar um contrato de patrocínio com um Clube devedor do governo sabendo que tal procedimento é proibido e que os responsáveis podem ser punidos muito severamente. E sabendo mais que há uma gama de interessados em fazer denúncia desta natureza, seja na mídia, seja nos demais clubes não contemplados, seja noutros setores da sociedade. Enfim, o próprio governo não deixaria que tal acontecesse diante da repercussão negativa.

    Segundo que não é a existência da dívida e seu respectivo montante que constitui exatamente o obstáculo para a celebração do contrato de patrocínio. Na realidade, o óbice está na reconhecida e irremediável inadimplência da dívida, tenha ela o tamanho que tiver.

    Quer dizer o flamengo pode ter negociado o parcelamento do débito e vir pagando as parcelas a perder de vista, ou pode estar contestando junto ao próprio governo ou na justiça a dívida; ou pode ter parcelado uma parte e vir contestando a outra junto ao próprio governo ou na justiça ou em ambos.

    Nestas condições há a dívida, a qual pode até ser enorme. Mas, mesmo assim não há a inadimplência. E não havendo a inadimplência é perfeitamente possível obter as certidões que lhe permitam viabilizar a celebração do contrato de patrocínio. Há até quem negocie as dívidas só para obter as certidões e celebrar os mais diversos contratos e depois deixar de pagar tudo de novo.

    Bom, mas tudo isso são apenas conjecturas, opinião. Afinal, no Brasil nada é impossível. E não seria de estranhar que a Caixa que corretamente “amarra” com a dupla re/pa pela falta de certidões, nas mesmas condições, sob o trabalho dos lobistas, deixe correr frouxo quanto se trate de Flamengo, Corinthhians e quejandos, pouco se importando com os deveres impostos pelo próprio governo.

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  28. Entendo seus argumentos Antônio, por sinal, comentários sempre lúcidos.

    Mas em um país onde as leis são interpretadas para beneficiar alguns poucos (vide o tal Itaquerão, nosso dinheiro construindo um estádio particular e outros exemplos até mais sérios, incluindo assassinatos), não estranharia-me que a própria Caixa sugerisse as situações possíveis (como as que citaste) para dar o patrocínio ao Flamengo… É aquela história “olha, aqui tembuma brecha para vocês. “.

    No mais, bom dia…

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  29. Celira e Antônio, tenho fontes advindas de meu trabalho as quais informam que o Flamengo, assim como diversos clubes devedores, negociou um parcelamento e vem cumprindo com ele, o que lhe permite obter certidões positivas com efeito de negativas – só no Brasil, isso, tipo uma meia gravidez, rs.

    De todo modo, aí o Clube fica liberado para efetivar esses contratos.

    No caso do Remo e do Paysandu, na verdade o que ocorre é, mais uma vez, a fragilidade em termos de organização, a qual é “justificada”, ou mesmo nem é justificada, com esse papo furado de prestigiar” o banco local.

    Na verdade, pelo que me recordo é que a contratante, no caso do Banpará, é a Federação Paraense de Futebol, que repassa os valores para os Clubes, os quais não podem contratar.

    E vai-se mais uma forma de receita. 26 mil vezes doze são 312 mil reais por ano perdidos. Poderiam usar esse dinheiro para abater da própria dívida federal.

    Vejam como são administrados nossos clubes.

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  30. Quer dizer, então, que a hipótese que eu levantei tem um nome: “certidão positiva com efeito de negativa”. Valeu, Elton.

    Mas, de todo o modo, Celira, sua perplexidade é plenamente justificada. As circunstâncias do caso concreto brasileiro recomendam que não estranhemos nada. E um bom dia pra nós todos.

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