Por Gerson Nogueira
O quebra-pau entre jogadores do Arsenal de Sarandi e policiais militares, em Belo Horizonte, anteontem, com sobras para repórteres que estavam na linha de tiro, evidencia pela enésima vez a avacalhação predominante na principal competição do continente. Comparativamente, em qualquer outro torneio de importância menor no Brasil a Justiça Desportiva agiria para punir os desordeiros – e olha que a instituição não é exatamente célebre pelo rigor e a presteza.Há muito que a Conmebol e suas instâncias disciplinares se transformaram em produtoras de comédia pastelão. Chega a surpreender quando resolve punir, como no caso do Corinthians – pelo episódio do garoto alvejado mortalmente por um rojão na Bolívia. A atitude habitual é de total desinteresse e letargia.
A impunidade campeia na Taça Libertadores, com especial condescendência em relação aos argentinos, useiros e vezeiros em armar confusões em campo, sempre que o resultado de um jogo lhes é desfavorável. Já fizeram isso no estádio do Pacaembu, no Morumbi, no Maracanã e em seu próprio país.
Fazem e continuarão a fazer porque desfrutam de extrema boa vontade junto aos tribunais e comissões da Conmebol. Pelo histórico, já mereciam punição exemplar, com suspensões mais drásticas. Enquanto isso não ocorrer, ninguém em sã consciência pode garantir que um jogo contra clube argentino terminará pacificamente.
Estranha tradição esta que acompanha as agremiações da terra de Di Stéfano, Maradona e Messi. Triste sina a desafiar as finas tradições boleiras do país bicampeão mundial, protagonista de tantos momentos gloriosos do futebol como espetáculo.
Desde o começo da era moderna, a Argentina esteve sempre no topo do mundo do futebol. Raras foram as ocasiões em que o país se viu inferiorizado tecnicamente. Alimenta há décadas renhida rivalidade com o Brasil nos gramados, somente deslustrada pela inclinação por cenas de pugilato e gosto pelo barraco. Uma pena.
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Direto do blog:
“Ontem, ouvindo uma entrevista do presidente do Remo, Sergio Cabeça, o Paulo Caxiado perguntou se a Diretoria iria pagar com essa grana de quase R$ 700 mil pagar os salários atrasados dos funcionários do clube. O presidente disse que sim, colocaria em dia essa situação salarial dos funcionários. Aí, o Caxiado acrescentou: e os atrasados da gestão passada? A resposta mostra bem a qualidade (e inabilidade) de um gestor de clube: ‘A gestão passada a gente ainda vai ver, na minha administração pagarei tudo’. Foi mais ou menos assim, expondo a gestão cega e irresponsável, esquecendo o dirigente que ele administra um clube quase secular e que, se tem dívida comprovada, não importa a época, tem que pagar”.
De Lucilo Filho, um azulino cada vez mais angustiado com o futuro do Leão.
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Re-Pa repete experiência de Re-Fla
O amigo Paulo Faustino, botafoguense de estirpe, informa gentilmente que a empresa Total Acesso, responsável pela confecção dos ingressos, venda pela internet e controle de acessos ao estádio Jornalista Edgar Proença na partida Remo x Flamengo, vai participar também da organização do clássico Re-Pa deste sábado. A venda pelo site www.totalacesso.com.br já está aberta para adquirir até 4 ingressos (arquibancadas e cadeiras) por cartão de crédito Visa ou Mastercard, ou ainda por cartão de débito Bradesco.
Depois de concretizada a compra pelo torcedor, o próprio cartão será o ingresso para passar na catraca do estádio. Basta apresentar o voucher, o cartão e um documento de identidade, explica Paulo. No jogo do Remo x Flamengo foram utilizadas 77 catracas (mesma quantidade do jogo de amanhã) e quase mil torcedores utilizaram a compra com cartão, depois usado como ingresso, com pleno sucesso.
(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta sexta-feira, 05)
Penso que essa empresa Total Acesso, veio pra organizar de uma vez por todas essa entrada de torcedores no Mangueirão e facilitar a compra de ingressos, através de Cartões de Créditos, coisa nunca vista por aqui… Nota 10
Quanto a postagem do amigo Lucilo, isso acontece, porque a gestão não é profissional, amigo, e como o dirigente tira do próprio bolso, ele não aceita pagar dívidas, anteriores a sua gestão, daí, um fica jogando para o outro… Te dizer..
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Mas não era o Cabeça o Presidente da Gestão passada……? Ele não está no segundo mandato?
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Exatamente, Jonas.
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Verdade, amigo Jonas, mas as dívidas são pagas pelo Pirão, e sabemos disso, logo ele não meterá a mão no bolso para pagar dívidas do HG e cia…. É assim que eles pensam… Infelizmente
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E amigos, se o pirao pagar pelo menos os 05 meses que falaram para os funcionarios, sera um grande alivio para os mesmo.
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Secretário da Comnmebol que é argentino achou m absurdo policiais brasileiros estarem aramados dentro do campo, pode até ser.
Mas ele deveria falar desses compatriotas deles que agiram como marginais partindo para a agressão fisica contra os policiais que foram até calmos com eles.
Se fosse na Argentina os brasileiros tinham sidos espancados.
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Ei Edson, já pensaste se fosse a policia aqui do Pará contra os jogadores argentinos? Se meteram o cacete na turma do Santos futebol clube, e ainda disparam espray de pimenta nos mesmo, o seria feito então contra os argentinos neste caso? Kkkkkk
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O problema do remo e gestão, nitidamente igual ou parecida a antiga gestão do Paysandu! Faz uso de pessoas amadores e extremamente apaixonadas pelo clube, mais sem nenhum teor de profissionalismo e conhecimento de gestão o resultado e esse ai sem pestanejar.
Um clube com “cabeça” de bagre, os bolsos cheios de “bororó” o resultado e um “pirão” azedo!
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ègua André éssa foi legal “Um clube com “cabeça” de bagre, os bolsos cheios de “bororó” o resultado e um “pirão” azedo!ahahahaha
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Também foi lamentável saber que o Remo, após ter embolçado quase 700 mil reais, teve a energia elétrica do Baenão cortada.
Quero saber pra onde vai todo esse dinheiro.
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Thiago e amigos, mesmo sendo Paysandu, nos momentos que me deixo ser imparcial nos pitacos aqui no Blog, já falei várias vezes que esta diretoria do Remo há tempos está administrando muito dinheiro e não dando retorno merecido ao Clube.
Vejam que o elenco formado mesmo sendo com maioria de jogadores de fora, é mais barato que o elenco do papão.
As rendas tem sido grandes, as receitas de patrocinio e de premiação do campeonato tem entrado, e as cotas não tem sido bloqueadas.
Com todo respeito, porque vcs acham que eles brigam tanto pra assumir um time sem divisão no futebol brasileiro?
Ha tempos que digo, que a torcida do Remo está sendo cumplice nesse momento de grandes perdas pro clube, ou no minímo omissa.
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Grande, Edson, grande
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