Seleção do tri é a preferida dos internautas

Para os internautas que acessam o site da Fifa, o time de 1970 é a melhor Seleção Brasileira campeã do mundo. A página oficial da Copa do Mundo tem uma enquete envolvendo as equipes de 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002 e até a tarde desta segunda-feira a geração do tri contava com a preferência de 39,38%.

Em segundo lugar está a seleção do penta, que ganhou 31,62% dos votos. Contando só os votos do site em alemão, o time de 2002 é o primeiro colocado, com 41,96%, provavelmente reflexo da vitória de Ronaldo & cia. sobre a Alemanha no Japão. Na versão árabe, a equipe de Luiz Felipe Scolari também lidera (47,81%).

Além do somatório geral, a seleção de 1970 vence a enquete em inglês (35,88%), espanhol (48,69%), francês (36,13%) e português (52,21%). O terceiro colocado geral é o Brasil de 1994, com 15,65%. A geração do bi, em 1962, aparece em penúltimo, com 6,97%. O último colocado é o primeiro time campeão, em 1958: 6,39%.

Torcida põe goleiro frangueiro à venda

Do Lancepress

A torcida do Fluminense parece mesmo ter perdido a paciência com o goleiro Rafael. Com o objetivo de demonstrar sua insatisfação com o camisa 1, um torcedor do clube colocou o jogador à “venda” no Mercado Livre, site de compra e venda de produtos na internet. E o pior, o preço pedido pelo insatisfeito foi a bagatela de R$ 1,00. A má fase atravessada no início do ano parece não ter passado e o gol sofrido contra o Corinthians foi considerado falha por muitos tricolores, que parecem ter chegado no limite da relação com Rafael.

Cartola ainda sonha com as Arábias

A intertemporada do Paysandu em Barcarena tem a supervisão direta do presidente do clube, Luiz Omar Pinheiro. À Rádio Clube, ele voltou a falar da possível temporada no Oriente Médio e comentou as críticas às contratações para a Série C antes da final do Paraense. Sobre a possível ida ao Oriente Médio, Pinheiro disse que as negociações continuam e admitiu que a excursão pode resultar em bons negócios, envolvendo jogadores do atual elenco, como Tiago Potiguar e Moisés. Quanto ao suposto impacto da chegada de novos jogadores para a Terceirona, o cartola disse não acreditar que os jogadores que disputam as finais do campeonato estadual tenham se melindrado com isso. “Temos que contratar, sim, pois deixa o grupo mais forte e é a chave mais difícil que tem”, avalia LOP, preocupado em fazer uma campanha na Série C que garanta o acesso à Segunda Divisão. 
Preferiu não confirmar a contratação do lateral Luciano Baiano e do volante Paulo Almeida, mas admitiu que busca ainda quatro reforços para o torneio nacional: dois laterais, um meia e um atacante. (Com informações do Bola)

Tribuna do torcedor – 28

Por Aderson Santos de Vasconcelos (ad_remista@ibest.com.br)

Primeiro, parabéns ao Águia pela conquista, mas não acredito que vai ganhar o campeonato. Estranhamente, o Águia, neste ano, só tem endurecido com o Remo. Com o também ruim time do Paissandu ele se abre. Quero discordar de você quando se refere ao Remo como terceira força comparando-o com a Tuna. São duas realidades bem diferentes. O Remo tem torcida para se reerguer, a Tuna não. O clube precisa resolver alguns problemas administrativos e financeiros. Sei que o Klautau tem pretensões políticas com a venda do Baenão, mas a ideia não é ruim e pode salvar o Remo financeiramente. Outro detalhe referente ao Baenão é justamente a política, pois se Klautau fizer a transação da melhor maneira possível, com um novo estádio e dívidas pagas, pode ser muito interessante politicamente para ele, então é nisso que estou acreditando. O meu voto ele não leva jamais, por questões ideológicas, pois só voto em partidos com bandeira vermelha, mas, levando em consideração o povo que temos, para ele que nunca passou de vereador seria a realização de um sonho.

Em relação ao Giba, tomara que vá embora. É daquele tipo de técnico preconceituoso e protetor de certos jogadores. Se ele estava jogando o tempo todo com 3 volantes, por que não utilizou o Ramon? Porque ele é preconceituoso e o Ramon não e homem de confiança dele. Marciano e Landu foram anulados o jogo inteiro, talvez por isso Vélber e Gian não conseguiam jogar. Então, por que ele não substituiu os dois, uma vez que ele tinha Patrick, Helington e Samir no banco? Não duvido muito que ele tenha deixado o Águia dominar todo jogo com raivinha de todos que criticavam a insistência com o improdutivo Otacílio, uma vez que ele não se interessa muito pelo futebol daqui. Ontem, achei que no segundo tempo ele iria mexer no ataque e o Remo iria para cima de verdade. Só para ter uma idéia, quando o Héliton entrou conseguiu fazer umas duas jogadas de linha de fundo cortando o seu marcador, coisa que nem Marciano e nem Landu fizeram! Mas dá para reforçar o time a ponto de ganhar a Série D, mas tem que mandar ele e a frescura dele ir embora. Tempo pra trabalhar um time melhor nós teremos.

No sufoco, Corinthians vence Fluminense

Operaram o Flu no Pacaembu. Como no jogo com o Atlético-PR, a arbitragem meteu a mão em favor do Corinthians. Posso até me enganar, mas esse campeonato está encomendado para a invencível esquadra mosqueteira. A conferir.

Coluna: Os méritos do campeão

O Águia jogou como campeão, teve aquela tal atitude vencedora, como gostam de dizer os gurus da motivação. Começou recuado, aparentemente cauteloso e respeitador, permitindo ligeira pressão remista, que em nada resultou. Mas, assim que a oportunidade se apresentou, lá estava o time de João Galvão preparado para aproveitar. No primeiro tempo, a única chance permitida pelo Remo resultou em gol. Bola alta na área, zaga afasta mal e Samuel Lopes aparece, fulminante, para finalizar. 

A partir daí, o desenrolar do confronto foi uma sucessão de chutes para o lado, bolas rebatidas e nenhuma tentativa lúcida de envolver o adversário. Um jogo feio, sem técnica ou dribles vistosos. Acontece que decisões costumam ser assim mesmo, disputadas na vontade e deixando de lado a categoria. O Águia entendeu isso desde o começo. O Remo, não.

Enquanto a equipe marabaense fazia o tempo passar e não brincava em serviço quando a bola rondava sua área, os azulinos insistiam na condução e nos passes laterais, demorando para organizar jogadas e facilitando o trabalho da marcação.

A coisa ficou tão sob feição para o Águia que, no primeiro tempo, o goleiro Inácio só espalmou bolas cruzadas. Não precisou fazer nenhuma defesa arrojada ou sair para impedir uma finalização. O Remo não ameaçou. Ciscava muito, mas não agredia. Num jogo decisivo e com o placar em desvantagem, agir assim é encomendar a derrota. Essa sentença se confirmaria logo no começo do segundo tempo.

Aos seis minutos, antes que o Remo pensasse em reagir, veio a sentença final. O ala Vítor Ferraz pegou uma bola junto à área e, como ninguém lhe combatia, foi avançando. Quase na risca da pequena área, bateu rasteiro e marcou o segundo gol, fechando definitivamente a contagem. Descrito assim, o lance parece fácil – e foi.

Ali, sob o símbolo da apatia, morria a participação do Remo no campeonato. Ao contrário, o Águia começava a festejar a merecida conquista. De lanterna do 1º turno, emergiu para uma campanha quase impecável na segunda fase. Nas finais, diante do Remo no Mangueirão, jogou com maturidade. Perdeu pela contagem mínima e preparou-se adequadamente para o jogo da volta, sabendo que só precisaria ter afinco e disciplina para alcançar a vitória, que veio até com facilidade. 

O Remo consolida-se como terceira força do futebol paraense. No ano passado, foi alijado das finais do campeonato pelo S. Raimundo. Desta vez, pelo Águia. No âmbito nacional, ficou sem divisão em 2009. Agora, vai disputar a Série D, um degrau abaixo dos outros representantes estaduais – Paissandu, Águia e S. Raimundo –, que jogam a Série C. Quem se acomoda com o papel de coadjuvante está a caminho do limbo.

Sem alarmismo, cabe dizer que foi exatamente assim que a Tuna iniciou sua viagem ao inferno. Começou a perder espaço nos torneios regionais, sendo ultrapassada por forças intermediárias até sumir definitivamente do cenário. O Remo, que investe cada vez mais no ramo imobiliário, que se cuide. Pode acabar perdendo o trem da história.     

(Coluna publicada no Bola/DIÁRIO desta segunda-feira, 24)