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O Brasil é um país muito rico. 70 bilhões por ano são desviados através da corrupção.
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Só no Pará mesmo para uma unidade de auditoria pública servir para denunciar alguma coisa. Em qualquer outro lugar do mundo a auditoria recebe denúncia e apurar, da parecer, conclui – e encaminha recomendação de punição (quando for o caso) para os níveis superiores e o Tribunal de Contas.
Uma unidade de auditoria pública não pode se prestar à luta do vale tudo eleitoral.
Já a mídia será sempre a mídia. O Diário, mais uma vez, assume sua condição de pasquim de província à serviço do vale tudo da fisiologia (a luta político-partidária menor, voltada para atender os sempre suspeitos interesses privados).
Que se apure os desvios porventura existentes. E que se puna os eventuais responsáveis.
Acima de tudo deve existir transparência, inclusive sobre os interesses que o Diário defende.
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Auditoria pública quando apura faz seu trabalho técnico – autônomo e profissional.
Auditoria pública quando denuncia (ou vaza dados preliminares) faz trabalho fisiológico (atende interesses privados – contribui com a antipolítica).
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Independente de qualquer situação amigos, esse relatório traz um descalabro sem precedentes na gestão política desse Estado. ROUBO, que precisa de apuração e julgamento urgente.
Como diria Bad Boy: “ô Pará pai d’égua…..”
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