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Parabéns pela publicação…
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Eu não gosto mesmo de comemorar como históricas vitórias simples de 03 pontos quando não valem títulos ou amistosos. O meu forte é comemorar como históricas as vitórias que valem titulos. A minha sina é titulos. Porém neste 3×0 contra o poderoso Penharol do Uruguai na época, vendo esse post do blog do Gerson Nogueira, com testemunho dos jornais da época, só agora entendo por que ela foi merecidamente histórica e emocionou uma parte do Brasil e valeu até marchinha: Ocorre que eu não lembrava que antes dessa de 3×0 para o Paysandu, fazia 15 anos que os uruguaios tinham proporcionado a pior derrota de todos os tempos ao futebol brasileiro, a qual só foi superada em 2014 após os 7×1 para os Alemães, onde essa vitória sobre o Penharol lavou um pouquinho a alma dos brasileiros. Seria idêntico hoje o Paysandu baixar a peia num time de expressão da Alemanha, cujo futebol deixou o povo brasileiro entalado na garganta com os alemães metendo 7×1. Quem sabe se nessas pradarias da vida o Paysandu não encontra um time alemão e vinga novamente o futebol brasileiro????? Ja vamos disputar novamente uma Copa Internacional. Não duvidem do lobo. Ele é malvado. Que digam o time das lajotas que tomou de 7×0, o Penharol que levou tomou de 03, e o Boca Junior que foi humilhado dentro de Bombonera.
kakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakak
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TDZ. Este Lobo tem muita história pra contar.
Escuta Leão…
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A maior vitória do futebol paraense no século passado.
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Peñarol, Santos, Benfica, Milan grandes da época. O futebol uruguaio era bicampeão mundial, pra eles tetra, considerando as olimpíadas de 1924 e 28. Vitória maiúscula por si só, que dispensa taça e que não precisa correr atrás de reconhecimento. Valeu, Gerson!
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Meu pai esteve nesse jogo, pelo que me contou algumas vezes. Entrou “nos 15”, pois não tinha dinheiro pra pagar o ingresso.
Uma vitória marcante e história, pois até hoje repercute e que até Nelson Rodrigues assinou, é mole?!
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Queria ver se o resultado seria o mesmo se o ataque fosse formado por Alexandro, Leandro Cearense e Betinho Pop… Com Celsinho no lugar do Quarentinha.
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Neste tempo de poucas competições profissionais, os amistosos eram verdadeiras batalhas. Isto ressalta o valor desta vitória sobre um Peñarol que era a base da seleção uruguaia.
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