Futebol “paraguaio”

POR GERSON NOGUEIRA

A eliminação do Brasil da Copa América não causou nenhum trauma nacional. Pelo contrário, a reação da maioria dos torcedores foi de certa indiferença. Críticas, ironias, deboche, mas nenhuma surpresa. No fundo, já se sabia que a Seleção de Dunga apresentava limitações extremas, que se tornaram ainda mais sérias quando Neymar perdeu a cabeça e foi suspenso da competição.

Desfalcada de seu único craque, a Seleção dependia da força do conjunto para sobreviver. Mas, afinal de contas, que conjunto? O time sempre atuou como se estivesse em fase de treinamento, sem esquema claro de jogo, a não ser um amontoado de gente no meio-de-campo e um atacante isolado na frente, esperando que o gol caísse do céu.

Foi assim ao longo de toda a competição, mesmo com Neymar em campo. Contra o Peru, a vitória só veio por obra e graça de suas qualidades individuais. A derrota para os colombianos foi um alerta final, evidenciando todos os pecados de um time que não tinha coerência de jogo e nem equilíbrio emocional.

A indigência técnica foi tão acentuada que Dunga logrou a façanha de escalar quatro zagueiros de área nos 15 minutos finais contra a “poderosa” Venezuela. Algo inédito na história do futebol brasileiro, mesmo nos tempos bicudos de retranca radical com Zagallo e Parreira.

No sábado, contra um Paraguai apenas voluntarioso, Dunga manteve Robinho no ataque, mas com um meio-de-campo que se destaca pela apatia e a baixa intensidade. O começo foi animador. Philipe Coutinho acertou um chute de longa distância, quase surpreendendo o goleiro Villar.

Aos 14 minutos, em jogada rara na Seleção e no futebol brasileiro atual, a bola foi passada por Robinho para Elias e, de pé em pé, chegou novamente a Robinho para o arremate final. Um gol de bonita construção e que deu a pinta de um astral diferente, com mais preocupação com a técnica do que com a força. Lego engano.

Bastou abrir o placar para a Seleção se deitar na moleza e voltar a adotar um comportamento burocrático. Tocando bola de lado e para trás, justificando o apelido de “time caranguejo”. Como não agredia, o Paraguai resolveu sair da inércia e passou a apostar em sua única jogada: bola aérea para Valdez e Roque Santa Cruz. Tentou uma, duas, três vezes. A defesa brasileira mostrava insegurança, saía estabanada e com isso encorajava o adversário.

Veio o segundo tempo e Dunga se manteve firme na convicção de que 1 a 0 era mais do que suficiente. Não era. Aos 24 minutos, Tiago Silva foi acometido de novo apagão mental (o outro foi pelo Paris Saint Germain na Champions League) e meteu a mão na bola em cruzamento que era dirigido a Santa Cruz. Não foi um gesto acidental, foi uma verdadeira cortada de vôlei.

Cabe aqui a observação quando ao despreparo anímico de certos jogadores. É inaceitável que um jogador experiente, titular de alguns dos melhores times do mundo, tenha ímpetos suicidas na grande área. Não gosto nem de imaginar o que o Tiago Silva seria capaz de fazer se fosse submetido ao estresse e à pressão de uma final de Copa do Mundo.

Gonzalez converteu o penal e, a partir daí, o Brasil repentinamente lembrou que precisava atacar. Mas a falta de hábito puniu o time de Dunga, que não conseguiu mais acertar nada e acabou sucumbindo à raça dos paraguaios. A derrota na série de penalidades era quase previsível ante o desânimo de toda a equipe.

A segunda eliminação seguida para o Paraguai – e em penais – na Copa América ajudam a explicar em boa medida a realidade do futebol brasileiro. Não tem mais craques, mas se comporta como se ainda estivesse na era de ouro. Não tem técnico, mas acha que os maus modos de Dunga representam comprometimento. Não tem estrutura confiável, nem investimento na base, mas a CBF gosta de alardear modernidade.

Em resumo: um festival de enganos. Como lá dentro, nas quatro linhas, não é possível enganar, as decepções vão se acumulando. E tendem a aumentar, pois o próximo desafio é classificar para a Copa de 2018, na Rússia. Com a bolinha atual e o projeto de técnico, a jornada será das mais ingratas. Oremos.

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Amistoso vira guerra em Uberlândia

O Remo foi disputar um amistoso em Uberlândia, mas o confronto se transformou em verdadeira guerra. Por obra e graça de um assistente de arbitragem, que instigou e provocou os atletas paraenses. Como consequência disso, duas expulsões (Rafael Paty e Aleílson), com registro de boletim de ocorrência contra Paty por agressão ao árbitro.

Com a bola rolando, o Remo dominou o primeiro tempo e fez 1 a 0 com Aleílson, concluindo boa jogada de Alex Ruan pela esquerda. No segundo tempo, os mineiros empataram em cobrança de falta que Fernando Henrique aceitou. Haveria decisão em tiros livres da marca do pênalti, mas a comissão técnica do Remo, prudentemente, abriu mão.

Foi o primeiro teste azulino para valer no período de preparação para a Série D. Mesmo sem ter sido planejado, o clima hostil encontrado em Uberlândia pode também servir como alerta para a disputa da Quarta Divisão.

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Conmebol abusa de critérios tortuosos

A Conmebol levou uma eternidade para anunciar a punição ao chileno Jara pelo incidente com o uruguaio Cavani. Confirmou sua notória tradição de hesitação diante de situações polêmicas. Faz o possível para se manter longe de queixas e pressões, evitando se comportar como a principal entidade futebolística do continente. Suspendeu o jogador por três jogos, pena que pode ser considerada até branda nas circunstâncias.

Para arrematar, premiou o atrapalhado árbitro Sandro Meira Ricci com a escalação para dirigir a semifinal entre Argentina e Paraguai. Além da ausência de critérios, a Conmebol prova que adora brincar com o perigo.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta segunda-feira, 29)

19 comentários em “Futebol “paraguaio”

  1. O Brasil precisa reformular seu futebol a começar pelos nossos campeonatos.
    Série A num país continental com apenas 20 clubes é burrice e ganancia.

    Limitar a estrangeirada tbm é preciso, estamos reforçando as outra seleções e enfraquecendo a nossa.

    Não tínhamos time pra ser campeão, mas o Paraguai não tinha time pra nos eliminar.

    Botar culpa no técnico é tudo que a cúpula da CBF quer, temos que mudar a mira, ou continua do mesmo jeito, dois amistosos já foram anunciados.

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    Mais uma vez o remo envergonha o nosso estado, que papelão, fazer confusão em jogo festivo.

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    Gerson, pra mim o Sandro Ricci não merecia ser punido, pois ele não viu a cutucada do chileno e sua arbitragem foi normal, só acho que é imprudente apitar o jogo da seleção que acabou de eliminar a do seu país de origem.

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  2. Gerson e amigos, vcs acham se esses pernas de pau de Firmino, Willian, Fernandinho jogase em algum clube Brasileiro eles estavam na seleção? Claro que nao! Tem muita coisa errado ai começando por Dunga que nunca foi tecnico na vida.

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  3. Caro Gerson, perfeita colocação sobre a CBF, a seleção e Dunga. É preciso realmente repensar o futebol no Brasil. A seleção não tem feito boa figura e isso é o que mais preocupa porque perder é parte do jogo, mas jogar mal, não. No momento em que todas as seleções pelo mundo exibem evolução tática e técnica, retrocedemos no tempo e damos mostra de que não sabemos valorizar o que temos de melhor. Desde as capitanias hereditárias agimos como se toda riqueza fosse inesgotável, mesmo com a história alertando sobre o perigo desse comportamento. Acho que o governo marcaria um golaço se atuasse pela profissionalização dos dirigentes e pela transparência dos campeonatos. O código de defesa do consumidor, a lei do passe e o estatuto do torcedor são passos históricos que podem nortear as ações do futebol para que ele permaneça como um patrimônio nacional. O próximo passo, e isso está claro como água, deve ser dado contra o amadorismo e o oportunismo de dirigentes mal intencionados, que se apropriaram do futebol, sem que sequer se tenha realizado um único leilão para sua privatização.

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  4. Pra mim, com a qualidade dos jogadores disponíveis, será muito difícil para qualquer técnico, seja brasileiro, seja o Guardiola, extrair um melhor futebol do time que conseguir formar. Pro Dunga é pior ainda, pois além das limitações das quais se ressente, ainda tem a má vontade da imprensa.

    Amigo Edson, quanto à Uberlândia, não obstante considere que o Mais Querido não devia ter declinado da cobrança dos penais, a verdade é que o ocorrido nem se compara com ocorrido naquele jogo aqui em Belém, no Mangueirão, quando o próprio Remo botou pra correr um certo listrado sob a trilha sonora do Pinduca.

    Agora, sobre o árbitro, concordo que ele não merecesse gancho por aquele lance já que não havia meios físicos d’ele ver o ato irregular do jogador chileno. Todavia, seu desempenho, independentemente daquele lance, me pareceu bem ruim, daí que não acho que merecesse o prêmio de estar na semi.

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  5. Uma das poucas vezes que a seleção é eliminada e ninguém dá a minima importância, como já foi comentado algumas vezes aqui essa seleção é fraquíssima com um treinador mais fraco ainda, contamos com a sorte e quando o Neymar joga contamos com alguma jogada individual, fora isso é muita sofrência. Agora mudando de assunto…. que o rEMO correu de campo não tenho duvidas, Correu mesmo….rsrsrs

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  6. Neymar é, sim, o único craque da seleção brasileira atual. No entanto, é cristalino que Messi é o único craque da seleção argentina, assim como Cristiano Ronaldo é o único craque da seleção portuguesa e por aí vamos ao examinar qualquer seleção do planeta.
    Mas é certo, também, que temos bons jogadores coadjuvando Neymar o que nos torna potencialmente uma seleção forte. Davi Luiz é zagueiro que joga em qualquer time; Miranda está em momento esplendoroso, talvez tenha sido o único destaque dessa seleção que disputou a Copa América; William é titular absoluto do campeão inglês, Chelsea, assim como titular é Ramires; Firmino custou uma grana alta ao Liverpool; Luis Gustavo fez um grande campeonato alemão, enfim, habemus time.
    O problema é mais em cima. Isto é, quando se trata de pegar jogadores renomados e experientes e nos propomos a formar uma seleção digna deste nome. Felipão ganhou a Copa das Confederações, deitou nesse berço nem tão esplêndido assim e quando acordou o Brasil passava pelo maior vexame de sua história; e Dunga, que começou bem a preparação, parece ter se enredado no anacronismo futebolístico que hoje nos atormenta e nos faz sonhar a todo instante com o surgimento de Pelé, Garrincha, Didi quando o que precisamos urgentemente é evoluir taticamente e praticar o jogo coletivo que redimirá nossos craques.
    A impressão que passa é de ainda vivermos sob o trauma de 1982, quando nossa seleção encantava e, de repente, diante de uma Itália que precisou retrancar-se contra a Polônia pra garantir a classificação como segunda da sua chave, sucumbimos às dificuldades de um jogo feito à perfeição em cima das fraquezas que julgávamos inexistirem em nosso time.
    Ou evoluímos imediatamente nossa visão de jogo arraigada ao passado, ou continuaremos à espera do surgimento de ‘salvadores da pátria’ com a mesma ingenuidade vista naquele fatídico ano de 1982. Com efeito, não sairemos do lugar enquanto acharmos obtusamente que uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Lembrem-se do já remoto exemplo, mas cada vez mais necessitando fazer-se presente, do mestre Nilton Santos, lá nos idos de 1958 contra a Áustria, ignorando solenemente os gritos do bonachão Vicente Feola, que o mandava voltar, e ele ia cada vez mais em frente até receber passe de Didi e fazer um gol de dentro da área adversária, lugar à época proibido a um lateral-esquerdo do time adversário.
    É disso que precisamos: dedicação, discernimento e talento, muito mais que firulas, chapéus, embaixadas e dribles desnecessários, enquanto a quantidade de passes errados cresce exponencialmente no Campeonato Brasileiro, a ponto de um comentarista propor que as estatísticas contenham um novo elemento nas tabelas dos jogos: quantos bicos na bola foram dados para o alto por partida. Desgraçadamente faz todo o sentido no atual momento vivido pelo futebol brasileiro.

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  7. O Remo correu de campo ocasionando mais um dos intermináveis vexames desse time RSRSRSRSRSR. Quando é que essas sessões de vexames remistas irão acabar???????? E como dizem que desgraça pouca é bobagem, agora os vexames remistas estão sendo orquestrados por um jogadorzinho que de repente achou de virar incrivel hukk RSRSRSRSR onde após a peia de 5×1 com o CUIABÁZÃO achou dar chutes nas portas do vestíario da arena. Dessa vez num simples amistoso todos vira pela TV o sopapo que ele deu no árbitro , o que lhe causou BO por parte do árbitro na delegacia e poderá custar um bom gancho a esse desequilibrado atleta. As coisas são assim: quando não há desequilíbrio da torcida há desequilíbrio de atletas. TA MUITO RUIM PATI LEÃO. VERIFICA LOGO O QUE ESSE ATLETA HULK ANDA TOMANDO POR AÍ. RSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSR

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  8. Página 37 do livro “Papão, 90 anos de paixão e glória”, de autoria do jornalista Ferreira da Costa(Mastergráfica) está dito o seguinte, “1976- Outro Campeonato conquistado invicto. O Paysandu jogou 17 partidas, tendo vencido 13 e empatado as demais. UMA DAS 13 VITÓRIAS FOI CONQUISTADA POR W.O., sobre o Remo, que não apareceu pra jogar.
    1976, final do Torneio Cidade de Belém, Paysandu3 X Remo 1, não encerrado porque o time do Remo retirou-se do gramado. Ou seja, foi posto pra correr por um certo(e glorioso) listrado. Sorry.

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  9. Amigo Antônio não entro nesse mérito dos penais e sim do jogo nos 90 minutos.
    O Uberlândia teve a consideração de convidar o remo e eles se comportaram pessimamente mal.

    Vc viu na tv a tentativa de agressão do Paty ao arbitro?

    E o mais lamentável foi o cacaio dizer que serie D é isso. Engano dele, a série D pode até ter os piores campos, mas a disciplina é a mesma, é só ver que o remo vai pegar 3 mandos de campo por causa do comportamento violento da sua torcida em Bragança.

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  10. Sobre esta questão de correr de campo, desde que este assunto passou a ser tratado aqui mais frequentemente nunca se defendeu que se tratasse de uma exclusividade do listrado. O que sempre se disse foi que só havia imagens audiovisuais de uma destas fugas, justamente daquela que tem até a trilha sonora do Pinduca. É bem verdade que pode existir algum video que ainda não foi postado. Mas, pelo menos até hoje, ninguém conseguiu nenhum para postar.

    Porém, como agora, legitimamente, se coloca a coisa noutros termos, nada obsta, então, que se trate o caso sob estes novos parâmetros.

    Pois bem, tomando por base o mesmo pesquisador paraense, o Ferreira da Costa, em citação do Blog do nosso colega Antonio Valentim, podemos, então, dizer que no Re/Pa, temos 11 ocorrências da natureza destas que passamos a tratar, divididas entre não comparecimento ao jogo (5); e abandono de campo (6).

    Sendo que o listrado é campeão nas duas modalidades: Correu de campo 5 (cinco) vezes; e não compareceu a campo 3 (três) vezes.

    Quer dizer, este título há de se reconhecer ao listrado, campeão das “corridas de campo” e campeão dos “não comparecimentos a campo”.

    E, para celebrar, coloquemos mais uma vez o video da única fuga de campo da qual haja documentação audio visual, com trilha sonora e tudo:

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  11. Edson, meu amigo, em primeiro lugar, de reconhecer que vc tem razão: você tratou de um assunto e eu lhe respondi outro. Mas, como sendo um, ou sendo outro, a encarnação é a mesma, concluo lhe dizendo que é realmente lamentável que tais contratempos tenham ocorrido. Mas, são coisas que acontecem, que se deve cuidar para que não se repita, mas que não se deve chegar ao ponto de crucificar os jogadores ou denegrir o Clube por causa dela. Valendo o mesmo quanto à postura violenta dos torcedores. Aliás, neste particular, é dizer que aqui no Pará, a dupla Re/Pa está acostumada a sofrer punições por conta de uma parcela daqueles que comparecem ao estádio que se comportam violentamente.

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  12. Antonio Oliveira, já que você insite tanto em postar esse vídeo, eu digo não perca as estribeiras, a serenidade que sempre lhe foi elogiada no blog, na se irrite com meus sarros e não se iguale aquele fake aqui rsrsrsrsrsrsrsrsrsrs e não fique postando esse vídeo que não quer dizer nada, Aliais, querdizer sim, a verdade dos fatos . ou seja mesmo não eu nunca vendo o vídeo, você ´pode até me confirmar depois se é o mesmo, mas parece um vídeo de um jogo DA MONTAGEM DO ESQUEMA, para tirarem a forra dos 7×0, que tanto mexe com pscologico de remistas rsrsrsrsrsrsr onde azulino vencia por 4×0. É esse??? Caso seja esse, talvez você se faça de desentendido ou não sabe mesmo de toda a história: Mas eu lembro: Esse deve ter sido o jogo que armaram para cima do bicolor, e coloram um dos árbitros locais mais larápios contra o Papão para apítar o REXPA, onde neste jogo o seu buneco Agnaldo distribuia pontape em todo mundo e sequer era advertido. No primeiro lance de falta ele mandou um bicolor para o chuveiro. Aí com 25 minutos o azulino fez 4×0 e haja seu buneco dá pancada sem ser advertido. Ai houve um penal legitimo em favor bicolor desmarcado, o jogo continuou e a confusão começou e foi descoberto o esQUEma quando ainda no primeiro tempo um gol bicolor desmarcado legitimo, partiram para cima do arbitro e ele expulsou mais 2 bicolores que ficou com 7. Aí um conselheiro ligou para avisar que era esquema para o tirarem a forra dos doidos 7×0 e a diretoria bicolor mandou o time descer para os vestiários porque o ARBITRO AZULINO IRIA APRONTAR MAIS. Aí o time desceu, sobre apulpos e criticas de toda a imprensa local a qual nunca vê maldade em nada, e mesmo considerando os erros fatais do arbitro contra o papão, não considerava a hipotese de sair do campo. o time ficou alguns minutos e RETORNOU por ordem do Tourinho QUE ERA DO CONSELHO e aí deram uma butinada no seu buneco e foi mais um do Papão expulso e so com 6 pela lei não poderia continuar o jogo. FOI EXATAMENTE ISSO QUE OCORREU SE FOI ESSE O VIDEO. E QUANDO EU DISSE QUE O ARBITRO DESSE JOGO ERA AZULINO, EU NÃO EXAGEREI OLIVEIRA PORQUE FOI O MESMO ARBITRO QUE BANDEIRANDO UM JOGO DO REMO NO BAENÃO PELO BRASILEIRO SERIE B, ELE GRITOU GOL DO REMO E VIBROU COM A BANDEIRA NA MÃO, CAINDO ALI A FICHA DELE NUM FATO INÉDITO NO FUTEBOL e ESPANTO ATÉ DE AZULINOS QUE ELI ESTAVAM, ONDE DEPOIS DISSO ELE FOI LEMBRADO PELO QUE APRONTOU NO JOGO DA “FUGA BICOLOR” FOI QUEIMADO DEFINITIVAMENTE E NUNCA APITOU JOGOS DO PAPÃO. MAS O PAPÃO RETORNOU AO GRAMADO. AGORA QUEM SUMIU DO CAMPO SEM DEIXAR VESTIGIIOS FOI O TEU AZULINO NA DECISÃO DO ,PARAZÃO 2006 VENCIDO POR WO. PELO BICOLOR. não mexa com minha lingua e com história do futebol Amigo Oliveira rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs

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  13. Não, amigo Nélio, duas vezes, não:

    Não, eu não fico chateado com suas encarnações, muito ao contrário. As acho até importantes para descontrairmos o ambiente que às vezes fica carregado.

    Não, não é esse o jogo que está no vídeo. Mas, assista lá. Não vai doer nada. É um video bem curtinho. E ainda tem a trilha sonora assinada pelo Pinduca.
    kkkkkkk

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