POR GERSON NOGUEIRA
De pires na mão, vendendo o almoço para comprar o jantar, o nosso futebol parece ter desistido de aprender com seus próprios erros. Diante da auspiciosa chance de tirar o pé da lama, com três clássicos (um pelo Parazão e dois pela Copa Verde) em menos de um mês, eis que a primeira medida tomada pelos clubes já colide com o bom senso.
Pela necessidade de garantir faturamento, os clubes concordaram em estipular o preço dos ingressos para o Re-Pa de domingo, 29, em R$ 50,00 (arquibancada) e R$ 100,00 (cadeira). Quem se antecipar, terá direito a um desconto de 20% e o preço cai para R$ 40,00 e R$ 80,00, respectivamente.
O problema não está nos preços, mas na ocasião e no grau de importância do jogo. Primeiro da fila da trinca de clássicos, o Re-Pa valendo pela fase classificatória do returno do Campeonato Paraense não decide absolutamente nada. É forte, aliás, a possibilidade de não interferir na colocação dos rivais na competição.
É claro que o torcedor sabe disso. Sabe, também, que virão mais dois clássicos realmente decisivos, válidos pela semifinal da Copa Verde, sendo que o primeiro acontecerá no domingo seguinte, 5 de abril. Por mais interesse que o Re-Pa desperte no coração dos desportistas paraenses, há sempre um limite a ser observado.
Os preços que serão cobrados para esta partida seriam mais adequados para os outros dois jogos. Por ora, ficaria de bom tamanho cobrar ingressos de arquibancada a R$ 20,00, valor mais compatível com a natureza do clássico e que permitiria um público maior no Mangueirão. Com chuvas constantes, dinheiro curto e transmissão em TV aberta, os riscos de fiasco de público são imensos.
Por outro lado, não vejo ganância excessiva na decisão dos dirigentes, como muitos querem crer. Observo apenas certo açodamento, angústia até, em resolver os sérios problemas de caixa dos dois grandes clubes. Todos sabem das dificuldades que as diretorias enfrentam para custear a estrutura do futebol, situação agravada pela disputa de um campeonato deficitário.
Só que, da maneira como foi acordado entre as duas diretorias, o remédio em dose excessiva pode acabar matando o paciente.
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Águia ensaia desistência da Série C
A notícia caiu como bomba nos arraiais do futebol local, ontem, no final da tarde. O Águia de Marabá cogita a possibilidade de desistir da disputa da Série C deste ano. Sem suporte financeiro, enfrentando a pior crise de sua história e há dois anos fora da elite do futebol paraense, a diretoria do clube prefere abrir mão da vaga a ter que se endividar ainda mais.
O presidente Sebastião Ferreira informou que diretores e conselheiros irão reunir no fim de semana para discutir e tomar a decisão final, mas admite que a tendência é pela desistência. Para azedar ainda mais a situação, um ex-dirigente entrou ontem com ação judicial cobrando R$ 2,4 milhões do clube.
Único representante paraense na Terceira Divisão, o Águia fez campanha heroica nos últimos dois anos, safando-se do rebaixamento nas rodadas finais. Caso saia da competição deste ano, o clube sofrerá punição por parte da CBF e cairá automaticamente, ficando sem divisão para 2016.
Péssima notícia para o já enfraquecido futebol do Pará.
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A Copa Verde e o desperdício de ideias
Há situações em que a derrota parece subir à cabeça de certas figuras. Acontece em todos os níveis, até mesmo na alta esfera política, como se viu no período pós-eleitoral. Seguindo a maré, dirigente do Remo resolveu tornar público o seu desinteresse pela Copa Verde: “um desperdício”, segundo ele.
Ora, ora, mas justamente o Leão Azul terá a pachorra de esnobar um torneio que garante boa visibilidade nacional, rendas tentadoras e ainda qualifica para a Sul-Americana? Incrível.
E há ainda o mau jeito embutido na declaração, que funciona como desestímulo aos atletas para a batalha em dois jogos contra o maior rival.
Custo a crer que os demais diretores e conselheiros compartilhem desse sentimento. A não ser que a intenção seja justificar por antecipação um eventual fracasso na semifinal. Se for isso, será preciso urgentemente combinar com os russos – no caso, os torcedores remistas.
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Se a moda pega por aqui…
Carlos Sergio Falcão, presidente do Vitória, renunciou ao cargo nesta segunda-feira. Entregou a carta de demissão anunciando oficialmente sua saída ao presidente do Conselho Deliberativo do clube, Silvoney Sales, que assume interinamente até a eleição do novo presidente.
Falcão decidiu pedir o boné depois da derrota do Vitória para o Colo Colo, no último sábado. Com o resultado, o time rubro-negro foi eliminado do Campeonato Baiano.
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Iarley e a inesquecível façanha na Bombonera
Ao participar de mesa-redonda na ESPN sobre a Copa Libertadores, o ex-jogador Iarley foi indagado sobre o momento mais importante de sua carreira. Instado a escolher entre duas opções, o título mundial do Internacional sobre o Barcelona e a vitória do Papão sobre o Boca Jrs. na Bombonera, ele foi seco e direto: “A vitória do Papão da Curuzu, sem dúvida. Foi ali que tudo começou pra mim. Ganhei projeção e prestígio”.
(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta terça-feira, 24)
Todo ano o Águia faz isso pra poder aglutinar colaboradores, duvido que desistam de uma série C.
E pensar que tem gente que venderia seu estádio pra ficar com essa vaga.
Na verdade, o sulistinha jornalista, sequer deu como opção a vitória do papão sobre o Boca, o Iarley que fez questão de colocar.
Tem um coração cheio de gratidão, valeu Iarley 7.
Em relação ao cartola remista, é o que falamos, a soberba de muito remista…mas soberba de quê?
Um dia quando olharem no espelho e reconhecerem que a nível nacional hoje não são nada, aí sim as coisas vão ou podem melhorar por lá
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Nao conheço o mecanismo que pode salvar o Aguia de Maraba, mas a FPF acho eu, tem obrigaçao de ajudar o Aguia de alguma forma a superar essa situaçao…afinal de contas e´seu afiliado e e´o futebol paraense que esta em jogo. Sinceramente sera uma pena se ninguem fizer nada.
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Em relação ao Aguia…caro Edson vejo um equivoco vc dizer que todo ano clube de Marabá se aproveita para aglutinar empresário pra ajudar….acho que vc não dimensionou a palavra desistir, renunciar a vaga da serie C do presidente do Aguia…as coisas deve esta muito preta mesmo pra comunicar uma noticia dessa pra todo Brasil e interessados.
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O cerne da questão, caro Gerson e demais frequentadores do boteco virtual, não é o preço do ingresso. Pelos custos do futebol profissional, poderia ser até maior, não obstante o clássico não decidir nada e a transmissão pela tevê, coisa que o torcedor de campo já está habituado, e não será isso que o afastará das arquibancadas.
A questão toda, como venho cansando de escrever, vai muito mais além. Enquanto, os homens não se sentarem à mesa e resolverem cortar os males pela raiz, não será o torcedor que paga ingresso que vai resolver todo o problema azulino. Nesse ponto, eu concordo que o preço é salgado, devendo ser 30 reais e não 20.
Como venho dizendo, a bilheteria, renda instável que depende dos humores do torcedor de campo, variando conforme a qualidade do elenco, não deveria ser a principal fonte de receita. Em primeiro lugar, o sócio (e clubes como Remo e Paysandú tem condições de ter um quadro social de vulto), esse, se tratado como verdadeiro dono do clube, sim, deveria ser o principal financiador. Em segundo, receitas provenientes de publicidade, televisão etc. Em derradeiro sim, viriam as receitas de bilheteria. E estas sem açodamento, geridas de forma inteligente, com vendas pela internet, por cartão de débito e de crédito…
Mas, enquanto não houver união no sentido de se resolver de vez os problemas, não importando se quem estiver na presidência é o João, o Pedro ou Antônio, mas visando sobretudo o bem da instituição, não vejo solução, a não ser chegar ao ponto do Águia, e desistir de vez das atividades profissionais.
É isso.
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Meu comentário ficou na moderação. Mas libere-o, Gerson. Pode ser que alguém influente se sensibilize.
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Gerson e amigos, penso que esse RexPa do Parazão 2015, poderá ser decisivo para Remo e PSC, dependendo dos resultados do meio de semana… PSC, se perder pro Independente(toc toc toc) terá que vencer o Remo, caso contrário, poderá dar adeus ao Parazão,já no RexPa… O Remo, se vencer o Gavião, poderá carimbar a sua vaga à 2ª fase, se vencer o RexPa, pois o último jogo do Remo, é em Paragominas, contra o PFC… Caso o PSC vença um dos dois jogos, ou os 2, acredito que o PSC estará na 2ª fase, vencendo( e acredito que vencerá) os 2 jogos em casa, contra Pebas e SF…
Penso, sinceramente, que faz tempo que não temos 3 RexPa’s, tão decisivos…
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É verdade Edson, o jornalista não elenco o feito do PSC, mas o ídolo tratou de botar as coisas no s seus devidos lugares.
O problema do Águia são esses dois anos de ausência do estadual por pura incompetência e a consequente redução de patrocínios. Prá mim isso é balão de ensaio e se colar colou.
Quanto ao rival, está como está devido essas mentes brilhantes administram o clube.
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– Absurdo isso, amigo Gerson…Remo e PSC, tem condições de disputar Parazão e Copa Verde… Se tivessem que abrir mão, seria da Copa do Brasil.. Certamente, é dirigente que não conhece como funciona o futebol….Remo ou PSC, numa Sul-Americana, seria ganhar dinheiro mais facilmente, além da visibilidade… Olha, me fez lembrar aquela vinheta da R. Clube, sobre esse dirigente: ” Como é o nome dele” amigo Gerson?…rs
É cada um, amigos
– Quanto ao Águia, Penso que pro Ferreirinha e o Galvão tornarem público essa situação, é porque o negócio tá pegando mesmo… Espero, sinceramente que os grandes empresários do Pará e não só de Marabá, possam ajudar nosso representante na série C, inclusive o Governo Estadual e a Prefeitura de Marabá
É a minha opinião.
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Vale lembrar que, se o Águia desistir, o Brasiliense entrará em seu lugar, por ser o 5º da série D 2014… Precedente aberto pelo Treze-PB…Lembram?
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Bem lembrado, professor.
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Amigos,
Vou pontuar item por item.
1) Os valores dos ingressos são equivocados.Para mim, inindependente do grau de importância de primeiro clássico, penso que o valor não poderia ultrapassar 30 reais (20 com desconto na compra antecipada); já os clássicos pela Copa Verde, penso que os ingressos poderiam ser vendidos a 60 reais ou 100 reais na compra do ingresso para os dois jogos.
2) Sobre o Águia, penso que será uma grande perda para Maraba e para o futebol do Pará. Custo (e não quero) a acreditar na desistência do azulão.Espero que os empresários locais ajudem.
3) Sobre Iarley, apenas digo que reconhecimento é tudo e é um nobre comportamento do humano. Parabéns para ele. O Paysandu agradece de coração a projeção que ele e os demais jogadores deram ao Paysandu com aquela participação na libertadores.
4) Sobre o Remo e a Copa Verde digo apenas o seguinte, a humildade é uma das armas dosvitoriosos. Está faltando isso nos arraias remistas. Muitos se comportam como se ainda vivessem nos anos 70.
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Lembram do Bocão? Falava dos dirigentes de Paysandu e Remo e dizia que lá em Marabá davam aula de como administrar um clube de futebol, tai!
Também penso assim, o momento mágico do Papão é aquele contra ataque fulminante em que resultou o gol do Yarlei em La Bombonera. Começa com Jorginho, que lança Sandro, que de “cara torta” passa pro Yarlei, que passa por um adversário e manda pro gol. Inesquecível!!
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Quero crer que o Águia não desistirá. Sempre chega algum grupo disposto a ajudar.
No entanto, o caso clube marabaense é bem mais complicado. Digo isso vendo à distância, vez que a imprensa paraense não dá muito destaque a outros que não sejam Remo ou Paysandú, pela grande massa simpatizante que possuem.
1) A curto ou médio prazo:
Não participa de competições, a não ser a insossa série C, não tendo no caso grande possibilidade de fazer boa campanha a ponto de ascender à B. Diante disso, não tem como empolgar a sua pequena torcida.
2) A longo prazo:
Igualmente não tem lastro (número de simpatizantes) de forma a compor largo quadro social, medida terapêutica que recomendo a clubes de massa como Remo e Paysandú, em termos de região Norte.
Então, não sendo este ano, fatalmente terá de fechar as portas no ano seguinte.
Lembram do campeão da série D, São Raimundo? Está de portas fechadas. Fogo de palha.
Lembram do campeão paraense de 2011? Não foi adiante na competição nacional.
Lembram do São Caetano, grande sucesso no início dos anos 2000? Não faz muita coisa hoje.
Essas equipes não precisam apenas ser bem administradas, precisam de um bom público torcedor. E isso, Remo e Paysandú têm de sobra.
Mas falta algo mais…
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Vai participar, até porque viagens e hospedagens é com a CBF…problema é só montar o time.
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Senhores, se o Yarlei, campeão da Libertadores, Campeão da Recopa Sul Americana e Campeão Mundial pelo Inter falou que a maior façanha da vida dele foi a vitória do PAYSANDU SPORT CLUBE sobre o todo poderoso Boca Junior dentro DA LABOMBONERA, quem é debiloide que vai discordar dessa opinião do Yarlei????????? SO MESMO UM AZULINO KAKAKAKAKAKAK
KAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAK
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Até porque, no caso do Águia, se tivesse massa torcedora considerável, esta não admitiria a desistência.
No entanto, como ocorre muito no interior do Brasil, quem torce para times do quilate de Águia, São Raimundo, etc, só o fazem enquanto estes estão por cima. Quando caem, seus pseudo-torcedores voltam ao ninho de antes: Flamengo, Corinthians…
Nada contra os verdadeiros torcedores, que são poucos, mas à bem da verdade.
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Pessoal, acho esse caso extra campo do Águia o mais fenomenal no Pará em todos os tempos, muito maior que aquele do Pirão querer tomar a vaga na série D de time rodoniense porque em relação ao Águia, eu até hoje não consigo entender o milagre de como um time igual ao Águia e a fraquíssima estrutura que possui, vem conseguindo se manter na difícil hoje série c há quase 10 anos, e já chegou perto de subir para a série B. Porém no reverso da medalha temos um azulino contado em prosa e verso ou gabado como um dos maiores do norte do Brasil, que possui a segunda maior torcida, do norte e uma enorme torcida, possui 10 vezes mais estrutura física e financeira que a do Águia, mas diferente do time marabaense, esse time azulino em vez de querer sair da C, quer é entrar a muitos anos na competição e não consegue, não sebe como, não vê horizonte em curto prazo para conseguir essa vaga que o Águia está desprezando. GENTE, isso é inusitado demais, é melancólico e angustiante mais ainda para o time azulino e sua torcida porque o time paraense que quer desistir da C não possui 5% do dinheiro, torcida e estrutura e peso na imprensa daqui que esse azulino possui. A média de público do Águia quando o time vai bem em Marabá é de 800 torcedores por jogo e sua estrutura é fraquíssima. Inclusive esse ano o time azulino de Belem caminha em passos largos para não conseguir vaga em divisão nenhuma, muito menos serie C que Aguia tá deixando de lado. Uma das duas coisas, ou o Águia é um time de maior expressão no Pará em termo de fibra, raça, determinação e merecia ser mais e melhor amparado por nossas autoridades que comandam o futebol(FPF, SEEL, Governos etc.) ou o time azulino de Belém é o sinônimo de fraqueza, ineficiência, descaso, descompromissado em honrar nosso futebol. Só pode porque não dá para entender de outra forma. Desculpem azulinos, mais não dá para entender a mediocridade desse time de vcs.
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Não acredito acredito que o águia desista apesar da aparente crise finananceira. Os dirigentes estão jogando jogando o verde pra colher o maduro, sensibilizar os empresários locais e a federação que tem sim obrigação de ajudar, afinal pra quê arrecada tanto dinheiro sem fazer quase nada?
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Esse jogo foi a maior zebra do futebol, time cagado!
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A mucura mendiga conseguiu a metade da renda, time sem vergonha, depois ficam dizendo q o Leão não ajuda elas kkkkkkkk
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Ei Águia, tá fumada agora né kkkkkkkk vai pedir ajuda pra mucura, afinal vcs salvaram eles duas vezes do rebaixamento né kkkkkkkkkk eu choro kkkkkk q comece o mimimi
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Hilário, este ano pode ter piorado realmente, pois ano passado trouxeram uma carrada de jogador de fora, e até técnico, e não deu certo.
Mas todo ano o Aguia, o Paragominas, Independente e até o pobre do São Raimundo, dão aquela chorada, pois quem não chora não mama.
Como bem disse um amigo acima, despesas maiores só com o elenco, mesmo que apanhe, é só mesclar um time de novos com uma seleção paraense que talvez nem caia pra D.
Pedir ajuda ao Paysandu, ao próprio Remo que provavelmente não terá o que fazer no 2° semestre pra liberar jogadores, pra tudo tem solução, e a primeira delas, não tenha duvida, estão chorando pra sensibilizar os patrões.
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Considero o Boca o 2° maior time das Américas, só perde pro Santos, isso em termo de história, porém o Santos e nenhum time do Brasil tem um alçapão capaz de atemorizar qualquer adversário.
Sinceramente, quando o papão foi jogar lá, queria que o papão pelo menos perdesse só de 1 gol de diferença.
Mas ganhamos, simplesmente do Boca na casa deles.
E olha que tinha tempo pro Boca virar e até fazer uns 3×1, mas o Papão de Iarley 7 foi brilhante e deu ao Brasil essa inesquecivel vitória.
Foi mais um feito sem defeito do papão da curuzú!
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Não, amigo Cláudio, neste caso o 13 de Campina Grande herdaria a vaga pois o Águia seria rebaixado para a série D.
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Só uma correção, Miguel. Não há rebaixamento direto para série D.
Ele ficaria de fora dois anos. No terceiro, iria DISPUTAR a vaga na série D.
abraço
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O preço deveria ser 30 no paraense e 20 na copa verde. Precisamos cair na real do momento. Com relação a afirmação do gerente de que a copa verde é um campeonato a parte e que o paraense é a única e disparada prioridade, concordo plenamente e já afirmei isso aqui a muito tempo. A Copa Verde deveria ser disputada pelos reservas. Nossa realidade atual deve ter um só foco. Aquele que nos tira do marasmo e da aflição. Copa Verde é um objetivo pertinente para o futuro. Não adianta está na sul americana e permanecer sem divisão. Por pensamentos assim, sem priorizar o que se deve, estamos em mais um ano de agonia. Só temos o segundo turno como esperança. Infelizmente o objetivo estratégico para o futuro está longe da coerência e do bom senso. Claro que vou torcer em todos os campeonatos, mas meu foco e meu sonho é para o futuro, e só temos ressurgimento das nossas glorias com sustentabilidade e credibilidade com a conquista do paraense e o acesso a série C.
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De fato, cobrar R$ 40 e R$ 80, para arquibancada e cadeira, para um jogo que não decide nada, em período de pleno e brabo inverno, é querer pagar mico, outra vez, como fizeram Remo e Paysandú, em 2014. Pior ainda é se permitirem exigir árbitro de fora, apesar de que nosso árbitro FIFA não se garante em RExPA (lembrem os fiascos dos dois jogos de 2014…). Quanto aos dois jogos da Copa Verde, é oportuno lembrar que dia 05 de abril é domingo de Páscoa, quando muita gente estará fora de Belém. Tal qual sapo, os dois estão sempre morrendo pela boca…!!
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Essa postura do Águia é comparada aquela pessoa rica jogando comida fora enquanto tem gente (remo) morrendo de fome.
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Ótima comparação Fernandes Filho. festes incisivo.
coitado dos azulinos. sofrem, sofrem sofrem nas mãos dos outros
kakakakakakakakakakakakakakakakaka
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Adivinha qual foi o time q dormiu na praça e jogou com cachorro? Kkkkkkkkkk
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