À frente do Paissandu de maneira oficiosa desde sua eleição, no dia 19 de novembro 2014, o advogado Alberto Lopes Maia Filho, 48 anos, assumiu oficialmente na noite desta segunda-feira, 5, a presidência do clube, sucedendo a Vandick Lima. A solenidade de posse da nova diretoria aconteceu no salão nobre da sede social bicolor, na avenida Nazaré. O evento foi prestigiado por um grande número de desportistas ligados ao Papão e de outros clubes, inclusive do maior rival, o Remo. Maia e seus companheiros de diretoria ficarão à frente do clube por dois anos, com direito a reeleição ao final de 2016.
Entre os dirigentes presentes à solenidade, que teve início às 20h30, estiveram o presidente do Remo, Pedro Minowa, e seu vice, Henrique Custódio. Minowa salientou a importância de Papão e Leão estarem unidos para o fortalecimento do futebol local. “Quem têm de brigar, no bom sentido, são os jogadores dentro de campo. Nós, dirigentes precisamos estar unidos para o engrandecimento dos clubes”, declarou.
O ex-presidente Rui Sales desejou a Maia e sua equipe “um excelente mandato”. Ele recomendou ao novo presidente que siga a estratégia administrativa adotada pelo, agora, ex-presidente Vandick Lima. “Mesmo na condição de ex-presidente não tenho nenhum constrangimento em afirmar que o Vandick foi o melhor presidente que tivemos nos últimos 50 anos. Espero que o Maia dê continuidade a esse projeto”, disse Sales.
Após o discurso de posse, Maia, no qual ressaltou, entre outras coisas, “a importância de organizar ainda mais o Paysandu administrativamente, o presidente falou sofre a sua chegada à presidência do Papão. “É a realização de um sonho. Tenho uma responsabilidade muito grande. Presidir o maior clube do Norte não é fácil. Mas acredito muito e confio nesta diretoria. Temos competência para gerir o Paissandu”, concluiu. Na ocasião, foram empossados os novos conselheiros do clube, à frente o presidente do Conselho Deliberativo, Ricardo Gluck Paul. (Com informações do BOLA)
Se Maia é o melhor, eu não sei, mas Tourinho foi o maior vencedor da história do clube, justiça seja feita, assim como o maior perdedor.
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Leia-se Vandik e não Maia.
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Vejo no Maia pespectivas muito grande de fazer o Paysandu um clube grande profissionalmente falando
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