Boleiro exibicionista pode perder o emprego

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O jogador mexicano Jorge Enriquez, mais conhecido como Chatón, pode ser demitido pelo seu clube, o Chivas Guadalajara, após postar a foto abaixo no Instagram:

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Na foto, de acordo com a imprensa mexicana, Chatón, de 24 anos, aparece em situação picante com a namorada, a apresentadora de TV Gladys Castellanos (foto abaixo). Mas Gladys afirmou no Twitter que as pessoas na polêmica foto não são ela e o namorado.

A desculpa não colou. Nestor de la Torre, presidente do Chivas, disse ter ficado chocado com a foto e a considerou inapropriada, de acordo com o “Daily Mail”. Ele está considerando dispensar o jogador por comportamento não profissional.

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A história do boicote do Rei a Ritchie na CBS

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Por André Barcinski, no portal R7

Em meio a esse bafafá sobre as mudanças que a Rede Globo fez no especial sobre Tim Maia, adicionando elogios ao “Rei”, ninguém lembrou uma das melhores histórias envolvendo os dois personagens. O caso está em meu livro “Pavões Misteriosos – 1974-1983: A Explosão da Música Pop no Brasil” (Editora Três Estrelas) e me foi contado por Ritchie, personagem central do imbróglio.

Só para situar o leitor, o caso aconteceu no meio dos anos 1980. Em 1983, Ritchie havia lançado o LP “Vôo de Coração”, pela CBS. Somando as vendas do LP e do compacto de “Menina Veneno”, Ritchie se tornara o artista de maior sucesso do Brasil entre 1983 e 1984. Até então, apenas um artista brasileiro vendera mais discos que Roberto Carlos: os Secos e Molhados, em 1974. Mas nenhum artista da gravadora de Roberto, a CBS, o tirara do topo do pódio, e isso, segundo Tim Maia, teria causado uma reação fulminante por parte do “Rei”.
Aqui vai o trecho de “Pavões” em que o “Síndico” explica a Ritchie como funcionam as coisas no mundo encantado de Roberto Carlos:

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O futuro parecia promissor para Ritchie: rico, famoso, e com um contrato de mais três discos com a CBS. Mas uma série de desentendimentos e crises acabaria por prejudicar sua carreira. Depois do sucesso de “Vôo de Coração”, ele nunca mais teria um LP entre os 50 mais vendidos do ano no Brasil. Quando foi gravar o segundo disco, “E a Vida Continua”, o cantor sentiu certa má vontade por parte da CBS. “Eles não divulgaram o disco, não pareciam interessados.” A música de trabalho, “A Mulher Invisível”, outra parceria com Bernardo Vilhena, fez sucesso nas rádios, mas logo sumiu das paradas. O LP vendeu 100 mil cópias, uma boa marca, mas pálida em comparação ao 1,2 milhão de “Vôo de Coração”. O disco seguinte, “Circular”, vendeu menos ainda: 60 mil.
Ritchie ficou perplexo. Não entendia como havia passado, em tão pouco tempo, de prioridade a um estorvo na CBS. Até que leu uma entrevista de Tim Maia à revista “IstoÉ”, em que o “Síndico” afirmava que Roberto Carlos, o maior nome da gravadora, havia “puxado o tapete” de Ritchie. “Eu não podia acreditar. O Roberto sempre foi muito carinhoso comigo, sempre fez questão de me receber no camarim dele, sempre me tratou muito bem. Até hoje, não acredito que isso tenha partido do Roberto.” Um dia, Ritchie foi cumprimentar Tim Maia depois de um show no Canecão. O camarim estava lotado. Assim que viu Ritchie, Tim gritou: “Agora todo mundo pra fora, que vou receber meu amigo Ritchie, o homem que foi derrubado da CBS pelo Roberto Carlos”. Claudio Condé, da CBS, nega: “Isso é viagem. O Roberto nunca teve esse tipo de ciúme”.
Para piorar a situação, Ritchie havia comprado briga com outro peso-pesado da indústria da música: Chacrinha. Por um bom tempo, o cantor havia participado dos playbacks que o Velho Guerreiro promovia em clubes do subúrbio do Rio de Janeiro, mas essas apresentações começaram, gradativamente, a atrapalhar a agenda de shows de Ritchie. “O filho do Chacrinha, Leleco, marcou um playback comigo, a Alcione e o Sidney Magal no estacionamento de um shopping, mas eu tinha um show de verdade em Belo Horizonte, e meu empresário disse que eu não poderia comparecer.”
capa_linkResultado: Ritchie passou a ter cada vez mais dificuldades em aparecer na TV e viu notinhas maliciosas plantadas em colunas musicais. Uma delas dizia: “O artista inglês Ritchie, tão bem acolhido pelos brasileiros, se recusa a trabalhar com artistas brasileiros”. “Fiquei puto da vida.” Em janeiro de 1985, Ritchie, o maior vendedor de discos do Brasil no ano anterior, foi ignorado pelo Rock in Rio. “Aquilo me deixou arrasado. Lembro que um dos organizadores do festival deu uma declaração de que eu ‘nem brasileiro era’. Como pode uma coisa dessas?”

Ritchie estava tão por baixo na CBS que a gravadora concordou em rescindir seu contrato, mesmo faltando um disco. O cantor assinou com a Polygram e lançou, em 1987, o compacto de “Transas”, tema da novela global “Roda de Fogo”. “Transas” vendeu muito bem, mas o primeiro LP pela Polygram, “Loucura e Mágica”, não passou de 25 mil cópias. Em três anos, Ritchie fora de maior astro do Brasil a fracasso de vendas, tornando-se um exemplo marcante da efemeridade dos fenômenos pop. Anos depois, quando fazia um show em Angra dos Reis, o cantor foi procurado por um homem, que se apresentou como radialista e lhe disse: “Há anos quero te contar um caso: quando você lançou ‘A Mulher Invisível’, aconteceu algo que eu nunca tinha presenciado em mais de 30 anos trabalhando em rádio: eu ganhei um jabá da sua própria gravadora para não tocar sua música!”.

Veja o vídeo com o sucesso que teria enciumado Roberto Carlos:

Com medo, imprensa censura charges do CH

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Veículos da imprensa internacional publicaram imagens grosseiramente alteradas do jornal satírico Charlie Hebdo com o objetivo de excluir caricaturas do profeta Maomé que constavam na publicação. O fato ocorreu justamente na cobertura de um ataque terrorista à redação que deixou 12 mortos em Paris e que teria sido motivado pela publicação dessas imagens. A atitude tem sido acusada de ceder a exigências terroristas em lugar de defender valores democráticos.

O norte-americano The New York Daily News publicou ao menos duas imagens claramente alteradas para impedir a visualização de uma capa polêmica do jornal. Ambas foram, contudo, amplamente divulgadas por outros veículos.

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Em sua cobertura em tempo real, o jornal britânico The Independent apelou a um expediente semelhante durante a manhã. A postagem foi aparentemente apagada, mas a tempo de ser registrada nas redes sociais.

Atitude semelhante teria sido tomada pelo canal de notícias norte-americano CNN, que é acusado de ter orientado sua equipe a não exibir as imagens, apenas descrevê-las verbalmente.

Por sua vez, a agência de notícias Associated Press, que fornece conteúdo para veículos de todo o mundo, deliberadamente deletou de seu banco de dados e cortou todas as imagens do editor Stéphane Charbonnier (foto acima), uma das vítimas do ataque, segurando a polêmica capa do jornal. Ao site Buzzfeed, um porta-voz afirmou que “nenhuma das imagens distribuídas pela AP mostrou as caricaturas do profeta Maomé como parte da política de anos da empresa de não distribuir imagens que são deliberadamente provocativas”. (Da CartaCapital)

Promessa a amigo prende Messi ao Barça

ap-photoisrael-lmurillo-1356204726625_615x300Nos últimos dias, o futuro de Lionel Messi tem sido frequentemente discutido na Espanha. Possivelmente insatisfeito e brigado com o técnico Luis Enrique, o argentino já cogitou deixar o Barcelona em outras oportunidades, mas só ainda não o fez devido a uma promessa a Tito Vilanova, ex-treinador que morreu em 2014 após travar uma batalha contra um câncer.

A revelação foi feira por Henk Ten Cate, auxiliar de Frank Rijkaard nos tempos em que o holandês comandou o Barça. Em entrevista ao jornal holandês De Telegraaf, Cate afirmou que Messi prometeu a Tito, no leito de morte, que permaneceria com o clube catalão.

“Até onde eu sei, os problemas começaram há uns dois anos. Messi só está no Barcelona porque prometeu a Tito Vilanova antes que ele morresse. No entanto, creio que uma transferência seria o ideal para as duas partes”, revelou.

De acordo com o ex-auxiliar de Rijkaard, Messi precisa de um novo ambiente para voltar a jogar o futebol que tem encantado o mundo na última década. Além disso, Cate teme que o argentino comece a perder valor no mercado.

“Leo está no Barcelona por um bom tempo e precisa de um novo time. Ele vale muito, mas a partir de agora começa a perder valor. Eu gostaria de ser mais positivo, porque ele está em outro nível há dez anos, mas não estou seguro que ele volte ao topo”, ponderou.

“Não é normal brilhar deste jeito durante dez anos, como ele tem feito. O normal é que os craques fiquem no topo por sete ou oito anos. Para ser honesto, ele não teve uma última temporada boa, mesmo que as estatísticas digam o contrário”, completou. (Do UOL)