Todo dia é dia de Beatles!

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Em meados de 2012, surgiu a notícia de que a Unesco havia instituído o 16 de janeiro como dia mundial dos Beatles. No ano passado, a entidade que integra a ONU desmentiu a notícia através do Twitter. A verdade é que a data já era celebrada por beatlemaníacos do mundo inteiro por ser o dia de inauguração do Cavern Club, em 1957. O clube noturno abrigou as primeiras apresentações do quarteto de Liverpool.

Papão confirma quatro contratações

O Paissandu praticamente fechou o ciclo de contratações com o anúncio de mais quatro jogadores. O zagueiro Romário Leiria, ex-Náutico, que pertence ao Internacional; o lateral-esquerdo Marlon, do Vasco e ex-Remo; o atacante Leandro Cearense, ex-Remo; e o atacante Aylon, cedido pelo Internacional. Os quatro reforços devem fechar o ciclo de contratações para o Campeonato Paraense.

Sobre a “ajuda oficial” aos clubes

Por Edyr Augusto Proença, via Facebook

O governo fechou patrocínio do campeonato paraense de futebol, mais uma vez. Em troca de mais de 800 mil reais, transmitirá jogos do certame. Clubes de futebol são entidades privadas. Arrecadam muito dinheiro por semana. Contratam times inteiros e depois não dão resposta sobre a administração do dinheiro a ninguém. Para entrar com tamanha soma, o governo deveria participar do planejamento do campeonato. Exigir das prefeituras das cidades o compromisso de estádios, mesmo que pequenos, absolutamente preparados para receber os jogos. Gramados impecáveis, arquibancadas, segurança. Deveria incentivar o turismo no Estado, oferecendo pacotes com meio de transporte, hotel e ingressos.

Deveria exigir um número x de atletas paraenses em cada equipe, como incentivo aos valores locais. Deveria transmitir para Belém um jogo que estiver sendo disputado fora da cidade. Assim, usaria o futebol como fator de integração. Arrecadaria impostos, alimentaria o Turismo. Aí dá para entender esses mais de 800 mil reais. Se não for assim, creio que cada um de nós pode pleitear um dinheiro do governo para fazer o que quiser e pronto, não é? Inimaginável é essa ignorância que atordoa. O Estado dá um dinheiro que é nosso e pronto. Tudo de maneira amadora, menos o dinheiro. Pode?