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“Nos sentimos muito privilegiados de fazer parte desse clube nesse momento histórico, porque título é sempre histórico, título marca. Vejo isso como muito especial. É o meu décimo título de campeonato estadual. E feliz porque os dois Campeonatos Paraenses que disputei na minha vida, tive a felicidade de ganhar. Mérito, sempre, dos meus jogadores. Muitas vezes [o técnico] é tido como burro, ultrapassado, velho, já não sabe mais nada… todos os adjetivos chulos que eu sei que, quando perde, o treinador recebe. Mas levantar taça é para poucos e, graças a Deus, levantamos mais uma”.
“O Remo é forte, o Remo tem objetivo, o Remo tinha os seus sonhos, o Remo veio para o jogo de total imposição. Não gostei do jogo, mas é decisão e decisão se ganha. Tem decisão que você não tem a plástica que quer, mas você ganha. Realmente minha equipe não jogou do jeito que joga, mas eu levo em conta o adversário e que vários garotos que foram campeões, hoje, nunca tinham sido campeões. Você tem que entender o lado psicológico de um grupo, que em clube grande a pressão é muito grande. Nós decidimos os dois clássicos depois dos 45 minutos. Isso demonstra o trabalho que existe”.
Hélio dos Anjos, técnico do PSC