Lava Jato criou crime perfeito: roubar, delatar e ficar impune

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POR EDUARDO GUIMARÃES (do Blog da Cidadania)

Afinal, a Lava Jato está mesmo diminuindo a corrupção no Brasil ou está aumentando? Dependendo do que você entender por corrupção, apesar de o senso comum dizer que está combatendo – e, portanto, diminuindo –, pode estar aumentando e, até, incentivando.

“Ah, esse blogueiro não passa de um ‘petralha’ que tem bandido de estimação, dirá a direita energúmena batizada pelo criador do termo “petralha” como “direita xucra”.

O que é a “direita xucra”? É um bando de psicóticos que seguem o Jair “enrustido” Bolsonaro e que se auto afirmam engendrando insultos sexuais – hummm… Freud explica.

O mais engraçado é que um defensor da tese – que este blogueiro compartilha – de que a Lava Jato estimula a corrupção, em vez de combater, é o criador do termo mais cretino, mais nazifascista, mais burro que já foi criado neste país: o termo “petralha”.

Reinaldo Azevedo – e isso eu sempre disse – pode ter qualquer defeito que se lhe queira  atribuir, mas é um homem de rara inteligência, dono de uma verve cortante.

De certa maneira, eu o admiro. Só não o admiro de todas as maneiras porque não foi capaz de prever no que daria exacerbando os baixos instintos da direita xucra.

Mas, voltando ao ponto, Azevedo e eu concordamos plenamente com a seguinte tese: a Lava Jato estimula os grandes corruptores premiando-os enquanto persegue e pune os pequenos corrompidos.

Vou lhe fazer uma pergunta, caro leitor: quem é que causa mais dano ao país, o corruptor ou o corrompido?

Como você vai combater a corrupção se quem compra os políticos corruptos não só não é punido como é premiado ficando com tudo que roubou?

A Lava Jato não combate a corrupção, combate uma safra de corruptos e de supostos corruptos, sem falar nos acusados injustamente de corrupção por corruptores que dizem o que a República de Curitiba quer em troca de premiar os ladrões de dinheiro público.

Tomemos como exemplo aqueles que o humorista Gregório Duvivier apelidou de “irmãosley”, ou seja, Wesley e Joesley, da JBS. Corromperam milhares de políticos, enriqueceram com isso, delataram os corrompidos, embolsaram os lucros que a corrupção lhes proporcionou e ficaram impunes…

Há negócio melhor do que esse? Quem diz que não há nem sou (apenas) eu, mas o ex-herói da direita xucra: Reinaldo Azevedo.

Está passando mais ou menos batido o show de competência de Reinaldo Azevedo no programa Roda Viva de 17 de  julho último ao promover memorável debate entre o criador do termo “petralha” e Thaméa Danelon, procuradora da República que assume em São Paulo o papel desempenhado por Deltan Dallagnol em Curitiba e que tentou, em vão, defender a sentença absurda dada por Sergio Moro contra  Lula.

Azevedo explica, didaticamente, por que a corrupção deve aumentar no país com uma metodologia que premia quem rouba 100% e pune quem rouba 5% do produto total do roubo.

O vídeo a seguir mostra  tudo isso. Vamos assistir. Antes, porém, quero deixar aqui um apelo aos que acompanham esta página há mais de uma década.

Esta página vem sofrendo ataques eletrônicos para tirá-la do ar e apagar seu conteúdo. Porém, como sempre, vou lutar pela liberdade de expressão reforçando o site Blog da Cidadania.

Para fazer um site mais moderno e robusto para enfrentar essa ditadura asquerosa que se abateu sobre o Brasil, exorto os amigos e amigas de tantos anos – alguns, mais de 12 anos – a colaborarem com o crowfunding que estou lançando para criar o novo Blog da Cidadania e contratar serviços de proteção e estratégia de marketing.

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Fique, agora, logo abaixo, com o vídeo que mostra como é frágil a argumentação do Partido da Justiça, uma aberração que começa a se tornar evidente na designação que lhe vem sendo dada.

Juca enquadra Villa, da J. Pan: “Vê-lo atemorizado como um cordeiro bastou”

Juca Kfouri pode não ser um dos seus jornalistas preferidos.

Mas me dê o direito de dizer, azar o seu.

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Ele tem demonstrado ao longo da sua história de vida decência de poucos.

Hoje, fez picadinho de um certo historiador. A quem chamou de professor de histeria.

Leia:

“Existe em São Paulo um professor de Histeria chamado Marco Antônio Villa.

Metralhadora giratória, vive mais de adjetivos do que de conteúdo.

Dia desses, na sexta-feira passada, mentiu a meu respeito, porque seu forte é xingar e desinformar.

Disse que furei a greve dos jornalistas em 1979 quando, simplesmente, fui do Comando de Greve, como milhares de jornalistas podem confirmar.

Para seu azar, depois que negou, a um conhecido comum, informar seu telefone para que eu pudesse lhe dar a informação correta, o encontrei na rua no último domingo.

Pedi, educadamente como não é do feitio dele, que pesquisasse a calúnia que havia cometido e a corrigisse.

Ele ficou tão atemorizado que sorriu sem graça, gaguejou e tentou minimizar a ofensa ao dizer que seu erro “não tinha importância”.

Insisti, com firmeza, mas ainda com delicadeza, que para mim era importante e que gostaria de ouvir a correção.

E despedi-me dele e da senhora que o acompanhava na Avenida Angélica.

Passadas mais de 48 horas, o vilão não se manifestou.

Corajoso à distância, revelou mais uma vez o que é: leviano e covarde.

Mas, tudo bem. Vê-lo atemorizado como um cordeiro bastou”. 

(Transcrito do Blog do Rovai)

O passado é uma parada

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O locutor Sílvio Luiz, hoje com 83 anos e ainda em atividade, teve também seus momentos de árbitro de futebol. De sarro, nos anos 70, ele convidou um colega de Rádio Bandeirantes para ingressarem num curso de arbitragem em São Paulo. A ideia era descobrir “quem estava metendo a mão”. Depois que concluiu o curo, o criador de bordões como “olho no lance!” e “foi, foi, foi eleee….” foi escalado para jogos de futebol amador e chegou a dirigir partidas do Paulistão e até de certames brasileiros. Na foto acima, Sílvio (no centro), em jogo realizado no estádio do Pacaembu.

A frase da noite

“Botafogo, desde que acompanho futebol, raramente tem o melhor time. Mas frequentemente tem a história mais legal! Gosto mesmo é de história”.

André Rizek, jornalista, via Twitter

Pinheirense é campeão nacional A2 no futebol feminino

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O Pinheirense conquistou, na tarde desta quarta-feira, o título da série A2 do Campeonato Brasileiro de futebol feminino. A partida foi realizada no estádio da Curuzu, com excelente público presente. A Portuguesa venceu por 1 a 0, gol marcado por Fernanda no começo do segundo tempo. O time paulista partiu então em busca do segundo gol, que lhe garantiria a conquista – pois perdeu na partida de ida por 2 a 1, em São Paulo.

A defesa do General da Vila e, principalmente, a goleira Rosane não permitiram que a Lusa ampliasse o marcador, assegurando a primeira grande conquista paraense na modalidade feminina nacional. No próximo ano, Pinheirense e Portuguesa participarão da divisão de elite do futebol feminino.

Valeu, Max!

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O goleiro Max teve morte cerebral confirmada, no começo da tarde desta quarta-feira, no Rio. Ele estava hospitalizado há semanas, tratando de um edema no cérebro, causado por um baque no vidro do carro durante uma tentativa de assalto. Tinha 42 anos e havia defendido o Botafogo nos anos de 2006-2007, se transferindo depois para outras equipes. Antes do jogo contra o Atlético-MG, na noite de hoje, no estádio Nilton Santos, a torcida botafoguense homenageou Max gritando seu nome por vários minutos.

Magno se recupera e pode enfrentar o Ceará na sexta-feira

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Em recuperação surpreendente, o atacante Magno se colocou à disposição do técnico Marquinhos Santos para o jogo contra o Ceará Sporting, sexta-feira, às 21h30, no Mangueirão. O jogador se contundiu contra o Brasil de Pelotas, no sábado passado, dando a impressão de que desfalcaria a equipe nas próximas rodadas.

Segundo ele, a lesão que o tirou da partida em Pelotas foi apenas uma pancada no tornozelo. Com tratamento intensivo, Magno se recuperou, se exercitou com o elenco e garante estar quase 100% para voltar a campo.

O atacante conquistou a titularidade sob o comando de Marquinhos Santos e não quer perder oportunidade num elenco numeroso, que dispõe de vários jogadores para o setor de ataque. As boas atuações mereceram elogios do técnico e apoio da torcida, deixando o ex-atleta do Independente mais confiante.

Tímido no trato pessoal, ele admite que se sente muito bem na Curuzu, onde foi bem recebido por todos. “Estou feliz no clube, que me recebeu de braços abertos”, afirma.