Archive for 7 de julho de 2017

Uma noite em Montevidéu

7 de julho de 2017 at 15:02 2 comentários

Escrito nas estrelas

DEEHyNZXUAAU2Vl

7 de julho de 2017 at 11:54 3 comentários

A imagem do dia

DEF-cPEXYAEVjv3

Faixa “fora Temer” estendida na Universidade de Hamburgo, na Alemanha, cidade-sede do encontro da cúpula do G20.

7 de julho de 2017 at 11:52 Deixe um comentário

Padre Benedito dá o recado

7 de julho de 2017 at 11:32 4 comentários

Donos da bola: os parceiros que bancam os maiores clubes do planeta

bayern-munich-x-manchester-united20140401-0007-original2

A lista anual dos clubes de futebol mais valiosos do mundo foi divulgada pela Forbes e traz Manchester United, Barcelona e Real Madrid nas primeiras colocações. A análise leva em conta a característica mais empresarial dos times, ou seja, quem administra melhor suas finanças e consegue os maiores lucros. De acordo com os cálculos da Forbes, o clube inglês vale US$ 3,69 bilhões, o Barcelona, US$ 3,64 bilhões e o Real Madrid, US$ 3,58 bilhões.

Para serem bem sucedidos financeiramente, os clubes precisam contar com os recursos de grandes empresas e, dentro das possibilidades de parceria, o patrocínio master é o de maior prestígio. Para uma empresa estampar a parte frontal das camisas dos maiores clubes do mundo, o custo não é baixo, no entanto, os benefícios relacionados à exposição da marca e em tê-la associada a um clube vitorioso também são incalculáveis.

Além do mais, parcerias deste porte prezam por um alinhamento entre as filosofias da empresa e do clube. No caso do Barcelona, por exemplo, pesou a ideologia da companhia japonesa Rakuten, conhecida por oferecer serviços que empoderam as comunidades locais e os proprietários de pequenas empresas. Estes elementos também estão presentes no modo de trabalhar do Barcelona e foram essenciais para a concretização da parceria, iniciada no dia 1° de julho.

Confira abaixo mais detalhes desta parceria entre Rakuten e Barcelona e também sobre os patrocínios da General Motors e Emirates para o Manchester United e Real Madrid, outros times europeus que figuram no topo da lista da Forbes de clubes mais valiosos do planeta.

1455572731_875682_1455573503_noticia_normal

1) Rakuten e Barcelona
Tida como a grande novidade da temporada por apresentar o maior contrato fixo de patrocínio da temporada 2017/2018, a japonesa Rakuten desbancou a antiga patrocinadora do Barcelona (a Qatar Airways) com uma oferta de patrocínio de 55 milhões de euros por ano, quase 20 milhões superior ao valor pago pela companhia aérea. Outras grandes companhias, como Amazon e Alibaba, cujas especulações apontavam como candidatas a patrocinadores master, também foram deixadas para trás em prol da ‘Era Rakuten’. Sobre este ponto, o vice-presidente do Barcelona, Manel Arroyo, justificou que o clube ratificou um acordo feito pela junta de diretores. “A Rakuten tem o perfil que estávamos buscando: claramente global e em sintonia com o nosso objetivo de nos tornarmos ainda mais populares em todo o mundo”, disse. A Rakuten é uma das principais empresas de internet do planeta, atua em 29 países e ficou conhecida por inventar o e-commerce no Japão. No Brasil, acaba de ganhar o prêmio BR Week de melhor plataforma do comércio eletrônico por conta de seu suporte para grandes operações de comércio eletrônico, assim como soluções para o pequeno e médio lojista.

2) General Motors e Manchester United
Time mais valioso do mundo de acordo com a Forbes, o Manchester United tem na General Motors a sua maior fonte do lucro. A exposição frontal da marca Chevrolet na camisa rende anualmente ao clube um montante de 54,4 milhões de euros. Com este valor, a GM alcança o posto de segunda empresa do mundo que mais investe no futebol. No entanto, alguns veículos internacionais divergem sobre o valor, especulando que, a partir das variáveis impostas no contrato da companhia com o clube inglês, o valor poderia chegar a 71 milhões de euros. A Chevrolet é uma companhia automobilística fundada em 1911 e substituiu a seguradora AON como patrocinadora master do Manchester United em 2012, quando ofereceu ao clube o dobro do valor pago pela empresa anterior.

3) Emirates e Real Madrid
Também patrocinadora do Milan, Arsenal e Paris Saint Germain, quando o assunto é futebol, a Emirates não poupa recursos. O contrato com Real Madrid é o maior entre os times patrocinados pela companhia aérea e atinge 40 milhões de euros por ano. Fundada em 1985 e com sede em Dubai, a Emirates foi escolhida pelo quarto ano consecutivo a melhor empresa do segmento no mundo, segundo eleição promovida pela Skytrax. O patrocínio esportivo é o pilar mais importante da comunicação da Emirates. A empresa foi parceira da Fifa de 2006 a 2014, dá nome ao estádio do Arsenal, patrocinou dois dos eventos de tênis mais importantes do planeta (US  Open e Roland Garros) e mais de 20 torneios de golfe pelo mundo, além de ter fechado contrato para as Copas do Mundo de Rugby de 2015 e 2019. (De SEVEN PR) 

7 de julho de 2017 at 11:10 2 comentários

A vítima é o futebol

POR GERSON NOGUEIRA

Calou fundo nas almas mais sensíveis a carta-desabafo de Cristina, irmã de Sérgio Serra, que renunciou ao cargo de presidente do Papão, ontem. O texto assinado por ela é uma radiografia eloquente do futebol paraense, um testamento valioso sobre o atual estado de coisas.

Poucas palavras foram tão duras e verdadeiras sobre a indignidade humana que domina aquele que já foi motivo de congraçamento e alegria entre multidões, que era inclusivo, festivo, que aproximava ao invés de desunir.

A paixão extremada está sempre a um passo da insensatez. Cada período da mensagem de Cristina expõe essa realidade. O Pará, dividido ao meio por duas bandeiras, tornou-se um imenso ringue que mescla rivalidade e ódio.

Os sinais de que o monstro estava por vir começaram há umas quatro décadas, com os primeiros choques entre facções ditas organizadas. Era a alvorada do caos. Numa dessas ocasiões, minutos antes de um Re-Pa, um atleta do Remo foi esfaqueado ao atravessar a avenida Almirante Barroso.

Nos anos seguintes, assaltos e arrastões se tornariam uma triste rotina nos estádios de Belém. O avanço da violência no futebol feriu mortalmente uma das maiores riquezas do Pará: a alegria contagiante de seu povo, exposta no amor que dedicava aos dois titãs dos gramados.

Aos poucos, embora muitos insistam em não ver o importante papel dos criminosos nisso, as torcidas foram minguando nas arquibancadas e as rendas diminuindo. Nos três últimos anos, o Mangueirão – mesmo com capacidade de público reduzida – nunca mais se viu abarrotado de gente como no passado. Talvez nunca mais receba as mesmas plateias.

As torcidas de verdade foram escorraçadas pelos salteadores que se disfarçam de fãs de futebol, os mesmos que atacaram Serra. Há tempos, eu insisto: eles não gostam de futebol. Pelo contrário, eles querem o fim do futebol como paixão legítima. O futebol, para os criminosos, é mero pretexto para roubos e saques.

O que aconteceu com Serra no domingo à noite, conforme o relato de sua irmã, é próprio de uma cidade sitiada pelos marginais e incapaz de reagir a ataques contra famílias nas praças. Como presidente do Papão e cidadão, Serra teve sua intimidade violentamente agredida. Ao lado da esposa e do filho, viu seu amor pelo futebol ser subjugado pela força da arma.

Foi ameaçado, com todas as letras, como se a campanha do time na Série B fosse caso de vida e morte. Como se o time nunca tivesse sido rebaixado ou sofrido derrotas. Essa noção bárbara sobre o verdadeiro sentido do futebol foi incutida na cabeça de alguns selvagens, que passaram a entender que o esporte vale mais que a vida e o respeito às pessoas.

Lembrei de um documentário sobre os cartéis das drogas na Colômbia, que entre suas muitas vítimas fez tombar um defensor da seleção nacional de futebol do país, por ter perdido um penal em Copa do Mundo. Não é muito diferente do que já vivenciamos no futebol paraense. Os bandidos impõem a sua vontade como os mafiosos colombianos faziam.

As redes sociais – sim, não podemos ignorá-las – amplificaram a audácia e a virulência verbal dos baderneiros. Perde-se um pouco a ideia de respeito a cada frase doentia contra jogadores, técnicos, dirigentes, jornalistas.

Recentemente, um grupo de “organizados” invadiu um treino no Remo, para ofender jogadores e técnico com xingamentos e cusparadas. Houve quem aplaudisse a iniciativa. Esta coluna repudiou, como repudia há anos e repudiará sempre. São ações desse porte que estimulam a insana perseguição de que Serra foi vítima.

Com a renúncia dele, o Papão ganhará outros rumos, mas o futebol fica ainda mais fraco e vulnerável. O gesto de desistência, humano e compreensível, é um grito de lamento pelo que perdemos ao longo dos anos e pelo muito que ainda haveremos de lamentar. Pela coragem de escolher o lado certo e abraçar a causa dos sãos, Serra merece respeito.

———————————————————————————————-

Um Botafogo valente como João Sem Medo

Muitos ainda não acreditam, relutam em botar fé. O fato é que o Botafogo tem sido resoluto e indomável nesta Libertadores, como apreciava João Saldanha, seu ilustre torcedor. A vitória sobre o Nacional em Montevidéu confirma essa condição. Não há destaques individuais, a estrela é o jogo coletivo. Que a receita não se altere e que a gana de vencer esteja sempre em primeiro lugar.

(Coluna publicada no Bola desta sexta-feira, 07)

7 de julho de 2017 at 1:04 14 comentários

Fogão vence outro ex-campeão de Libertadores

7 de julho de 2017 at 1:01 Deixe um comentário

Posts antigos


CONTAGEM DE ACESSOS

  • 7,234,970 visitantes

Tópicos recentes

gersonnogueira@gmail.com

Junte-se a 12.631 outros seguidores

ARQUIVOS DO BLOG

FOLHINHA

julho 2017
S T Q Q S S D
« jun    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31  

NO TWITTER

Erro: o Twitter não respondeu. Por favor, aguarde alguns minutos e atualize esta página.

GENTE DA CASA

POSTS QUE EU CURTO


%d blogueiros gostam disto: