A polêmica da cobrança ensaiada de penal por Messi

Messi

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Na espetacular goleada por 6 a 1 sobre o Celta, domingo, um lance em particular gerou muita polêmica. Foi a jogada do quarto gol, que surgiu após cobrança de pênalti. Lionel Messi não cobrou direto, como é normal, preferindo dar um passe em diagonal para Luizito Suáres mandar para as redes. A jogada, obviamente, foi treinada e deve ter sido aprovada pelo técnico Luis Enrique.

Segundo as regras oficiais, a cobrança em dois toques é perfeitamente legal. O problema é que a Regra 14 estabelece que o batedor deve ser devidamente identificado pelo árbitro e deve chutar a bola para a frente. A partir do chute, a bola entra em jogo e em disputa por todos os jogadores.

Tudo normal até aí, mas a regra determina também que todos os atletas, exceto o cobrador e o goleiro, terão que permanecer fora da linha de grande área e da meia-lua, que estabelece a distância de 9,15m da bola. Uma sequência de imagens (acima) e o vídeo abaixo comprovam que Suárez invadiu a área um instante antes de Messi tocar na bola.

https://www.youtube.com/watch?v=mM0wbNqPdPw

A irregularidade foi apontada pelo comentarista de arbitragem Diori Vasconcelos, da Rádio Gaúcha (RS), que é árbitro formado pela Federação Gaúcha de Futebol (FGF) e jornalista profissional – também atua como apresentador, repórter e produtor da Gaúcha.

Um comentário em “A polêmica da cobrança ensaiada de penal por Messi

  1. No contexto do jogo,um dos mais espetaculares que assisti ultimamente, esse detalhe tornou-se irrelevante na medida em que a genialidade e surpresa tomaram conta do campo. Só o pachorrento Simon condenou a beleza do lance, deve ter condenado igualmente a carretilha do Neymar, o drible desconcertante do brasileiro no goleiro do Celta no terceiro gol e o drible do Messi no incauto beque do time de Vigo no lance do pênalti.
    Enfim, só os tomados de inveja salieriana são capazes de condenar publicamente a genialidade Mozartiana. Mas, certamente no seu íntimo reconhecem a genialidade inspirada em Wolfgang, daí contorcerem-se por não se sentirem capazes de chegar a tanto.

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