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A direita é uma fraude. Contra Getúlio, o abominável ‘Corvo’ Lacerda e o infame Roberto Marinho criaram o tal ‘mar de lama; contra João Goulart, os mesmos meliantes citados e a vassalagem facilmente manobrável inventaram a tal ‘república sindicalista’ como ameaça à democracia, e implantaram uma ditadura militar que o excremento global impresso saudou como restabelecimento da democracia. Depois fingiu-se de arrependido, Ainda assim, não consegue evitar hostilidades nem em blocos carnavalescos.
Hoje, a gangue da privataria tucana, que inventou Marcos Valério, o regime de “compras diferenciadas” na Petrobras, entre outros assaltos ao patrimônio brasileiro, e usam as mesmas gangues midiáticas que monopolizam a informação pelos meios tradicionais de comunicação para fazer crer a incautos que o PT inventou a corrupção.
Quem teve a oportunidade de ver o depoimento de Zé Dirceu ao desprezível juiz Moro, e o promotor debiloide que acompanhou o depoimento, constatou que ali havia tudo, menos ânimo de se fazer justiça. No final, parecia que o tucano/togado é que era o depoente, tamanha sua alienação a respeito da história recente do país, bem como de como funcionam os meandros da politicalha direitista que labuta pela manutenção do patrimonialismo secular que nos fez surgir como uma das nações mais desiguais do mundo.
Getúlio foi perseguido porque criou leis trabalhistas socialmente avançadas e um patrimônio público capaz de assistir os mais vulneráveis socialmente. Pelos mesmos motivos Jango também foi perseguido. O primeiro suicidou-se e o segundo foi apeado do poder a fim de que fosse instalado um regime de força e campeão da corrupção, até o surgimento da ‘Privataria Tucana’, quadrilha inigualável em matéria de pilhagem do dinheiro público. Farsa e tragédia continuam rondando a nossa história porque a escumalha vira lata não abre mão dos seus privilégios. Simples assim.
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Fato, amigo Amorim. A direita é uma farsa em nível planetário, mas no Brasil ela adquire feições ainda mais dantescas, pois se alimenta da desinformação e da manipulação em série. Até a história recente é reescrita, na mão bruta, transformando embuste em glória, enquanto a patuleia “indignada” tudo aceita e engole. Fica muito fácil manobrar as massas quando parte significativa da população adota o corolário conservador e reacionário como sendo seu – inclusive (e principalmente) as maiores vítimas da insanidade histórica dos regimes de direita: as camadas mais humildes da população.
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Todo mundo sabe que as malfeitorias no Brasil não começaram com o pt, incluídas aí as favelização do Brasil, o descaso com a educação, a indústria da seca etc.
Assim como também todo o mundo sabe que o pt prometeu fazer diferente, e por isso a maioria do eleitorado brasileiro o colocou no poder.
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Antes os políticos não eram classe alta, hoje são os mais ricos e botem riqueza nisso.
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Ferdinando, se não fosse carnaval e as ideias não estivessem um tanto trôpegas por aí, eu diria que é algum alucinógeno. Onde, em que país fictício os políticos brasileiros do passado não eram da classe alta, criatura? Um conselho: procura bons livros (eles existem), pois ainda há salvação e cura. Te dizer…
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Mas tem feito muito mais pelo pobre que os antecessores.
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Disparadamente, amigo Lopes. E é esta cristalina verdade que os lacaios da velha direita não conseguem enxergar e fingem não entender, desgraçadamente.
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São apenas 13 anos de PT, contra 100 anos (vou contar somente o regime republicano) de um regime com tendências de direita.
Nos quase 100 anos pouco se avançou no Brasil (talvez apenas Getulio tenha dado ganhos ao povo). Cidades se favelizaram, saneamento básico precário, saúde pública inexistente e a educação básica era para poucos , sendo a educação superior era para muito muito poucos… Em 100 anos!
Como cobrar que em 13 anos um governo modifique toda esses desfeitos?
Para mim esta é a questão.
Em um regime democrático é impossível grandes mudanças, pois há muitas formas de emperrar avanços sociais. Contudo, muito foi feito nestes 13 anos… Muito mais do que em 100 anos.
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Gerson, O Brasil vive a 13 anos em clima de carnaval, o carnaval da folia do vale tudo. Nenhum dos generais do regime militar com mais de 40 anos de serviços, vencimentos apreciáveis e demais mordomias não acumularam fortunas com os de hoje, cujos escândalos provam os meios adquiridos. Nem os antecessores a eles. Hoje é conta na Suíça, triplex de luxo, iates e todas as facilidades imagináveis. O acesso é livre. Hoje o melhor emprego é polítrica, vamos aguardar para ver como vai acabar essas inoperâncias desenfreadas que estamos passando e até aonde o Brasil vai resistir.
Lopes, pobres continuam passando fome e pior, sem emprego. Essa bolsa família que vocês tantos falam é aborto, nada procria e vocês sambem disso. Estar na vistas de todos mais alguns parecem não querer enxergar.
Estamos na Zika.
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A síndrome de Estocolmo ajuda a explicar esse comportamento de adoração pelos dominadores, Ferdinando. Tudo certo.
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Corrupção no Brasil existe desde que os portugueses chegaram ao Brasil (imaginando-se que não havia índios corruptos antes deles). Desde então corrupção existe em tipos os níveis, entre os mais pobres e entre os mais ricos, sendo que os ricos movimentam muito mais dinheiro na corrupção que os mais pobres. Os governos sempre foram elitistas e sempre procuraram gerar privilégios e mais privilégios para os que já tinham mais. O PT chegou com um discurso diferente, mas o resultado na pratica é o mesmo dos governos anteriores. O PT concedeu subsídios para os grandes e distribuiu as migalhas para os pobres (bolsa família, etc). O PT apostou em commodities, quando o mundo todo sabe que economia próspera é baseada em indústrias mais sofisticadas. O PT fez alianças com o que há de mais sujo na política brasileira para permanecer no poder, alimentando e fortalecendo as redes de corrupção que já existiam no Brasil. Em resumo, ao invés de transformar o país, o PT transtornou o país. No poder, o PT se tornou igual aos outros, talvez um pouco pior dada a falta de capacidade de reconhecer os erros, pedir desculpas e buscar as melhores opções.
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Minimizar os atos de corrupção em prol de “avanços” não seria legitimar o argumento do “rouba, mas faz”?
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Neste caso, não. Dilma ao assumir o segundo mandato disse que tudo seria apurado, doa a quem doer. Está cumprindo isso à risca. As críticas que setores da elite brasileira dirigem a ela têm mais a ver com essa postura corajosa e determinada. Acredite: Dilma é atacada com fúria muito mais por isso do que por eventuais erros de seu governo, que existem e são muitos. A elite desse país não brinca em serviço, amigo.
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Amigo Celira, modificar o Brasil em 13 anos, dos 100 anteriores (e você realmente não está sendo rigoroso na periodização) onde o governo foi padrasto com a maioria da população, é coisa que ninguém, dos milhões que votaram no governo que aí está, em sã consciência, esperava que acontecesse. Mas, aprofundar os piores problemas dos quais o país se ressentia (e por isso quis trocar o comando do governo), dentre eles incluído o assistencialismo encurralador, e a manutenção das práticas direitistas, inclusive com o reforço de alianças nunca dantes imaginadas (collor em destaque), também é coisa que quem manteve aquele estado de consciência antes referido jamais esperava que acontecesse.
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Jamais, Bruno!
Estão sendo presos todos os envolvidos cujas os indícios e acusações se tornam provas concretas.
Porém, não se pode e nem se deve prender inocentes a base de bravatas e gritos midiáticos.
Quem acusa tem que mostrar a prova!
Por sinal, o combate à corrupção neste país nunca aconteceu no período tucano, simplesmente as coisas eram engavetadas… É a máxima do rouba e não faz!
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A questão, amigo Carlos, é que pela primeira vez um governo democrático está permitindo apurações, prisões e processos até dos seus. Só a título de comparação, pergunte a cada um dos “indignados” e “puros” de plantão o que acontecia no governo do ilustríssimo sr. Fernando Henrique. Tudo era engavetado e, além de proteger as maracutaias, FH ainda passava a ideia de que não havia corrupção no país, a exemplo do que costumam fazer as ditaduras pelo mundo – inclusive aquela tenebrosa que assolou nosso país por 24 anos, com consequências emburrecedoras que se espalham até os dias de hoje.
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Amigo Antônio Oliveira,
Em uma democracia pluripartidária abraçamos Deus e o Diabo, infelizmente, para poder criar a governabilidade.
Daí que pouco ou quase nada se possa fazer para não abraçar tais figuras (gostaria de ver o PSOL no poder, pois tenho certeza que eles fariam o mesmo).
Sobre o assistencialismo citado, concordo em parte com você.
Ele é um problema que deve ser minimizado o quanto antes (ele nunca acabará).
Discordo de você quanto ao aprofundamento, pois, penso que se ele aprofundou-se, é em virtude da ausência de governo nos 100 anos citados.
Dito de outro modo, antes apenas uma pequena parcela era atendida pelo assistencialismo para justificar gastos sociais e críticas mundiais, mas, milhares continuavam em condições desumanas. São estes milhares de excluídos que são atendidos hoje, sonhando com uma profissão digna para seus filhos… O tempo dirá se teremos resultado.
Quanto à corrupção a coisa não aprofundou-se. Ele está sendo investigada. Coisa que antes não acontecia tanto.
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Ainda sobre o assistencialismo…
Um bom exemplo é o governo do Jatene. Eles divulgam o Propaz e o Cheque-moradia como grandes projetos sociais.
Contudo, o número de atendidos é tão pequeno que tais programas somente funcionam como ações para vender uma imagem de um governo que inexiste.
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E como “captadores” de votos nas eleições, amigo Carlos. Vide o exemplo do segundo turno de 2014.
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Amigo Celira, em tese, o que você sustenta sobre as alianças me parece plausível. Mas, na prática do que temos na realidade que estamos comentando, o objetivo visado nos abraços e alianças que vimos serem trocados e formados me parece que se distanciam deveras da alegada governabilidade. E o collor e o maluf são apenas dois exemplos de que governabilidade fica muito longe dos objetivos buscados com a aliança.
(…)
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ISSO VALE PARA TUDO, para o antes e para o depois, para o depois e para o antes…
“Vale lembrar que não há nada mais difícil de executar e perigoso de manejar (e de êxito mais duvidoso) do que a instituição de uma nova ordem de coisas.
Quem toma tal iniciativa suscita a inimizade de todos os que são beneficiados pela ordem antiga, e é defendido timidamente por todos os que seriam beneficiados pela nova ordem – pela falta de valor, que se explica:
em parte pelo medo dos adversários, quem têm as leis do seu lado,
e em parte pela incredulidade dos homens.”
Maquiavel
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Ao invés de transformar o país, o PT transtornou o país. No poder, o PT se tornou igual aos outros, talvez um pouco pior dada a falta de capacidade de reconhecer os erros, pedir desculpas e buscar as melhores opções.
Parto desta afirmativa do amigo acima e neste bloco de decepcionados eu me incluo. Mas não sou cego ao ponto de jogar pedras e tentar obscurecer os avanços alcançados nos últimos 13 anos.
Muito pouco diante da imensidão de problemas que o país tem, mas o que já deu uma melhora na vida dos muitos excluídos dos governos “incorruptíveis” do tucanato.
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Desde os tempos do “descobrimento”, só os idiotas acreditam neste acaso, que os reis e depois os revolucionários republicanos sempre fizeram o que queriam com o povo e as riquezas da nação.
Faz-me lembrar o reizinho de Jô Soares cujo o jargão era propositadamente trocado mas mostrando mesmo o que de fato até hoje se realiza. Para quem não lembra a frase era a seguinte:” Deste solo que eu amo deste povo que eu piso, o que é que eu sou?, o que é que eu sou?, o que é que eu sou?.
Então, os ricos sempre estiveram no poder e se protegeram através de leis e conchavos durante 99% da nossa história, para não falar na ditadura militar cito outro exemplo, quem não lembra da política do Café com Leite?, neste período o Brasil era apenas São Paulo e Minas, o resto do país era resto.
Quando o PT surgiu com a proposta de mudar o rumo do país, foi visto como a esperança de milhões de excluídos. Mas uma vez no poder teve que se aliar ao joio pois no atual modelo de governo sem aliados não há como aprovar nenhuma lei e ai é que começa o perigo. O legislativo é sujo, é o mais corrupto de todo o sistema, a começar pelo seu presidente !
Mas com tudo isso só quem vira vidraça é o executivo. O ódio escancarado sobre Dilma e Lula é algo inexplicável, e pior, os jovens cabeças ocas vão na corda da mídia golpista e engrossa o coro contra o executivo.
Tudo está sendo investigado porém a Globo e suas aliadas só apontam para o lado petista da investigação, nomes de tucanos e demais partidos já foram mencionados porém, como na era FHC, tudo vai para de baixo do tapete.
Ainda tenho a esperança de que melhores dias virão e toda essa cambada de legisladores, juízes bandidos e membros executivo acabem na cadeia.
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Os derrotados das últimas eleições estão levando o país a uma guerra absurda até dentro dos próprios lares. Amigos se digladiando. As redes sociais cheias de ódio, e no frigir dos ovos estão todos eles lá em Brasília tomando vinho e cerveja cagando para quem se mata defendendo A ou B.
Prefiro aguardar o baixar da poeira e com melhor visibilidade decidir o que será melhor daqui para frente.
Já experimentei PSDB e tomei no fundo, oito anos de porrada e recessão.
Estou vivendo a fase PT e como temi, vejo o próprio PT se tornando o principal cabo eleitoral da oposição.
Agora resta aquela pergunta, quem surgirá como opção de presidenciáveis? Se for para colocar as mesmas porcarias prefiro justificar o meu voto!
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Testemunho isso em várias esferas, amigo Miguel. De maneira geral, ando evitando discussões ou contra-argumentações, tamanha é a ferocidade dos que atacam o atual governo. O que impressiona é o ódio desmedido e sem qualquer sustentação na lógica e na informação. Não dá para entender que um segmento que até há bem pouco tempo se julgava tão satisfeito e alheio às falcatruas da era FHC de um momento para outro se tornou intolerante a qualquer tipo de problema que surja no país. Chuva ou sol, dia ou noite, tudo é motivo de ataques ensandecidos. Não há sabedoria no ódio.
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Errata: presidenciável e não presidenciáveis.
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Amigo Celira, agora sobre o ‘assistencialismo encurralador’ a que me referi anteriormente, eu mesmo poderia proferir mais algumas críticas, mas darei a palavra a um dos que melhor definiu o caráter nefasto da prática:
https://youtu.be/n5E1OYUsakQ
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Miguel, meu pensamento é semelhante ao seu. O desalento com o PT – que me parece ser o mesmo do Antônio Oliveira – é que o partido propunha um rompimento com as velhas práticas, e à parte a pequena melhora econômica, que merece louvores, por sinal, pouca coisa mudou, em termos de fisiologismo.
O Gerson insiste em rotular aqueles que não dizem amém ao governo atual como tucanos. Fazer o quê? Rsrs. Você deve estar nesse rol a partir de agora, rsrs.
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Não rotulo ninguém, Elton. Nunca me dirigi a você dessa maneira, até por não gostar de generalizações. Refiro-me aos que assumem essa condição, alguns até orgulhosamente.
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No que respeita às malfeitorias não posso negar que as ocorridas nos últimos 13 anos estejam sendo investigadas.
Mas, também não posso abrir mão de minha posição no sentido de que elas, as malfeitorias, foram aprofundadas nestes últimos 13 anos.
E ninguém me apresentou um argumento capaz de me fazer mudar de posição.
Meu raciocínio é simples. Matematicamente simples: se às antigas malfeitorias que seguiram acontecendo, que não foram apuradas à época e que continuam não sendo apuradas atualmente, se somaram às malfeitorias dos últimos 13 anos, resta matematicamente lógico que o quadro de malfeitorias se aprofundou, independentemente das malfeitorias destes últimos 13 anos estarem sendo apuradas.
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Desconfio que a matemática pode pregar uma peça cartesiana em quem demonstra ter certezas definitivas. Ou seja, sem a contextualização histórica corre-se o risco de dormir diante da lareira e, entorpecido, deixar-se levar pelo mesmo ‘gênio do mal’ que tanto assombrava René Descartes.
Tome-se o exemplo do processo contra Eduardo Azeredo. A origem é a sucessão estadual mineira em 1998. Marcos Valério monta um programa de divulgação de eventos esportivos patrocinados pelo tesouro estadual daquele estado. No entanto, o dinheiro é desviado pra campanha do PSDB, abastecendo inclusive a de FHC.
Julgado depois do que seria seu assemelhado. Ressalte-se a particularidade que o patrocinado por Marcos Valério e Eduardo Azeredo envolvia apenas dinheiro público, já o que condenou Zé Dirceu com base na famigerada interpretação da ‘teoria do domínio do fato’ envolvia dinheiro do Visanet e precisou que Joaquim Barbosa desse sumiço em uma peça processual pra que fosse sustentada sua torpe parceria com o não menos depravado Gurgel pra “provar” que também no caso envolvendo petistas o dinheiro também era público, embora, de fato, fosse dinheiro oriundo da iniciativa privada, por sinal, que remunerou até a Rede Globo, empresa empregadora do filho de JB, além do que os petistas foram julgados pelo STF, mesmo não tendo foro privilegiado, enquanto a tchurma do Azeredo, por ter seus processos remetidos à 1ª instância após a renúncia do chefão ao mandato de deputado federal, até hoje vive de recursos protelatórios que levarão à prescrição de suas penas, aliás, o que já aconteceu com um dos condenados.
O que se quer mostrar é que a matemática pouco pode adicionar a eventuais medidas punitivas contra aqueles que descendem das castas patrimonialistas que sempre estiveram acima da lei. Mesmo em momentos como os ora vividos, há sempre um entrave labiríntico que ressalta tratamento desigual em situações semelhantes. Vide o escandaloso caso da Lista de Furnas.
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Bem na mosca, amigo Amorim.
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Ferdinando, alguém dessa mídia que você segue fala na geração de empregos dos governos petistas? Se formos comparar, só nos primeiros 2 ou 3 anos de Lula se gerou muito mais emprego que em todos os 8 anos de FHC. Isso também incidirá sobre um indicador chamado População Economicamente Ativa, ou PEA, que o governo FHC deixou bater em uns 15% da população que poderia estar trabalhando naquele período e que esteve sem emprego, ou vivendo de subemprego, ou, como gostam de referir os tucanos, de alguma ocupação, ou, o que eu mesmo e muitos referem como trabalho informal, sem direito a FGTS ou INSS. Foi no governo tucano que a noção de ocupação substituiu a de emprego. O índice da PEA foi bastante usado naquele período porque em números absolutos a geração de empregos era pífia e o desemprego não parecia assim tão grande, é dizer, da mesma forma que hoje se fala em milhões de desempregados e diminuição de vagas de emprego em números absolutos, de certo que a porcentagem da população economicamente ativa atingida pelo desemprego hoje não é tão grande quanto na era FHC. Mesmo com toda essa crise, o povo tem passado aproveitando os feriadões, e curtindo o carnaval, e de carro. Nem de longe a crise de agora se compara à hiperinflação dos anos 80. O que a mídia tem feito é um discurso político contrário às políticas de fomento ao mercado interno e à produção, buscando retornar à situação de benefício aos bancos e especuladores financeiros internacionais e beneficiamento aos bancos. Quem quiser o retorno dessa política de apartheid que apoie os bolsonaros e felicianos, antas políticas, sanguessugas do estado.
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Amigo Antônio Oliveira,
Assistencialismo puro e simples deve sempre ser combatido. Mas, em pese o exagero com gasto no Bolsa Família, afinal, deve ter muitos gatos por aí, o programa do governo encontra-se alinhavado com algumas ferramentas de inclusão futuras como: as cotas nas universidades, o PROUNI e os cursos técnicos nas escolas públicos (subsequente ou ensino médio + 1). Dito isso, não posso negar que é um programa que gera muitos votos, mas também não posso dizer que é um programa que visa assistencialismo por assistencialismo. Ele é bem mais do que isso… Ele é bem mais do que foi na era FHC, por exemplo.
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Pois é, mas duas coisas diferentes não podem ser tratadas como a mesma coisa e ter o mesmo tratamento.
Uma coisa é o aprofundamento numérico das malfeitorias. Outra coisa é o tratamento que se dá às malfeitorias. Cada uma tem seu contexto.
Na época do fhc, e mesmo antes, inclusive na Petrobras, ocorreram muitas malfeitorias. A esmagadora maioria sem apuração, ou cuja apuração se arrasta no tempo. O governo dos últimos treze anos, que encontrou as malfeitorias pretéritas impunes, as manteve impunes, ao contrário do que prometera, e iniciou a produção das suas próprias malfeitorias, muita vez usando a expertise e os expert dos governos anteriores. A maioria delas já confessadas, com dinheiro devolvido e tudo, e outras com tentativas de impedir a confissão, como por exemplo, a que levou a queda do senador tucano/petista.
Enfim, o que se quer dizer aqui é que somando a parcela das malfeitorias dos governos anteriores com a parcela das malfeitorias do governo dos últimos 13 anos, chega-se a uma soma ou total que representa um aprofundamento numérico quantitativo do quadro de malfeitorias com as quais os brasileiros vêm sendo assombrados de noite e de dia há mais de 100 anos, só pra ficar no intervalo de tempo suscitado pelo Celira.
Isso é uma coisa, a qual pode ser lucidamente apreciada sob um prisma numérico-quantitativo.
Agora, outra coisa é o tratamento que vem sendo dado às malfeitorias.
Aqui, muitas outras variáveis podem ser analisadas, sendo certo que o grau de subjetividade nas conclusões é muito grande. Isto é, trata-se de matéria muito propícia a opiniões, mais ou menos fundamentadas nos fatos que se consegue ter acesso (e uns tem mais, outros tem menos), mas sempre opiniões.
Por exemplo, na minha opinião, o Ministro Joaquim não pode ser acusado de ter contribuído para a disparidade de tratamento nos casos dos mensalões tucano e petista. Primeiro porque ele tentou dar o mesmo tratamento aos dois casos: Supremo apenas para quem tivesse a prerrogativa. Mas, foi voto vencido; segundo que o voto por condenação que ele proferiu foi apenas 1 voto. A condenação decorreu da votação colegiada, alguns casos até por unanimidade, sendo oportuno lembrar que a maioria dos ministros foi escolhida e nomeada pelo governo petista, o mesmo sendo possível dizer do órgão acusador, o ministério público.
Outro aspecto que admite a emissão de opiniões diferentes é aquele ligado à propriedade do dinheiro. Afinal, é possível ter opinião que mesmo nos casos em que o dinheiro é de particulares, se estiver sob a guarda de entidade estatal, como o Banco do Brasil, pode gerar punição para quem dela se apropria ou desvia.
Quanto à origem social de quem é punido, sob qualquer forma, realmente este é um problema de que o Brasil há séculos vem se ressentindo, mas que o governo que aí já está há 13 anos parece não estar muito preocupado em resolver.
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Amigo Celira, nada obstante eu tenha algumas restrições com as cotas, eu considero todos os programas que você aponta (inclusive as cotas) muito importantes (principalmente se eles pudessem funcionar integrados). Mas, acho que representam muito pouco daquilo que o Brasil necessita, inclusive porque também se prestam para ludibriar o eleitorado, como ocorreu no último pleito (exatamente como disse o ex no vídeo). E a principal evidência desta verdade é que mesmo as pessoas do mais elevado senso crítico e independente como você, sempre tomam como parâmetro o governo fhc, cuja triste memória já data de longos 13 anos.
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Amigo Antônio Oliveira,
É da natureza humana fazermos comparação. É nela que buscamos parâmetros de avaliação ano após ano. A afirmativa: Lula foi melhor presidente do que Dilma. Só pode nascer de uma comparação. Dai que não vejo problemas.
Não sei se é pouco, amigo Antônio, só posso dizer que um número expressivo de estudantes de classe baixa tem adentrado as universidades.
Penso que só saberemos o impacto real destes programas dentro de 20 a trinta anos. Por enquanto, tudo só passa de especulação.
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A propósito, amigo Celira, vai um link que aborda o assunto de um modo mais ou menos plural e permite ter uma visão inicial da questão:
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Perdão Celira, link errado! Acho que este aí estava na memória do smart já que o postei por ocasião da morte do DB.
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Mais uma tentativa, amigo Celira, vejamos se dá certo, agora.
http://www.redebrasilatual.com.br
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Será que agora vai?
http://www.redebrasilatual.com.br/eleicoes-2014/alvo-de-distorcoes-prouni-antecipa-oportunidades-antes-impensaveis-1566.html
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Depois de quase espancar Lewandowsky por levantar a questão do foro privilegiado, seria ingênuo pensar que votaria diferente no caso mineiro. Principalmente porque a maioria folgada que dispunha, graças à pressão do aparato midiático partidarizado, estava garantida para aprovar a excrescência da reversão à 1ª instância.
Quanto ao dinheiro privado sob a guarda pública, daí transformar-se em público, nada mais falso. E quem disse isso foi a perícia do Banco Central que constatou, isentando de qualquer mau uso os diretores do BB responsáveis pela aplicação dos recursos na campanha publicitária pra aumentar o número de clientes do cartão de bandeira Visa. SQN. Barbosão ez sumir do processo a referida perícia, manteve os dois nomeados antes de 2002 isentos de responsabilidade e centrou fogo naquele que foi nomeado por Lula. Deu no que deu. Uma farsa em forma de processo, legitimada pela atuação criminosa da mídia que a legitimou.
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Bom, a verdade factual, o dado concreto, o elemento objetivo, é que o chefe do mensalão mineiro foi para a justiça estadual contra a vontade do Ministro Joaquim, que irascível ou não, foi voto vencido, o único voto que queria o caso tucano sendo julgado no Supremo. De outra parte, salvo Levandowsky e o Marco Aurélio, todos os demais ministros, votaram pelo mensalão petista ficar integralmente no Supremo.
Quanto ao dinheiro, em nenhum momento foi dito que o dinheiro particular se transformaria em público, mas, sim, que se o dinheiro particular for apropriado ou desviado quando estava sob o poder de instituição estatal, como é o Banco do Brasil, o responsável pelo desvio ou apropriação pode ser punido da forma como foi punido o pizzolato. Senão, vale conferir o codigo penal no art. 312, que foi onde o pizollato foi enquadrado duas vezes pelos ministros do Supremo, inclusive por aquele que quase foi espancado pelo Ministro Joaquim.
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A verdade fatual não pode ser considerada uma criança nua, esquálida e solitária. Ignorar suas nuances políticas é laborar em entendimento acaciano como se fora a grande sacada. Não por acaso, Barbosão Carcereiro foi o único a votar pela manutenção do julgamento da ação contra políticos mineiros no STF, em uma acintosa homenagem que o vício tentou prestar à virtude logo após a manobra velhaca que abriu o precedente e negou aos réus da AP 470 o duplo grau de jurisdição. Isto é fato.
Como é fato, igualmente, que Pizzolato fazia parte de um colegiado, logo, o estranho não é ter sido condenado,mas ter sido sozinho. Por que?
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