Qual o pior presidente da história do Papão?

E ainda dizem que o Pato é ele…

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Depois de dias de negociação, o Chelsea, enfim, acertou a contratação de Alexandre Pato, por empréstimo, com opção de compra no fim do acordo, em julho. O jogador é esperado ainda nesta semana em Londres para assinar os documentos. O atleta tem contrato com o Corinthians até o fim do ano. Não era esse o melhor cenário para a diretoria do Parque São Jorge, que acionou diversos empresários para conseguir vender o atacante. Sem propostas de compra na Europa, porém, sobrou apenas esta alternativa.

Com o empréstimo, o Corinthians ao menos se livrará de pagar R$ 800 mil por mês a Pato – R$ 500 mil de imagens e R$ 300 mil na carteira de trabalho. A economia será, no total, de cerca de R$ 4,8 milhões. Os empresários estão em Londres finalizando a negociação. O agente de Pato, Gilmar Veloz, confirmou o acerto de Pato para o canal SporTV. (Da Folhapress)

Um cadáver “invisível” jaz na praia de Floripa

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José Zeferino. Alagoas. Foram as últimas palavras ditas pelo jovem de 23 anos. A princípio os policiais que o socorreram acreditavam ser este seu nome.  Não era.  Ele se chamava Jadson da Silva Pereira, também alagoano, de Maceió.  A investigação suspeita que antes de morrer ele ainda teve forças para denunciar o seu algoz.

Os banhistas da Lagoinha do Norte, praia de Florianópolis, pertinho de Canasvieiras, o viram correr desesperado, perseguido por outros dois homens.

Foi alcançado em frente à guarita dos salva-vidas. Foram tantas facadas, que teve o rosto, as costas e o abdômen perfurados. Morreu na areia, domingo, às 14h. Seus assassinos fugiram. A Delegacia de Homicídios investiga o crime.

Nas praias floripanas sempre há nordestinos. Vendem cangas, redes, castanhas ou queijo coalho. Às vezes, agentes da Prefeitura recolhem suas mercadorias. No mais, trabalham sem folga, carregam cargas pesadas, alugam barracos e os dividem com os colegas de labuta.

São migrantes que vieram apenas para trabalhar. Os vendedores não são vistos em bares ou restaurantes. Também não vão à praia para apreciar um dia de sol, estirados nas cangas que vendem.  Na capital catarinense permanecem por cinco meses, de outubro a março. Depois voltam de ônibus para o Nordeste. Alguns assumem empreitadas em obras e ficam no Sul do Brasil, onde a cultura dos descendentes de europeus preza o trabalho braçal. Exceto se vier de nordestinos.

Em novembro de 2013, moradores de Brusque, no Vale do Itajaí, publicaram uma carta intitulada “Aviso aos Baianos”. De acordo com o texto eles estavam indignados porque os migrantes falavam alto, assim como ouviam músicas altas em casa e não respeitavam as regras de trânsito – por esses motivos deveriam ser mortos.

“(…) Moro em Águas Claras há 26 anos, tenho filhos que moram em outros bairros, e também estão sofrendo. Não vamos nos mudar por causa desses desordeiros. Fizemos um levantamento nos bairros: Águas Claras, Azambuja e Santa Terezinha, Nova Brasília, 1° de Maio, Bateias e Steffen. Constatamos que é absurdo, inaceitável o que acontece nos bairros, além do barulho, até trafegam na contramão, com carros e motos em alta velocidade e alguns com a descarga aberta (sem o silencioso). Durante esses oito meses fizemos levantamentos, já temos as placas dos carros, que são 34, e motos são 22, temos também as fotos desses desordeiros.

Fiquei feliz em comentar com 2 policiais sobre essa carta (antes de ser publicada) para saber a opinião deles e os dois disseram assim: “Finalmente acordaram, é bom mesmo que alguém faça alguma coisa para acabar com esses alienígenas” porque 90% dos casos envolvem baianos. “Não diga a ninguém nosso nome” – eu disse tudo bem.

BAIANOS, vocês conseguiram deixar o povo revoltado, TOMEM CUIDADO e tratem de mudar de comportamento URGENTE. VAMOS ELIMINAR VOCÊS, ISSO MESMO, VAMOS MATAR OS RUINS e acabar com essas pragas.

Nosso grupo composto por 28 cidadãos, onde 11 estão ansiosos para começar a matança, nem queríamos publicar esse aviso, porém a maioria decidiu avisar antes.

Nossa Brusque será de novo uma cidade boa para viver. CUSTE O QUE CUSTAR.”

Jadson vendia queijo coalho. Apesar de inofensiva, sua atividade incomoda o presidente do Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Florianópolis, Tarcísio Schmidt. Na semana passada, Schmidt culpou os nordestinos por uma virose que assola as praias do Norte, principalmente Canasvieiras. Ele acredita que a infecção seja gerada por queijo coalho, ignora a poluição das águas que contaminou trinta das 42 praias da Ilha.

Mas o preconceito não é restrito às ruas. Gilead Maurício, jornalista, natural de Natal, escreveu em seu blog uma crítica ao ex-governador de Santa Catarina Jorge Bornhausen, que dizia “preferir ser a vaca que o bezerro mamão” e foi enxovalhado de ofensas e ameaças:

“Santa Catarina enquanto só tinha moradores como Jorge Bornhausen, gente trabalhadora, destinta ,de sucesso, era uma beleza,haja visto a beleza das pessoas, não é a toa que o mundo hoje quer vir ver o verão de SC, penso que não é para ver cabeça chata, retirante que vem atrás de oportunidade,que não conseguiu se colocar no seu estado natal, então vem para ser a bosta da vaca, coitados destes nordestinos, feios, despreparados,acabam tendo que vender rede na praia, pois não tem capacidade para mais”.

“Voce é um recalcado!! Pobre coitado, despreparado. Olhe para o seu berço,de onde você veio?de gentalha!!quem é seu pai, sua mãe?? nada! não valem nada, eles e as fezes da vaca não tem diferença, o que fizeram nesta vida alem de colocar este verme no mundo!!vai embora nordestino desgraçado”.

“NÃO VENHA MENTIR, SEU MALDITO CABEÇA-CHATA, QUE ROUBA 75% DOS IMPOSTOS DO MEU ESTADO, DA MINHA REGIÃO. Eu quero ver esses nordestinos começaram a vir para cá em grande quantidade, eu vendo todas as empresas da minha família e crio organizações pra matar nordestinos”.

Quando morto, Jadson arrancou um pouco de piedade dos turistas e choro de crianças. Em seguida, o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), o cobriu com manto celeste para esperar a chegada dos funcionários do IML (Instituto Médico Legal). Estirado na areia ficou por quase duas horas.

Mas azul também era o céu, a água cristalina. Os banhistas não resistiram. Voltaram ao lazer. Mergulhos, banhos de sol, água de coco. Jovens compravam cervejas dos ambulantes, meninos faziam um castelinho, um casal se lambuzava de bronzeador, matronas controlavam os filhos dentro d’água na tentativa de evitar afogamentos. Um vendedor de cangas se aproximou. Várias pessoas foram ansiosas conferir os produtos. O corpo ainda estava ali, ao lado, isolado com fitas. (Do DCM) 

Imprensa e Justiça

POR NILO BATISTA, no Blog Tijolaço

A centralidade que a questão criminal assumiu, visível nas altas taxas de encarceramento ou na criminalização do cotidiano privado e da vida pública, responde às transformações econômicas das últimas décadas. Interessa-nos um aspecto dessa centralidade: a espetacularização do processo penal e os sérios danos que causa a direitos fundamentais e ao estado de direito.

A espetacularização do processo penal não é novidade. Na Inquisição, a colheita de provas e o julgamento eram sigilosos. Falsas delações e torturas são eficientes na obscuridade; a festa era a execução da pena de morte. Com a adoção da pena de prisão, a execução numa cela tornou-se uma rotina sem apelo jornalístico. O espetáculo deslocou-se para a investigação e o julgamento.

Basta ligar a TV à tarde: deploráveis reality shows policiais, nos quais suspeitos são exibidos e achincalhados por âncoras “policizados”. Diz a Constituição inutilmente que “é assegurado aos presos o respeito à integridade física e moral”, garantia repetida pelo Código Penal e pela Lei de Execução Penal. Mas é no noticiário “sério” sobre inquéritos e ações penais que reside um grave problema, opondo a liberdade de comunicação à presunção de inocência e ao direito ao julgamento justo. A liberdade de imprensa geralmente prevalece sobre o direito à privacidade. Contudo, quando o confronto se dá com a presunção de inocência e o direito ao julgamento justo, a solução é distinta, como se constata em países democráticos.

A Corte Suprema dos EUA manifestou desconforto por ter identificado “julgamento pela imprensa” e anulou condenações. Numa delas, registrou que “o julgamento não passou de uma cerimônia legal para averbar um veredicto já ditado pela imprensa e pela opinião pública que ela gerou”. Alertou que o noticiário intenso sobre um caso judicial pode tornar nula a sentença e que a publicidade dos julgamentos constitui uma garantia constitucional do acusado e não um direito do público.

Na Europa, o assunto preocupa legisladores e tribunais. França e Áustria criminalizaram a publicação de comentários sobre prováveis resultados do processo ou sobre o valor das provas. Em Portugal, a publicação de conversas interceptadas em investigação é criminalizada, salvo se, não havendo sigilo de Justiça, os intervenientes consentirem na divulgação: o sigilo de Justiça vincula todos aqueles que o acessarem a qualquer título. A Corte Europeia de Direitos Humanos já decidiu que a condenação de jornalistas por publicidade opressiva não viola a liberdade de comunicação.

Não será por meio da criminalização da publicidade opressiva que se poderá reverter o lastimável quadro que vivemos, onde relações entre agentes do sistema penal e alguns jornalistas produzem vazamentos escandalosos, editados e descontextualizados, com capacidade de criar opiniões tão arraigadas que substituem a garantia constitucional por autêntica “presunção de culpa” e tornam impossível um julgamento justo.

Entre nós, existem casos em que todo o processo se desenvolve na mídia. Nesse cenário, pelo menos deveria ser exigido dos meios de comunicação aquilo que é exigido dos tribunais e das repartições públicas: obedecer ao contraditório. Hoje, após a longa veiculação da versão acusatória, segue-se breve menção a um comentário do acusado ou de seu defensor, que frequentemente desconhece a prova já divulgada para milhões de telespectadores. Se vamos persistir neste caminho perigoso — afinal, o sistema penal é historicamente um lugar de expansão do fascismo — pelo menos o contraditório obedecido pelos tribunais deveria ocorrer na mídia. Se a autoridade policial ou o Ministério Público divulgar sua acusação por três minutos, o acusado ou seu defensor deveria desfrutar do mesmo tempo para falar o que quisesse em sua defesa. Já que o processo se desenrola na mídia, que haja pelo menos paridade de armas. A prática atual é abertamente antidemocrática.

(*) Nilo Batista é professor de Direito Penal da UFRJ e da Uerj

Abertura do Parazão: ingressos à venda na quarta

Serão cinco pontos de venda durante a semana e no sábado a bilheteria do Colosso do Tapajós será aberta. A diretoria do Tapajós definiu o início das vendas dos ingressos para o confronto contra o São Raimundo, que marca a abertura do Campeonato Paraense 2016, para a quarta-feira, dia 27 de janeiro. Serão cinco pontos de venda durante a semana mais a bilheteria do estádio Colosso do Tapajós, que abrirá no sábado, 30, dia do jogo.

Na quarta, quinta e sexta-feira os ingressos poderão ser adquiridos nas Óticas Ana Maria da Avenida Rui Barbosa, em frente ao Banco do Brasil, e na do Shopping Rio Tapajós; a loja Lupo, no Paraíso Shopping Center, a Farmácia Plus da Prainha e o Panterão também serão outros pontos de comercialização. Durante a semana, os ingressos custarão R$ 20 para as arquibancadas e R$ 30 para a área central.

Já no sábado, apenas a bilheteria do estádio abrirá para as vendas dos ingressos, a partir das 9 horas da manhã. No dia da partida, as entradas custarão R$ 30 para as arquibancadas e R$ 40 para o setor central. As meias-entradas também só serão vendidas no sábado, no valor de R$ 10.

Tapajós e São Raimundo se enfrentam no sábado, 30, a partir das 18 horas, em Santarém. A partida marca a abertura do Parazão e é válida pela primeira rodada da Taça Cidade de Belém. As duas equipes fazem parte do grupo A2 (ou grupo B) da competição estadual.

Promoção

O Boto também preparou uma promoção especial para seus torcedores. As pessoas que comprarem ingresso para as arquibancadas, mas estiverem no estádio com a camisa do Tapajós Futebol Clube poderão ter acesso ao setor central sem custo adicional. (Da Ascom/Tapajós)

Remo proíbe uso de uniformes de outros clubes

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Por determinação do Codir, está proibida a circulação de uniformes de outras agremiações (nacionais e estrangeiras) nas dependências do Clube do Remo. A restrição vale para a Sede Social, Secretaria do Estádio Evandro Almeida, Departamento de Futebol de Base e Sede Náutica. Foi o primeiro ato oficial do novo presidente, André Cavalcante.

Remo lança hoje o CAP Leão Campeão

Será lançado nesta terça-feira o Título de Capitalização do Remo, o Cap Leão Campeão, em parceria com a Caixa Seguradora. O lançamento será na sede social do clube, às 18h. A arrecadação que o Remo pretende obter com a comercialização do Cap Leão Campeão será usada para novos investimentos no clube. Depois da assinatura do convênio com a Caixa, o presidente André Cavalcante e o vice Fábio Bentes participarão de um culto ecumênico de ação de graças pela vitória na eleição do clube.

Rock na madrugada – Crosby, Stills, Nash & Young, Carry On

https://www.youtube.com/watch?v=yTTTU0V3OEc

Primeira Liga desafia CBF e confirma 1ª rodada

POR PEDRO IVO ALMEIDA/RODRIGO MATTOS – UOL Rio 

A Primeira Liga se movimentou após a carta da CBF impedindo a realização oficial do torneio em 2016. Em comunicado para esclarecer o caso, organizadores da competição confirmaram a rodada inicial nesta semana e reafirmam a ideia de organização normal do campeonato inteiro nesta temporada. “Com referência a Resolução de Diretoria publicada no dia de hoje pela CBF, informamos que ela em nada afeta a preparação e organização da Primeira Liga para os jogos desta quarta e quinta-feira”, disse o comunicado.

A Liga, no entanto, evita cravar a realização do restante do campeonato e ainda negocia como se dará a sequência do torneio.

“Essa nota da CBF não muda nada, apenas adiou para a segunda rodada a questão. Sempre quisemos jogar em caráter amistoso e não oficial. Nossa intenção é jogar a competição inteira. Mas, a partir da segunda rodada, vamos esperar a negociação do Gilvan”, disse o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, deixando aberto os próximos passos da “novela”. “Nossa competição é jogar a competição inteira.”

O presidente do Internacional, Vitório Píffero, também confirmou que atuará diante do Coritiba na estreia da Liga: “Segue o barco. Reafirmamos a nota da Liga”. Questionado sobre a possibilidade de punição pela CBF, ele nem quis comentar: “Desconheço.”

Nota da Primeira Liga na íntegra:
“Com referência a Resolução de Diretoria publicada no dia de hoje pela CBF, informamos que ela em nada afeta a preparação e organização da Primeira Liga para os jogos desta quarta e quinta-feira. Como já extensamente explicado pela Primeira Liga, a entidade mantém uma posição jurídica e desportiva de independência das federações e da CBF, com base nos arts. 16 e 20 da Lei Pelé. Como consequência disto, não existe a necessidade legal de buscar-se prévia autorização para a realização dos jogos que estão programados até o dia 31 de março.
A Primeira Liga e seus 15 integrantes vem sendo constantemente prejudicados comercialmente por sucessivas tentativas de intervenção e proibição de seus jogos. Tentamos dialogar a fim de buscar uma solução e inclusive havíamos recebido de parte da CBF, em mais de uma ocasião, uma garantia de não intervenção na Primeira Liga, o que hoje mostrou-se não ser verdade.
À Primeira Liga interessa dar uma resposta ao torcedor, que é o real motor do futebol nacional. Aguardamos todos os torcedores apaixonados por futebol em um dos 6 estádios que nesta quarta e quinta sediarão a nossa rodada inicial.
Independentemente de tudo isto, a Primeira Liga segue aberta ao diálogo com vistas ao enquadramento da competição no calendário oficial da CBF em 2017.”

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O recuo da CBF, que falava em acordo com a Liga até o final da última semana, ocorre após forte pressão do presidente da Ferj, Rubens Lopes, cobrando uma posição firme da confederação diante daquela que chamou de “competição pirata”. A decisão de soltar o comunicado não referendando a realização da Liga foi tomada em encontro na CBF na tarde desta segunda. O secretário-geral da CBF, Walter Feldman, conversou com o mandatário da Ferj e líder da oposição ao torneio, Rubens Lopes, durante almoço em homenagem ao jogador Wendell Lira, premiado pela Fifa na última semana.

A resolução da diretoria da CBF “RDI Nº 01/2016”:

“O Presidente e a Diretoria da Confederação Brasileira de Futebol, no uso de suas atribuições legais e estatutárias,
i) CONSIDERANDO a realização, no dia 27/10/2015, de Assembleia Geral Extraordinária da CBF, que, por deliberação unânime das filiadas presentes, não se opôs à filiação e vinculação da Liga à CBF, nem à inclusão de sua competição no calendário oficial do futebol brasileiro, “desde que cumpridas e respeitadas todas as normas e exigências que compõem o ordenamento jurídico desportivo, compreendendo inclusive os Estatutos da FIFA, CONMEBOL, CBF e Federações” e “desde que integralmente cumpridas as exigências e requisitos contidos no Regulamento Geral das Competições da CBF, em especial o calendário anual do futebol brasileiro, assim como os Estatutos da CBF e das Federações”;
ii) CONSIDERANDO os obstáculos intransponíveis de ordem técnica e das normas constantes do ordenamento jurídico desportivo estadual, nacional e internacional, para que a competição seja realizada no ano de 2016, como a não observância do prazo regulamentar para que clubes e atletas disputem partidas, a impossibilidade legal de que uma partida seja válida por duas competições distintas, além da observância de critérios técnicos de participação, bem como o respeito ao Estatuto do Torcedor;
iii) CONSIDERANDO o interesse da CBF em harmonizar e democratizar o futebol brasileiro, pondo fim aos entraves, conflitos e antagonismos que acabaram se verificando entre os múltiplos atores de nosso futebol, visando a um relacionamento saudável entre todos eles;
iv) CONSIDERANDO o empenho da CBF em promover competições rentáveis e de altíssimo valor agregado, nos moldes da bem sucedida Copa do Nordeste, que é hoje reconhecida nacionalmente e gera recursos diversos aos clubes que a disputam.
RESOLVEM
1- Convocar todos os protagonistas envolvidos na Copa Sul-Minas-Rio, a fim de deliberar a realização da competição no calendário oficial do futebol brasileiro, a partir do ano de 2017, sem nenhuma infringência às leis, regulamentos e estatutos.
2 – Não aprovar a solicitação para realização de qualquer competição não inserida no Calendário Nacional no ano de 2016, em vista das considerações acima apresentadas.
3 – Admitir a realização de jogos amistosos até o dia 30 de janeiro, dentro do período de pré-temporada, já com a anuência das Federações e em respeito às determinações do Estatuto do Torcedor.
4- Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação no site da CBF, ficando revogadas, a partir de sua vigência, quaisquer disposições em contrário. 

Rio de Janeiro, 25 de janeiro de 2016. 

Antônio Carlos Nunes de Lima
Presidente em exercício”