Roberto Rivellino, 70 anos

POR JUCA KFOURI

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Roberto Rivellino foi o melhor jogador da centenária história corintiana, que teve Sócrates, que teve tantos.

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Na também centenária história do Fluminense, se ele não foi o melhor, no mínimo empatou com Didi.

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Rivellino fez o primeiro gol da campanha do tricampeonato mundial, em 1970, no México, contra a Tchecoslováquia, antecipando-se a Pelé na cobrança da falta que estabeleceu o 1 a 1 no placar do estádio Jalisco, em Guadalajara.

Ele ainda provou que nem sempre a voz do povo é a voz de Deus, injustiçado que foi pela Fiel em 1974, quando teve de sair do Parque São Jorge, graças à campanha criminosa feita pelo então repórter da rádio Bandeirantes, J.Hawilla.

Riva faz hoje 70 anos coberto de glórias e de carinho, chuteiras devidamente penduradas depois de ter jogado na melhor seleção de todos os tempos e na “Máquina Tricolor” que encantou o Brasil.

Quem o maltratou ou está arrependido nas arquibancadas da vida ou delatando de tornozeleira eletrônica.

Vida eterna ao grande Rivellino!