Por decisão da PM, Re-Pa terá torcida única

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Com a justificativa das obras do BRT na avenida Augusto Montenegro, a Polícia Militar aproveitou para tomar uma decisão há muito alimentada na corporação: o clássico Re-Pa passará a ser jogado com uma torcida só presente ao Mangueirão. O mando de campo definirá a torcida presente. A decisão vale para toda a temporada 2016 e será comunicada hoje aos clubes e à Federação Paraense de Futebol. Se acatada, significará o fim de um dos espetáculos de arquibancada mais tradicionais do futebol brasileiro. (Foto: MÁRIO QUADROS/Arquivo do Blog)

Time do Bola na Torre faz confra de começo de ano

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O maranhense Doriedson com a maquiadora Andréa e Mariana Malato 

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Tomazão entrega o brinde da editora de imagens Eliana (Lili) Ramos 

Na sexta-feira, 8, aconteceu a já tradicional festa de confraternização de começo de temporada do time que faz o Bola na Torre na RBATV. O encontro ocorreu na Peixaria do Garcia, na Barão do Triunfo, especialista em delícias da culinária regional. Além do congraçamento entre editores, repórteres e pessoal técnico, a ocasião serve para que o ano seja passado a limpo, com a lembrança das muitas histórias de bastidores. Tudo dentro do espírito fraterno e alto astral que caracteriza da equipe de “boleiros”.

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O operador de áudio Iran e o repórter Lino Machado

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Guerreirão ao lado do animadíssimo cinegrafista Almeida 

Como de hábito, Giuseppe Tommaso se encarregou do sorteio de brindes e Guerreiro passou a palavra ao editor Toninho Costa para as saudações de praxe. Em seguida, todos se dedicaram a curtir a saborosa linha de pratos e acepipes da peixaria, com destaque para as chapas de pescada e a irresistível pratiqueira frita. Acima e abaixo, registros da festa, que também foi prestigiada por Zaire Filho (Camisa 13), Mariana Malato (Donos da Bola), Jorge Anderson (Rádio Clube) e Ronaldo Porto (Brasil Urgente).

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Conexão Baião & Igarapé Miri: o blogueiro ao lado do diretor Toninho Costa

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Valmireko e Gandur Zaire Filho, o homem do Camisa 13

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Repórter Lourdes Cézar, editora Paulinha Amaral e o bendito açaí 

China será sempre uma Lady Kate, rica e sem paixão

DO BLOG DO MENON

A China, com sua montanha de yuans, capaz de cobrir a mítica Muralha, será sempre como uma burguesa inculta que compra livros por metro para encher estantes. Desde que a cor combine com o azulejo. Pode trazer muitos jogadores para Pequim, Shangai, mas não ameaçará a Europa como centro irradiador do futebol mundial. Pode reclamar como Lady Kate – “to pagando” mas não será aceita pela elite.

Jogadores brasileiros com mercado na Ucrânia ou Rússia tornaram comuns por aqui nomes como Rubin Kazan e Shakhtar Donetsk. É o que irá acontecer com os times chineses – ainda não decorei nenhum nome – mas disso não passará.

A Luiza Oliveira e o Vanderlei Lima, monstros aqui do UOL, nos contaram que, por trás do avanço chinês sobre o futebol brasileiro há uma esperança do presidente em apresentar a China para o mundo. O que já foi feito, em tese, na Olimpíada de 2008.

Há diferenças cruciais. A Olimpíada teve uma abertura estupenda, com alta tecnologia. Provou que a China podia ir muito além dos estereótipos preconceituosos que a limitavam ao país do ruim e quase de graça. Uma enorme 25 de Março. O mundo viu a força do Dragão. E agora? Quem vai ver o campeonato chinês? E quem vir, estará vendo jogadores de outros países.

Não acredito que isto mude nem com uma improvável diáspora de gênios como Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar rumo a nova Meca. Alguém sabe o que está passando com Xavi?

O futebol globalizado criou times mundiais (infelizmente). Crianças têm camisas do Barcelona, Bayern, Real Madrid em todos os vilarejos do mundo. De Katmandu a Viena. De Aguaí a Bangladesh. Não consigo imaginar uma situação assim com times chineses. Sou um homem de fé e acredito que, em termos de Brasil, nossa cota de macaqueamento tenha se esgotado com o Chelsea Brasil ou com discussões sobre se a nova geração belga é melhor do que aquela que passou.

Se o clube não é mundial, como o futebol chinês o será. Um time popular da China terá mais torcedores que Barcelona ou Real, mas e daí? Estarão todos na China. Torcendo, vibrando, mas na China e apenas na China. Como a Bjork deveria ser só da Islândia.

E como o dinheiro chinês poderá enfrentar a Europa e sua Liga dos Campeões. Imaginemos que o Shandong contrate todos do Bayern, o Shangai tenha todos do Real e o Liglig tenha muitos do Barcelona. Quando começar a Liga dos Campeões, com novos jogadores, é para lá que os olhos do mundo estarão.

Dinheiro não compra felicidade, dizem os de alma pura. Quero ser infeliz em Paris, respondem os cínicos. E a paixão, onde fica? O torcedor não trocará nunca seu amor por clubes que existem há mais de um século, clubes com raízes populares, clubes com história. Mesmo que sejam camisas vazias ou vestidas por perebas. Elas são e serão maiores que os maiores do mundo vestindo fardamentos chineses

Por rolo de ingressos, Valcke leva pé na bunda

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O Comitê de Emergência da Fifa anunciou nesta quarta-feira que Jérôme Valcke foi demitido. O ex-secretário-geral deixa o cargo com efeito imediato e teve suas relações com a entidade encerradas. O francês havia sido afastado de suas obrigações em 17 de setembro de 2015 e acabou suspenso temporariamente em 7 de outubro. Logo após o fim da suspensão, em 6 de janeiro, ele recebeu outro gancho de 45 dias.

Valcke ainda poderá ser banido do esporte por nove anos e levar uma multa de 100 mil francos suíços (R$ 400 mil) pela violação de diversos códigos da Fifa, como de lealdade, confidencialidade, conflitos de interesses e aceitação de presentes e outros benefícios não permitidos.

O dirigente de 55 anos estava na Fifa desde 2003, quando foi contratado para a função de diretor de marketing e TV, mas acabou demitido três anos depois devido ao fato de a Justiça norte-americana ter identificado irregularidades nas negociações entre a entidade com os até então possíveis patrocinadores MasterCard e Visa.

As acusações acabaram parando nos tribunais, e Valcke, em 2007 foi contratado novamente pela Fifa, dessa vez como secretário-geral, a pedido de Blatter. Ele tornou-se a primeira pessoas que não nasceu na Suíça. O dirigente ficou mais conhecido no Brasil por ser uma figura carimbada nas visitas ao país durante a preparação para a Copa do Mundo de 2014. O momento mais emblemático durante o período pré-Mundial foi em março de 2012, quando disse que o Brasil merecia um ‘chute no traseiro’ pelo não cumprimento dos prazos do cronograma de adequação ao padrão Fifa. (Da ESPN)