Craque do Bayern é mordido por crocodilo

4w650c0-bild-300x168Era só o que faltava. Enquanto o Campeonato Alemão não volta, o Bayern de Munique aproveita o tempo de sobra para treinar no Catar. Só que neste sábado, um acontecimento no mínimo insólito tirou o sossego dos atuais lideres da Bundesliga.

Durante atividade em um campo de golfe, o atacante Robben foi apanhar uma bola que havia caído no lago e acabou surpreendido por um crocodilo, que o mordeu na mão esquerda. Além do grande susto, o holandês sofreu apenas ferimentos leves.

As informações são do diário alemão Bild.

Re-Pa abre I Copa Amazônia na quarta-feira

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O primeiro confronto do ano entre Remo e Paysandu está confirmado para quarta-feira (21), às 21h, no estádio Jornalista Edgar Proença (Mangueirão), valendo pela I Copa Amazônia de Futebol, que terá o Bahia como terceiro participante. O objetivo é mobilizar a torcida, depois de dois meses sem ver um jogo de futebol em Belém.

O vencedor do clássico paraense enfrentará o Bahia na decisão da Copa Amazônia, no próximo domingo, 25 de janeiro, também no Mangueirão, às 16h. A promoção conta com o apoio dos torcedores, ansiosos para ver em ação os novos jogadores da dupla Re-Pa.

A realização do clássico era especulada há uma semana, embora alguns dirigentes se mostrassem contrários à ideia, temendo que os times ainda não estivessem em condições de se apresentar bem. Essas resistências foram vencidas pela proposta financeira feita aos dois rivais pela empresa que promoverá o torneio.

“Acompanhar um Re-Pa é sempre uma emoção muito grande. Poder estar incentivando o seu clube, vibrar com os jogadores e torcedores, é um momento único. Tenho certeza que vamos estrear 2015 com o pé direito e com uma grande vitória”, observou a torcedora azulina Suellen Oliveira ao DOL.

“Esse momento é aguardado por todos os torcedores. Essa rivalidade dentro de campo, a zoação entre as torcidas, o incentivo e o apoio dos torcedores é fundamental para iniciarmos o ano bem. Convoco todo mundo para acompanhar essa festa e ver o Papão dar uma pisa em campo”, brincou o torcedor bicolor Renato Oliveira.

Os presidentes do Paysandu, Alberto Maia, e do Remo, Pedro Minowa, se reuniram neste sábado (17) com representantes da empresa NC, promotora do evento, para assinar o contrato de participação na I Copa Amazônia. Não foi divulgado o valor das cotas destinadas aos clubes, nem informado o preço dos ingressos nos dois jogos. (Com informações da Rádio Clube e do DOL/Arte: Atorres)

Será que a fonte secou?

POR GERSON NOGUEIRA

Com a nostalgia própria dos românticos, costumo dizer aos meus filhos que o brasileiro é o fã de futebol mais difícil de ser agradado. Também pudera. Aqui floresceu a mais genial confraria de craques da história do esporte. Metade daquela seleção de todos os tempos que a Fifa ou algumas revistas europeias de vez em quando gostam de escolher tem DNA brazuca.

unnamed (56)Pelé, Garrincha, Nilton Santos, Didi, Tostão, Gerson, Rivelino, Jairzinho e Ronaldo Fenômeno estão sempre ali entre os mais votados e citados. Não há nenhum outro país com tamanha variedade de craques para entrar nessa seleção ideal.

É claro que o tempo é implacável, principalmente com a memória crítica das pessoas e vamos combinar que a última década abalou muito as convicções sobre o valor do futebol que o Brasil legou ao mundo.

A situação comporta quinhões de culpa de muita gente, embora seja possível dizer que a origem maior do problema está lá na base, onde os jogadores são descobertos e as joias são buriladas. Faz algum tempo já que os efeitos perversos da má formação se fazem notar nos gramados brasileiros.

A formação deficiente dos atletas é uma realidade nacional há décadas, desde os tempos de Perácio e Pirilo, mas suas consequências só passaram a representar graves prejuízos nos últimos anos quando a produção de craques já não é tão farta como no passado.

Foi preciso um choque elétrico de alta magnitude, como aquela surra inominável diante da Alemanha na Copa, para que a maioria das pessoas se conscientizasse da terrível entressafra de jogadores que assola o país do futebol. Até então prevalecia o pensamento generalizado de que brasileiro é bom de bola e resolve a parada sem temer adversário.

Quando Kroos, Müller e seus colegas puseram o escrete de Felipão na roda a história passou a ser vista com outros olhos. Antes tarde do que nunca.

Acontece que o espetáculo tem que continuar e, ao mesmo tempo, o mundo tem pressa e avidez por novos artistas da bola. A existência luminosa de dois supercraques como Lionel Messi e Cristiano Ronaldo dominando a cena só acentua a indigência do jogo que se pratica no Brasil.

Vem daí o grande desafio dos técnicos e jogadores em ação por aqui. Precisam entender que não há mais o conceito de ilha, comum nos anos 60 e até meados de 80, quando o que ocorria no Brasil era o que bastava para o torcedor.

Hoje, no mundo embalado pela instantaneidade proporcionada pelas plataformas on-line, o conceito de globalização do futebol é mais que uma digressão teórica. É um fato. E o que conta para o torcedor é o que ele vê se desenrolar nas lotadas arenas do rico futebol europeu.

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Lá, diante de torcidas cada vez mais exigentes, desfilam futebolistas do mundo inteiro. Na cultuada Champions League as nacionalidades desafiam as quase caducas barreiras clubísticas. Curiosamente, com exceção de Neymar, os brasileiros que merecem ainda algum relevo são todos zagueiros ou meio-campistas defensivos.

Sinal atordoante de que é justificada a insatisfação nacional com as peladas domingueiras do Campeonato Brasileiro. Com o fator agravante de que aqui, como na Europa, poucos nativos são protagonistas. Os melhores e mais criativos meias são argentinos – Conca, D’Alessandro, Dátolo – e os atacantes mais produtivos são o peruano Guerrero e o boliviano Marcelo Moreno.

Sem perspectivas de mudanças imediatas no cenário desolador, chega-se à conclusão de que o nosso maior problema é conviver eternamente com a consciência do passado glorioso e a desconfiança de que a fonte secou.

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Quando o treino supera o jogo

Chamou atenção durante a semana uma frase meio despretensiosa do atacante Müller, do Bayern de Munique, avaliando que muitos treinos do time alemão são mais difíceis do algumas partidas da Champions League. Não foi um comentário arrogante, apenas realista.

O Bayern reúne hoje alguns dos maiores craques do planeta e tem no comando do time aquele que é talvez o mais cerebral dos técnicos em atividade. Pep Guardiola.

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Direto do blog

“O governo fechou patrocínio do campeonato paraense de futebol, mais uma vez. Em troca de mais de 800 mil reais, transmitirá jogos do certame. Clubes de futebol são entidades privadas. Arrecadam muito dinheiro por semana. Contratam times inteiros e depois não dão resposta sobre a administração do dinheiro a ninguém. Para entrar com tamanha soma, o governo deveria participar do planejamento do campeonato. Exigir das prefeituras das cidades o compromisso de estádios, mesmo que pequenos, absolutamente preparados para receber os jogos. Gramados impecáveis, arquibancadas, segurança. Deveria incentivar o turismo no Estado, oferecendo pacotes com meio de transporte, hotel e ingressos.

Deveria exigir um número x de atletas paraenses em cada equipe, como incentivo aos valores locais. Deveria transmitir para Belém um jogo que estiver sendo disputado fora da cidade. Assim, usaria o futebol como fator de integração. Arrecadaria impostos, alimentaria o Turismo. Aí dá para entender esses mais de 800 mil reais. Se não for assim, creio que cada um de nós pode pleitear um dinheiro do governo para fazer o que quiser e pronto, não é? Inimaginável é essa ignorância que atordoa. O Estado dá um dinheiro que é nosso e pronto. Tudo de maneira amadora, menos o dinheiro. Pode?”.

Por Edyr Augusto Proença (via Facebook), analisando a renovação do contrato entre o Governo do Estado e os clubes.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO deste sábado, 17)

Todo dia é dia de Beatles!

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Em meados de 2012, surgiu a notícia de que a Unesco havia instituído o 16 de janeiro como dia mundial dos Beatles. No ano passado, a entidade que integra a ONU desmentiu a notícia através do Twitter. A verdade é que a data já era celebrada por beatlemaníacos do mundo inteiro por ser o dia de inauguração do Cavern Club, em 1957. O clube noturno abrigou as primeiras apresentações do quarteto de Liverpool.

Leão deve anunciar volante Michel Silva

Remo negocia com o volante Michel Silva, 33 anos, que jogou sob o comando de Zé Teodoro no Ceará. Defendeu também o Vitória e ultimamente atuava no futebol belga. Diretoria azulina não confirma nem desmente o negócio, mas jogador deve chegar na segunda-feira.

Legendas do mundo da bola

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Alfredo Di Stéfano posa com as cinco taças europeias que conquistou como grande comandante do Real Madrid nos anos 50/60. Presidente honorário do Real, morreu em julho de 2014.

Papão apresenta mais três reforços

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Os novos reforços do Paissandu, apresentados oficialmente nesta sexta-feira: Aylon (atacante), Leandro Cearense e Romário (zagueiro). (Foto: MÁRIO QUADROS/Bola)

Remo deve anunciar mais dois reforços

O executivo de futebol do Remo, Fred Gomes, revelou ontem que o clube deve anunciar até amanhã dois novos reforços. Um, provavelmente, será para a lateral e ala direita. O outro deve ser um atacante para a vaga que era de Leandro Cearense. Os jogadores estão quase fechados, segundo ele.