Pois é…

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Na ilustração, foto de Demóstenes Torres, ex-paladino da justiça, guru de Veja e da velha mídia. Foi cassado depois de confirmada sua sociedade com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Promotor em Goiás, teve seus salários e benefícios mantidos, mesmo depois de toda a bandalheira comprovada.

15 comentários em “Pois é…

  1. Isso e Brasil, com uma lei ultrapassada, velha e caduca e que dificilmente vai ter algum politico interresado em lutar por uma revisao mais inteligente e justa pois ha interreses pessoais em jogo. Moro no Canadá e tenho muita vontade de voltar para morar no Brasil, mais com tanta safadeza, injustiça, fraucatuas, violencia sem limite, fica dificil.

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  2. E os juízes que quando pegos em desvio ético são “punidos” com aposentadoria recebendo seus salários de forma integral, ou seja, o crime nesse caso compensa é mais negócio e outro escândalo aqui no Pará e em outros estados existe aposentadoria para ex governador é. Você sabia? o cara passa 4 anos no poder e depois sai e ganha salário de aposentado como ex governador, ou seja, ao invés de servir ao estado essas ratazanas se servem do estado é muito injusto isso! Que país é esse?

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  3. E pensar que a constituição de 1988 diz que todos somos iguais perante a lei… Piada, óbvio, o Brasil, em termos de igualdade perante a lei, contínua nos tempos do império… Infelizmente.

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  4. Álvaro Dias é a própria raposa… Eu confio muito pouco nos que estão na capital federal… No final das contas parece que Padilha e seu reacionário tropa de elite, sem indicar partidos, é bom que se diga, ja que o problema não é o partido e sim o humano que está nele, tem razão quando afirma que a podridão do sistema está em Brasília (nos poderes).

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  5. Enquanto o moralismo hipócrita substitui o debate político, tal e qual em 1954 e 1964, operações como a ‘Castelo de Areia’, ‘Satiagraha’, investigação a respeito da Lista de Furnas e o esquema de corrupção pra eleger Eduardo Azeredo pro governo mineiro continuam engavetados. Tudo porque bunkers do banditismo midiático como Veja e Globo vivem deitando falação pseudo ética, mas silenciando velhacamente a respeito disso.
    Por isso que, aqui no Pará, os que querem dar calote até nas contas de luz que devem, dia sim outro também produzem editoriais patéticos dando lição de moral ao povo.

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  6. Amigo Celira, estou com você quando aposta no sistema como a origem de tudo. Mas, divirjo um pouco quando concentra tudo em Brasília. O favorecimento à impunidade decorre de muitos motivos, como por exemplo, da lei, do corporativismo (como é o caso do Demóstenes) e da própria complacência do eleitorado que elege sem a menor cerimonia e critério candidatos cujas fichas já se mostram algo deterioradas. E casos assim ocorrem em Brasília e no resto do Brasil, inclusive aqui no nosso Pará.

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  7. Amigo Celira, estou com você quando aposta no Sistema como a origem de tudo. Mas, divirjo um pouco quando concentra tudo em Brasília. O favorecimento à impunidade decorre de muitos motivos, como por exemplo, da lei, do corporativismo (como é o caso do Demóstenes, cuja demissão depende agora de decisão judicial) e da própria complacência do eleitorado que elege sem a menor cerimonia e critério candidatos cujas fichas já se mostram algo deterioradas. E casos assim ocorrem em Brasília e no resto do Brasil, inclusive aqui no nosso Pará.

    A propósito, especificamente sobre o caso do Demóstenes, lá no 247 é possível encontrar um bom apanhado da situação em que ele se encontra.

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  8. Verdade Antônio Oliveira, o sistema não guarda posição, como na perspectiva de poder de Michel Foucault, o sistema está em todo lugar… No mais, digo que é sempre bom ter seus comentários de volta no espaço.

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  9. Se é para generalizar, começo dizendo que a boa Lei da Ficha Limpa foi jogada no lixo porque no Brasil estamos naquela triste situação que quanto mais ocorre crimes hediondos de vários tipos mais impera a impunidade porque justiça e as leis ficaram frágeis e parciais em favor dos criminosos, muito em consequência das próprias pessoas prejudicadas não saberem mais o que querem de verdade, e muito também em consequência da pressão midiática sobre o caso. Ou seja se a mídia pressionar para condenar, o cara em geral é condenado. Mas se a mídia pressionar pela absolvição, o cara em pouco tempo está livre. Ou seja os julgamentos há muito tempo estão sendo efetivados fora dos tribunais e na mídia onde Condenar ou absolver vai da mídia mais poderosa. Um exemplo clássico do que falo foi esse caso do traficante condenado na indónesia, país distante, com cultura e leis diferentes inclusive da pena de morte, onde o governo brasileiro pressionado pela mídia, tentou de todas as formas impedir que o traficante brasileiro fosse penalizado naquele país asiático, pedindo inclusive para o papa interferir como se o cara fosse um héroi de guerra INJUSTAMENTE aprisionado naquele país. E realmente o cara não era herói, mas era de guerra. Guerra do trácico de drogas, a maior praga dessa humanidade. Aí tenho a dizer que se fosse no Brasil, pouco importaria se o cara era traficante poderoso, de conexão internacional que já desgraçou a vida de muita gente crianças jovens e adultos, e iria continuar desgraçando se escapasse porque não tem jeito. Se fosse no Brasil ele estaria livre leve e solto e ainda pousando de herói dando entrevista no programa de TV que tentou livra-lo da morte. Não se espantem se o outro condenado conseguir absolvição. Isso é Brasil, apesar do caso ter ocorrido la na Indonésia, onde está estampado de forma clara em cartazes nos aeroportos de todas as cidades: AQUI PELAS NOSSA LEIS EM VIGOR, TRAFICANTE DE DROGAS PODE SER CONDENADO À PENA DE MORTE.

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