Pink Floyd, 1969.
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Coisa das mais inacreditáveis, o Pink Floyd é uma reunião única de músicos brilhantes. Ótimos arranjadores, excelentes letristas. Nunca mais haverá uma banda como essa. Sabe?, de tão impressionante que acho que a banda é, às vezes lamento ter nascido só em 79 e jamais poder ter assistido ao vivo a uma apresentação deles. Pelo menos pude ver à apresentação do Live 8 pela MTV. Durou só uns 25 minutos, mas aí pude ter a noção da importância do Pink Floyd para a música. Se tem um som chega até a alma, esse é o som do Pink Floyd.
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Super banda, amigo Lopes. Uma das mais importantes do rock em todos os tempos. Gilmour e Waters, antes da briga, formaram uma dupla afiada e extremamente competitiva.
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Pois é caro Gerson, vejo dois universos diferentes nos dois. Waters é mais engajado politicamente e Gilmour é um músico técnico, como Mason. Nem por isso, Waters é mau arranjador e nem Gilmour é menos poeta. O casamento de ambos, para mim, é a perfeição jamais alcançada por outra banda. Inovação e elegância definem muito bem as composições deles. Experimentais, criativos, ajudaram a definir um perfil do rock’n roll desde então, de ousadia, com uma certa extravagância musical que não é o exagero do solo, mas o do arranjo musical, o instrumental levado tão a sério, que é como a marca. O rock psicodélico. Não há tantas bandas capazes de tal obra de arte e com efeito estético tão importante. Sem dúvida, uma ótima lembrança.
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