12 comentários em “Salve, salve, Cidade das Mangueiras!

  1. Parabéns a minha querida e amada Belém, não te troco por ninguém.

    A terra onde Jesus nasceu, segundo Milton Neves.
    A terra do Papão e do leão.
    A terra sabores mil.
    Antes a terra das lindas morenas, hoje as louras dividem o pedaço.
    A terra do Círio de Nazaré e agora também dos evangélicos.
    Ainda temos mangueiras, mas hoje temos muitos mais prédios, inclusive na beira rio.
    E pra finalizar, poderia continuar dizendo que a terra disso ou daquilo, porém, nada tem mais a cara de Belém, do que a chuva, fina ou grossa, quem nunca foi pego de surpresa por ela?

    Te amo Belém, por ti eu iria pra guerra.

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  2. Rosa flor, vê quanta mangueira
    e o cheira-cheira do tacacá.
    Meu amor, ata a baladeira,
    embalança a beira do rio mar.

    Belém, Belém, acordou a feira
    que é bem na beira do Guajará.
    Belém, Belém, menina morena,
    vem ver o peso do meu cantar.
    Belém, Belém, és minha bandeira,
    és a flor que cheira no Grão-Pará.

    Belém, Belém do Paranatinga,
    do Bar do Parque, do bafafá.
    Bem-te-vi, sabiá, palmeira,
    não, não baladeira, deixa voar.
    (Chico Senna)

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  3. Belém do Pará é a minha terra. Parabéns à minha terra pela longevidade, mas nem tanto pela conservação e ordenação, nem tanto pela arquitetura e perde de identidade, nem tanto pelo esquecimento e pelo abandono, nem tanto pela insegurança e pela deficiência na saúde… Há muitos poréns, porém que não se deixe nossa Belém de lado. Não mais.

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  4. BOM DIA, BELÉM/ edyr proença e adalcinda camarão

    Há muito que aqui no meu peito
    Murmuram saudades azuis do teu céu
    Respingos de orvalho me acordam
    Luando telhados que a chuva cantou
    O que é que tens feito, que estás tão faceira
    Mais jovem que os jovens irmãos que deixei
    Mais sábia que toda a ciência da terra
    Mais terra, mais dona do amor que te dei

    Onde anda meu povo, meu rio, meu peixe
    Meu sol, minha rede, meu tamba-tajá
    A sesta, o sossego na tarde descalça
    O sono suado do amor que se dá
    E o orvalho invisível da flor se espalhando
    Cantando cantigas e o vento soprando
    Um novo dia vai enunciando, mandando e
    Cantando cantigas de lá

    Me abraça apertado que eu venho chegando
    Sem sol e sem lua, sem rio e sem mar
    Coberto de neve
    Levado no pranto dos rios que correm
    Cantigas no ar
    Onde anda meu barco de vela azulada
    Que foi depenada sumindo sem dó
    Onde anda a saudade da infância na grama
    Dos campos tranquilos do meu Marajó

    Belém, minha terra, meu rio, meu chão
    Meu sol de janeiro a janeiro, a suar
    Me beija, me abraça que eu
    Quero matar a imensa saudade
    Que quer me acabar

    Sem Círio da Virgem, sem cheiro cheiroso
    Sem a chuva das duas que não pode faltar
    Murmuro saudades de noite abanando
    Teu leque de estrelas,
    Belém do Pará!

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  5. M orena linda,terra das mangueiras.Dos nossos
    O rgulhos, és sempre primeira.Dos nossos amo-
    R es,a Deuza verdadeira. És forte e acolhedora,
    E xcelência sem igual.Tú podes até nem possuir u-
    N nanimidade,o que é até natural,mas aquele que
    A portar em tí,verá após refletir,que és sensacional !

    Parabéns minha linda cidade MORENA !!!

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  6. Sei de todos os problemas de nossa querida e amada Belém, mas não posso deixar de defender essa terra morena, ó minha querida Santa Maria de Belém do Grão Pará, só tu tem, Jambo rosa, cupuaçu, bacuri, maniçoba, taperebá, nossas queridas e belas Praças (faltam recuperar), nossas igrejas, nossa arquitetura, nossos mangais, minha Belém do Pará. Parabéns!

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