“Gays e negros não se ofendiam antigamente”.
Renato Aragão, comediante.
“Gays e negros não se ofendiam antigamente”.
Renato Aragão, comediante.
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Exato, no projeto de poder atual é necessária a divisão entre negros e brancos, gays e heteros, ricos e pobres, família tradicional e alternativa etc. Assim, quando a sociedade estiver destruída, surge a figura que irá apaziguar, o Estado, obviamente socialista e ditatorial.
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Discordo do Didí. Antigamente o negocio aparentemente era mais pesado, e muito.
Falando nisso, ontem pela primeira vez ví ( e com tristeza ), no Shopping Pátio Belém, dois rapazes de mãos dadas, já tinha visto mulheres, “homens” não.
Aí eu pergunto, quando isso antigamente era possível?
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Te contar!! Só posso dizer, égua!!!!!!!!!!!!!!
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Discordo desse ex-comediante. Sempre houve ofensa (no sentido mais leve e humorístico) e insulto (no sentido mais grave), a questão é que as minorias não tinham voz.
A cada insulto ou injúria racial ou piada racista é como se o feitor desse uma chibatada, e não adiantava se queixar a ninguém.
Mas não me surpreende uma afirmação dessas vindo de quem vem.
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Jota, parto da premissa do colega Valentim, sempre existiram ofensas e lutas entre grupos, apenas não tinham a visibilidade de hoje. Visibilidade esta que torna muitas pessoas mais humanas, porém escancara o radicalismo.
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Não interessa o passado!
Hoje é lei!
E se é lei, é pra ser cumprida!
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Estou com o Valentin e o Celira… Salvo se não entendi o que o “Santo Trapalhão” quis dizer, me parece que ele está muito esquecido sobre como era antigamente. A militância nestes dois setores minoritarios, e noutros mais, avançou no rumo de muitas conquistas e apesar de estar só no início já pode comemorar a incipiente reversão do quadro de preconceito e exclusão.
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Ele está falando do Mussum e da Vera Verão, obviamente, que fizeram escada para que ele fosse quem é.
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