10 comentários em “Capa do Bola, edição de domingo, 09

  1. Seleção brasileira e asia ou má digestão são tudo a mesma coisa!
    É pura perca de tempo. Hoje quando anunciam alguma coisa vinculada ao selecionado eu mudo de estação ou de canal na hora, sem pestanejar!
    Detalhe, seleção brasileira está igual ao Felipe Massa na fórmula 1, não precisa nem mais comentar…

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  2. Quando começar essa pelada de luxo entre Brasil x França, irei ver o instrutivo e intelectual programa do Gugu Liberato. Afinal de contas são duas bostas e ambas fedem, a diferença e que eu não me estressarie vendo o nosso escrete dando calo nos olhos e dor de dente em serrote.

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  3. Depois do jogo do Brasil contra o mequetrefe time francês, do qual vi apenas os 2º tempo, cheguei à seguinte conclusão:

    1) O selecionado brasileiro é um amontoado de jogadores

    2) O esquema é a repetição da mesmice que os times brasileiros praticam: força, muitos volantes e poucas ideias no meio-de-campo, um centro-avante paradão à moda old school anglo-germânica e improviso, muito improviso dos jogadores mais técnicos.

    3) O contra-ataque é a principal e única estratégia.

    4) O time não consegue trocar 5 passes verticalizados em direção ao gol adversário na intermediária contrária.

    5) Paulinho, bom volante (longe de ser craque), está quase que impedido de subir ao ataque. Fica plantado à frente da zaga como ficavam os mais brucutus da posição na história.

    6) Ramires não convocado, Hernanes no banco de reservas, Fernando (?), Luis Gustavo e Hulk queridinhos de Felipão… e Jô convocado em lugar do não mais que mediano Leandro Damião? Que safra, meu Deus…

    7) Não seria Neymar o jogador mais superestimado da história do futebol brasileiro? O cara é absolutamente comum em jogos internacionais com a camisa amarela.

    8) Ver um jogo da seleção brasileira é o seguinte: se você viu uma apresentação dela quando era treinada por Dunga não precisa mais vê-la. Desde lá o script é o mesmo, seja com Mano Menezes ou com Felipão. Prevalece a força, o suor, os homens de confiança, os “guerreiros”, o chuveirinho e a paixão por volantes parrudos em detrimento de jogadores técnicos. E ainda falavam no embromador com discursos messiânicos e aura de redentor Tite, o rei do empate e do 1 a 0, para o comando da amarelinha… Outro que é mais do mesmo.

    PS: enquanto alemães, argentinos, espanhóis e ingleses utilizam meias como volantes, nós subimos os volantes bons de passe, mas não geniais, tornando-os meias em nossas equipes. E com alguns treineiros que ainda utilizam os poucos bons volantes que temos como verdadeiros cães-de-guarda (né Felipão?), não esperemos inovações táticas e ofensividade em nossos times e no escrete nacional.

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