Festa no país dos patos amarelos: Moro cumpre o último ato da ópera bufa

DaDO0xEXUAE_I00

O ínclito juiz Sergio Moro, herói dos patos amarelos no país, determinou na tarde desta quinta-feira (a tempo de virar assunto no Jornal Nacional, da aliada Globo, obviamente) a prisão de Lula, cumprindo à risca o script desenhado desde o fatídico power-point de araque apresentado por Deltan Dallagnol, o promotor messiânico-fundamentalista, no qual se dizia que a condenação deveria ocorrer por convicção, mesmo que sem qualquer prova de ilicitude.

A prisão, permitida por uma decisão difícil no STF, é o ato final da ópera bufa orquestrada nos porões do golpe, desta vez tão escancarado que é defendido à luz do dia por políticos, jornalistas da velha mídia, empresários, juízes e chefes militares. Todos juntos, pra frente, Brasil, o país da ditadura disfarçada.

A Lula cabe cumprir seu papel histórico singular, como o político brasileiro mais amado por seu povo e o melhor de todos os presidentes da era moderna, conforme reiteradas (e insuspeitas) pesquisas. Tudo o que fez em prol de sua gente jamais será apagado, por mais que a máquina a soldo da perseguição política não lhe dê tréguas.

E que ninguém ouse pensar que tão magnífico líder político está liquidado e esquecido por força de medidas persecutórias – ele está mais vivo do que seus algozes imaginam.

2 comentários em “Festa no país dos patos amarelos: Moro cumpre o último ato da ópera bufa

Deixar mensagem para Antonio Cancelar resposta