POR GERSON NOGUEIRA
O torcedor foi em peso. Mais de 33 mil espectadores nas arquibancadas e cadeiras, além de muita gente voltando por falta de ingresso. Bandeirão sendo exibida para todo o Brasil. Esse espetáculo proporcionado pelos apaixonados azulinos foi o melhor da noite de domingo no Mangueirão. Era preciso vencer e torcer por um empate entre ABC e ASA. O resultado desejado aconteceu em Natal, mas o Remo não fez sua parte em Belém.
Com a bola rolando, o time repetiu a indecisão e a falta de agressividade dos últimos quatro jogos. Pior que isso: refletiu as preferência de seu técnico, que passou o primeiro tempo vendo o América dar chutão para os lados e não orientou seu time a explorar o caminho pelos lados.
Edno, goleador do time, voltou a ficar isolado no ataque, com poucas jogadas realmente trabalhadas para que pudesse definir. Teve apenas uma chance, mas errou no domínio e a bola ficou com o goleiro.
Quando as bolas foram levantadas corretamente, providência primária no futebol de hoje, o Remo sempre levou perigo. Como no fim do primeiro tempo, quando Schmoller cabeceou bola no travessão ao desviar um cruzamento de Levy.
Mesmo atrapalhada e lenta, a defesa do América conseguiu sair incólume do Mangueirão. Isso graças à afobação dos atacantes do Remo, a falta de uma pressão organizada sobre a área e o desespero inevitável na etapa final, quando o time desfrutou de pelo menos três grandes chances (duas com Eduardo Ramos e uma com Edno) e não soube concluir.
Quando fez as mudanças, Waldemar Lemos foi ele mesmo. Conservador, botou Flamel, João Victor e Allan Dias. O primeiro deslocado pela ponta esquerda, função que não sabe (e nem pode) executar. Victor como organizador de jogo e Dias, que devia ser volante, foi à frente e não acertou uma jogada sequer. Chegou a atrapalhar um bom contra-ataque.
O futebol não tem muitos mistérios, principalmente num torneio de baixo nível técnico como a Série C. O bom senso manda que os técnicos procurem inventar o mínimo possível. Quando prestigiou Fernandinho, que já havia sido errático com Marcelo Veiga, Waldemar queimou a chance de montar um ataque mais forte.
De nada adiantou preservar dois meias se lá na frente só havia Edno como opção de finalização. Magno, inúmeras vezes citado aqui, foi esquecido. Sílvio e Edcléber, idem. Flamel, que chegou com o campeonato em andamento, poderia ter sido usado sempre como meia avançado, dentro de suas características.
E até houve oportunidade para isso. Contra uma equipe que veio desfigurada e que só ameaçava nos contragolpes, o técnico podia ter sacrificado um dos volantes, Yuri ou Schmoller, para tornar a meia-cancha mais técnica com Flamel, abrindo a possibilidade de ataques mais bem planejados.
Ocorre que essa hipótese nem chegou a ser avaliada ou treinada, mesmo depois de resultados decepcionantes contra ABC, Salgueiro e Fortaleza.
Por perseverar nas escolhas erradas, a eliminação do Remo foi um desfecho previsível e merecido, embora sua apaixonada torcida não merecesse a frustração de ver de novo o time fracassar diante de um adversário tão sofrível.
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Cheio de volantes, Papão cai diante do Náutico
Para surpresa geral, o Papão entrou modificado contra o Náutico, bem diferente do time que vinha sendo escalado e que fizera boas atuações diante do Brasil e do Bahia. Tiago Luiz apareceu mais recuado pelo meio e Leandro Cearense jogando sozinho contra os zagueiros. À frente da zaga, uma segunda linha de quatro, com os volantes Lucas, Capanema, Recife e Jonathan.
Estava claro que a ideia era garantir o empate e, caso fosse possível, lutar por um gol, apostando no contra-ataque. Os planos foram frustrados por dois gols surpreendentes, em chutes de Vinícius de fora da área, aos 17 e aos 21 minutos do primeiro tempo.
Como não tinha se preparado para tomar a iniciativa do jogo, o Papão sofreu para se reerguer no jogo. Cearense tinha que lutar sempre com dois marcadores e Tiago Luiz pouco aparecia na frente. Por conta disso, só foi diminuir o placar aos 41 minutos, em falha da zaga pernambucana muito bem explorada por Jonathan.
O Náutico seguiu dando as cartas no segundo tempo, com Marco Antonio e Vinícius chegando na aproximação e Roni avançado, em velocidade. Pela direita, havia sempre a subida do lateral Joazi. Sempre na defensiva, o Papão não conseguia bloquear as jogadas no meio, mesmo usando quatro marcadores na segunda linha.
A mexida, que já se fazia necessária desde o intervalo, só veio aos 15 minutos, quando Dado lançou Mailson no lugar de Jonathan. Pouco adiantou, pois o time seguia sem transição e o atacante também não rendeu o esperado, atrapalhando-se na conclusão das jogadas.
O Náutico desperdiçou várias chances de ampliar, mas acabou chegando ao terceiro gol já nos acréscimos, após penal cometido por Ronieri em Roni. Vinícius, goleador da tarde, fechou a contagem.
(Coluna publicada no Bola desta segunda-feira, 19)
Final de linha para os azulinos e a mesmíssima pasmaceira bicolor sobre o comando de Dado Cavalcanti.
Era previsível que o time paraense não seria páreo para os times do Nordeste, o Remo venceu apenas dos adversários mais fracos da chave, a única vitória azulina sobre o escalão de cima ocorreu contra o Fortaleza em Belém quando o treinador do tricolor resolveu inventar.
A baixa qualidade técnica do time somado a fatores extra campo, não podia ser premiada com a classificação ao mata-mata.
Achei satisfatório o fato de ter permanecido na terceira divisão garantindo calendário para 2017 sem ter que viver o limbo de uma série D.
Quanto ao time Bicolor eu sinceramente não entendo é nem me esforço mais para entender o que se passa pela cabeça do cabeça de Playmobil, é impressionante o excesso de viralatismo que o Dado possui ao jogar fora de casa e até mesmo em seus domínios.
A continuar pensando de modo medíocre, até eu que o considerava um bom jogador do xadrez futebolístico começo a querer a presença do Gameleira comandando a rapaziada antes que se necessite de combinações de resultados para se manter na série B.
Eu gostaria sim de ver o clássico paraense no brasileirão mas dá série B, infelizmente, pelo descarrilhar do “trem” bicolor, acho que ocorrerá na terceirona para a derrocada do futebol Paraense após anos e anos de luta para conseguir um lugar ao sol.
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Lobo não cai e vamos deixar de ser pessimistas.
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Quanto ao Leão, enquanto não arrumar o telhado, continuará secando o piso e desentupindo fossa.
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Gérson Nogueira, vida que segue…!!! Até o ano que vem Leão! Espero que o Papão não caia, pro bem do futebolzinho papa-chibé, independentemente de quaisquer fatores.
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Gerson,
Faltou explorar mais na coluna, essa queda de rendimento do Clube e qual o plano de ação para os próximos 03 meses.
Antecipar as eleições seria o ideal ?
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Amigo, citei a queda óbvia de rendimento, principalmente nos últimos três jogos, mas me detive mais no jogo. Quanto ao futuro, é assunto para as próximas colunas.
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Chora não bebê,
chora não bebê….,hahahahahahaha
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LUAN e VANESSA
serie B foi sonho de verão numa praia, 4 meses de amor,
em noite luar, sob a luz das estrelas, a serie B,
serie B eu escrevi na bandeira, mas o Mecão apagou,
em cada por do sol a saudade incendeia serie B pro leão
leão não esqueça, o sonho de B já acabou, eu vou ficar te esperando noutro o ano, não quero dizer adeus,
leão sem B tu vais ficar tão sozinho, não vou mais no estadio apoiar e quando o sol nascer vai horrivel caça níquel pra você.
tchau e bença, vá com deus
kakakakakakakakakakakakakakakakakakakkakakakakkakakakak
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O pleno de ação para o ano que vem é caça níquel, muito caça níquel
kakakakakakakakakakakakakakakakakakakaka
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Atenção, o Setorista Dinho Menezes do Paysandu vai gravar um disco que poderá fazer o maior sucesso e campeão de vendagem em Belém nos próximos dias. Olhem um trecho da letra:
” arerê, não vamos mais nos ver na serie B,
arerê , a gente é serie B , eles serie C, êêê ”
kakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakak
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E como a diretoria vai pagar os jogadores agora?? Não tem mais jogo, não tem mais renda.
Provavelmente estes jogadores voltarão para suas cidades apenas com promissórias na mão. Próxima temporada será o mesmo sufoco financeiro, e o que é pior, quem em sã consciência vai querer jogar em um clube que SEMPRE atrasa salários??
Pois bem, só virá perna de pau e jogador em fim de carreira. Como subir de divisão assim?? Bem difícil a situação azulina.
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Incompetência geral. De uma diretoria medíocre, nasce todo um cotexto administrativo perdedor. Um grupo que deveria ser de novas ideias, se aliou com velhas raposas, acostumadas a muitos discursos e poucas ações efetivas de seriedade. Tirando a torcida, muitos são culpados, inclusive parte da imprensa que chamam múmias de abnegados, grades remistas etc. Os jogadores não são culpados, estão no mercado da bola para serem contratados. O patrimônio do clube está, mais do que nunca, ameaçado. A esperança é que após a eleição, tenhamos um grupo que saia da velho e odioso controle interno do chamado “cinturão de aço” que faz sombra para que o futuro não apareça.
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Como disse o blogueiro, eliminação merecida. Mas se levar em conta as últimas temporadas do CR, foi de ótimo tamanho ficar em 5º. Ano passado, além do CR, subiram o Botafogo-SP (campeão), River-PI (vice) e o Ypiranga-RS (4º). Destes, só o time de SP passou para o mata-mata. O time paraense teve a segunda melhor campanha destes quatro, enquanto que o RIver foi rebaixado e Ypiranga apenas permanecendo na série C.
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Balbúrdia acima de tudo, em campo e fora dele. Mangueirão não tem condições de receber público desse porte. O estacionamento é um lamaçal horrível e não ajuda na logística de entrada e saída do torcedor.
A bilheteria é concentrada em um único lugar, gerando filas imensas.
A entrada do torcedor no estádio é coisa de louco. Tem que ser muito fanático pra encarar aquela confusão. Aperto, brigas, filas absurdas e total falta de organização. O chamado “guarda corpo” que seria pra proteger, acaba virando um objeto que fere e machuca todo mundo. No meio da confusão é apenas um objeto de metal sendo empurrado por todos.
Tentei entrar uma hora e meia antes do jogo começar, e olha que fui pela entrada do sócio torcedor (B3), e mesmo assim peguei sufoco e me machuquei.
Enfim, é necessário rever a organização e o funcionamento do estádio como um todo. Pelo bem do nosso futebol.
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33 mil foi só o computado. Mas, ainda há aquela parte nada residual que esteve presente sob a deliberada desorganização dos portões de acesso ao estádio.
Quanto ao rendimento do time, é certo que poderia ter sido mais expressivo e efetivo. Todavia, no geral foi o que é possível ser, nas circunstâncias. Afinal, o que esperar d’alguns certos e determinados jogadores que têm de ser escalados? E o que esperar de um treinador que têm de escalar certos e determinados jogadores? Sim, o que esperar se nem receber seus salários, estes jogadores recebem regularmente.
O que ocorre em campo é o reflexo da incompetência (para dizer o mínimo) com que o Clube é dirigido.
Mas, no meio de tudo creio que vale destacar o desempenho do Flamel nos poucos momentos em que esteve em campo desde que chegou. Pena que ele tivesse de dar vez a jogadores menos qualificados, menos efetivos e menos interessados.
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Em 2014 o Paysandu subiu para a serie B mas os azulinos tiraram sarro o ano inteiro chamando o Paysandu de centernada, dizendo que o papão não ganhou nada. Em 2015 o Paysandu estava na serie B, continuou, fez grande campanha sendo 7 lugar e há 4 pontos da primeira divisão e oitavas de final na Copa do Brasil mas os azulinos continuaram tirando sarro chamando o Paysandu de centernada. Em 2016 o remo perdeu o estadual, Copa verde, acesso a serie B, vaga na copa brasil 2017, Copa verde 2017, e eu pergunto o óbvio: Quem é o verdadeiro centernada desta terra da santinha de Nazaré???????????? coisa fácil de responder
kakakakakakakakakakakakakakakakakakakak
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O nome dele e Waldemar……O nome dele é waldemar… rsrsrsr .Sarros à parte, e falando serio digo que igual em 2015 quando o Paysandu perdeu a maior oportunidade de todos os tempos de conseguir serie A, o time do vizinho perdeu a chance de conseguir acesso para a B na serie na serie mais fácil da história, principalmente neste grupo A, onde não se espantem se nenhum time remanescente do grupo a conseguir acesso. E por incrível que pareça, na minha opinião o vizinho tinha um time menos ruim e mais organizado que os outros e não subiu por motivos maiores em sequência maior ao menor que descrevo: Presidente Bonacheirão, que fala demais e age como torcedor, as balbúrdias administrativas que não tem fim neste time, os problemas financeiros, a falta do seu estádio, e o treinador aposentado que ressuscitaram. Acredito até que com um treinador mais jovem da safra nova o remo subia. Pior ainda tenho plena certeza que até com cacaio o time do Remo poderia ter sorte maior nesta fraca serie C. Chego a imaginar que essa serie C era típica para o Cacaio retornar e trabalhar quando saiu o M veiga, mas preferiram trazer o aposentado Waldemar e deu no que deu. agora notem que ja vão lembrar do cacaio, já vem cacaio aí para tapar buraco até janeiro, eu não aceitaria.
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Cara, esse Miguel Angelo é muuuiito xiiiita. Reclama de tudo. Só usa do nobre espaço pra reclamar com esses textos enormes… aff. Fica a sensação de que torce contra só pra dizer depois que tinha razão.
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Nem tô puto com a não classificação em si. A questão era que em dois jogos em casa precisávamos de 1 vitória. Tivemos dois empates, ganhamos 2 pontos e precisávamos de 3. Acho que a máxima do Vampeta prevaleceu, fingiram que pagaram e fingiram que jogaram. Não é possível.
Mas o que mais importa é que com o mata mata viria mais um jogo com renda por baixo de 1 milhão. Quitava os salários e deixava tudo certo pro ano que vem. Caso viesse a classificação, viria mais dinheiro pra terminar o Baenão pro ano que vem.
Mas isso nem diretoria, nem jogadores pensaram. Deu no que deu.
Toca pra 2017, e com o Baenão, por favor.
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Vitor, a “máxima” certamente é um dos motivos que levaram o Mais Querido ao malogro. Outro problema Vitor é que os jogadores certamente não acreditam mais na diretoria. Afinal, foram muitos jogos em que a torcida compareceu em massa, mas, no final, os salários permaneceram em atraso. Sem contar que os descontos dos credores acaba deixando pouco para a satisfação da dívida salarial.
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Ma minha opinião , mesmo sendo um grande remista , o Pedro Minowa deve estar rindo para as paredes da cara dessa diretoria após o vexame azulino 2016 que não ganhou nem prova de cuspe a distância. E o motivo do riso do Minowa todos sabem que foi defenestrado e alijado do azulino em 2015 por essa diretoria que aí está e por várias pessoas da imprensa local mesmo tendo conseguido título ,serie pro remo e alegria aos azuis depois de muito tempo. Minowa saiu e o remo voltou a ser o time das decepções características dos últimos 7 anos. Essa conversa de um desportista famoso de tv local canal aberto que tenta passar gel dizendo que o time do remo termina esse ano melhor que nas outras temporadas quando nem divisão tinha é história pra boi dormir. O cara passa gel na ferida azulina e não vê que o remo todo endividado só joga em nacional daqui há 8 meses(junho de 2017). No parazão so em janeiro, mas é competição deficitária. Copa Verde e do Brasil que poderia ser a salvação provisória da lavoura perdeu mesmo as vagas e não entra nem por ranking, a não ser que mudem o regulamento na marra e incluam mais times nessas competições, coisas que o estatuto do torcedor não permite.
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Eu procuro fazer uma avaliação do momento do clube seja ele Paysandú ou o time azulino.
Na série B não estou satisfeito pois o que vi desde o início da temporada foi um time sem padrão de jogo e acovardado, Dado e seus trezentos volantes não me passam confiança!.
Acredito que mesmo estando a cinco pontos da zona da degola, o Paysandú tem que entrar comendo a bola contra o Bragantino, time este que não trás boas recordações.
Não me deixo levar pela paixão de torcedor, prefiro encarar a realidade a me iludir.
Nunca é demais cobrar pela melhora do time, só que agora não há mais o que fazer pois o período de contratações já encerrou e terei que engolir este arremedo de time.
Olhando para parte debaixo da tabela, temos a seguinte situação:
Paysandú x Bragantino, é mais que obrigação vencer o time paulista porque aumentamos para 8 pontos a distância para o Z 4.
O Tupi enfrenta o Brasil de Pelotas, acredito que não vença esta partida devido a boa fase do time gaúcho.
Sampaio encara fora o Criciúma e o Joinville fará o clássico contra o Avaí.
O Paysandú tem que se ajudar pois esta rodada está afeita a afastar o time paraense da zona de rebaixamento.
Permanecer na B para mim, já estará de bom tamanho.
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Nélio eu acho que com a participação azulina nesta série C, o Remo consiga passar do Águia no ranking e assim conquistar sua vaga para a Copa Verde.
Mas é só uma opinião!
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Não existe mais essa possibilidade amigão miguelangelo. O time do remo so conseguiria ultrapassar os adversários no ranking que estão acima se conseguisse pelo menos chegar nas semi finais. Isso também já foi calculado e amplamente informado bem antes por desportistas locais.
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A gloriosa Tuna Luso precisa ser resgatada urgentemente, para que volte a revelar craques para si e para Remo e Paysandu, pois, sem jogadores cabanos, o nosso futebol será sempre o que temos visto: as más campanhas como regras, as razoáveis sendo raríssimas exceções, ao passo que os grandes feitos já são coisas do passado.
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E o Dado? Sabe tudo dos adversários, como jogam, pontos fortes e fracos, mas não consegue definir como joga o próprio time. Muito lari lari, mudanças de esquema conforme o adversário, teoria de mais a ponto de se perder e não saber o que fazer. Ninguém sabe dizer se o Papão joga pra cima ou espera pra contra-atacar, qual o setor mais forte, que jogada tem a ser anulada, ou seja, todo mundo faz o seu jogo contra o Paysandu sem se preocupar ou temer qualquer coisa. Vai cair e não demora.
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Os mucuras sairam do armário kkkkkkkkkkkkkkkkk
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