Primeiras impressões

94eb46d5-2cdf-4bed-8c6a-987ac25cdeb7

cebc6a99-0f3c-48bb-ba45-f479495d2f0e

POR GERSON NOGUEIRA

O Carnaval vem chegando e o futebol sai de cena por uma semana, mas o Campeonato Paraense já permite as impressões iniciais sobre o nível das equipes e o desempenho dos jogadores. De maneira geral, a disputa se desenha como sempre equilibrada, mas com um aspecto altamente positivo: a maneira aberta e corajosa como os times vêm se apresentando. Por enquanto, diga-se, ninguém teve o emprego ameaçado pelas ousadias ou vacilos cometidos.

Já na primeira rodada, disputada no último fim de semana, foram 18 gols em quatro partidas, índice revelador da ofensividade dos esquemas, embora possa se ponderar também que é um sinal de fragilidade defensiva. Mas, como o futebol vale, acima de tudo, pelos gols que produz, a competição começou muitíssimo bem.

Na segunda rodada, disputada no meio da semana, a média de gols despencou drasticamente – apenas 8 gols marcados. As defesas se mostraram mais aplicadas e ajustadas, enquanto os ataques já não tiveram a facilidade de manobra dos primeiros jogos.

Cabe observar que a quantidade geral de gols (26 em oito jogos) é surpreendente para times que ainda sofrem com a natural falta de entrosamento e de regularidade de suas peças. Ainda assim, a média acima de 3 gols por partida é auspiciosa e faz crer num campeonato disputado sem as amarras da retranca.

A audácia ofensiva exibida pela maioria dos times é própria das características de um torneio de tiro curto, cujos turnos são definidos em no máximo seis ou sete partidas (incluindo a semifinal e a decisão), não permitindo chances de recuperação a equipes que tenham baixa pontuação.

Nesse contexto, é mais negócio perder um jogo e vencer outro do que empatar dois. Matemática simples. A maioria dos técnicos, já acostumada com o modelo de disputa, sabe que não adianta armar sistemas fechados. O que importa é buscar vitórias e acumular pontos.

O Papão de Dado Cavalcante foi o time que mais caprichou nesse quesito, com desempenho 100% até agora e seis pontos ganhos. O São Raimundo vem a seguir, com quatro pontos. Remo, São Francisco, Águia e Parauapebas estão logo atrás, com três.

É cedo para apontar os favoritos, mas é evidente que os times acima citados foram os que melhor entenderam a natureza do torneio e por isso desfrutam de situação mais confortável. Nada impede, porém, que no pós-carnaval aconteçam reviravoltas, comuns a este formato de disputa.

O Papão se sobressai pela regularidade e a forma objetiva como encarou o Independente em Tucuruí. O S. Raimundo de Samuel Cândido se destacou pela capacidade de reação no confronto com o Paragominas, virando para 3 a 2 um jogo que começou inteiramente desfavorável. Já o Remo de Leston Junior impressionou positivamente pelos gols da estreia, mas caiu vertiginosamente na segunda rodada, sendo derrotado pelo São Francisco.

A seleção dos mais regulares deste começo de Parazão teria a seguinte escalação:

Emerson (PSC); Christian (PSC), Max (Remo), Perema (S. Francisco) e Jackinha (Independente); Chicão (Remo), Augusto Recife (PSC), Jefferson (S. Raimundo) e Eduardo Ramos (Remo); Ciro (Remo) e Joãozinho (Águia).

Suplentes: Alencar Baú (Independente); Andrei (S. Francisco), Lombardi (PSC), Ezequias (Independente) e Ednaldo (Águia); Michel (Remo), Dudu (Independente), Celsinho (PSC) e Flamel (Águia); Buiú (S. Francisco) e Fabinho (PSC).

(Fotos: MÁRIO QUADROS)

———————————————-

A China e a festa dos empresários

As exclamações de surpresa acompanham cada anúncio de jogador contratado pelo abastado futebol chinês. Depois da legião corintiana, os clubes da terra de Lao Tsé seguem torrando fortunas com a ‘pé-de-obra’ brazuca, como Alex Teixeira e Jô e dezenas de boleiros desconhecidos.

Alegria total para boleiros de baixa patente. Êxtase para empresários metidos a ladinos, ávidos por desencalhar os bondes que já não conseguiam enganar por aqui.

A pergunta que não quer calar é: até quando?

———————————————–

Ecos de Fernandes no Remo de Leston

A coluna abre espaço para as observações do grande benemérito azulino, Ronaldo Passarinho, sobre o futebol apresentando pelo Remo neste começo de Parazão:

“Enquanto tiver forças, serei um crítico honesto das coisas que se passam no Clube do Remo. Parabéns ao Fábio (Bentes) e ao André (Cavalcante) pelo magnífico trabalho à frente do Marketing e do Nação Azul. Mas é necessário que se faça um alerta em relação ao futebol, pois o seu sucesso implica diretamente no êxito das ações acima citadas. Todos os remistas conscientes estamos preocupados. Há uma inflação de meio-campistas-volantes, alguns marcando com o ‘olho’. A marcação é frágil e sobrecarrega a defesa, que está bastante vulnerável. Parece que a sina do Roberto Fernandes voltou; só jogadores indicados pelo treinador têm vez. Não é crível que Tsunami não componha nem o banco. Será que já está na lista dos dispensados, sem ter sido escalado uma só vez? Leston, após a partida, afirmou que vai continuar com o fatídico 4/5/1. O grande prejudicado é o Eduardo Ramos, único fora de série da equipe. Vamos olhar mais para a prata de casa. O alerta que faço é para não repetir os erros bem recentes, que nos ocasionaram bloqueios de patrocínios, e parte das rendas”.

———————————————-

Bola na Torre

Em ritmo de Carnaval, o programa vai ao ar excepcionalmente às 20h deste domingo. Apresentação de Guilherme Guerreiro e participação de Giuseppe Tommaso, Valmir Rodrigues e deste escriba de Baião.

(Coluna publicada no Bola deste domingo, 07)

31 comentários em “Primeiras impressões

  1. Sobre as penúrias que acercam o Leão no comentário do grande benemérito acima, tenho a opinião que ainda não encontraram uma fórmula para enfrentar a situação, Imagino que sejam muitos palpiteiros sem balizar projetos para sair do mesmismo e isso parece ser o grande desafio.

    Curtir

  2. Comparar Leston com Roberto Fernandes, espera lá… Remo não joga no 4-5-1… Precisamos ter calma com o time… Remo, hoje, trabalha com os pés no chão e monta um time pra série C.. Tupi, do Leston, jogava com 1 volante de 34 anos e 3 meias, sendo um deles o Marco Goiano…Trabalho tá só começando.. Não se pode tirar tantas conclusões, apenas em 1 jogo… Leston faz o correto ao não trocar o sistema…Imagine se em toda derrota você for acabar com tudo que foi feito na pré temporada… Não existe isso, gente. Remo, não tem condições de brigar com o PSC, financeiramente…Por isso faz o correto..Usa o Parazão pra montar um bom time pra série C… Essa, a competição mais importante do cube, em 2016…Objetivo é subir.

    Curtir

    1. Em futebol, o sistema jamais pode ser uma camisa de força. No caso específico do Remo, não há garantia de que este jeito de jogar, com 3 volantes e extremamente vulnerável, seja o mais adequado ao elenco disponível – e refiro-me somente ao Parazão, competição sabidamente mais mansa que a Série C. A questão é saber se o time vai encontrar alternativas e respostas para o desajuste defensivo demonstrado nos dois jogos. Do meio em diante, as coisas parecem mais fáceis de resolver, desde que Ciro não jogue tão isolado e solitário. Mas, enfim, é justo dar o benefício da dúvida ao novo técnico, cujo trabalho está apenas começando, como bem lembra o Cláudio. Por outro lado, noto semelhanças com o desastre representado por Zé Teodoro no ano passado e com Fernandes – como cita o amigo Ronaldo – há dois anos. Há uma necessidade óbvia de agilizar os trabalhos, pois daqui a um mês o Remo já estará disputando três competições simultâneas.

      Curtir

  3. Bem que a imprensa mineira alertou, mas a diretoria azulina não quis ouvir. Acho que o Remo não deve mais contratar seguindo as indicações do técnico, cuja preferência é por jogadores veteranos. O melhor a fazer é buscar jogadores conhecidos, principalmente os regionais.

    Curtir

  4. Amigo Luiz, Leston só indicou o Marco Goiano e o Yuri, 2 bons jogadores, além do ala Murilo e o zagueiro Ítalo, que nem jogaram ainda.. As pessoas precisam saber disso antes de jogarem a culpa toda em cima do técnico… Agora, parece que vão ouvir mais o técnico…ufaaa… Inclusive o atacante e o ala esquerdo, são indicações suas e devem chegar amanhã ou na 3ª feira… Quem treina é o técnico, quem escala, é o técnico…. Então, ele é quem tem que indicar.. É o óbvio…

    Curtir

  5. Quanto a base, precisa primeiro se estruturar, aprender a jogar profissionalmente e não só com a bola nos pés, pra depois subirem ao profissional… Por isso só alguns se destacam, aqueles que são diferenciados..como Rony, Ameixa, Yago(PSC),..

    Tsunami foi reprovado em testes no Cruzeiro… Por isso retornou ao Remo…

    Por isso que apoio o presidente Maia do PSC que disse que a base do PSC não existe e precisa ser reformulada..É isso mesmo.

    Leston: ” A base vai ser valorizada sim, mas pra subir ao profissional o jogador tem que estar preparado..Não é subir porque esse ou aquele querem”…
    como diz o amigo Gerson: Na mosca

    Com André na presidência do Remo, a base vai passar, finalmente, a existir depois de mais de 20, 30 anos… Aguardem.

    Melhor que ganhar Parazão e Copa Verde, é subir à série B…Pense nisso, torcedor do Remo.. Remo passa por uma restruturação e isso precisa ser visto por todos… Já é difícil você ganhar tudo estruturado, imagine na situação que se encontra o Remo.

    Curtir

  6. Os chineses levaram o Felipão pra lá, ele vinha fazendo um bom trabalho, talhado na ética e conhecimento

    Colheu frutos, pois chegou no mundial.

    A avacalhação começou quando levaram o luxemburro.

    Pobre China, não conhecem este ultrapassado treinador

    Curtir

  7. Vale dizer Édson, que o time to Luxemburgo (da 2a divisão chinesa) fez cinco amistosos no Brasil (com Luis Fabiano e Jadson) e perdeu todos.

    Perdeu inclusive do simpático XV de Piracicaba (2 a 1) e levou chineladas do Taubaté (4 a 2), Bragantino (4 a 0) e Vitória-BA (5 a 1).

    Curtir

  8. “O problema da base do Paissandu é que não existe base” – palavras de Mazola Júnior no Bola na Torre no final de 2014.

    A fala do do treinador deixou muitos perplexos no meio do futebol paraense, alguns, inclusive, o acusaram de ter humilhado a instituição PSC.

    Contudo, se analisarmos friamente, Mazola falou o óbvio. Tanto é que a fala hoje é repetida por Maia, sem ter a leitura do caráter ofensivo que foi dado a Mazola.

    Dito isso, penso que a fala do marrento treinador encaixa-se como uma luva ao rival.

    A base do Remo é inexistente e os valores revelados são frutos de milagres do futebol, daqueles que apenas Nelson Rodrigues entendia.

    Dito isso, concordo com a atitude do treinador do Remo. Até por que o Remo não está desesperado pelo paraense como esteve a algus anos atrás.

    Em outras palavras, agora o campeonato é espaço de preparação. Espaço de teste. Espaço de treinamento de esquemas táticos.

    Abraços!

    Curtir

  9. Acho precipitado uma mudança de esquema, tendo só uma derrota, se ele perder, vão dizer que foi culpa do sistema, se perder com um sistema diferente vão dizer que treinou o sistema errado e que essa não deu tempo de ser assimilado, então é melhor continuar com o que já está, dois jogos e uma derrota por 1 x 0 são insuficientes para se condenar um sistema tático.

    Remo tem que ter planejamento, deixar emoções de lado, Remo tem que jogar para permanecer na série C, tem que fazer planejamento de longo prazo, tem que pagar em dia, se os dirigente começarem a olhar o parazão com obsessão podem sair prejudicados, eu que sou Bicolor acho que o Papão deve usar o parazão como balão de ensaio, pq o foco mesmo é a série B, deixem o Parazão para o Maior do Norte ( Papão da Curuzu )

    Curtir

  10. Nem paissandu que ganhou duas está essa maravilha, suou pra ganhar de 1×0, suou muito, não esqueçam bicolores, vcs q questionam time sem divisão, O PAPĂO SUOU PRA GANHAR DE UM TIME SEM DIVISĂO, além se suar, foi público e notorio que o melhor jogador da partida foi o goleiro do paissandu, então.

    Curtir

  11. Gerson, admiro as pessoas que mudam de opinião, como o Cláudio Columbia. Defensor do R. Fernandes {imprimo tudo o que me interessa}, não aceita comparação do mesmo com o Leston. Diz que o “REMO NÃO JOGA NO 4-5-1”. No 1 tempo contra o São Francisco, não chutamos uma só vez ao gol do Paulo Rafael. Contra o ÀGUIA, no 2 tempo voltamos com o Léo Paraíba, jogando aberto pelas pontas descongestionando o meio de campo, e vimos uma soberba atuação do E.R e do Ciro. Joga sim, com 1 só homem na frente. O Cláudio, meu desafeto desde comentários feitos no blog do Zeca Diabo, em 2012, contestava a atuação do Jurídico sob minha direção. {Tenho o comentário ele, impresso}. Sabia se ele técnico de futebol, mas não advogado. O comentário 3 do C.C, começa com uma heresia Jogador precisa de base, sim, mas relembro que o Remo só Ganhou o Campeonato de 2014, quando alguns jogadores “titulares do R.F”, foram suspensos. Ganhamos o PSC de 4×1, com Levy, Igor João, Alex Ruan, Ameixa e Roni, vindos da base, além dos jogadores locais como Dadá e Ilailson, que desconheço que “base” tiveram. No jogo seguinte, com os craques de volta, PSC 2 X 0 CR. O Tsunami “foi reprovado no Cruzeiro”, mas quantas vezes jogou no time titular do Remo? Melhor que Artur, Alisson, Michel, ele é. E esse João Vitor?
    O meu alerta é porque se perdermos o próximo jogo em Belém, teremos grandes dificuldades para a classificação à semi-final. E aí o desastre financeiro se acentuará. Obrigado ao comentário do Celira, do Lucilo e outros. Por fim, confio integralmente no André Cavalcante, homem de meia idade, mas com ideias e concepções modernas, com a certeza que o seu dinamismo e sua dedicação, vão fazer o Remo voltar aos seus dias de Glória

    Curtir

  12. Antes de mais nada ninguém em sã consciência teceu elogios a vitória bicolor sobre o Galo, o que se falou aqui é que pelos três pontos e pelas características da competição o time mesmo jogando mal tem que pontuar. Foi nítido que o Independente jogou melhor porém no futebol o que vale é bola dentro do gol e nisto o Paysandú foi mais competente.
    As duas equipes tiveram suas oportunidades o Paysandú teve duas chances de ouro desperdiçadas pelo seu atacante, lances estes que se fossem nos pés de um Bruno Veiga ou do Cearense, ao menos uma morreria no fundo do barbante.
    Até Dado Cavalcanti definiu a partida como sendo uma das piores apresentações do time. E olha que desde o brasileiro do ano passado tenho visto o Papão fazendo piores e outros piores ainda apresentações com vitórias nada convincentes.
    Mas eu boto fé no trabalho do Dado e espero que ele faça o time render o suficiente para recuperarmos a hegemonia estadual e quiçá levantar a tão aspirada taça da Copa Verde.

    Curtir

  13. Dr. Ronaldo Passarinho…desculpe, mas só a pouco vi seu comentário, por isso, não lhe respondi…

    – Se tem uma coisa que dificilmente o Senhor vai me ver é trocar de opinião e, quando o assunto for técnico, principalmente… Imagine se eu teria alguma coisa contra o amigo…mas nunca, imagine ser seu desafeto…rsrs…Tire isso da cabeça… É que aqui, eu procuro colocar as coisas como penso e as vezes a minha opinião, acaba sendo diferente de alguns, mas isso não quer dizer que sou contra a pessoa ou o dono da verdade… Penso que nem o Gerson se sente assim..

    Gostaria que o amigo, se possível, postasse aqui os posts que diz ter sobre o que postei, até pra que a gente possa debater…

    Veja… O PSC perdeu Parazão e Copa Verde e, se o Presidente Maia fosse pela cabeça de outros, o clube não estaria onde está…Precisamos ter calma..saber se o técnico foi contratado a tempo, se teve todos os reforços atendidos.. Técnico, não faz milagre..E olha que por aqui diziam que o Remo tinha que disputar por 2 anos com os garotos da base, pra se soerguer, não interessava se perdesse o Parazão…rsrs.. Em clube de massa, isso não existe, falava à época e tá provado

    Grande abraço.

    Curtir

  14. A gente tava fumado e mal pago ano passado nas mãos do ze teodoro e cacarato o Cacaio fez milagre e usou a base sim pq esse que chegou não usa pra enfrentar a correria em Santarém? poderia usar o Sílvio que já decidiu repa o Igor João pode ou não jogar ao lado do Max? Claro que sim… e outra coisa Tupy or not Tupy sou mais leão!

    Curtir

  15. Vejam bem, 3 volantes e 1 atacante é retranca, é jogar em contragolpes, mas cadê a velocidade? Quando se tinha Roni e Sílvio podia-se pensar em velocidade no contragolpe, mas, e agora? Com Léo Paraíba e Ciro é possível esse contra-ataque rápido, ainda mais com Marco Goiano e Eduardo Ramos, mas, jogar com a bola no pé com 3 volantes, 2 meias e só 1 atacante não parece uma boa tática para manter a posse de bola e a presença no campo adversário, mesmo porque sem um ponta, a defesa se fecha mais pelo meio.

    Curtir

  16. Invejável o podre de síntese na análise do lopesjunior, post 25. é retranca o sistema de jogo do Remo, sem, como salientou em seu post o looesjunior, termos uma válvula de escape. Por que não dar chance ao Whelton? No post 19, esqueci o Jhonattan, que inclusive fez gol contra o PSC, No 4×1 citado.

    Curtir

  17. Senhor Ronaldo Passarinho faltou os nomes do Jhonatha e Leandro Cearense e mais alguns de fora que jogaro mesmo no Remo Maycki Douglas e Eduardo Ramos e Max e Ratinho Leston tem quer jogar com 2 volantes e 2 meias Chicao , Yuri,Marco Goiano,Eduardo Ramos , Ciro , Silvio ou Leo Paraiba

    Curtir

  18. Alessandro, só citei o nome dos jogadores da base, tão contestados por certos comentaristas. A sua lembrança dos nomes citados foi excelente. O Remo tem de ter com vc. citou, jogadores qualificados, sem excluir os locais. O que adianta trazer “astros” de fora, se temos iguais ou melhores aqui? Quantos desses referidos passaram pelo Remo, sem as vezes nem entrarem em campo? Para o CR, sobraram as dividas.

    Curtir

  19. Também me preocupa os negativos reflexos financeiros que uma campanha tecnicamente deficitária pode acarretar. Mas, conforme já tiver oportunidade de escrever há uma semana atrás. aqui mesmi no Blog, também me inscrevo dentre aqueles (poucos pelo visto), que consideram que se deve dar tempo ao treinador para que o mesmo implante, desenvolva e estabilize o sistema. E o tempo me parece necessário eis que o objetivo primordial deve ser a série “C”. Além do que estamos no início de temporada. vindos de uma pré tempirada exígua, onde os jogadores (a maioria com muito potencial) ainda estão com o condicionamento distante do ideal. Quer dizer, quando os aspectos físico e técnico estiverem bons e o entrosamento adquirido, muito provavelmente o aspecto tático vai despontar junto e o time vai se estabilizar num bom patamar.

    Quanto aos jogadores da base, também acho que não devem ser preteridos, mas creio que
    especificamente o Tisunami aibsa precisa apresentar um futebol bem mais consistente para começar a ser motivo de pressão da torcida no treinador. Antes dele ainda tem um outro que é meia mais avançado, o qual, inclusive, já foi escalado no primeiro jogo cintra o Águia.

    Curtir

Deixar mensagem para Luís Antônio Mariano Cancelar resposta