
Muhammad Ali nocauteia Sonny Liston em 2 minutos e 8 segundos, conquistando o cinturão dos pesos-pesados, em Lewiston, Maine (EUA), 1965.

Muhammad Ali nocauteia Sonny Liston em 2 minutos e 8 segundos, conquistando o cinturão dos pesos-pesados, em Lewiston, Maine (EUA), 1965.
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Simplesmente, ele era um Deus!
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Gosto da nobre arte, porém seu preço é alto de mais, talvez maior que o MMA. Dá pena ver ídolos como Muhammad Ali, Eder Jofre e Adilson Maguila, dentre outros, lesados cerebrais precoces.
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Concordo, amigo Maurício. Agora imagine você os efeitos que irão surgir daqui a algum tempo das sanguinolentas pancadarias do MMA, cujo “charme” (para alguns) é a ausência de regras e limites – vale tudo, de cabeçada a dedo no olho e fraturas generalizadas.
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O problema do boxe é que desde cedo e sempre, nos treinos e nas lutas, os pugilistas sofrem a grande maioria dos golpes, fracos ou fortes, mas repetidos, na cabeça, por adversários obviamente treinados para ter potência nos punhos. No MMA, nos treinos e nas lutas, há uma diversidade de golpes não traumáticos e que não visam a cabeça, que são as finalizações, sendo exemplo maior o jiu-jitsu, a arte suave como é chamado. Também, Gerson, nos principais eventos de MMA, os árbitros são orientados a interromper lutas quando um dos lutadores já não apresenta resistência e há outras regras que modificaram o antigo vale-tudo, o que de maneira alguma o transformou em esporte não violento, é verdade. Uma das situações que não entendo no boxe é quando o lutador leva uma sequência impressionante de golpes, nocauteado de pé como se diz, e ainda assim, quase sempre o árbitro só intervem quando o cara desaba porque sabe que os pugilistas também ao longo do tempo desenvolvem a capacidade de absorver, assimilar, pancadas, podendo “recuperar-se” após a contagem de oito segundos ou ser salvo pelo gongo. e aí seus cérebros sofrem ainda mais.
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Você vai me desculpar, amigo Maurício, mas não há sequer termo de comparação. A completa ausência de regras claras faz do MMA uma luta absolutamente letal e imprevisível quanto a desfechos, vide casos constantes de quebra de braços e fraturas como a do Anderson Silva. Quando os árbitros interrompem, o sujeito já está em estado de semi-coma e pronto para ser mandado ao hospital. E não são episódios fortuitos, são ocorrências até normais na modalidade, que baseia seu apelo para cativar determinado tipo de público justamente no sangue e nas fraturas expostas. Não se pode negar as consequências deletérias do pugilismo, mas o esporte tem alguns limites que o MMA faz questão de desprezar, como o respeito à linha da cintura e a proibição de chutes e “voadoras”.
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