

Tirei o sábado para pegar a estrada bem cedo e ir ao encontro de meus pais, Benedita e José. Saudade forte batendo no peito, peguei carona no carro de meu irmão Edmilson, o verdadeiro craque boleiro da família. O sol mal raiou e já tomamos o rumo da Alça Viária, atravessando de balsa o rio Meruú e vencendo o trajeto até Baião (a 265 quilômetros de Belém) em menos de 3h.

Em Baião, às margens do rio Tocantins, além de abraçar e conversar longamente com meus pais, irmãs (Sônia e Marta) e sobrinhos (Lucas, Ivan e João Gabriel), pude reencontrar velhos amigos, parentes e conhecidos, além de dar um passeio pelo bairro do Limão na tranquila manhã domingueira.

Foi pouco tempo – menos de dois dias -, mas suficiente para reenergizar a cabeça e fortalecer o coração. Porque, como já disse o poeta, não há nada como está perto de quem se ama.

Bela publicação.
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Verdade, amigo Gerson… A vida não é só trabalhar… Tem que ter os momentos de descanso.. Você merece, amigo.
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Belo reduto para para se reoxigenar,
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Parabéns, Gerson. Essa, é sempre uma viagem que nos revigora.
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Não há coisa melhor que o carinho e o aconchego da família, amigo Gerson.
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Gersão, belo lugar e nessa ultima foto se não me engano, é o velho “matapi” pra pegar aquele camarão!!!!!!!!!!!
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Simples e tocante. Lembrei dos meus. Desceu uma lágrima…
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