
A Seleção Brasileira de 1974 na Copa da Alemanha: Nelinho, Leão, Luiz Pereira, Marinho Chagas, Marinho Peres e Wilson Piazza; Valdomiro, Leivinha, Jairzinho, Rivellino e Paulo César. Remanescentes de 70 estavam em decadência e as caras novas não renderam o esperado. Para piorar, havia uma certa Laranja Mecânica no caminho.
Amigo escriba,
Se você olhar nome por nome, ainda era um grande time:
Leão, Luiz Pereira e Leivinha no auge do Verdão dos anos 70, recém bicampeão brasileiro.
Nelinho e Marinho Chagas explodindo e em ascensão no Cruzeiro e no Botafogo, respectivamente.
Valdomiro aparecendo no Inter.
Jairzinho ainda em plena atividade no Fogo antes de se transferir para o Olympique de Marselha.
Rivellino e PC Caju ainda jovens e bem fisicamente, prestes a no ano seguinte, dar início a Máquina Tricolor que encantaria o Brasil e a Europa em 75 e 76.
O problema desse time tinha nome: O ultrapassado, antiquado, já então defasado, retranqueiro e pouco estudioso do futebol Mario Jorge Lobo Zagallo!!!
Fosse Oswaldo Brandão, Rubens Minelli, Ênio Andrade ou até mesmo uma volta de João Saldanha esse mesmo time teria jogado um futebol muito mais vistoso e feito um papel mais bonito neste mesmo Mundial de 74.
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Vitimas do tri
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Faltou acrescentar: E a arrogância de Zagalo pelo meio.
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Grande Seleção, mas, no papel. Nas quatro linhas, não rendeu. Individualmente não deslanchou, o treinador também não se houve bem, o que repercutiu negativamente no desempenho coletivo do time. Foi passando, foi passando, foi passando, até chegar ao limite. Teve, ao menos, o alento de ter sido derrotada por um time realmente muito superior, seja física, seja técnica, seja taticamente (neste último quesito também é preciso reconhecer que o nosso “Velho Lobo” não era páreo para o Rinnus), o que já não se pode dizer da Seleção de 2002, que mesmo sendo superior em todos os quesitos, acabou caindo diante de uma pragmática Itália.
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Sem dúvida Celira!
Eu cheguei a pensar em incluir soberba e arrogância, mas o achincalhe já estava de bom tom…rsrs
Amigo Antonio, creio que se refira a canarinho de 82.
E não nos esqueçamos que o time de 74 passou com sofrimento pelo modesto Zaire e perdeu também para a Polônia e não somente para a Laranja,
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Perdoe-me o equívoco, Israel. A Seleção a que quero me referir só pode ser a de 1982.
Quanto ao mais, o teor de meu comentário contempla estas agruras às quais você se refere quando eu digo que “foi passando, passando, passando, até chegar ao limite”. E o limite foi a Holanda, um time melhor sob todos os aspectos. Quanto à Polônia já nem levei em conta, eis que padeço daquele velho defeito de muitos brasileiros que dedicam pouco entusiasmo para os postos abaixo do campeão.
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Sim, sim caro Antonio, lhe compreendi perfeitamente.
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