Um livro – “Corpos Divinos”

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Por Isabela Gaglianone

Corpos Divinos, do cubano Guillermo Cabrera Infante, acaba de ganhar uma edição brasileira. Trata-se de suas memórias, romanceadas; ou, nas palavras do autor, de uma “biografia velada”. A singularidade do olhar autobiográfico reconstitui de maneira vívida os dois anos narrados, do início de 1957 aos primeiros meses de 1959, decisivos tanto na vida de Cabrera Infante, como na história de seu país. O livro, inacabado, foi objeto de trabalho do autor por toda a sua vida.

Entre o período narrado, a vida do autor passa por diversas reviravoltas, ao mesmo tempo em que Cuba experimenta sua mais profunda revolução. Com uma elegância na escrita que o tornou admirado mundo afora, Cabrera Infante passeia por entre a história e a autonarrativa, ao mesmo tempo em que por entre a dicção refinada e o registro popular, através de saborosos jogos de palavras, de referências literárias, musicais e cinematográficas, de um singular humor irônico e, sobretudo, de um onipresente erotismo.

O narrador, nunca nomeado, trabalha em Havana como jornalista e participa lateralmente do movimento clandestino pela derrubada da ditadura de Fulgencio Batista, enquanto que, nas serras, Fidel Castro e seus companheiros avançam com sua guerrilha.

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De início, os fatos políticos são apenas o pano de fundo das aventuras e desventuras amorosas e profissionais do protagonista. Conforme a queda de Batista aproxima-se, e com a consequente tomada de poder pelos revolucionários, a história política vai assumindo o primeiro plano. O protagonista-narrador é completamente absorto pelos acontecimentos políticos, a ponto de dirigir a revista de cultura do jornal oficial do novo regime, Revolución, e acompanhar a delegação de Fidel Castro, em sua primeira viagem internacional como governante, aos Estados Unidos, ao Canadá e à América Latina.

Em meio ao relato, flagrantes nem sempre muito lisonjeiros de personagens ilustres, como Hemingway, Che Guevara, Camilo Cienfuegos, Alec Guinness e o próprio Fidel, além de retratos, líricos ou impiedosos, de jornalistas, cineastas, prostitutas, escritores, guerrilheiros, cantoras de cabaré e outros exemplos da fauna humana de Havana. Na introdução, o autor adverte: “Todos os personagens são reais. Seus nomes são o da vida real. A história aconteceu de verdade”.

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Sylvia Colombo, em artigo escrito para o jornal Folha de São Paulo em 2010, conta: “‘Cuerpos Divinos’ começa com um romance. O protagonista, crítico de cinema da revista ‘Carteles’, é um sujeito casado que se apaixona por uma moça de 17 anos. Como em Cuba qualquer homem que tivesse relações sexuais com uma menor tinha de casar-se com ela ou iria preso, acompanhamos o modo como ele lida com a situação até certo limite, quando a moça sai de sua vida”. Nas palavras de Colombo: “Esta conquista é seguida por diversas outras. O sexo apresenta-se não só como um dos assuntos principais do livro como a área na qual o narrador extravasa desde o entusiasmo revolucionário até seus próprios medos e decepções políticas. O olhar do escritor permite também perceber quantas revoluções estavam embutidas no processo que levou Fidel ao poder. Os acontecimentos na distante ‘sierra’, onde a guerrilha atuava, eram apenas uma das frentes de batalha da qual chegavam notícias esparsas.[…] O livro retrata bem o clima de tensão política instalado, com fugitivos escondendo-se na casa de amigos, pessoas desaparecendo e manifestos clandestinos circulando. Ao mesmo tempo, Cabrera Infante mostra como foi aos poucos se tornando um apaixonado por cinema e jazz”.

Guillermo Cabrera Infante nasceu em Cuba, em 1929, e morreu em Londres, em 2005. Estudou jornalismo e, em 1954, começou a escrever crítica de cinema na revista Carteles, sob o pseudónimo G. Caín. Foi fundador e diretor da revista literária Lunes de la Revolución, até ao seu encerramento em 1961. Em 1962 mudou-se para a Bélgica, onde trabalhou como adido cultural; segundo ele, os relatos que lhe chegavam de sua ilha natal eram angustiantes. Regressou a Cuba, em 1965, para o funeral da mãe e, então, desiludido com o país que encontrou, autoritário, renunciou à carreira diplomática, exilando-se definitivamente na Europa. Viveu em Londres a partir de 1966. É autor de uma obra vasta que atravessa diversos gêneros: ensaios, crônicas, romances, dentre os quais é célebre Três Tristes Tigres [José Olympio, 2009]. Considerado uma das vozes mais brilhantes e pessoais da literatura de língua espanhola. Ganhou o Prêmio Cervantes em 1997.

As revoluções, diz, “são o final de um processo das ideias, não o princípio, e é sempre um processo cultural, nunca político. Quando intervém a política – o melhor dos políticos – não se produz uma revolução, senão um golpe de Estado, e o processo cultural se detém para dar lugar a um programa político. A cultura então se converte em um ramo da propaganda. É dizer, as ilusões da cultura, o sonho da razão, se transformaram em pesadelo” [tradução livre].

Em outro artigo, escrito para o jornal Folha de São Paulo, a já citada jornalista Sylvia Colombo, por ocasião do lançamento do livro no Brasil, Aponta ela: “Apesar da amargura com a Revolução e com o fato de ser proibido de voltar à ilha, ou mesmo de ser lido lá, Cabrera Infante alimentou a ideia de voltar para morrer em Cuba. Não foi possível. Aos amigos íntimos, dizia que sua biografia havia sido ‘escrita por Fidel. De certo modo, eu sou o anti-Fidel, ou o anti-Castro’”. Colombo cita a viúva de Cabrera Infante, que, sobre a atual reaproximação de Cuba com os EUA, diz lamentar que o marido não tenha visto: “É a derrota total do regime. Ele ia dar risada e constatar que estava certo, que a Revolução tinha ido por caminho errado”.

O escritor cubano Leonardo Padura conta como foi seu primeiro contato com a literatura de Cabrera Infante. O exemplar que lhe fora emprestado, conta, era “como se fosse um objeto de contrabando – porque, naquela época não tão remota assim, ler “Três Tristes Tigres”, de Guillermo Cabrera Infante, era um ato quase clandestino e, ao mesmo tempo, uma espécie de rito de iniciação para qualquer cubano interessado em literatura. O exemplar que me emprestaram estava encapado com papel de jornal para, ao mesmo tempo, preservá-lo e escondê-lo. A leitura daquele livro foi para mim, e creio que para o resto dos escritores de minha geração, um ato de conhecimento comovente e revelador. Não apenas por se tratar de um livro escrito por alguém que tinha saído de Cuba numa época em que isso era uma decisão irreversível. A revelação e o assombro foram, sobretudo, literários – naquele livro, assistíamos a uma concretização estética das mais importantes da literatura cubana da segunda metade do século 20: a descoberta e consumação de uma linguagem que poderíamos chamar de ‘havanesa literária’”.

Segundo Padura, com a publicação do segundo romance, Havana para um Infante Defunto [1979], Cabrera Infante “se convertia em parte do trio de escritores que, na narrativa cubana do século 20, mais e melhor expressaram a estrutura, a vida, a imagem da cidade. Curiosamente, nenhum era havanês de nascimento, embora o tenham sido em sua obra: Cabrera Infante era de Gibara, Alejo Carpentier havia nascido em Lausanne, na Suíça, e Lino Novás Calvo era natural da Galícia”.

Após o exílio, diz Padura, “a leveza reveladora” dos primeiros livros de Infante “começou a se converter em leveza cada vez mais vazia, enquanto a dificuldade em criar algo novo lhe era tão evidente quanto seus desajustes emocionais”. Mesmo assim, diz, “ler a parte mais gloriosa da obra de Cabrera Infante é sempre um prazer intelectual e um aprendizado estético. Penetrar em suas obras póstumas, em contrapartida, é constatar as proporções de um colapso, o mesmo que começou a se delinear nos dias de sua saída de Cuba”.

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Corpos Divinos foi publicado no Brasil pela Companhia das Letras em 2016, com tradução de Josely Vianna Baptista.

Givanildo muda o time para buscar pontos fora de casa

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O técnico Givanildo Oliveira decidiu fazer três alterações no time remista para o jogo deste sábado contra o Juazeirense-BA pela Série C. A principal mudança é a substituição de Adenilson por Everton na meia-cancha. A produção do novato no segundo tempo contra o Globo, dinamizando a saída e dando mais qualidade à transição, foi decisiva para que Givanildo optasse pela sua efetivação.

Na defesa, o titular Bruno Maia volta ao time no lugar de Moisés, que estreou na partida passada. Na lateral direita, Gustavo substitui Levy, que saiu lesionado da partida de sábado no Mangueirão.

“Acho que o treinador mexe no time devido às circunstância do momento e isso acontece mesmo quando ele ganha o jogo. É uma situação em busca de melhora. É ter iniciativa para isso. Achei que havia necessidade de mexer e estou fazendo para acertar”, disse o treinador.

Acrescentou que o time precisa buscar pontos também fora de seus domínios. “Se você ganhar em casa, já é muito bom, mas se quiser chegar a outra Série é preciso ganhar ou empatar fora. Pois, mesmo ganhando todas em casa, se perder todos fora não se classifica”. (com informações da Rádio Clube/foto: Ascom Remo)

Remo pode anunciar novo centroavante

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O centroavante Leandro Kível, 34, pode ser a próxima atração remista. Conforme a Rádio Clube divulgou ontem, no programa Clube na Bola, o jogador está perto de firmar compromisso com o Remo para a disputa da Série C. Atualmente, Kível está no CSA, mas perdeu espaço com o técnico Marcelo Cabo e a chegada de Walter, ex-jogador do PSC.

Kível começou no Grêmio-RS em 2002, mas fez carreira no Nordeste. Passou pelo Confiança-SE, chegando a ser um dos principais goleadores do país em 2014, com 21 gols. No ano passado, jogou pelo ASA de Arapiracada, marcando 18 gols, um dos quais contra o Remo na Série C.

Em novembro, foi contratado pelo CSA, onde permaneceu para a atual temporada, mas com a saída do técnico Flávio Araújo acabou indo para a suplência. Fez sete jogos em 2018 e ficou várias semanas lesionado. Sua última partida foi contra o Salgueiro, mas voltou a se contundir, ficando fora das finais do certamente alagoano.

Segundo fontes da diretoria azulina, as negociações com o jogador estão bem adiantadas. A parte financeira já estaria definida e a aquisição agora depende apenas de documentação e providências administrativas.

Artilheiro Cassiano comemora o melhor momento da carreira

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O Paissandu ficou a um passo da conquista do bicampeonato da Copa Verde com a vitória sobre o Atlético-ES por 2 a 0, ontem, em Cariacica. O resultado dá ao time paraense ampla vantagem, podendo levantar o título até se perder (por um gol de diferença). O triunfo se deve, em grande parte, à destacada atuação de Cassiano, autor dos dois gols sobre o Galo. Com isso, ele se isolou na artilharia da Copa Verde, somando 15 gols na temporada.

Depois da partida, ele admitiu que vive o melhor momento de sua carreira. Em campo, ele se movimentou o tempo todo e mostrou senso de oportunismo ao aproveitar falhas da zaga adversária para invadir a área e chutar para as redes.

O centroavante fez questão de dividir os méritos com os companheiros. Nos últimos quatro jogos, o PSC venceu quatro e Cassiano marcou três gols. A boa fase compensa o período turbulento vivido no Parazão, quando o time alviceleste perdeu quatro partidas para o Remo e deixou escapar o ambicionado tricampeonato.

Para juiz, reforma trabalhista trouxe balbúrdia e teria que ser revogada

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A Lei 13.467 acaba de completar cinco meses, acompanhada na maior parte desse tempo da Medida Provisória (MP) 808, já sem validade. Prometia a “modernização” da legislação trabalhista, conforme o discurso do governo. Para o juiz e professor Jorge Luiz Souto Maior, trouxe ainda mais insegurança jurídica e “balbúrdia” no meio jurídico, empresarial e do trabalho. Ele acredita que só há uma solução para o problema: revogar a lei e retomar uma discussão “séria e profunda” sobre um novo código do trabalho.

“É uma obra legislativa de extrema má qualidade. Não há conserto técnico para essa lei. É um mundo de confusões quase insuperável”, afirma o juiz, para quem mesmo os empresários, prováveis beneficiados (“Está explícito na lei, todas as preocupações, os anseios, interesses jurídicos deles, transformados em lei”), não escapam dos riscos e da insegurança jurídica que a 13.467 proporciona, ao contrário do anunciado durante sua tramitação no Congresso. “É uma lei péssima até para seus objetivos. Aumentou a insegurança jurídica, e muito”, diz Souto Maior, lembrando que o projeto foi aprovado em curto espaço de tempo, aproximadamente dois meses.

“Esse tempo recorde é incompatível com o tamanho da lei. Do ponto de vista técnico, é muito mal elaborada. E não estou nem falando das intenções. O que temos aí é um processo atabalhoado, confuso, açodado.” O juiz também critica o Senado, que não alterou o texto para apressar sua aprovação. “É uma afronta ao próprio processo legislativo. Não está nas mãos dos senadores decidir se eles devem ou não cumprir sua função de legisladores.”

Para que isso acontecesse, o governo acenou com uma medida provisória, que “corrigiria” alguns itens considerados mais polêmicos. A MP 808 entrou em vigor poucos dias depois da implementação da Lei 13.467, que passou a valer em 11 de novembro, mas não foi votada e caducou na última segunda-feira. “O tamanho da MP já é demonstração dos problemas da lei”, afirma Souto Maior, observando que a medida recebeu 967 emendas parlamentares. “Voltamos a ter a Lei 13.467, com todos aqueles problemas.”

Que problemas? De todos os tipos, sustenta o magistrado. Para ele, não se pode falar em “má vontade” dos juízes trabalhistas diante do cenário trazido pela mudança legal. “(A lei) altera parágrafo de artigo que não foi alterado. O que eles alteram está em confusão com aquilo que não foi alterado. O parágrafo está em confusão com o caput. Isso acontece em diversos dispositivos”, comenta. “Você tem uma CLT que foi alterada ao longo dos anos e uma lei que tenta desdizer a CLT.”

O fim da validade da MP 808 trouxe à tona novamente questões mais controversas, como o trabalho intermitente e a possibilidade da presença de mulheres gestantes e lactantes em locais insalubres. Teoricamente, esses dois itens podem ser adotadas sem ressalva, mas o juiz tem outra interpretação. “Prevalece a lei (13.467)? Me parece que não. A existência da MP revela os defeitos da lei. Alguns alterações da MP 808 já constavam de enunciados da Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho) na jornada de 2017”, diz Souto Maior, referindo-se a evento da entidade em que se discutiu a “reforma” trabalhista. “Um grande balbúrdia, um labirinto, cada vez mais longe da saída”, define.

Qual seria a saída, então? Para o juiz, apenas uma: “A revogação da lei. E a retomada dessa discussão mais profunda, mais séria.” Com as centrais sindicais, academia, médicos, sociólogos, advogados, juízes. “Tudo isso foi desprezado por ideia de alguns iluminados. O caminho tem de ser a reversão. Mas o que se vê é um caminho de aprofundamento do erro.”

Ele observa ainda que o Tribunal Superior do Trabalho (TST) formou uma comissão para tentar aprovar uma regulamentação da lei. O presidente do tribunal, ministro Brito Pereira, prorrogou o prazo para a conclusão do colegiado. “Como essa lei, elaborada em dois meses, pode ser minimamente razoável?! É um mundo de confusões quase insuperável.” Segundo Souto Maior, mesmo um empregador que queira aplicar a lei visando a reduzir custos pode sucumbir à lógica da insegurança jurídica.

O juiz conta ainda não ter recebido nenhum caso relativo à lei, mas faz a ressalva de que o entendimento, até agora, é que as novas regras são válidas apenas para contratos a partir de 11 de novembro, quando a 13.467 entrou em vigor – algo que a MP 808 tentava mudar. “Esses contratos não se transformaram ainda em reclamação trabalhista”, diz, já antevendo mais confusões, na medida em que a lei permitirá a existência de situações de trabalhadores com a mesma atividade e direitos distintos.

Mas, até agora, houve redução do número de ações no Judiciário. Souto Maior acredita que a mídia teve papel importante, ao divulgar com destaque alguns casos em que o trabalhador teve de pagar custas do processo. Segundo ele, foram poucas decisões nesse sentido, em termos proporcionais, mas isso faz com que alguns sintam receio da procurar a Justiça. Mas o juiz lembra que o que provoca reclamação trabalhista é, principalmente, descumprimento de direitos. “E essa prática não tende a diminuir com a Lei 13.467. Pelo contrário. Muitos empregadores acham que agora podem fazer isso”, afirma, prevendo um aumento não só do número de ações, “mas a intensidade do conflito”.

Um perigo, observa, é alguns acharem que a “solução” de todos os problemas é a extinção da Justiça do Trabalho, como já se defendeu, inclusive no Legislativo. “O pior é as pessoas que fizeram isso (a lei), esses irresponsáveis, acusarem os agentes (da lei) por impedir a ‘modernidade’. Vão continuar acusando a quem resiste à barbárie.”

Os tais “juízes ativistas”, como alguns editoriais da mídia comercial já definiram, ao criticar magistrados críticos à nova legislação. “Não é juiz ‘ativista’ que vai causar problemas à Lei 13.467. São os juízes que aplicarem a lei literalmente.” (Do Sul21)

Festas pop e rock embalam noites do Ziggy

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Como sempre, a semana do Ziggy Hostel Club traz um montão de programação cultural para a capital paraense, com muito Happy Hour, festas para dançar e, claro, aquele espaço reservado para a produção musical autoral de Belém. Os trabalhos começaram logo na quarta, no Rolê de Bar, evento com entrada gratuita e happy hour a noite inteira.

Em seguida, na quinta, pode chegar No Laço da Rabiola que vai ter muito Funk, Pop, Hip Hop, Trap e bregas marcantes pra todo mundo dançar até não aguentar mais. As discotecagens vão ficar por conta de Pro.Efx, Rayssa Leão (Infinity) e da dupla estreante Monas do Pop (Gustavo e Caio Aguiar). Antes da festa, às 20h, tem Pocket Show da Bonus Track no café da casa mandando muito rock indie pra todo mundo aproveitar o Happy Hour (18h às 21h). A entrada é gratuita até 20h, após este horário os ingressos custam R$ 10 a noite inteira.

Enquanto isto, a Roquerági de sexta traz dois shows novinhos em folha: Reiner (foto) e Strr, artistas paraenses que acabaram de lançar álbuns, irão se apresentar na casa e tocar o seu repertório novo para o público. Reiner vai apresentar o In The Sun, seu primeiro disco, que permeia o rap, trip hop e chillwave misturados com a psicodelia, a música pop e o rock dos anos 70. As sete faixas autorais que compõem o disco aliam a sonoridade eletrônica, samples e guitarras numa doidêra sem limites.

Na mesma noite, a STRR apresenta uma sonoridade eletrônica, tendo como principal influência o House e seus derivados mais minimalistas, sem deixar de experimentar e mesclar com gêneros mais modernos, como o Future Bass e o Chillwave. O EP Spaces Between Us é seu primeiro lançamento oficial e traz elementos rítmicos e estruturas melódicas baseadas na House Music, que brincam com texturas e ambientações do R&B, Hip Hop e timbres digitais emprestados do Future Bass.

Para completar a programação de sexta, o café da casa ainda recebe o Pocket Show do músico Camillo Royale, vocalista da Turbo, que desta vez vai tocar hits do rock paraense. Pra fechar a semana, o sábado traz mais uma edição da Meachuta, festa alternativa que já é tradição nas noites da cidade. Quem comanda a noite serão os DJ’s MauVianna, Pedro Kobold, Phillsucks e Carol Bambolê & banda. Eles vão mandar muito Pop, Funk, R&B, EDM, Twerk, Bass, Hip Hop, Trap e Synth-Pop. (by Imprensa Se Rasgum)

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SERVIÇO

(QUI) No Laço da Rabiola (26.04). Pocket Show: Bonus Track

DJs: Monas do Pop (Gusta e Caia Aguiar), Pro Efx e Rayssa Leão

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(SEX) Roquerági (27.04) – Shows: Yuri Reiner + STRR. DJ’s: Lux + Vandersexxx
Pocket Show: Camillo Royale

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(SÁB) MEACHUTA (28.04)

Phillsucks, MauVianna, Pedro Kobold + Carol Bambolê e Banda