Lula lidera nova pesquisa e 58% acham que ele tem direito de se candidatar

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O Instituto Vox Populi, realizada entre os dias 11 e 15 de abril, mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mantém a liderança nas intenções de voto para a próxima disputa presidencial e amplia vantagem sobre os demais candidatos, mesmo após ter sido preso.

Segundo o levantamento, 41% dos brasileiros consideram que Lula foi condenado sem provas, 44% consideram que a prisão de Lula foi injusta e 58% acham que ele tem o direito de ser candidato à presidência da República.

Na pergunta espontânea sobre intenção de votos para presidente da República, Lula marcou 39% (eram 38% na pesquisa Vox de dezembro).

Nos cenários comparáveis de segundo turno, Lula marca 56% x 12% contra Geraldo Alckmin (PSDB)  – eram 50% x 14% em dezembro– , 54% x 16% contra Marina Silva (Rede) – antes 52% x 21% – e 54% x 20% contra Joaquim Barbosa (PSB) – eram 52% x 21%.

Segundo o diretor do Vox Populi, Marcos Coimbra, a pesquisa mostra que aumentou o sentimento de que o ex-presidente é vítima de uma injustiça e de que recebe um tratamento desigual por parte do Judiciário”.

A pesquisa constata o aumento da simpatia ao PT e a diminuição da rejeição a Lula. “A prisão de Lula, da forma como ocorreu, parece ter afetado a visão do cidadão comum, de forma a torná-la mais favorável ao ex-presidente”, avalia Coimbra. (Do Sul21)

Bate-papo no boteco virtual – Atlético-AC x Remo

Campeonato Brasileiro da Série C – 1ª rodada

Atlético-AC x Remo – Arena da Floresta, em Rio Branco (AC), 21h15

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Arbitragem – Ivan Guimarães Jr. (AM)

Na Rádio Clube, Jones Tavares narra; Gerson Nogueira comenta. Reportagens – Paulo Caxiado, Giuseppe Tommaso. Banco de Informações – Jerônimo Bezerra

Enciclopédia desnuda o papel da mídia no golpe de 2016

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As marchas carolas de 1964 foram reeditadas como parte da estratégia do golpe de 2016

Por Eduardo Nunomura, na CartaCapital

Uma dezena de universidades públicas mobilizou-se para criar disciplinas sobre o golpe de 2016, seguindo a iniciativa do professor da Universidade de Brasília Luis Felipe Miguel. Na primeira aula, na segunda-feira 5, o cientista político explicou por que essa palavra é tão repelida justamente por aqueles que a puseram em circulação no Brasil.

“Não foi só uma mudança em quem ocupa a Presidência. É uma mudança profunda, que se pretende definitiva, imposta unilateralmente e em desrespeito à lei por grupos de dentro do Estado, nas regras do jogo político. Em uma palavra: é mesmo um golpe”, escreveu o professor.

A academia começa a cumprir o seu papel, e é preciso dar nome aos bois, ainda que estes tenham o infortúnio de ser chamados de Temer, Cunha, Aécio ou Geddel. A esta altura do campeonato, só mesmo golpistas não admitem que Michel Temer é um presidente ilegítimo e o mandato popular de Dilma Rousseff foi roubado por eles.

Porém, a jornalista Maria Inês Nassif alerta no prefácio da Enciclopédia do Golpe – O papel da mídia que, se as futuras gerações se dedicarem a estudar esse período da história brasileira por meio do noticiário da imprensa comercial, certamente considerarão que tudo transcorreu dentro da normalidade institucional.

“O que aconteceu é o que aconteceu: não existem duas versões para um Congresso que se reúne e depõe uma presidente legitimamente eleita e entrega o poder a um vice de passado nebuloso; não há duas interpretações para um Judiciário que condena inocentes inventando interpretações sobre textos legais que variam conforme o réu; não há duas visões sobre uma mídia que omite, esconde e manipula”, resume Maria Inês.

A obra de 251 páginas contém 28 verbetes escritos por profissionais e estudiosos da comunicação, cientistas políticos, filósofos e historiadores. Os capítulos tratam de temas variados, que vão desde uma radiografia do conluio entre jornalistas e o Judiciário, passando pela falta de democratização da mídia, o protagonismo político da TV Globo, a tomada das redes sociais por movimentos reacionários e a ainda influente agenda imposta pelos veículos tradicionais. O foco é a centralidade da mídia hegemônica, tida pelos organizadores da obra como a principal responsável pela narrativa dos acontecimentos. 

“Indispensável a contribuição da propaganda inutilmente disfarçada de jornalismo para demonizar Lula, alvo maior da manobra golpista, reconhecido como principal entrave ao projeto de um Brasil-satélite no quintal dos EUA, país em demolição atado a instituições medievais, insignificante no plano internacional, exportador ainda e sempre de commodities”, defende Mino Carta, diretor de redação de CartaCapital, na introdução da enciclopédia.

“De fato, uma mídia empresarial totalitária, com força e decisão para capturar e ditar o rumo dos acontecimentos parece ter sido a principal engrenagem motora da ruptura da normalidade democrática”, anota o filósofo Bajonas Teixeira de Brito Junior, da Universidade Federal do Espírito Santo.

Para ele, é possível traçar paralelos entre a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, que defendeu o golpe de 1964, com o que define como “pseudo ‘movimentos de protesto’”, como o MBL, Vem pra Rua e Revoltados Online, reeditando a estratégia golpista em 2015.

No conjunto, a enciclopédia presta-se a iluminar sombras de uma cobertura visivelmente negativa praticada pelos maiores e mais privilegiados veículos midiáticos. Ela é classista, por estar em defesa dos interesses empresariais das elites, e não surgiu com o impeach-ment. Mais de um autor defende que o golpe já vinha sendo fermentado desde que o PT assumiu o poder.

“A Globo, com seus obedientes mervais, já vinha trabalhando desde o ‘Mensalão’, em 2005, para construir a ideia de que o PT inventou a corrupção no Brasil”, afirma o jornalista Rodrigo Vianna.

Autores dos verbetes descrevem a onipresença da emissora global para a “construção e disseminação de propaganda antipetista e antiesquerda”, segundo Maria Inês. “O processo de impeachment foi um jogo de futebol. A Globo passava a bola para a Folha, que deixava a Veja perto do gol, que tocava para o Sergio Moro completar de cabeça”, explica o jornalista Miguel do Rosário.

Essa triangulação só foi possível por haver um sistema midiático altamente concentrado no Brasil e cujo antídoto, a democratização dos meios de comunicação, jamais chegou a representar uma ameaça real às empresas.

Ora a imprensa atacava ferozmente o governo federal por aventar colocar em pauta esse assunto, ora Lula e Dilma não só recuavam como continuavam a favorecer as grandes corporações destinando generosos recursos por meio da propaganda oficial. Entram nessa combinação as revistas semanais VejaÉpoca IstoÉ, como anota o professor Frederico de Mello Brandão Tavares, da Universidade Federal de Ouro Preto. “Em ‘tempos de golpe’, estas revistas (…) funcionam como gatilho para a pauta noticiosa. Vendem opinião como notícia.”

Outro verbete essencial é o caráter misógino do golpe. Para a socióloga Eleonora Menicucci, ex-ministra de Políticas para as Mulheres do governo Dilma, e a jornalista Júlia Martim, a mídia “estimulou em todas as oportunidades as críticas pautadas em questões comportamentais e não políticas”.

Esse conteúdo machista alimentou e fortaleceu um discurso de ódio, que acabou invadindo as redes sociais manipuladas por robôs, perfis anônimos e favorecendo a explosão das fake news, que também virou um verbete. “A imprensa brasileira faz parte da articulação de um golpe protagonizado por uma elite de homens brancos, declarados como heterossexuais e defensores de uma sociedade estruturada no patriarcado.”

Este é o segundo volume da Enciclopédia do Golpe. O primeiro foi lançado em novembro e procurou explicar como cada um dos golpistas atuou em 2016. Escreveram verbetes, entre outros, os historiadores Luiz Alberto Moniz Bandeira e Fernando Horta, o ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão, o economista Luiz Gonzaga Belluzzo (consultor editorial da CartaCapital) e o sociólogo Jessé de Souza.

O “ocupa triplex” e o “desocupa Paraty”

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Militantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto invadiram esta manhã o apartamento triplex do Edifício Solaris, no Guarujá, o qual Sérgio Moro diz ter sido “atribuído” a Lula.

Como gritam os militantes, “se é do Lula é nosso!”

Uma das militantes, segundo a Folha, diz: ““Se o apartamento é do Lula, ele que peça a integração de posse”.

Como Lula jamais foi proprietário ou possuidor do imóvel, Moro confiscou-o à OAS. construtora do prédio.

E como a sentença ainda pende de trânsito em julgado, o apartamento ou a soma em dinheiro que ele venha a render no leilão, em tese, podem ser reivindicados pela empreiteira.

Do contrário, é o Estado brasileiro quem tem de fazê-lo, portanto. Certamente o fará com muito mais rapidez do que em relação a certa mansão cinematográfica em Paraty, não é? (Por Fernando Brito, no Tijolaço)

Direto do Twitter

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“MTST e Povo Sem Medo acabaram de ocupar o triplex do Guarujá. Se é do Lula é nosso. Se não é por que prendeu?”

Manuela D’Ávila, candidata do PCdoB a presidente da República 

Leão busca centroavante no futebol argentino

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Fonte ligada à diretoria do Remo revelou neste domingo que o clube negocia com um centroavante que atua no futebol argentino. A necessidade de ter um jogador para revezar com Isac tem sido ressaltada pelo técnico Givanildo Oliveira. O clube pretende anunciar o novo reforço até terça-feira.

Santiago Silva, chamado de El Tanque, que defende atualmente o Talleres de Córdoba, seria o jogador visado pelos azulinos. Uruguaio, Santiago tem 37 anos e muita rodagem em clubes sul-americanos, já tendo defendido o Corinthians há alguns anos. A diretoria, porém, não confirma a negociação com Santiago.

No ano passado, o Leão contratou o atacante Nano Krieger, formado nas divisões de base do Boca Juniors, mas o jogador não conseguiu se firmar no time titular e ainda ficou muito tempo contundido.

Remo antecipa venda de ingressos e aposta em grande público contra Globo-RN

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O Remo estreia nesta segunda-feira na Série C jogando fora de casa contra o Atlético-AC, mas a diretoria já pensa na partida com o Globo-RN, no próximo sábado, 21, em Belém. Para isso, antecipou o cronograma da venda dos ingressos. Os bilhetes para esta partida já podem ser adquiridos por um preço promocional. No primeiro lote, os 5 mil primeiros ingressos de arquibancada têm valor unitário de R$ 30,00 e os 300 primeiros bilhetes de cadeira custam R$ 50,00, a unidade. Após a venda do lote promocional, os preços ficarão em R$ 40,00 e R$ 60,00, respectivamente.

A diretoria projeta um público acima de 30 mil pagantes, levando em conta o bom momento vivido pelo time e o entusiasmo da torcida com a conquista do título estadual.

Locais de venda:

Bilheteria Baenão

Dia: 19 a 20/04 – 9h às 17h
Dia: 21/04/ – 9h às 13h

Loja do Remo – Baenão

Dia: 10 a 14/04/2018 – 9h às 18h
Dia: 15/04 – 9h às 13h
Dia: 16 a 20/04 – 9h às 18h
Dia: 21/04 – 9h às 12h

Loja do Remo – Sede Social

Dia: 10 a 14/04 – 9h às 19h
Dia: 15/04 – 9h às 13h
Dia: 16 a 20/04 – 9h às 19h
Dia: 21/04 – 9h às 13h

Loja do Remo – IT Center

Dia: 10 a 14/04 – 9h às 21h
Dia: 15/04 – 9h às 14h
Dia: 16 a 20/04 – 9h às 21h
Dia: 21/04/2018 – 9h às 14h

Loja do Remo – Formosa Cidade Nova 

Dia: 10 a 14/04 – 9h às 18h
Dia: 15/04 – 9h às 14h
Dia: 16 a 20/04 – 9h às 18h
Dia: 21/04 – 9h às 14h

Loja do Remo – Espaço Azulino
Dia: 10 a 14/04 – 9h às 21h
Dia: 15/04 – 9h às 14h
Dia: 16 a 20/04 – 9h às 21h
Dia: 21/04 – 9h às 14h

Loja Remo – Shopping Remanso Ananindeua 

Dia: 10 a 14/04 – 9h às 20h
Dia: 15/04/ – 9h às 13h
Dia: 16 a 20/04 – 9h às 20h
Dia: 21/04 – 9h às 13h

Loja do Remo – Formosa Umarizal

Dia: 10 a 14/04 – 9h às 21h
Dia: 15/04 – 9h às 14h
Dia: 16 a 20/04 – 9h às 21h
Dia: 21/04 – 9h às 14h

Loja do Remo – Castanhal

Dia: 10 a 13/04 – 9h às 18h
Dia: 15/04 – 9h às 12h
Dia: 16 a 20/04 – 9h às 18h
Dia: 21/04– 9h às 12h

Loja do Remo – Bosque Grão Pará 

Dia: 10 a 14/04 – 10h às 22h
Dia: 15/04 – 14h às 22h
Dia: 16 a 20/04 – 10h às 22h
Dia: 21/04 – 10h às 14h

Loja do Remo – Shopping Castanheira

Dia: 10 a 14/04 – 10h às 22h
Dia: 15/04 – 14h às 22h
Dia: 16 a 20/04 – 10h às 22h
Dia: 21/04 – 10h às 14h

Loja do Remo – Shopping Pátio Belém

Dia: 10 a 14/04 – 10h às 22h
Dia: 15/04 – 14h às 22h
Dia: 16 a 20/04 – 10h às 22h
Dia: 21/04 – 10h às 14h

Loja do Remo – Parque Shopping

Dia: 10 a 14/04 – 10h às 22h
Dia: 15/04 – 14h às 22h
Dia: 16 a 20/04 – 10h às 22h
Dia: 21/04 – 10h às 14h

Loja do Remo – Boulevard Shopping

Dia: 10 a 14/04 – 10h às 22h
Dia: 15/04 – 14h às 22h
Dia: 16 a 20/04 – 10h às 22h
Dia: 21/04 – 10h às 14h

Mangueirinho e Ceju

Dia: 21/04/2018 – 12h às 16h30