

Ernesto Valverde pareceu contaminado à distância pela miopia do Dado Cavalcanti. Deixou Dembelé e Paulinho no banco e fez um corredor com o português Senedo e Sergi Roberto, ambos limitadíssimos para a tarefa de ajudar o time a rodar a bola.
Aí a Roma concentrou sua marcação na ala esquerda do Barcelona, neutralizando Jordi Alba e Iniesta, ao mesmo tempo que explorava ofensivamente o outro lado, aquele ocupado pelos limitados.
Bastou. A Roma dominou amplamente o jogo nos dois tempos, fez o resultado que precisava e só veio correr riscos no final, muito em razão do desespero do Barcelona.
Ratifique-se. Valverde é o grande condutor do fiasco pela escalação, aliás, repetindo a estupidez de sábado com a ala direita que já havia fracassado contra o Leganés; com as substituições, colocou Dembelé quando a vaca já tinha ido pro brejo; substituiu Nelson Senedo somente após este ter falhado no gol da desclassificação e não colocou Paulinho, optando pelo insípido, inodoro e incolor Pablo Alcacer. Deu no que deu.
P.S. Ressalte-se a grande atuação do goleiro brasileiro Alisson, dando aula de como se sai do gol e se joga com os pés; e o Juan Gesus, absoluto no 3-5-2 montado pra massacrar o time catalão.
"People ask me what I do in the winter when there's no baseball. I'll tell you what I do. I stare out the window and wait for spring."
~ Rogers Hornsby
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