Ele, o monstro

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Por Iran Souza

Acuado por denúncias de corrupção na Saúde, de rachadinhas em seu gabinete quando era deputado e por pesquisas que apontam a vitória de Lula em 2022, Bolsonaro arrocha o discurso golpista. Com a popularidade derretendo, exceto entre os 14% de aloprados que comeriam fezes se ele mandasse, a estratégia de Bolsonaro agora é enredar as Forças Armadas num golpe de Estado. O pior é que elas, amaciadas com cargos, verbas e uma ultrapassada retórica anticomunista, se mostram cada vez mais suscetíveis a isso.

Então cuidado, Brasil. O “mito” saiu de vez do armário. E é um monstro. Aliás, sempre foi. Exceto para 57 milhões de eleitores que não quiseram ver o óbvio em 2018.

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