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Morre, aos 76, o gênio Stephen Hawking

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Stephen Hawking nasceu no dia da morte de Galileu Galilei e morreu, aos 76 anos, no dia do nascimento de Einstein. Era o físico e cientista mais famoso desde Albert Einstein. Ampliou as fronteiras do conhecimento e cumpriu brilhantemente sua missão neste complicado mundo.

Direto do Twitter

“Lula não cabe em celas porque o sonho de um país social e equitativo não pode ser posto detrás de grades; e sonhos são riscos porque porque voam e vão longe”.

Ângelo Cavalcante

Selvagens à Procura da Lei fazem show duplo no Ziggy

SELVAGENS - Créditos - Pedro Margherito (3)

A programação semanal do Ziggy Hostel Club começa na quarta-feira com a Quarta de Bolso, que desta vez recebe a voz da cantora e compositora Marisa Brito. Pela primeira vez, o evento terá um Happy Hour estendido durante a noite toda com chope Brahma a R$ 5. Marisa Brito apresentará nesse show suas novas canções que carregam uma sonoridade mais pop, flertando com a mpb contemporânea, sempre trazendo a vasta diversidade de influências que faz parte da essência e da trajetória da artista. A entrada custa apenas R$ 10 e já garante a consumação de 02 chopes. Caso não queira consumir as bebidas, será cobrado apenas um couvert artístico de R$ 5.

Em seguida, na quinta-feira, a casa recebe uma Roquerági especial em parceria com o coletivo Dança no Escuro: Joy Division e outras bandas serão homenageadas em uma noite totalmente dedicada para as sonoridades pós-punks que marcaram os anos 70 e 80.

O palco do Ziggy vai receber o show da banda Bruma Etérea, que vai mandar seu som autoral carregado por influências do Pós-Punk e Dark Wave. Antes da festa, às 20h30, o café da casa vai receber um show acústico do músico Marcelo Kahwage. O repertório vai ser voltado ao rock dos anos 80 com mais pós-punk pra já ir aquecendo pra Roquerági. A entrada é gratuita até 20h, depois disto os ingressos custam R$ 10 a noite inteira.

A programação de sexta integra as comemorações de aniversário do  Ziggy Hostel Club. Neste mês a casa vai completar um ano de existência e, para comemorar, vai realizar alguns eventos em homenagem a conquista. O aniversário oficial da casa acontece no dia 23 de março, no entanto, a casa vai iniciar as celebrações no dia 16 de março com o show da banda cearense Selvagens à Procura de Lei.

O  som do grupo bate forte em Fortaleza desde 2010 e, inevitavelmente, tomou de assalto todo o restante do Brasil. A banda toca um rock carregado com influências da música nacional dos anos 80 e do rock indie dos anos 2000, como The Strokes e Arctic Monkeys.

VENDAS: Presencialmente no Ziggy Hostel Club (Trav. Benjamin Constant, 1329) ou no link: www.sympla.com.br/ziggyhostelclub. OBS: Vendas presenciais APENAS nos horários de funcionamento da casa, de quarta a sábado, a partir de 18h.

> LINK DIRETO. https://www.sympla.com.br/ziggy-apresenta-selvagens-a-procura-de-lei—aniversario-do-ziggy__245387

No sábado, os integrantes da Selvagens à Procura de Lei retornam para o Ziggy, desta vez como DJ’s. Eles vão tocar setlists banhados no rock e na música brasileira pra todo mundo dançar muito na pista. Vai ser uma ótima oportunidade pros fãs ficarem ainda mais próximos da banda e, quem sabe, trocar uma ideia com eles.

Quem tiver comprado o ingresso para o show de sexta tem desconto de 50% na entrada da festa do sábado. Pra todo mundo aproveitar a promoção, abrimos um lote extra de ingressos para o show de sexta-feira, que já está à venda no Sympla e no Ziggy. Para usufruir do desconto no sábado, basta apresentar algum comprovante da compra do show de sexta. Neste dia (17.03), além das discotecagens dos integrantes da Selvagens, a festa ainda vai contar com mais música dos DJ’s Se Rasgum, que também vão botar todo mundo pra dançar na pista da casa. (by Imprensa Se Rasgum)

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SERVIÇO

(QUA) Happy Hour All Night + Quarta de Bolso. Happy Hour a noite inteira. Pocket Show: Marisa Brito (21h)

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(QUI) Happy Hour + Roquerági especial Joy Division. Happy Hour: 18h às 21h. Show: Bruma Etérea. Pocket: Marcelo Kahwage toca anos 80

DJ’s: John Noir e Franz

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(SEX) Ziggy apresenta: Selvagens à Procura de Lei

Show: Selvagens à Procura de Lei

Dj’s: Lux e Matheus Paes

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(SÁB) Ziggy apresenta: Selvagens à Procura de Lei – DJ SET

DJ’s: DJ Set Selvagens à Procura de Lei + DJ’s Se Rasgum

Remo negocia com zagueiro indicado por Givanildo

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O Remo deve anunciar nas próximas horas a contratação do zagueiro Suéliton, que defendeu o América-MG e o Santo André. Paraibano de 26 anos, Suéliton foi indicado pelo técnico Givanildo Oliveira. O zagueiro jogou 12 partidas pelo Santo André-SP nesta temporada, após passagem pelo Vitória de Guimarães (Portugal). Suéliton também já defendeu o ABC de Natal, Cuiabá-MT e o América-MG, onde foi dirigido por Givanildo.

Desde que chegou ao Evandro Almeida, há duas semanas, Givanildo pediu à diretoria de Futebol a contratação de um zagueiro, um meia-armador e um atacante de área. Para a zaga, o Remo tem atualmente Mimica, Bruno Maia, Martony e Kevem. (Com informações do Globo Esporte PA)

Reforma dos sonhos: ex-funcionário é condenado a pagar R$ 750 mil a empresa

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Uma ação trabalhista movida contra uma concessionária de caminhões no interior de Mato Grosso transformou-se em dor de cabeça inesperada para o vendedor Maurício Rother Cardoso, ex-funcionário da empresa e autor do processo. Ele ingressou na Justiça em 2016 queixando-se, entre outras coisas, de reduções salariais irregulares e do cancelamento de uma viagem prometida pela concessionária como prêmio para os melhores funcionários. No fim, quase todos os pedidos foram negados pela Justiça e, de quebra, ele foi condenado a pagar R$ 750 mil em honorários para o advogado do ex-empregador.

Na sentença, assinada em 7 de fevereiro de 2018, a juíza do Trabalho Adenir Alves da Silva Carruesco, da 1ª Vara de Trabalho de Rondonópolis (MT), fundamentou sua decisão com base na nova regra de sucumbência, prevista no artigo 791-A da reforma trabalhista, que passou a vigorar em novembro do ano passado. Segundo a nova lei, quem obtiver vitória parcial na Justiça do Trabalho deve pagar os honorários advocatícios da outra parte, relativos aos pedidos que foram negados dentro do processo. O valor da sucumbência pode variar de 5% a 15% do valor total solicitado.

Entre descontos indevidos em comissões de venda, benefícios não pagos e compensações por danos morais, o vendedor pedia pouco mais de R$ 15 milhões. A juíza condenou a empresa ao pagamento de R$ 10 mil de indenização pelo cancelamento da viagem à cidade de Roma, prêmio que havia sido prometido ao empregado. No demais, inocentou a concessionária Mônaco Diesel de todos os outros questionamentos e fixou o valor da sucumbência em 5% do valor atribuído à causa.

Na sentença, a magistrada justifica sua decisão afirmando que a reforma trabalhista foi publicada em 14 de julho de 2017 e apenas passou a vigorar em novembro. Segundo ela, tempo suficiente para que os envolvidos no processo, tanto o ex-funcionário quanto o ex-empregador, reavaliassem os riscos do processo. “Esse período (da aprovação da nova CLT até sua implementação) foi de intensas discussões, vários seminários, cursos e publicações de obras jurídicas. Portanto, houve tempo mais que suficientes para os litigantes, não sendo razoável alegar efeito surpresa”, escreve a juíza.

Procurado, Maurício Rother Cardoso prefere não falar. Segundo seu advogado, João Acássio Muniz Júnior, o vendedor está “desolado, e muito preocupado com o futuro”. Ele afirma que não tem como pagar os R$ 750 mil e tem receio de que a repercussão negativa do caso tenha impactos na carreira profissional. “Ele está desempregado desde setembro de 2016, quando foi demitido da concessionária, e com problemas financeiros para as contas do dia a dia”, diz o advogado.

Muniz explica que foi contratado pelo vendedor “para tentar salvar o processo”, uma vez que Maurício Cardoso já tinha consciência de que perderia na Justiça. “Ele entrou com processo antes da reforma trabalhista, que instituiu a regra da sucumbência na Justiça Trabalhista. E é nisso que vamos trabalhar para reverter a decisão da juíza”, afirma o advogado, que ainda tem esperança que derrubar a sentença contrária da Justiça Trabalhista em segunda instância. “Houve um erro em pedir tanto dinheiro. Esse era um processo de R$ 3 milhões, R$ 4 milhões. Mas R$ 15 milhões foi demais”, resume.

Para advogado trabalhista Sólon Cunha, sócio do escritório Mattos Filho e professor da Fundação Getúlio Vargas, o caso resume o espírito da nova lei trabalhista, que segundo ele tenta contornar algumas imperfeições na relação entre funcionários e empregadores. “Não é por má fé, mas o advogado que representa o trabalhador tem por hábito pedir alto pela indenizações, sabendo que lá para frente pode ter um acordo entre as partes e até ter a cifra reduzida nas instâncias superiores”, afirma o especialista.

Cunha aponta que, quando o empregado entra no processo pela Justiça gratuita, sem condições de arcar com os cursos do processo, o magistrado pode definir até quanto o autor do processo consegue pagar em sucumbência. “Nesse caso de Mato Grosso, o que o funcionário ganhou da empresa como indenização pela viagem será destinada para o honorário de sucumbência. Mas se o reclamante entrar pela Justiça comum, sem o beneficio da gratuidade, o advogado da outra parte passa a ser credor dele e, no último caso, o nome da pessoa pode ir parar no Cadin (Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal)”. (Do Pragmatismo Político) 

Polícia investiga assassinato de líder comunitário que denunciou Hydro

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Por Alex Rodrigues, da Agência Brasil

O líder comunitário Paulo Sérgio Almeida Nascimento, de 47 anos, foi morto a tiros na madrugada desta segunda-feira (12), na zona rural de Barcarena, na região metropolitana de Belém do Pará. Representante da Associação dos Caboclos, Indígenas e Quilombolas da Amazônia (Cainquiama), Nascimento era conhecido por denunciar crimes ambientais e agrários.

Tudo o que se sabe até o momento é que Nascimento foi baleado por um homem ainda não identificado poucas horas após chegar à sua casa, em uma área do distrito de Vila dos Cabanos ocupada por sem-terras. Segundo testemunhas, o líder comunitário foi alvejado por volta das 3h30, quando se levantou para ir ao banheiro, instalado fora da casa de madeira. O autor do crime fugiu pela mata.

O assassinato está sendo investigado pela Delegacia de Vila dos Cabanos, com o apoio da Divisão de Homicídios de Belém. Oito pessoas próximas a Nascimento devem prestar depoimento ainda hoje (13). Ontem, policiais que estiveram no local do crime conversaram com pessoas que viviam perto do líder comunitário ou o viram em suas últimas horas de vida para tentar remontar os passos da vítima e tentar descobrir o que ocorreu.

Há tempos, Nascimento e outros integrantes da Cainquiama questionavam as operações de empresas como a mineradora Hydro AluNorte, cujos resíduos tóxicos atingiram igarapés e rios da região no mês passado.

Em nota, o Ministério Público do Pará confirmou que, em janeiro deste ano, integrantes da associação comunitária denunciaram que estavam sendo ameaçados por policiais militares. Após a denúncia, a Promotoria de Justiça Militar solicitou à secretaria estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) que adotasse as providências necessárias para garantir a integridade e a segurança dos denunciantes.

O secretário de Segurança Pública e Defesa Social, Luiz Fernandes Rocha, disse ontem (12) à noite que o pedido do promotor de Justiça Militar Armando Brasil envolvia disponibilizar proteção policial para algumas das lideranças comunitárias de Barcarena que afirmavam que suas residências tinham sido invadidas por policiais militares.

O secretário afirma ter respondido ao promotor que os pedidos de proteção a pessoas ameaçadas deviam ser encaminhados primeiramente à Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), responsável por encaminhá-los para a avaliação do Conselho do Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos do Estado. Ainda de acordo com Rocha, outro caminho seria o próprio Ministério Público estadual, que tem assento no conselho estadual, apresentar a denúncia à Secretaria de Justiça. Segundo Rocha, o pedido nunca chegou à Sejudh.

“Tomei conhecimento deste caso hoje [12] e vi que, apesar da resposta da Segup [para o MP] sobre o trâmite a ser seguido, não houve a condução do caso, o que será feito de imediato por nós, para que a Sejudh faça a análise e avalie se cabe a proteção [para outros membros da Cainquiama] e, em caso positivo, em qual programa será feito o ingresso dos envolvidos”, declarou o secretário a jornalistas após o assassinato de Nascimento.

A Corregedoria-Geral da Polícia Militar já instaurou Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar as denúncias de que policiais militares teriam ameaçado e invadido as residências das lideranças comunitárias.

Em nota, a Hydro AluNorte informou que condena qualquer ação violenta e repudiou qualquer associação entre suas atividades e represálias aos moradores, comunidades e lideranças comunitárias.