Minowa obtém liminar e volta à presidência

Pedro Minowa foi reconduzido hoje, através de medida liminar, à presidência do Remo. Ele entrou com ação judicial e obteve decisão favorável do juiz Ernani Malato. Caso o Conselho Deliberativo do Remo descumpra a ordem do juiz, será aplicada multa diária de R$ 1 mil. Em entrevista à Rádio Clube, o magistrado explicou que analisou o estatuto do clube e não viu razões para o afastamento do presidente. Observou, ainda, que a decisão do Condel deveria ter sido ratificada pela assembleia geral. A concessão da liminar visa, segundo ele, resguardar os direitos de Minowa à ampla defesa.

20 comentários em “Minowa obtém liminar e volta à presidência

  1. Já vejo como algo muito difícil o Remo passar a fase de grupo, não por conta do Time, por que se o Time que o Remo foi campeão Paraense, tiver com salários em Dia, tem boas chances para subir. Mas nesse ambiente tumultuado eu duvido muito as coisas darem certo para o Remo

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  2. O Remo é habituado a vencer no campo nestes momentos de desespero na parte política, amigos. Acredito que o Remo passa fácil pela fase de grupos.

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  3. Boa noite amigos do blog. Depois de uma estadia maravilhosa no Rio de Janeiro onde tiver a oportunidade de realizar o sonho de conhecer o museu do Flamengo.
    Quanto ao Remo, a situação é preocupante pois essa briga interna pelo poder vai influênciar sim no projeto de subir para série C do brasileiro. Olha! já começo a achar que é melhor deixar o Minowoa na presidência mesmo com os erros administrativos que cometeu, porque senão, a guerra de liminares vai continuar e isso só tende à atrapalhar o ambiente interno do clube. Mas como o egoísmo ao que parece prevalece no clube, essa guerra deve continuar.

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  4. Além de prejudicar a preparação pra D, isso ainda podei repercurtir junto à CBF. Tem que ver direitinho quem pode e quem não pode, quem quer e quem manda. Quem não lembra da punição ao Papão por causa da assinatura do Tourinho? Acho que já teve caso de punição a clube por casos semelhantes ao do Remo.

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  5. Com todas as possíveis boas intenções que o condel possa ter nessas ações, o remédio poderia acabar matando o paciente. Não era hora de caça às bruxas bem às vésperas de uma competição de suma importância para o Clube do Remo.

    A tentativa de tirar o Minowa, considerando o momento e a forma atabalhoada de fazê-lo, vem dando provas de ser um tiro no pé. Se a conversa fluísse pelos lados do Baenão, a coisa poderia ter sido bem diferente.

    Isso na opinião de um reles torcedor como eu, de outros azulinos e até bicolores com os quais converso.

    Ajudem o homem a trabalhar. Mau-caráter, acho que ele não é. Mal assessorado, com toda a certeza ele é.

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  6. Concordo com o Eriko Morais, deveriam estar ajudando o Minowa e não fazendo toda essa confusão, tem um período todo depois do brasileiro pra avaliar a condução administrativa do presidente, esse tumulto agora só faz atrapalhar.

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  7. Sr. Eriko,
    Acho que a forma açodada em que tiraram o minowa do poder, antes de apurado os ilicitos a ele imputados e sem que tivessem lhe dado o direito a ampla defesa, me faz achar que essas turma do condel não está agindo com boa-fé.
    Até pq o remo está em uma fase importante de planejamento e montagem do elenco para a série b que se aproxima. Se eles estivessem pensando no clube, aproveitavam esse período para apurar direitinho as irregularidades e só após o início ou o fim da competição tomariam as medidas que entendessem pertinentes.

    me causa extranheza também que eles apareçam de mãos dadas com o pirão, e nada falem ou investiguem sobre as mazelas que este senhor causou ao remo, destruindo o patrimonio do clube e deixando dívidas milionárias para o clube, sem falar nas ações que pipocam todo dia na justiça do trabalho, ocasionando dificuldades quase insuperáveis à atual administração.

    No mais, tenho a mesma percepção que vc quanto ao Minowa. Parece bem intencionado e poderia ser ajudado em vez de perseguido.

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  8. Gestão temerária = caso venda do baenão.

    O presidente era Amaro Klautau. A solução para os problemas do Remo: a venda do baenão e a construção de um novo estádio “padrão fifa”. Este projeto encheu os olhos de muitos torcedores do leão (meus, inclusive, que defendi o projeto aqui no blog). Ficou provado depois que o valor de venda era ínfimo perto do valor real de venda. Quem ficaria com a diferença?

    Quando o condel resolveu agir, o então presidente azulino fez o impensável. Derrubou o escudo do próprio clube e vilipendiou o patrimônio para evitar o tombamento que impediria a venda.

    Mais um caso de interesses pessoais acima dos interesses do clube.

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  9. Gestão temerária = caso “Arena Baenão”

    Presidente: Zeca Pirão
    Projeto: mais uma promessa de arena padrão fifa, com venda antecipada de camarotes e cadeiras cativas.

    Realidade, A primeira parte da obra foi a troca do gramado, o que foi feito. A troca dos alambrados por vidros foi feita, mas sem qualidade (os vidros são mais finos que o recomendado e muitos racharam).

    A segunda parte da obra foi derrubar a área de cadeiras e colocar um tapume. E foi só. Onde está a Arena Fifa?

    Os camarotes foram vendidos com antecedência.

    Resultado: o Remo tem um estádio atrasado e deteriorado, não houve a mínima preocupação com a preseração as estrututras já existentes que estão completamente corroídas, O Remo não pode jogar em seu estádio. Lembram da tragédia da Fonte Nova? Já pensaram se acontece num baenão lotado? (baenão lotado é redundância, diga-se de passagem).

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  10. Gestão temerária = caso Thiago Belém.

    O presidente era Raphael Levy, campeão brasileiro da série C. O diretor de futebol era Bolívar Fernandez.

    Durante as avaliações médicas, o médico Henrique Custódio detectou uma alteração no exame cardíaco do jogador, o que comprometeria sua carreira de atleta. Segundo Levy, os dirigentes foram levar a notícia à família de Thiago e ficou decidido que o exame seria repetido. Na segunda versão do exame, nada foi detectado. ‘Fizeram novos exames e chegaram à conclusão que não tinha nada. Então houve a briga. O pai e o jogador brigaram com um dirigente’, diz o ex-presidente, com indignação.

    Segundo o advogado da família, o referido diretor teria dito: ‘Se você acha que tem direito a alguma coisa, então procure seus direitos’.

    Resultado: Remo julgado à revelia e condenado a pagar R$1.353.288,69 a um jogador que sequer vestiu a camisa do remo.

    Mais sobre o caso: http://www.orm.com.br/amazoniajornal/interna/default.asp?modulo=994&codigo=453615

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  11. Valendo lembrar, no caso da venda do Baenão, que salvo dois ou três, a esmagadora maioria dos Conselheiros foram todos favoráveis à operação. E isso, mesmo quando o caráter deletério da mesma para o patrimônio azulino já era do conhecimento de todos. Só após uma divergência que nunca ficou bem esclarecido o motivo é que a quase unanimidade que se formara entre os Conselheiros se dissolveu.

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    1. Denunciei os absurdos daquela transação, apontando (através de documentos) os muitos pontos obscuros e negativos do negócio. Quase apanhei de torcedor cabeça-oca, que jurava que eu estava indo contra “a modernidade”. Meu posicionamento a respeito de venda de patrimônio é mais do que conhecido: sou contra, principalmente com os dirigentes que temos.

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    2. Aliás, é bom registrar que fui o único jornalista a apontar as irregularidades daquele negócio conduzido por AK. Até alguns colegas me hostilizavam pela posição que adotei e, ainda hoje, ouço volta e meia alguns elogios envergonhados ao desastrado presidente.

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  12. Caro Gerson, sou adepto da máxima: quem tem ideia fixa é doido. Reconheço que tambem defendi a transação à época. Ainda acho que o problema não era a venda em si, mas a forma como foi proposto o negócio. Hoje, depois de analisar os fatos com serenidade (fatos estes amplamente divulgados por você, diga-se de passagem) volto atrás e condeno o que antes defendi. Reconhecer e procurar corrigir o erro, pra mim, não é vergonha. Pelo contrário.

    Abs.

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