Por José Augusto
Desde que Carlinhos Cachoeira foi preso, no dia 29 de fevereiro de 2012, na operação Monte Carlo da Polícia Federal, a revista Veja já soltou 6 edições, e nenhuma capa é dedicada a denúncias de corrupção. Mas há uma pauta abundante neste período envolvendo o senador Demóstenes Torres e o governador Marconi Perillo, tratada, sobretudo, pela revista Carta Capital, mas não só por ela. Até o Jornal Nacional tem se dedicado ao tema.
Parece que a revista Veja ficou acéfala no que entende ser “jornalismo investigativo”, depois da prisão de Cachoeira e dos arapongas Jairo Martins e Dadá.
Mais do que acéfala, está dando uma enorme bandeira de que tem muito a esconder sobre as relações entre seu editor-chefe Policarpo Júnior e Carlinhos Cachoeira. Segundo Luis Nassif, Policarpo teria trocado em torno de 200 telefonemas com Cachoeira no período investigado.
A revista já admitiu, defensivamente, que Policarpo e Cachoeira trocavam figurinhas. A revista diz que seriam relações legítimas entre jornalista e fonte. Mas como explicar a notória má vontade da revista em noticiar o caso, tendo um jornalista tão íntimo com os intestinos da organização criminosa (segundo o Ministério Público)?
A revista Veja, pródiga em divulgar até grampos ilegais, não revela um único diálogo entre o bicheiro e seu editor-chefe.
Aí tem amigos;
Aliás, sempre teve. revista altamente comprometida com os mais enrolados deste país; só gente boa!!! dessa gente, ela não divulga naaaada!
Ainda tem gente metida a importante, que se diz bem informada, por ser leitor e assinate de veja e telespectador assíduo, das programações da globo; podem ir!!!!…
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É… a (Não)Veja, (…)dispensável, pródiga em revelações bombásticas, em relatar de forma alarmista escutas telefônicas comprometedoras que indicam de forma “irrefutável” o “projeto” de instauração de um “república sindicalizante pautada no lulopetismo” (chavões no melhor estilo pré-64), agora levou traço de um esquema no melhor estilo Watergate do qual ela mesmo se favorecia. Que peniiiiinha…
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Veja essa rsrsrsrr
” Sob suspeita de irrigar o esquema de jogo ilegal liderado por Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, a empreiteira Delta Construções S/A tem contrato com o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) em Mato Grosso do Sul.
Em março deste ano, a construtora se sagrou vencedora da licitação para recuperação de 108,3 km da BR-163. A obra faz parte do Crema 1ª etapa (programa de recuperação das estradas federais).
Em meio à paralisação consecutiva de oito editais, que somam quase R$ 1 bilhão, o Dnit retomou em fevereiro a concorrência 276/2011. A licitação tinha o valor máximo de R$ 35 milhões.
No dia 15 de março, a Delta venceu, apresentando proposta no total de R$ 30,9 milhões. A licitação era na modalidade menor preço. A empreiteira apresentou a terceira melhor proposta, mas as outras duas empresas foram desclassificadas por não atenderem critérios do edital.
A CCM – Construtora Centro Minas Ltda, que apresentou o menor valor (R$ 27 milhões), recorreu de forma administrativa, mas teve o recurso negado na semana passada. O DNIT de Mato Grosso do Sul é administrado de forma interina desde 2 de janeiro, quando o superintendente Marcelo Miranda foi demitido por irregularidades.
Conforme reportagem da Folha de São Paulo, nos relatórios de inteligência da Operação Monte Carlo, realizada pela PF (Polícia Federal), há indícios “de que a maior parte dos valores que ‘entram’ nas contas de empresas fantasmas [ligadas ao grupo do empresário] é oriunda da empresa Delta”.
De acordo com as investigações, foi possível confirmar sociedade “secreta” entre Cachoeira e Claudio Abreu, então diretor regional do Centro Oeste da empreiteira, afastado depois de ser denunciado pelo Ministério Público Federal. Ninguém mais da Delta foi denunciado. Cachoeira está preso desde 29 de fevereiro.
A Delta faturou, desde 2004, R$ 3,6 bilhões do governo federal. A empresa atua em diversas áreas, de construção a energia, passando pela coleta de lixo.”
Fonte : http://www.campograndenews.com.br
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Libere o comentário acima , amigo escriba, fonte de um site daqui de Campo Grande/MS sobre o tal Cachoeira.
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Libere o meu post de número 3 , amigo Gerson .
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Fonte: http://www.campograndenews.com.br
Sob suspeita de irrigar o esquema de jogo ilegal liderado por Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, a empreiteira Delta Construções S/A tem contrato com o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) em Mato Grosso do Sul.
Em março deste ano, a construtora se sagrou vencedora da licitação para recuperação de 108,3 km da BR-163. A obra faz parte do Crema 1ª etapa (programa de recuperação das estradas federais).
Em meio à paralisação consecutiva de oito editais, que somam quase R$ 1 bilhão, o Dnit retomou em fevereiro a concorrência 276/2011. A licitação tinha o valor máximo de R$ 35 milhões.
No dia 15 de março, a Delta venceu, apresentando proposta no total de R$ 30,9 milhões. A licitação era na modalidade menor preço. A empreiteira apresentou a terceira melhor proposta, mas as outras duas empresas foram desclassificadas por não atenderem critérios do edital.
A CCM – Construtora Centro Minas Ltda, que apresentou o menor valor (R$ 27 milhões), recorreu de forma administrativa, mas teve o recurso negado na semana passada. O DNIT de Mato Grosso do Sul é administrado de forma interina desde 2 de janeiro, quando o superintendente Marcelo Miranda foi demitido por irregularidades.
Conforme reportagem da Folha de São Paulo, nos relatórios de inteligência da Operação Monte Carlo, realizada pela PF (Polícia Federal), há indícios “de que a maior parte dos valores que ‘entram’ nas contas de empresas fantasmas [ligadas ao grupo do empresário] é oriunda da empresa Delta”.
De acordo com as investigações, foi possível confirmar sociedade “secreta” entre Cachoeira e Claudio Abreu, então diretor regional do Centro Oeste da empreiteira, afastado depois de ser denunciado pelo Ministério Público Federal. Ninguém mais da Delta foi denunciado. Cachoeira está preso desde 29 de fevereiro.
A Delta faturou, desde 2004, R$ 3,6 bilhões do governo federal. A empresa atua em diversas áreas, de construção a energia, passando pela coleta de lixo “.
Repeti a postagem por entender que é uma notícia importante.Há a fonte( site ) e tudo mais , estou identificado,não é motivo para moderação.
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A veja é um dos piores exemplos de como a ética jornalista sucumbe aos interesses corruptos do poder político e economico. A nossa midia papa chibé também precisa diminuir seus arranhões de credibilidade. Notícias plantadas e manipuladas por pessoas que ainda não perceberam que a internet, por exemplo, desmascara o aparato dos ilusionistas.
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Quem tem o rabo preso, não pode denunciar ninguém. hoje em dia tudo é interesse!
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é de praxe algun veiculos de comunicaçao terem por tras pessoas de pessima indole, sejam eles politicos corruptos, bicheiros e ate religiosos inescrupulosos! quando a banda pros lados quebra o interesse deles é comum mudar o foco das materias ou procurar podres ainda mais podres no quintal alheio! isso é no brasil todo, inclusive aqui no meu pará pai d’ egua.
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Tem um senador por aqui que banca um “clube” que não disputa nada, e tem um hotel que não hospeda nínguem, e ainda é louvado, admirado, paparicado e foi bicheiro, já foi?
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