Por Gerson Nogueira
Os primeiros 45 minutos revelaram um Coritiba inteiramente superior, marcando 3 a 0 sem grande esforço, e um Paissandu lerdo em campo, com falhas gritantes de marcação e cobertura. Com posse de bola superior a 65%, os paranaenses jogaram o tempo todo no campo de defesa alviceleste, tocando a bola com facilidade e criando várias oportunidades.
No segundo tempo, a história se inverteu. Com duas mudanças apenas, o Paissandu passou de dominado a dominador. Surgiram diversas chances, com Héliton e Adriano Magrão, antes do gol de Potiguar. Depois, exposta aos contra-ataques, a defesa cometeu duas penalidades e o Coritiba aproveitou uma, cravando 4 a 1.
A verdade é que o Paissandu perdeu o jogo nos 15 minutos finais do primeiro tempo. Lecheva, que escalou mal a equipe, ficou vendo a banda passar, satisfeito com o placar em branco que se manteve os 32 minutos. A partir daí, porém, a porteira abriu e evidenciou a fragilidade da banda esquerda da defesa, entregue a Pablo.
Com jogadas concentradas na intermediária do Paissandu, o Coritiba marcou três gols e podia ter feito mais. No ataque, o principal erro de cálculo de Lecheva foi apostar todas as fichas nos avanços de Potiguar, Héliton e Pikachu. Presos à firme marcação, nada conseguiram produzir.
Além disso, o técnico confiou na experiência de Vânderson. Sem ritmo, o volante não acertou a marcação contra um time fisicamente superior e ainda sobrecarregou Billy. Para complicar mais a situação, Cariri limitava-se a fazer firulas no meio-campo, sem criar ou organizar. Tcheco, Everton e Lincoln praticamente desfilavam pelo setor, sem sofrer resistências.

Para restabelecer a ordem, Harisson entrou no segundo tempo e imediatamente pôs o Paissandu no ataque, forçando erros na zaga paranaense. Antes dos 15 minutos, o ataque desperdiçou duas oportunidades para marcar, mas o gol só veio aos 22, quando Potiguar fintou dois beques e chutou forte, sem defesa para Vanderlei.
Inteiramente ofensivo, o Paissandu encurralou o Coritiba, chegando a pressionar com cinco avançados – Rafael, Potiguar, Magrão (que substituiu Pablo), Héliton (depois Bartola) e Pikachu. O cerco quase resultou no segundo gol, desperdiçado por Magrão. A diferença de dois gols ainda era razoável para o jogo de volta, no Mangueirão.
A ousadia de Lecheva abriu espaços na zaga, seguidamente exposta aos contra-ataques. Em função disso, dois pênaltis foram cometidos. No primeiro, Paulo Rafael catimbou, levou amarelo e defendeu bem a cobrança de Roberto. No segundo, instantes depois, o goleiro cometeu a falta e foi expulso. Com Harisson brincando de goleiro, Tcheco converteu. A diferença voltou a ficar complicada, mas não irreversível.
A bravura do Paissandu no 2º tempo deixa esperanças para o segundo confronto, mas alguns pontos devem ser considerados por Lecheva. Melhor da equipe, Potiguar ainda é o ponto de desequilíbrio no ataque e pode ser adiantado para formar dupla com Rafael. O time não pode abrir mão da juventude e o arrojo do volante Neto. E Harisson, pelos 45 minutos de ontem, conquistou definitivamente a titularidade. (Fotos: Gazeta do Povo/PR)
A resolução nº 29/2009 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva me parece clara e inquestionável: “Art. 58-B: As decisões disciplinares tomadas pela equipe de arbitragem são definitivas, não sendo passíveis de modificação pelos órgãos da Justiça Desportiva”.
A decisão do TJD que anistiou jogadores do Remo, baseada em imagens de TV, pode até ser aceitável do ponto de vista legal, mas é uma distorção que abre precedente perigoso para o futuro do futebol no Pará. A partir de agora, todo clube que tiver jogadores expulsos vai tentar reverter no tapetão.
De mais a mais, foi dado um passo decisivo para melar o campeonato, que, se depender do Águia, pode vir a ser decidido nos tribunais. Aliás, com base na mesma argumentação, o clube marabaense podia reivindicar a vitória na decisão do turno, pois foi prejudicado com a anulação de um gol legítimo – a bola ultrapassou a linha fatal.
Direto do Twitter:
“Deveria existir um sistema de cotas na primeira divisäo do futebol para clubes do Norte!”.
De Glauco Lima, indomável publicitário bicolor, depois da goleada no Couto Pereira.
(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta sexta-feira, 27)

caro Gerson Nogueira vc bem que poderia fazer uma coluna ensinando dirigentes a fazer um planejamento na hora de montar uma equipe,vc e com participaçao do amigo Claudio Santos.falta pouco pro papao preparador fisico,tecnico e algumas peças.
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Gerson,ontem por ocasião da forte chuva,o jogo do são paulo foi adiado pela arbitragem coragem que o juiz daqui não teve no RExPA,que foi jogado,alias,nem foi jogado,por conta da aguacero .
O que será que os juizes de fora tem melhor que os nossos e por que eles enchergam mais?.
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Gerson e amigos, na minha opinião, Lecheva errou, apenas em não acrescentar mais um volante(Neto), no lugar do Kariri, até porque, o Harisson, jogou muito, ontem, e entrando no 2º tempo, coisa que ele não tinha feito em nenhum jogo até aqui. No Paysandu, você pode dizer coloca este. Tira aquele. Coloca na direita,…. e, vamos ficar falando isso, o tempo todo e, o Papão não vai sair disso. Isso acontece, porque se esquece o principal: O Paysandu não tem organização tática. Ontem, se o Coritiba(que jogou sem o Rafinha, seu principal jogador), se imprime o mesmo rítmo do 1º tempo, um abraço. O Paysandu cresceu sim, com a entrada do Harisson, mas o Coritiba contribuiu e muito para esse crescimento do Papão, aqui pra nós. Penso que temos que enxergar esses erros não só na formação da equipe, mas no posicionamento tático da mesma. O Paysandu, hoje, se o Potyguar não jogar, o time não joga. O Paysandu, hoje, só funciona do meio pra frente, individualmente. O Paysandu, ontem e, hoje, continua sem um bom técnico. Pode se dizer, que o Coritiba fez 4 gols ontem e, poderia ter sido mais, não jogando um bom futebol.Imaginem.
Só pra lembrar: Vágner Benazzi, continua livre.
É a minha opinião.
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Gerson e amigos, essa resolução e esse artigo, foram citados pelo advogado do Águia, Dr. André Cavalcante. Sera bom saber do Dr. Hamilton Gualberto, em que resolução, em que artigo ele se baseou, para que tenha levado a melhor, no TJD, até porque, com certeza, não foi a mesma resolução e nem o mesmo artigo.
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Essa resolução é adotada no Brasil e no mundo inteiro, Cláudio, não foi criada pelo Cavalcante. Qualquer fã de futebol sabe disso. Aliás, inúmeras situações polêmicas envolvendo marcações e decisões da arbitragem são imediatamente derrubadas diante da aplicação desse princípio adotado pela Comissão de Arbitragem da Fifa.
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A final desse turno esta virando uma palhaçada em que o circo esta armado e os palhaços somos nós torcedores,primeiro a historia do veto do baenão,depois do águia poder jogar no seu estadio zinho de oliveira,e agora talvez para dar uma satisfação ao remo,liberaram Adriano e Cassiano,enfim,uma vergonha com a asinatura do coronel Nunes.
Só faltam destribuirem nariz de palhaço domingo no mangueirão.
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Mais uma coisa sobre o Paysandu. No jogo passado, o Helinton foi o nome do jogo e diziam que o Helinton não poderia ser banco. Ontem, foi o Harisson. Quem será o próximo? O problema do Papão, é Técnico.
Acoooooooooorda tocedor do Papãoooooooooo, enquanto é tempo.
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Bom dia! Concordo com vcs,Gerson e Claudio, o Lecheva errou na escalação, o Vanderson visivelmente sem ritmo, o Kariri só firula… se era pra ter entrado com Vanderson,o Neto não era pra ficar no banco… Vanderson, Neto, Billy e Potiguar, pois o Billy alem de ser mais pegador sai pro jogo sabe lançar, tocar bem. Aqui tem que ser Neto Billy, Harisson e Potiguar. A minha preocupação está no gol, pois o Ronaldo há muito tempo não joga e o ataque que continua perdendo gols importantes, e o Jairinho não pode sair do time…
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Em que se pese a atuação desastrada do árbitro e posso até dizer, descarada, acredito que o efeito em médio prazo que essa decisão dos dois jogadores do Remo pode ter não me cheira coisa boa. A alternativa de anular cartões e modificar os rumos do jogo no tribunal abre essa brecha e desvia o foco para algum tipo de problema que se possa vir a ter no futuro. O Remo tem time e peso suficiente para não precisar disso para sagrar-se campeão, o efeito suspensivo poderia ser uma alternativa mais viável, mas a anulação, sei não. A conferir os bastidores.
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Valeu Claudio Santos… quando o Independente foi goleado no Morumbi o problema era o time, agora que o paysandu tomou quatro do coxa o problema é o técnico?
Não li “ninguém descendo a lenha” nos clubes do Pará depois dessa derrota.
Ouvi a transmissão pela “claro tv” aqui no Mato Grosso… como Tucuruiense gostaria muuuito de ver o paysandu na próxima fase, mas venhamos e convenhamos…. os times do norte tem muita coisa pra mudar… técnico, contratações, disposição no brasileirão e etc.
Que venha o 3×0 do papão… embora seja difícil!
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Gerson, quanto ao primeiro tempo, faço uma leitura um tantinho diferente. Por exemplo, é verdade que o lado esquerdo da defesa era o mais frágil, mas os dois primeiros gols decorreram de falhas individuais que tiveram origem no lado direito para o centro da defesa. O terceiro, se desenhou do centro para a esquerda, mas o Vanderson estava lá na cobertura e não teve condições físicas e de ritmo de jogo para bloquear o atacante que fez o cruzamento que resultou no gol. Faltou-lhe recuperação e com medo de fazer pênalti ele deixou o adversário evoluir para cruzar. Foram três falhas individuais. Quanto à posse de bola, há controvérsias quanto ao primeiro tempo. Os números do Sportv consignaram 51% para o Coxa, e 49 para o rival, sem falar que noticiaram 6 chutes a gol para o bicolor e 11 para o Coritiba. Números que são bem compatíveis com os apupos da torcida para o time paranaense. Quanto ao segundo tempo, é verdade que o rival cresceu muito, mas também é verdade igual a de que o Coxa esteve se poupando visivelmente.
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Amigo Klésio, falei que o problema do Galo, era num todo. Não tinha time e nem técnico para ganhar do São Paulo. O Paysandu, até tem um bom time, não tem é técnico.
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Concordo com o Cláudio, o maior problema do time do paysandu hoje, é técnico!!
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Não sei como será o próximo jogo entre Paissandu e Coritiba em Belém, mas, independente desse resultado (classificação ou não do Psc), está na hora de a mídia (a mídia de quem se espera lucidez nas análises, não o torcedor, que é passional) declarar que o Paissandu teve sorte ao enfrentar o Sport na segunda fase e não um time superior como o Bahia e o Coritiba.
Depois ninguém consegue entender como o time alviazul sucumbe na série C. É preciso ter coragem de dizer que o Psc é um time comum, nem ruim nem esse refrigerante como pintaram ao ganhar o primeiro jogo num segundo gol em que o defensor pernambucano mais próximo do Magrão estava a três metros dele. Assim, papai, até eu me consagro. O segundo jogo foi apenas consequência do resultado do primeiro jogo, considerando que o adversário, apesar de ter sido promovido à série A, está jogando só com o nome, tal qual o Flamengo de Ronaldinho Enganaúcho e cia.
Não se pode dizer que é o pior time do mundo porque perdeu, no caso do Remo por ter perdido para o Bahia, tampouco o melhor (Psc) porque ganhou do Sport.
É preciso ter a coragem de criticar mesmo nas vitórias.
É a minha opinião.
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Na verdade o campeonato começou a cair em descrédito quando tiraram o direito indiscutível do Leão Azul disputar seus jogos em seu estádio. Ora, se o Remo não pode usar seu campo, então que se coloque no regulamento do campeonato uma claúsula proibindo o Clube do Remo de mandar seus jogos no Baenão. É simples assim. Desse modo, apenas o utilizaremos para jogos de campeonatos inferiores ao paraense como copa do Brasil campeonato brasileiro.
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Minhas considerações:
1) falei aqui que o vanderson não tem mais condições de jogar no papão, não falei? pois bem, vcs viram a distancia que o atacante abriu dele no lance do 3º gol? uns cinco metros pelo menos. depois foi só toquinho pro lado, como ele faz há pelo menos 2 anos no papão. Tirar o neto que vem jogando grandes partidas pra botar esse sucatão foi sacanagem.
2) o paysandu foi jogar futebol lá no sul e não armar ferrolho e passar 90 minutos dando chutão pra frente até tomar gol. perdeu mas perdeu tentando, como deve ser feito. Perdeu porque o coritiba é muito melhor tecnica e fisicamente. Podia montar o time como quisesse mas o papão ia perder do mesmo jeito.
3) acho que o harisson fez uma partidaça ontem.
4) perceberam que ontem o potyguar não parecia ser tão veloz, e o picachu não parecia tão habilidoso no apoio ao ataque e tão bom na marcação? pois é isso que acontece quando jogadores medianos enfrentam jogadores de alto rendimento, perdem na técnica e na força.
5) fiquei muito feliz de ver o papão sair jogando, tocando a bola, tentando infiltrações e jogadas laterais. Fosse um time da série C a gente tinha metido uns quatro ontem. Penso que o papão tá pronto pra encarar a série C e conseguir o acesso. o lecheva tem que encarar o segundo jogo como um coletivo de alto luxo nos preparativos para a terceirona.
6) o primeiro semestre do papão ótimo pois conseguimos montar a nossa base pro brasileiro. pela primeira vez vamos começar a competição com uma equipe montada e entrosada. esse ano vai. Só não pode é vender o jogadores agora.
Vamu subir papãããããooooooooooooo!!!!!!!!!!!!
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Se o Paysandu tivesse jogado contra o Sport do jeito que jogou ontem já teríamos saído há mais tempo da Copa do Brasil.
Houve, na minha opinião, um pouco de soberbar do time bicolor que chegou a cogitar o título da competição. Vamos com calma. Nosso time é limitado e talvez até faça uma boa companha na Série C.
Para complicar, o compadre Lecheva apostou no compadre Vanderson que vinha de contusão em detrimnto do jovem e inteiro Neto.
Apesar do placar, nada está perdido. Penso que seria melhor o Paysandu optar por um 3-5-2 (apesar de ser sua especialidade) abrindo espaço pelas laterais para destravar o ferrolho que eles deverão trazer.
Ronaldo, Douglas, Vanderson e Tiago; Pikachu, Neto, Harrison, Potiguar e Jairinho; Magrão e Rafael.
Eles tem qualidade, mas não são essa coisa toda.
Com relação à decisão do TJD só me resta rir e prever as consequências que nós bem sabemos quais serão se o resultado não for favorável ao Águia no domingo.
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Esqueci do Billy.
Ele no lugar do Neto.
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concordo com os comentários sobre erros na escalação e acrescento que algúem da comissão técnica do PSC precisa orientar o thiago costa sobre os penaltis que ele comete; é um bom zagueiro, mas muito açodado nesses lances de área.
Vamos em frente que tem série C pra gente disputar!
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Concordo com o Claúdio Santos;
Entendo que o Lecheva seria e será um bom auxiliar técnico por mais uma temporada, porém, a “diretoria”?!?!?!?, não vê dessa forma e o efetivou como técnico, tudo bem resta torcer, maaas,cadê o Auxiliar técnico? chegou-se a divulgar a possibilidade de trazer o Luiz Fernando e nada se falou mais.., dorme demaaaaais essa comissãozinha do futebol Bicolor;
Amigo Cláudio Santos, além do Benazzi, que está dando sopa, agora, tem mais o GUARDIOLA, que ontem entregou o boné, lá no barça.
Por quê não?!?!?!
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kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
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Hehe. Verdade, amigos Silas e Acácio. O pior de tudo isso, é que o Paysandu, nesse 2º jogo, não poderá contar com os jogadores, Paulo Rafael(expulso) e Thiago Potyguar(3º amarelo) e, precisa fazer gols. Aí, fica tudo mais difícil. Te dizer…
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Amigos, a copa do Brasil acabou ontem, graças as atitudes covardes do “técnico” bicolor! – triste fato!!
Acho que no intervalo ele deve ter perguntado à alguém: – O que estão falando para eu fazer ai nas emissoras de rádio?
Depois fez as mudanças no time!
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Esse Silas…se não tem Guardiola, pelo menos manda o Lecheva “guardaviola” dele.
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Égua GN, “o Harrison brincando de goleiro”? Não foi contingência de Jogo? Pera lá! O PSC jogou o segundo tempo melhor do que o segundo de Recife, levou azar, senão a história seria outra! Sem contar com a atuação daquele juizão parcial pro lado do Coxa.
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Calma, camarada. Não houve de minha parte a intenção de menosprezar o Harisson ou o desrespeitar o Paissandu, fique tranquilo. Quanto à arbitragem, nem sempre as interpretações batem. Em comentário recente, você considera normal a atuação do árbitro em Marabá, mas aponta parcialidade no árbitro de ontem, coisa que sinceramente não observei. Aliás, penso que ele foi até muito compreensivo com o Paulo Rafael, que depois de receber o amarelo (no primeiro pênalti) ainda fez um gesto desrespeitoso virando as costas para o apitador. Enfim, vivendo e aprendendo.
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Gerson, a decisão do TJD foi de conceder efeito suspensivo (como você consignou noutra postagem) ou de anistiar os jogadores (como você está dizendo nesta)? Voce teria como postar o inteiro teor desta decisão para que pudéssemos conhecê-la?
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Camarada, usei o termo “anistiar” para evidenciar que os dois ficaram livres da pena que iriam cumprir. O teor da decisão está contido no post “TJD concede efeito suspensivo a Adriano e Cassiano”.
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Gente;
Devaneios à parte, dia desses postei a lembrança que El Loco Bielsa! seria também uma boa para dirigir o Grande Bicolor Amazônico nessa arrancada na volta à série B do Brasileirão, pois além do acréscimo técnico, tem o fator Marketing; porém, essa lembrança, é também elucubração pura, afinal os cartolas, se leêm o Blog, o fazem para contrariar os torcedores, apenas.
Agora, no entanto, tá valendo, além do Benazzi, outro que apesar de ainda estar em atividade e empregado, mas valeria a pena contratá-lo, comanda o Bragantino-SP; dá gosto ver aquele time jogar, toca a bola certinho com triangulações, jogadas de linha de fundo, tem esquema tático e NENHUM MEDALHÃO naquele plantel, aí você vê a mão do técnico, refiro-me e lembro mais uma vez, o nome do Marcelo Veiga, esse plantel do Grande Bicolor Amazônico, na mão dele com mais quatro REFORÇOS, à série B, estaria na mão.
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