Remo tenta efeito suspensivo para três atletas

O Remo tenta obter efeito suspensivo para os jogadores André e Adriano (foto), expulsos no jogo de domingo em Marabá, e anular o terceiro cartão amarelo recebido pelo atacante Cassiano na mesma partida. A sessão do TJD acontece na tarde desta quinta-feira e somente o presidente da corte pode conceder o benefício reivindicado pelos azulinos para poder contar com os jogadores na decisão do próximo domingo. Os atletas estarão presentes e o Remo será defendido pelo advogado Hamilton Gualberto, também diretor do clube. (Foto: MÁRIO QUADROS/Arquivo Bola)

18 comentários em “Remo tenta efeito suspensivo para três atletas

  1. Tomara que o presidente da corte seja remista, pois a federacao ja demonstrou que nao quer um clube da capital na final, alem da preferencia clubista de seu presidente.

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  2. Isso é imoral!

    Isso é manobra!

    É ilegal!

    Nem a FIFA anula decisões do arbitro dentro de campo.

    O que me parece é que o Remo quer melar o campeonato.

    Isto é uma vergonha!

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  3. Neste exato momento na Rádio Clube o Hamilton Gualberto está comemorando o fato do Aguia dizer que irá recorrer se o Remo colocar o Cassiano pra jogar.

    Aliás ele pensa que é dono da verdade e vai mudar a história juridica do futebol mundial. kkkkkkkkkkkkk

    E o pior que a Radio Clube ainda dá ouvido pra esse bocudo.

    Sonhar não custa nada…

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  4. Vamos ver se no TJD ganhamos uma porque na Federação Paysandú(e interior) Paraense o Remo não ganha nada!

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  5. Amigos, o que mais temo é que o histórico de burradas da diretoria do mais querido, apareca novamente e acabe tornando a nossa sonhada conquista do campeonato em uma briga judicial sem fim. O Clube do Remo nao precisa de atitudes transloucadas do jurídico para ganhar no futebol.

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  6. Acho muito gozado (pra não dizer outra coisa…) os comentários 7 e 8, como se a atitude do “juiz” em Marabá tivesse sido correta… O Remo tem que ir em cima mesmo, porque ficou muito claro que o “juizinho” expulsou os dois de forma totalmente descabida, quebrando as regras do futebol. Tomara que dê certo, porque o 2o. cartão amarelo (e o consequente vermelho) para o Adriano foi totalmente errado (o 1o. foi correto, o Adriano extrapolou…). Quem deveria ter levado o amarelo era o Branco, que chutou a bola pra dentro do gol do Remo, quando o Adriano já estava pronto pra bater o tiro de meta…

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  7. Alguns torcedores, por consequência do clubismo, tentam distorcer as coisas. Típico de quem não tem a mínima noção, ou finge não ter.

    Desespero é uma arbitragem desastrada daquelas tirando, injustamente, vários jogadores do Remo para o jogo decisivo seguinte;

    Desespero é, contrariando o princípio da igualdade, tirar do Remo o direito de jogar no Baenão, como o Águia tem jogado no seu estádio acanhado.

    E depois, quando o clube, julgando-se prejudicado, vai atrás de seu direito na esfera do direito desportivo, ainda é criticado até pelos próprios torcedores.

    Deixemos o clubismo de lado. Buscar seus direitos é lícito a qualquer cidadão ou instituição. É um direito do Remo tentar antecipar o julgamento de seus jogadores. E, pelo menos no caso do Cassiano, não há nenhuma injustiça nisso. Nem precisa ser jurista para observar.

    Buscar seus direitos é um dever da direção remista.

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  8. Esses comentários não vale a pena comentar. São esses pensamentos que limitam o futebol paraense de crescer. O juiz pode ter roubado ou errado, como acontece em tantos jogos pelo mundo afora, mas depois do apito final, já era. O choro faz parte do futebol e dos perdedores. Se essa moda pega, os “grandes” vão sempre se achar no direito de impor suas vontades aos pequenos. Basta disso, o Remo não precisa dessas artimanhas. Entra em campo e vence. Não quer ser campeão? Tem elenco pra isso.

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  9. Agora está explicado a transferência do jogo para o Mangueirão, é a lei da compensação. Não falei que o HG não iria deixar ficar como estava, te contar! O Remo não precisava disso! Esse tipo de atitude só dá combustível ao Águia!

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  10. Efeito Suspensivo…

    Mais uma das distorções da lei que fere o princípio da razoabilidade… até no esporte. Não devemos criticar a atitude remista, pois se é permitido às agremiações recorrerem a tal recurso, não se configura anomalia no recurso azulino.
    Não discutamos a atitude remista de recorrer às benécies da lei, mas sim o dispositivo que permite tais benefícios.

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