D’O Estado do Tapajós
A diretoria do São Francisco demitiu no inicio da noite desta segunda-feira, o técnico Thiago Amorim, e o preparador físico Roni Lameira. O motivo foi uma grave discussão entre os dois ocorrida na tarde desta segunda-feira, por terem opiniões diferentes sobre o cancelamento do treino marcado para a tarde desta segunda-feira no campo da AABB. Essa queda de braço entre os dois já vinha acontecendo em outras ocasiões, com isso o presidente Edie Ribeiro resolveu dar um basta na situação, fez uma reunião com a diretoria e o supervisor de futebol Alex Lins e foi decidido pela saída dos dois. Na manhã desta terça-feira, o presidente vai confirmar o auxiliar Serginho e o preparador de goleiros Jorge Ney no comando técnico do Leão Tapajós , para o jogo decisivo contra o Remo no Baenão no próximo domingo, às 16h.
O que falta de habilidade a certos dirigentes… Te dizer..
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O futebol do Pará esta perdido nas mãos dos dirigentes atuais que temos,uma pena,pois não mereciamos essas pessoas comandando os nosso clubes.Os comandantes dos clubes do interior pelo que vejo estão sendo alunos aplicadíssimos nas aulas dadas pelos professores que comandam os clubes grandes da capital.
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“grave discursão” é dose…
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Já foi devidamente corrigido, Luís.
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Soberba! Esta é a palavra pra definir bem o pessoal do São Francisco, aos quais me recuso chamar de dirigentes.
Estão doidinhos pra seguir o mesmo caminho do mundico.
Os times de Santarém precisam enteder que tem grande potencial, mas não podem queimar etapas.
Já foram campeões brasileiros, podem ir muito mais longe.
Mas tem que ser com responsabildade e com respeito aos adversários.
Por exemplo, deveriam estar orgulhosos depois de 11 anos estarem disputando de igual pra igual com o remo, que tem uma tradição muito respeitada no Brasil. Mas pelo contrário desdenham e se perdem nssa arrongancia.
Mandar o tecnico embora as vespera de uma decisão é assinar atestado de burrice.
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Para o bem do meu Leão de Antonio Baena, tomara que tenha sido mesmo uma grande caca da diretoria do SF este duplo ato demissório. Pois, algo que não se pode negar é a queda de produtividade que o azulino santareno vem experimentando nestes últimos jogos. Será que esta suposta fogueira de vaidades que ardia entre os demitidos não estaria na origem do referido déficit?
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Comprovadamente, falta de liderança executiva.
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