Por Leandro Mazzini (Congresso em Foco)
Num ato de desespero, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) recorreu a quem não deveria: pediu ajuda numa reunião aos senadores José Sarney (PMDB-AP) e Renan Calheiros (PMDB-AL). As respostas de Renan são impublicáveis. Foi Demóstenes seu algoz na queda da Presidência do Senado. Sarney desconversou e foi vingativo. Fez chegar depois ao senador uma lembrança: na CPI do Apagão Aéreo, em 2007, Demóstenes obrigou o senador Carlos Wilson (PT), ex-presidente da Infraero, enfermo, a ir de cadeira de rodas e soro ao Congresso depor, porque não dava trégua a “corrupto”.
Fim de linha
É como aquela história do correntista endividado que procura o gerente. O banco nega de vez a análise de crédito pedido, porque seu nome já foi para o SPC.
Tese frustrada
Demóstenes entregou os pontos. O PMDB, maior bancada, seria o fiel da balança a seu favor em eventuais decisões sobre seu mandato no Conselho de Ética e em plenário. Ele aventa com advogado e aliados próximos se licenciar por 120 dias e deixar o suplente, Wilder Morais (DEM-GO), no Senado. Seria uma forma de fugir dos holofotes sem perder o mandato. Mas antes disso, vai deixar o DEM. Ficará senador, por ora, sem partido. Se licenciar-se, não há certeza de que volte.
Cara bacana hen!
rsrsrs
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Por isso te aquele ditado “o mundo da muitas voltas!”, um dia a casa cai, ou não jogue pedra no telhado dos outros, se o seu é de vidro!
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Ainda bem que chamada ” grande imprensa” não term se mostrado amestrada. Isso evita as choramingas dos que se dizem preteridos
pelos grandes veciculos.
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Sò não entendo é o desinteresse de quase todos em não instaurar
inquerito para devassar o senador Demostenes. Será medo de 2004 ?
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